História Psycho Monster 2 - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Drama, Exo, Família, Kai, Kris, Kyungsoo, Lay, Luhan, Mistério, Morte, Psicopatia, Revelaçoes, Romance, Sehun, Suho, Tao, Traição, Xiumin
Exibições 232
Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei? Sim, PORÉM voltei com tudooooo hahahahauhaah
Serio, esse capítulo promete mt pq eu sei que vcs esperaram MUITO por esse momento, entao nem vou ficar enrolando mt aqui auahauaua

Ai gente, o motivo da minha demora é q eu estou passando por uns conflitos amorosos q estão me dando dor de cabeça auahauau... O fato é, eu voltei a falar com meu ex, porém eu to ficando com outro menino... E eu gosto dos dois auhauahahahahahau SOCORRO auahauauaua.

Aiai, masok, esse foi o desabafo do dia, agora vamos para oq interessa neh?

Capítulo 8 - Imprevisível


~flashback on~

2 anos antes

- Mais para a direita... Um pouco mais para esquerda... Perfeito! – Dizia BaekHyun enquanto o quadro era colocado em seu quarto. Um sorriso galanteador apareceu em seus lábios e logo ele passou os finos dedos em meio aos seus fios de cabelo agora avermelhados como fogo. 

- Mais alguma coisa senhor? – Perguntou uma de suas empregadas limpando as mãos no avental branco. Ele a encarou dos pés a cabeça e pediu que a outra se retirasse. O ruivo deu um pigarro e logo apagou o cigarro entre seus dedos.

A forma como ele encarava aquela doce empregada era intimidadora.

Ela era nova naquele ramo e ele recentemente havia acabado de se mudar para aquela nova mansão a qual havia comprado. A garota não possuía mais do que 17 anos e mesmo tão jovem isso não era problema para BaekHyun, pois ele não conseguia conter o olhar faminto e o desejo pelo corpo daquela jovem inocente.

- Bem, sim, eu tenho um pedido especial – Disse passando o dedo em seus lábios. BaekHyun se aproximou da garota agindo de modo inocente, mas seu olhar tentador entregava suas intenções. 

- S-Sim senhor, e-eu farei qualquer coisa – Com certeza ela faria, pois ela não tinha escolha, sabia de alguns dos segredos de Byun e das loucuras que ele já havia cometido. Ela tinha medo do que ele seria capaz de fazer com ela.

BaekHyun se aproximou ainda mais da garota e com as mãos, segurou na barra de sua saia de empregada dobrando o tecido deixando sua roupa ainda mais curta. A parte de cima ele rasgou deixando um enorme decote nos seios da garota, ela se sentiu violentada, como se uma parte dela estivesse se desfazendo.

- Você vai me servir essa noite – A agarrou pelos pulsos e a jogo na cama retirando cada peça da roupa da garota inocente, mas ela não tinha escolha, não poderia reagir, pois ela sabia que o pior poderia acontecer.

Ela sabia que ele era doente da cabeça. 

A garota não se mexia, apenas deixava com que ele violasse seu corpo, violasse sua mente e ele parecia fazer aquilo como se sentisse raiva, como se sentisse ódio. Ele a penetrava com força e batia nas coxas dela, rosto enquanto lágrimas escorriam dos olhos dela. 

A única coisa que ela sabia era que ele possuía um coração escuro e partido. 

Com o passar dos dias, a empregada passou a analisar mais o comportamento de BaekHyun, ele não saia de casa e se saia era para beber, mas um dia ela o ouviu chorando em seu quarto, chorando como se dessa forma fosse conseguir espantar a dor que havia em seu coração. Pela pequena fresta da porta ela pode ver o quarto dele destruído e seu corpo deitado sobre o chão, mas ele estava acordado.

- Eu a amo – Foram as palavras que ela o ouviu dizer. Aquela simples frase permaneceu na cabeça da garota, ela se perguntava se um dia ele realmente havia amado alguém, se um dia ele realmente teve um coração e se isso aconteceu, com quem havia sido?

