História Psychopath Story - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Bieber, Justin, Justin Bieber, Piscicopata, Psychopath
Exibições 52
Palavras 4.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Am i crazy?


P.O.V JENNY 

Eu era uma pessoa muito ligada ao meu pai até o dia em que descobri algo que mudou completamente a minha vida. Eu tinha uma irmã que morava escondida na casa do meu pai. Na verdade, nem escondida era, pois dificilmente eu ou minha mãe víamos meu pai.

O pior é que ela era mais velha, ela tinha 15 anos e eu 10, eis que eu pergunto ao meu pai :

- O que você fez, pai? - eu tinha apenas 10 anos mas era muito esperta para a idade.

- Me desculpe minha filha, vou te contar tudo... - ele se sentou no sofá e olhou para baixo - quando eu estava casado com sua mãe, eu a traí,  e eu te apresento Ariana, sua irmã.

- Quem é a mãe?  - perguntei com meus olhos enchendo de água.

- Sua madrasta, Ariane - amor próprio e tudo, Ariane, Ariana...

-  Com conseguiu manter tudo isso em segredo, pai? 

- Eu não saba como contar, quando me separei de sua mãe tentava pensar todos esses anos em como te contar, fazem muitos anos que eu tento aceitar... - e então eu o interrompi.

- Deixa pai, eu sei que se arrepende, vamos seguir em frente - eu disse secando as lágrimas e tentando parecer confiante, queria as conhecer logo.

- Tudo bem então, se diz isso. Vou chama-las - assenti - Ariane e Ariana, venham conhecer minha filha! 

Neste momento, uma menina com uma cara de cú e uma mulher com a mesma cara, - mãe e filha - pensei.

-Oi - disse a menina que deveria ser Ariana com uma cara de cú, parecia uma putinha.

- Oi! - eu disse animada e estendendo a mão para a cumprimentar e ela apenas olhou para a minha mão e fez cara de nojo.

- Oi! - eu disse para a tal Ariane e ela apenas assentiu, também com uma cara de cú.

Pelo o visto não iria ser tão boa a minha vida depois disso. 

Sabe o que aconteceu de melhor/pior?

Ariane morreu em um acidente de carro e Ariana parecia fazer minha vida pior ainda, falava que a culpa era minha, pois Ariane e meu pai discutiam por mina causa e acabou perdendo o controle do carro e... bom..

Antes ela já fazia minha vida um inferno, ela e sua mãe, depois?

Tinha coisa pior pra vir.

This "Ariana".

 

Tirando o fato de que minha irmã infernizava a minha vida o tempo todo, estava tudo uma maravilha na minha vida.

A vida de uma adolescente comum, se constituia em : 

Paixonites, namoro, peguetes, briga com amigas por causa dos meninos.

Minha vida se encaixava perfeitamente nos padrões de vida, até eu conhecer Justin.

Mas, High School Age gente, depois eu conto o que ocorreu na minha vida.

Assim que entrei na High School, encontrei Alana, melhres amigas até hoje, mas, pelo o acaso nós nos saímos muito bem na vida com ótimos empregos.

E eu e Ariana? Certo dia eu resolvi ter uma conversa calmemente com ela sobre tudo o que ocorreu, e que,  ela era a minha irmã e eu a amava mesmo assim, com todas as nossas desavenças. A gente anda se acertando com o tempo, ela trabalha na empresa de meu, quer dizer, nosso pai atualmente.

E agora vou falar das Paixonites,  meuprimeiro crush da High School, Tyler,  era um idiota de um filho de uma puta, só queria sexo mesmo,  na verdade, queria comer todos da turma dele, e tentou me comer, e eu, sabia como sempre, cedi. Perdi minha virgindade com o mais filho da puta de todos e jurei vingança. Não é de meu porte jurar algo desses mas promessa é dívida pra mim, mesmo que  somente eu saiba. Sabe por quê? Depois da minha primeira vez com ele, eu burra como semlre, o procurei, e assim como nos filmes, ele riu da minha cara pros amigos e também igual nos filmes, acabei a noite chorando e comendo besteiras com Alana.

Sinceramente,  Alana era a melhor com conselhos.

Alana poderia ser a melhor amiga/conselheira que alguém pode ter, mas com diz o ditado : Faça o que eu falo mas não faça o que eu faço.