Bem, ela não procurou por respostas, mas acidentalmente encontrou vestígios enquanto limpava o quarto dele. Eram cartas jogadas embaixo da cama, poemas, armas, remédios, fotos de uma infância inocente e no meio daquelas fotos havia a foto de uma garota a qual ela não conhecia, mas logo suspeitou que fosse um antigo amor de BaekHyun. Devido a tristeza em que ele se encontrava e o contato diário com as bebidas, a empregada passou a conforta-lo.

- Você não devia chorar por um passado tão doloroso, tente formar novos planos – Dizia com a voz doce. BaekHyun, deitado sobre o colo da moça, apenas encarava o teto. 

- Meu único plano era o suicídio, mas até nisso eu falhei – Disse com amargura em sua voz – Eu não posso procura-la, sei que devo deixa-la em paz, mesmo que me machuque, eu estou tentando – Foi então que o olhar dele cruzou com o dela e de repente a doce jovem o beijou, esperava que não fosse correspondida, mas foi. Para ela havia sido o melhor beijo que já teve, ela via um lado tão doce e gentil em BaekHyun e tentou despertar isso nele.

- Você sabe que pode ser uma boa pessoa.

- Você gostaria? – Perguntou ele se sentando na cama e logo a fazendo deitar enquanto suas mãos prendiam os punhos dela.

- Do que? 

- De me fazer esquecer o passado, por favor, quero que fique comigo e seja minha – O contato de seus olhares era profundo demais, mas ele sabia perfeitamente como enganar alguém, ele não sentia pena de ninguém independente de suas atitudes, para ele ela era apenas mais uma vadia a qual caia inocentemente aos seus pés.

Naquele dia ele a violou outra vez e assim eram todas as noites. Eles transavam loucamente, os gritos agudos eram possíveis de serem escutados em qualquer lugar, mas eles não se importavam.

Só havia um problema.

Ela se apaixonou por ele, se apaixonou achando que ele também sentia o mesmo e um dia tentou agrada-lo.

BaekHyun andava de um lado para o outro na sala, a garota apareceu com um sorriso animado em seus lábios e se aproximou dele para lhe dar um beijo, mas o que aconteceu foi o pior. Ele simplesmente acertou-lhe o rosto com um tapa forte o qual a arrancou lágrimas, sua bochecha só não ardia mais do que a sensação de que seu coração estava sendo queimado.

- Fique longe de mim, eu não quero mais olhar para sua cara. Suma da minha frente – Ele a empurrou forte contra o sofá a causando dor e entre lágrimas a garota arrumou suas coisas e foi embora, mas mesmo assim ela não conseguia odia-lo, ela só o queria mais, só o desejava mais. Ela não ligava de apanhar durante as noites de prazer, mas ela achava que ele a amava, mas havia se enganado.

BaekHyun jamais amaria alguém como amou Park Yul Hye e ele sabia disso melhor do que ninguém. Nenhuma outra mulher conseguiria tira-la de sua cabeça, fazer isso era uma tentativa inútil. 

Em uma noite, a garota invadiu a casa dele, ela necessitava de seus beijos, de seu corpo. Ela estava ficando louca, louca por ele. A polícia a pegou no quarto de BaekHyun e ela surtou dizendo tudo o que ele havia feito com ela, ele desmentiu falsamente fingindo nunca ter a visto na vida e como se já não era de se esperar, ele conseguiu.

~flashback off~

- O que acha deste, Kai? – Era verídico que ele não estava nem um pouco animado em escolher coisas novas para a casa, mas era engraçado ver sua feição cansativa naquela tarde. 

- Eu estou cansado, podemos descansar um pouco? – Eu diria que logo pararíamos, mas seu sorriso de canto de lábios me desestabilizou completamente.

- Tudo bem. 

- Já compramos bastante coisas que eram necessário, não acha? – Disse ele me fazendo analisar a quantidade de sacolas que carregávamos – Parece até que somos casados – Foi inevitável não deixar transparecer um sorriso ao escutar sua frase.

- É, realmente parece – Logo então paramos para comer alguma coisa e ter aquele passeio somente eu e Kai havia sido a melhor escolha que eu havia feito em toda minha vida. 

Parecia que quanto mais conversávamos, o tempo passava mais rápido e era impossível ficarmos mais de 10 segundos sem trocar uma palavra. Os assuntos iam de algo completamente importante para algo bobo nos fazendo rir como se tudo aquilo tivesse algum sentido e realmente não tinha, mas era bom poder passar incontáveis horas somente ali, vivendo cada sorriso e palavra dita por ele junto de seu olhar doce. 

Assim que chegamos em casa nos divertimos ao trocar algumas coisas, alguns tapetes, limpar tudo e fazer aquelas coisas com Kai era realmente divertido, pois tudo o que é bom passa rápido e fazia muito tempo que eu não me sentia daquela forma.

Foi a primeira vez em que eu deixei de pensar em BaekHyun por algum momento e aquilo foi como se meu coração comemorasse por encontrar um ponto de paz no vazio em meu peito. 

- No que está pensando? – Perguntou ele me causando surpresa por sua presença repentina na cozinha. Eu desviei meu olhar do chão encarando seu olhar curioso.

- Nada de mais, Kai, logo eu tenho que sair, Chung-Ho precisa de mim na clínica – Eu já iria me retirar para me arrumar e ir trabalhar, mas assim que me virei de costas, Kai segurou em meu braço e me puxou para perto de si.

Eu me senti aliviada por estar em seus braços como se ali eu pudesse entregar toda a tensão do meu corpo e a pressão do meu coração em minha alma. Ele dava leves beijos em meu ombro em uma tentativa de dizer que ele estava ali para mim, não só nos momentos difíceis, mas nos bons também. Eu não estava chateada por nada, ele estava apenas querendo demonstrar que estaria ao meu lado e eu retribui e logo eu recebi um doce beijo na testa. 

- Ok, eu deixo você ir, mas volte logo, Aya – Eu sorri e subi para me vestir logo indo para o meu trabalho.

~/~

Encarei seus olhos que pareciam evitar me olhar profundamente, seu cabelo estava bagunçado e haviam hematomas em todo seu corpo indicando ferimentos que ela mesma havia causado em seu próprio corpo.

Era difícil compreender seu comportamento estranho, mas eu não poderia deixar com que a minha curiosidade pessoal sobre seu passado fosse maior do que a verdadeira intenção do meu trabalho.

E essa curiosidade se chamava BaekHyun, eu sabia que ela o conhecia de algum lugar.

- Como foi essa semana, Soo Min? Você tomou todos os seus remédios corretamente? – Perguntei, mas sem receber resposta alguma – Bem, de acordo com Chung-Ho sim, então acredito que ele esteja dizendo a verdade. Como você está se sentindo hoje, tem algo te incomodando?

- Sim – Sua voz saiu rouca como se ela estivesse sendo obrigada a falar.

- O que é? 

- Sua voz é irritante doutora Park – Eu engoli a seco tentando formular alguma pergunta ou resposta que eu pudesse fazer, mas eu estava tão perdida em meus pensamentos. 

Retirei meus óculos de grau e levantei seu rosto me fazendo encara-la. 

- O que está acontecendo? Você tem algo a me contar não tem? Então por favor, esqueça por um momento que eu sou sua psicóloga e me diga a verdade. O que sabe sobre BaekHyun? Por que você se incomodou em saber que eu tive um relacionamento com ele? – E assim que eu disse a palavra “relacionamento” ela tapou os ouvidos como se a todo custo não quisesse me ouvir dizendo aquilo em relação a Byun e soltou um grito agudo.

- Cale a boca sua idiota! Não fale dele! – Ela estava me odiando profundamente, havia ódio corroendo toda a sua alma.

Ela não era mais aquela garota doce que eu havia conhecido. 