Era exatamente assim que funcionava para ela, tipo, se ela não fosse minha amiga, eu chamaria ela de puta, fmdava pra TODO mundo, mas ela amadureceu e se arrepende profundamente por isso, graças a Deus, não significa também que ela tem uns rolos por aí.

Primeiro namorado dela foi Louis.

Depois foi o Zeke.

Depois do depois foi o Nathan.

Depois do depois do depois... e assim por diante.

A família dela tinha uma ótima condição de vida assim como eu tinha, nem família direito eu tinha.

Ela tinha uma irmã mais nova que era uma peste, e um irmão mais velho que era super protetor, mas ela dava um jeito de escapar disso.

Essa era a minha Alana, fazer o que? Amo essa minha amiga doidinha.

Não piscicopata.

P.O.V JUSTIN 

12 anos atrás 

1 de março de 2004

- Mamãe, mamãe -  gritava correndo pela minha casa, era humilde, mas era bem decorada.

- O que foi, meu amor? - minha mãe era a única pessoa que eu amava de verdade, meu pai era um cafajeste de primeira, acho que eu tenho algo em vomum com ele.

- Esqueceu que dia é hoje? - eu dizia ofegante pois corri pela casa toda a procura dela. 

- Claro que não meu lindo! - ela disse e me abraçou.- 10 anos, meu bebezinho está fazendo 10 aninhos! - ela disse e me beijou na bochecha.

- Eu já sou um homem mamãe - eu disse indignado e ela riu.

- Então,  o homenzinho vai lá em cima se trocar pois o dia é teu!

Dias Atuais

E minha mãe hoje em dia? Esta morta, ela foi morta naquele dia pelo o meu pai. Meu pai queria ficar comigo, e achou que matar ela seria a melhor saída, o ódio que eu sinto dele...ele não tinhabo direito de matar a única pessoa que eu pude amar, e no meu aniversário!

P.O.V JENNY

12 de agosto de 2005

Era o meu aniversário. Não sei se eu já contei, mas eu era rica, por isso a formação rápida e o sucesso na carreira.

Toc Toc, batiam na porta do meu quarto logo quando eu acordei.

- Pode entrar! - eu disse animada, estava fazendo 10 anos de idade.

- Oi meu amor - era Luane, a empregada mais amiga minha.

- Cadê minha mãe? 

- Ela não pode vir, está viajando a negócios - Luane disse com um olhar triste - mas o seu pai! 

- Não,  não quero saber do meu pai! 

- Mas seu pai disse que viria.

- Inventa qualquer coisa, mas eu não vou.

Queria dizer que detestava minha mãe,  mas não dá, ela era uma ótima mãe e divorciada do meu pai, mas ela tinha uma empresa e não podia... sei lá.

Nesse dia a minha mãe sofreu um acidente de carro e veio a falecer.

Morei com meu pai desde então,  ele também era rico, e vi que ele não era o que minha mãe dizia, ele é agora tudo o que eu tenho. Ele é um ótimo pai, mas não substitui minha mãe.

 

Eu não conseguia entender, crimes desde 2009 e ele foi conhecido e preso apenas há 3 meses atrás. Peguei um copo de água e reparei que eu estava com fome e como estava morta de preguiça, resolvi fazer um simples Miojo. Morar sozinha tinha lá suas desvantagens.

- Meu Deus - comecei a falar sozinha - o que eu vou fazer! - disse passando a mão no cabelo.

Como eu disse anteriormente, eu era uma das melhores piscicologas desse país com apenas vinte e um anos. O motivo? Tinham muitos piscicologos incompetentes por aí. Dito isso, você provavelmente pode pensar que eu tinha uma boa condição financeira, e eu tinha, mas eu mesma gosto de fazer comida pra mim, tem as empregadas, mas é sópra limpar a casa, fazem minha comida raramente, quando vem as poucas visitas aqui em casa, são bem poucas.

P.O.V JUSTIN

Na verdade, ela estava enganada em pensar que eu tentaria fugir, na verdade, eu queria ir para o manicômio,  nem eu mesmo tinha controle de mim mesmo.

Ninguém nunca tinha conseguido perceber que era eu o autor de tantos crimes, pois eu nunca erro, nunca deixo vestígios.

Mas eu não conseguia parar de matar, já estava fora de serie, nem eu entendo a mim mesmo... talvez eu fosse louco... ou só alguém que queria alguém que me compreendesse.

As pessoas não me entendem, eu sou o paciente mais difícil que já passou por aqui, com certeza. Todos os piscicologos que passavam por aqui desistiam no primeiro dia, mas Jenny chegou aqui de um modo tão especial que eu senti que ela era a cura para mim.

Não que eu fosse gostar dela, eu a via mais como...  aquela que vai me curar pelo o menos na maioria de mim e eu vou poder levar uma vida normal e parar de matar e ter uma familia e que so mataria aquele que tentasse pegar minha mulher pois isso eu não toleraria.

Simples, certo?

Não 

Eu era muito mais complicado do que isso.

P.O.V JENNY

Quando me falaram que eu iria ter um paciente desnorteado e louco, pensei que ele não seria como eu pensei, sabe porque?

Me falaram que ele era um louco, mas, loucura é diferente de ser um piscicopata, saquei isso desde o momento em que o vi, ele era lindo, por isso saquei que na verdade, seria um piscicopata, piscicopatas usam a beleza ao seu favor, para "conquistar" suas vítimas.

Piscicopatas geralmente são muito inteligentes e calculistas, não movem palso em falso, e , são assim por um motivo, e, esse motivo eu tenho que descobrir, preciso o "curar", parece algo impossível, ele com certeza está tentando fugir. 

- Justin - eu disse o fazendo me olhar, reparei que seus olhos eram castanhos e lindos, mais uma característica deles, a beleza que mata. - eu tenho o máxima certeza que você sabe o que é - disse firme - sei que você se fez de louco para não ir preso, e que é piscicopata, não se preocupe, não vou fazer nada, mas, eu sei que se eu disser isso a alguém aqui,  com certeza vão te prender e eu não quero isso, vou te curar.

- Curar-me de que senhorita Roberts?- ele disse ironicamente. 

- Me desculpe, nem eu sei , e nem sei como - eu disse e ele deu uma risada sem humor, sem nada. - por hoje é só. Legal te conhecer, Bieber, ninguém vai saber disso, e eu vou te ajudar, por favor, não fuja, sei que quis vir ao hospício pois é mais fácil,  me ajude, se poupe e nos poupe.- eu disse me levantando.

- Porque eu faria isso? Porque acreditaria em você - ele disse friamente.

- Nem eu sei - eu disse olhando para o além. - bons pressentimentos, sei que você é um viciado em matar, nunca vai se curar completamente disso, mas vou te ajudar a se controlar, sabe como? - eu disse e ele assentiu e me encarou - Não se preocupe, sem remédios,  eu vou simplesmente... conversar - eu disse e dei uma piscadinha.

- Porque? - ele disse, frio e seco com sempre.

- Eu não sei, mas também porque é meu trabalho e eu sou paga pra isso, mas...Não é só isso, agora... thau - eu disse acenando enquanto abria a porta. Quando eu abria a porta e passava no corredor, uma pessoa me cutucou pelas costas e eu olhei.

-Olá,  Jenny, certo? - um homem mais velho disse, até que ele era bonito.

- Sim - eu disse e sorri, algo como: prossiga,  por favor.

- Sou Henry, diretor daqui, e queria saber, como foi com o Bieber?

- Muito bem! - eu sorri.

- Ele tentou algo?- ele perguntou olhando desconfiado.

- Nadinha - eu disse e sorri simpática novamente e ele pareceu pensar e disse thau e eu fique tipo: ah, ok.

P.O.V JUSTIN 

Acho aue confiei naquela mulher, Jenny, ela me traz confiança. Eu as vezes penso em fugir, mas acredite, até eu quero oarar de ser esse demônio que eu sou.

P.O.V JENNY

Cheguei e me sentei em minha mesa, peguei a pasta e coloquei em cima da mesma e peguei meu celular para olhar as horas.

6:49 p.m

Comecei a ler e reparei algo, crimes desde sempre, porque só agora ele foi "preso"?

 

P.O.V JENNY (Atualmente)

Mais um dia conversando com o Justin, esse era apenas o segundo dia.

Ah mais ele era bonito, ah mais esse era o tal grande problema, esse era um dos truques que eele utilizava para atrair suas oresas, mas, algo que me incomoda é : O que ele queria?

- Oi oi, olha eu aqui de novo! - eu disse entrando e fechando a porta atrás de mim e me sentando numa cadeira em frente a cama que ele estava deitado. - digamos que esta seja nossa primeira consulta.