Foi então que de relance eu percebi que ela iria me atingir o rosto, mas eu segurei em seu punho e assim que fiz isso eu pude ver claramente a marca em seu pulso.

Ela se cortou, ela havia feito um corte escrevendo em seu pulso a letra ‘B’, a inicial do nome de BaekHyun e logo no outro pulso estava a mesma letra feita em corte profundo.

Minha mente ficou devastada de pensamentos, Soo Min percebeu meu momento de distração e conseguiu me empurrar contra a parede e me atingir com um tapa na bochecha, mas assim que isso aconteceu dois enfermeiros chegaram e a seguraram.

Soo Min surtou, eu nunca havia a visto fazendo aquilo, agindo daquela maneira tão misteriosa e ao mesmo tempo tão clara para mim.

- BaekHyun está vivo, Aya! VIVO! Ele não morreu e eu preciso reencontra-lo – Eu me perguntava o que se passava na cabeça dela ao dizer que BaekHyun nunca esteve morto e que na verdade ele estava vivo, é claro que eu não acreditava em suas palavras, já faziam 4 anos desde a morte dele, mas talvez ela não aceitasse aquilo e o visse em algum lugar achando que ele estava vivo.

Mas não estava... Queria eu que estivesse, mas ele não estava. 

- Você está bem senhorita Park? – Perguntou um dos enfermeiros se certificando de que eu estava bem. Suspirei outra vez e concordei.

- Sim, eu estou bem, apenas a ajudem – Era possível ouvir os gritos de horror de Soo Min vindo dos corredores e era um barulho tão torturante, pois me lembrava da época a qual eu sofria como ela, que eu surtava como ela quando eu ainda era apenas uma paciente naquela clínica psiquiátrica. 

Suspirei profundamente tentando colocar meus pensamentos em ordem, mas a única coisa que eu senti quando um silêncio ensurdecedor se instalou naquele quarto foi a voz de BaekHyun ressoar em minha mente, me chamando. Eu fechei os olhos apenas deixando a voz dele me guiar e logo seu rosto invadiu meus pensamentos, seu sorriso cínico e o olhar manipulador.

Mas eu não podia me perder naquela saudade outra vez, eu precisava descobrir o que Soo Min escondia. 

Me sentei na cama dela e apoiei a mão no travesseiro e logo um barulho de papel se amassando se fez. Arqueei a sobrancelha e rapidamente retirei a fronha do travesseiro e nesse mesmo instante vários papéis caíram ao chão.

- O que é isso? – Sussurrei a mim mesma tentando encontrar alguma resposta, mas eu apenas peguei alguns dos papéis e comecei a ler.

Eram cartas de BaekHyun... Para mim.

- Mas... O que? Como isso? – Eu estava surpresa de mais para conseguir entender qual seria a resposta daquele doloroso mistério. Eram cartas onde BaekHyun relacionava sua psicopatia com o amor de forma insana e era tudo escrito somente para mim, havia meu nome ali.

“Se eu pudesse te encontrar, eu choraria lágrimas de amor, mas estou preso em um submundo somente meu onde minhas dores não se encaixam em lugar algum, pois ela só se encaixavam em você e você as transformava em flores, mas agora eu só consigo chorar lágrimas de sangue por não poder te reencontrar”

Era a mesma caligrafia perfeita daquela carta que eu havia encontrado em seu quarto.

Meu peito doía tanto de forma incomum, era como se eu pudesse sentir a presença dele naquela momento. E Soo Min sabia daquelas cartas, ela era apaixonada por ele, ela o conheceu antes dele morrer... Mas como?

“Em versos te escrevo o meu sincero amor a quem não devo. Te transformo em prosa em meio a linhas tortas. Quero dar-te uma rima em meio ao caos da minha caligrafia. Como se desapaixonar ao ler nossa poesia?”

E haviam outras milhões de cartas, mas no meio delas eu encontrei uma foto de BaekHyun, ele estava em uma casa diferente da qual morava antes, ao seu lado haviam seis mulheres que aparentavam ser as empregadas.