-Vá em frente com isso - ele disse me interrompendo e sendo meio que um pouquinho grosso.

- Tenho que falar algo,  tenho uma pergunta pra você - bufei e pensei melhor em o que dizer e disse - o que você quer?

- Mudar, eu não aguento ser este ser desprezível que eu sou, não mais. -  ele disse olhando para um ponto fixo na parede e eu pensei rapidamente em uma suposição : foi tudo proposital.

Por isso que ele havia demorado tanto tempo para ser oreso, pois na verdade, ele armou para ser preso. Ele queria mudar.

- Já entendi tudo Sr.Bieber - abri um sorriso sincero e ao mesmo tempo brincalhão - sei exatamente o que fazer - na verdade, não, mas.

- Ninguém nesse lugar tinha o que eu precsava, por isso eu botava o terror, até matei um...

- Ok. Agora, conte me sobre você  - eu disse cruzando minhas pernas e pegando um bloco de notas para anotar tudo o que ele dissesse.

- Eu prefiro contar em partes, um pouco por dia.

- Conte então o de hoje, se é assim que prefere. - disse e dei uma piscada de olho.

- Uma das coisas que me motivavam a fazer o que eu fazia é que o meu pai matou minha mãe, assim como tinha acontecido com ele, ele queria me fazer tornar como ele e - ele parou e fechou o punho - conseguiu - ele disse me encarando friamente.

- Ah, tem mais uma coisa que eu quero saber, se é que se importa - eu disse ainda encarando a Justin e o mesmo me encarando. Ele tinha olhos castanhos esverdeados, mas ao mesmo tempo, negros. Parecia não habitar uma alma naquele corpo - e o seu pai, está vivo? - eu disse enquanto descruzava as pernas.

- Sim, e eu tenho um ódio profundo dele. 

- E o que pretende fazer sobre isso? - eu disse semicerrando os olhos.

- Eu não sei. Quero o matar. - ele dizia como se fosse algo do cotidiano : matar.

- E você diz na minha cara que vai o matar?

- Sei que não vai fazer nada sobre isso - aquilo soou com uma ameaça, e funcionou. Tirando o fato que eu não ia falar nada com ninguém ali, queria ser amiga dele, eu sinto que ele precisa disso.

- Onde ele está e o que ele faz?

- Ele é assim como eu, só que mora no Canadá.

- Espera, vocês tem o mesmo "emprego" barra " estilo de vida" ? - eu disse fazendo aspas com as mãos.

- Já ouviu falar no "maníaco" do Canadá? - ele disse fazendo aspas com a mão também.  Acho que o senso de humor dele deveria ser negro. Humor negro...

- Já.

- É ele.

- Meu Deus - eu disse chocada. 

- Ele me treinou  para isso, eu tenho ódio dele.

- Por quê? 

- Talvez algum dia eu fale sobre isso, hoje você já descobriu demais - ele disse se levantando e indo até a porta e abrindo um sorriso falso.

- Só vou pois você tem que ver o quanto eu sou legal - eu disse enquanto eu bufava e ele apenas fechou a porta e pude escutar um "vai pela a sombra", ou algo do tipo.

Só quero que ele me deixe o conhecer.

Fiquei com muita curiosidade de saber mais sobre o pai de Justin. Resovi investigar começando pela a ficha dele na polícia.

Nome : Justin Drew Bieber

Nascimento : 01.03.1994

Filiação : Patrícia Mallete
                 Jeremy Bieber.

Jeremy Bieber, já tenho um nome - pensei comigo mesma. Então resolvi sair de casa e ir até a polícia para ver se tinha algo sobre ele lá.

- Olá - eu disse assim que cheguei para um policial que estava atrás do balcão - sou Jenny Roberts e gostaria de te pedir uma informação.

- E o que seria?

- Saber se tem uma informação sobre Jeremy Bieber.

- Vou verificar e te dizer, aguarde um instante - ele disse e se sentando em uma cadeira e mechendo no computador - olha, sobre Jeremy Bieber não temos nada.

- E pelo o sobrenome Bieber?

- Deixe-me verificar - ele disse e digitando algo novamente no computador - pelo o sobrenome Bieber, temos apenas Justin Drew Bieber.

- Ah, ok. Mesmo assim, obrigada - eu disse abrindo um sorriso simpático e saindo.
Eu vou dedicar me muito ao caso de Bieber, não sei porque, mas sinto uma necessidade de o ajudar, ele não é culpado do que é.

                                   (...)


- Oi! - eu disse enquanto entrava no quarto de Bieber para mais uma consulta. Ele apenas me encarou de volta - você pode me contar sobre o seu pai? Sabe onde ele vive?

- No Canadá - deu de ombros.

- Onde - eu disse o encarando e segurando suas mãos.

- Por quê eu te diria.

- Preciso te ajudar, você disse que...

- Você não vai o prender, eu quero matar ele! - ele disse me interrompendo.

- Você me diz o que fazer. Você não vai mais ficar aqui, vai fugir e ir lá matar ele - o que eu estava fazendo oh meu Deus.

- Quem disse que eu quero fugir?

- Pra matar seu pai, e eu vou te ajudar. Você consegue bolar um plano, sei disso. - dei de ombros.

- Realmente, já pensei num plano para o matar que inclui você, porque me ajudaria?

- Acho que você não vai sossegar enquanto não o matar, pelo o menos uma parte de você.

- E para mim fugir?

- Fácil, eu vou ver se tem alguém aqui e vou desligar as câmeras, antes que me pergunte, também sou formada em informática, e então você passa correndo pelas portas. A segurança daqui não é tão boa - revirei os olhos. Ok, eu era meio Nerd. Eu tinha investigado tudo antes e a planta do local e onde os seguranças ficavam, mas... Porque?

- Plano bem simples, quando vamos fazer?

- Eu já sei o que fazer, você sai daqui agora, sabe sair sem ser percebido?

- Claro que sei. - ele disse como se fosse algo óbvio, e era. Ele era um piscicopata e eu estava infringindo as leis pela primeira vez e não sei o motivo. Se descobrissem isso, minha carreira vai por água abaixo, mas eu sei que ele sabe muito bem o que fazer, o se sabe...


Eu já tinha estudado tudo e os locais que os seguranças ficavam e sabia onde era a sala de segurança. Um dos maiores manicômios do país com uma segurança tão ruim.
Desliguei e fui correndo até ele mandando ir e eu sairia normalmente, eu sabia andar sem as câmeras me vissem naquele lugar. E ele sabia sair sem ser percibido e eu saí de lá normalmente e até dei thau para aquela secretária de sempre, ela era até legal.

Quando eu sai procurei Justin mais não o vi e quando estava saindo a procura dele ele me surpreende por trás.

- Nossa, que susto - eu disse colocando as mãos no coração - toma isso aqui - eu disse entregando uma peruca e um óculos - Vamo sair correndo, meu carro tá ali - eu disse apontando para o meu carro no estacionamento e ele me seguiu.

- Olha, a gente vai para o Canadá e você precisa de identidades falsas, sabe onde tem?

- Eu tenho - deu de ombros.

- Como?

- Sabe... eles não me revistaram direito e eu tinha as escondido - ele disse tirando identidades falsas do bolso.

- Pra que isso sendo que ninguém te conhecia?

- Precaução.

- Ah - dei de ombros e liguei o carro e fomos até minha casa.




- Pode entrar e tomar um banho, tem roupas? - perguntei.

- Só as do corpo.

- Deixa, depois te compro algumas - parei de repente pensativa - espera, e se desconfiarem de mim?

- Vai fugir igual a mim, mas não se esquente vão pensar que fui eu sozinho. - deu de ombros analisando a casa.

- Mas eu fui a última a te ver.

- Fala que eu te ameacei, inventa.

- Ok - disse mais tranquila - segunda porta no corredor a direita é o banheiro do meu quarto, pode ir lá e vestir a mesma roupa mesmo.- mal disse isso e ele já estava lá.

O que eu estava fazendo?
O que ele faria comigo?
Poderia ele tentar me matar?

Depois de eu refeltir olhei pra frente e encarei um homem só de toalha no meu quarto, nossa, ele tinha tatuagens e... Não me contaram que tinha academia no hospício. Tinha?

- Cuidado com a baba - ele disse vendo que eu o encarava parecendo boba.

- Nossa, que engraçado, vamos, temos um vôo em uma hora. - eu disse voltando a realidade - Vamos ao Canadá e ficaremos lá o tempo necessário.