E uma delas era Soo Min.

- Então ela trabalhou pra ele – Falei a mim mesma tentando forçar aquilo a entrar na minha cabeça, mas era impossível de acreditar.

Foi então que eu virei a foto e meus olhos se arregalaram ao ver a data.

Havia sido tirada há dois anos. DOIS ANOS.

Como poderia aquela foto ter sido de dois anos atrás se BaekHyun havia morrido há 4 anos? Como? Aquilo só poderia estar errado... Era impossível BaekHyun ter fingido sua morte, era impossível que aquelas 4 anos de tortura haviam sido uma farsa... Eu não podia acreditar naquilo.

BaekHyun estava morto e eu lembrava perfeitamente da imagem dele no caixão.

Eu larguei tudo ali mesmo, toda aquela bagunça e sai do quarto, mas no exato momento em que eu pisei no corredor foi como se tudo tivesse parado e então as luzes se apagaram deixando apenas a escuridão, mas havia uma luz ao fundo e eu podia escutar perfeitamente a voz de BaekHyun me chamando.

A realidade já não fazia mais sentido para mim, pois eu estava completamente longe dela. Eu apenas segui meu caminho diante daquele corredor imenso até as longas escadarias e subi até o último andar completamente fora de mim.

- Aya! Me chame de monstro e venha – Eu queria sair daquela paranoia insana, eu queria me livrar de sua voz, daquela loucura, mas eu não conseguia mais comandar em minha mente e logo eu estava de frente para a porta do quarto 104, aquele quarto que tanto me amedrontava de dor, de medo, angústia e saudade. 

Os barulhos de correntes se arrastando ao chão pareciam querer rasgar minha mente e como se aquilo não fosse o suficiente eu fechei os olhos me sentindo insegura, mas além disso eu senti uma presença a mais. Eu senti uma energia negativa, uma áurea tenebrosa próxima demais do meu corpo. Meu coração palpitava sem parar e a voz dele continuava a sussurrar.

De repente todos os barulhos cessaram, das correntes, a voz, inclusive meus batimentos cardíacos se silenciaram e eu abri meus olhos.

Eu abri os olhos vendo aquele mesmo homem de máscara branca e assustadora, mas além disso, meus olhos encontraram algo ainda mais profundo... Aquele olhar único e sombrio. Senti minha cabeça se revirar completamente e logo ele posicionou a mão sobre a máscara a retirando de seu rosto.

Aquilo só poderia ser alguma loucura da minha mente, eu só poderia estar tendo o pior sonho da minha vida, eu só poderia estar surtando, pois era impossível, era completamente fora da realidade... Que BaekHyun estava vivo e à minha frente.

- Não!... BaekHyun? – Eu não conseguia pronunciar uma palavra corretamente, eu não conseguia formar nenhum pensamento que houvesse coerência.

Era ele ali? Era BaekHyun à minha frente? 

- Sim, Aya, sou eu e mais vivo do que nunca – Sorriu de modo cínico a qual somente ele sabia sorrir. Aquela era a maior loucura do mundo. 

- C-como? - Minha mente estava atordoada de pensamentos sem sentido algum.

- É como eu te disse uma vez, Aya. Você não é imprevisível... Eu sou.


Notas Finais


Esse capítulo ficou grandinho neh? Auahauaua mas fiz especialmente por causa da minha pequena demora hahahah.
Essa última frase é meu xodozinho desde a primeira vez que eu usei ela na primeira temporada auahauah entao eu simplesmenre AMO essa frase e vou protege-la auahauaua

GENTE, BAEKHYUN VOLTOOOOOOOOU, ELE TA VIVOOOOOOOOOO auahauahaua (conto mais detalhes sobre oq realmente aconteceu no próximo capítulo hehehehhe)
Aguardem ansiosamente ok? Então um big big big big bjão e estou doida pra ver a reação de vcs aushaahuahaua. EU AMO TODOS VCS EHHHH, nao esqueçam de comentar... Tiauzinhooooooo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...