- Bom, dinheiro você tem - ele disse olhando para o meu quarto e eu dei de ombros, não me importo muito com coisas materiais tanto assim.

Assim que saímos de casa e entramos no carro entreguei a peruca e o óculos para Justin, tínhamos que nos previnir.

- Justin, luga o rádio.

- Coisa de velho - ele disse enquanto ligava o rádio.

- Mas precisamos saber se já sabem se você fugiu.

" Atenção todos os moradores de NYC, o estrupador e assassino de NYC está solto, ele fugiu do Hospício em que estava e mais informações a qualquer momento" - Já sabiam, nossa, ele era tão perigoso assim?

- Tenho que me preocupar em você fazer algo comigo?

- Se eu tentar algo por esta fora de mim, - ele pareceu pensar - corre - ele disse dando uma piscadinha e eu liguei o carro. Precisávamos chegar lá rapidamente antes de, sei lá, vai que fechavam o aeroporto?




- Que levar minha mala? - eu disse para Justin assim que chegamos , ele bufou mas pegou - bom garoto -eu disse batendo no ombro dele e ele revirou os olhos.

Fizemos e Check-in rapidamente e entramos no avião rapidamente também e eu mandei Justin sentar na janela e ficar de preferência olhando pra ela o tempo todo (mesmo que eu amasse ficar na janelinha).

O vôo foi tranquilo e sem nenhuma escala ou algo do tipo e fomos para um hotel lindo da cidade, e nossa, eu sou tão inteligente que acertei a cidade dele, olha a coincidência  ( na verdade, tava escrito na ficha dele, mas ninguém se importa ).
O hotel não era nem luxuoso  (não me preocupo com isso), nem desluxuoso ( acabei que inventar essa palavra, eu acho).

- Justin, a gente vai ter que ficar no mesmo quarto, você dorme no sofá! - eu disse e ele revirou os olhos.

P.O.V JUSTIN

Que estranho eu não ter aquele desejo de matar a Jenny quando eu a via. Ela disse que talvez me ajude se eu matar meu pai, acho que ela tinha razão, era principalmente por causa dele que eu tinha raiva de tudo e de todos, e ela fazendo isso por mim me faz não sentir raiva dela. O que aconteceria depois de tudo?

Eu já tinha pensado em algo para matar Jeremy, ele poderia até ser meu pai, mas eu o odiava mais do que tudo nesse mundo.

Eu até achava a Jenny legal, ela tem essa postura seria mas é meio doida das ideias.

- Justin, vê lá se o sofá é bom, senão você pode deitar aaui comigo - ela disse assim que abriu a porta do quarto e eu fui lá checar.

- Dá pro gasto - eu disse e ela respirou aliviada.

- Vou tomar um banho - ela disse entrando no banheiro com algumas roupas na mão, ela era bem rápida.

O plano era o seguinte : nós investigariamos a vida dele por 1 mês ou uma semana, e víamos onde ele vai geralmente, e então numa dessas noites, Jenny se faz de vítima e pronto, eu apareço provavelmente no beco onde ele vai tentar mata-lá  e o mato e pronto. Mas tínhamos que nos preparar, ele era muito esperto, talvez mudemos os planos para algo como... tortura.

- Pensando no que ?- Jenny disss assim que saiu do banho, já vestida com um pijama pois estava de noite - ah, deixa pra lá,  vou chamar o serviço de quarto, vai querer o que?

- Qualquer coisa - dei de ombros.

- Vou pedir sanduíches, pode ser - dei de ombros e ela foi pedir.


P.O.V JENNY

Acordei e fui no sofá ver se Justin estava lá, e lá ele estava, dormindo como um anjinho. Tão fofo dormindo, mas tão capaz de grandes atrocidades.

Triste.

- Bom dia flor do dia! - eu disse quando vi que ele acordou.

- Que horas são? - ele perguntou esfregando os olhos igual um bebezinho fofo.

- Dez e meia, quando começámos o plano?

-Hoje.

- E o que pretende?

Ele me explicou tudo o que tínhamos que fazer, íamos seguir ele por 1 mês, pois ele era muito esperto, não mais do que Justin, segundo Justin. Podemos ver que esse menino é muito modesto.
 

 


Notas Finais


MINHA ASK : http://ask.fm/Trisripe

OS CAPÍTULOS FORAM JUNTADOS PARA SEREM MAIORES.


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