História Psychosocial - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Tags Jeff The Killer
Exibições 12
Palavras 538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lírica, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Tudo bem, meus anjos? Então, esse capítulo é bem curtinho, espero que gostem :3

Capítulo 3 - Dritte


Fanfic / Fanfiction Psychosocial - Capítulo 3 - Dritte

Tranquei a porta mas não acendi as luzes. O escuro fazia parecer que minhas falhas ficavam ocultas e eu seria inerte a julgamentos. Larguei minha mochila e deixei-me respirar um pouco.

Em fim, sozinha. Eu amava estar sozinha, o que era diferente de ser sozinha. Tenho sido os dois, e realmente não tem mais diferença. Suspirei alto, como se descarregasse tudo o que havia absorvido durante o dia –Não haviam sido tantas coisas, mas eu me parabenizava por ter levantado da cama mais um dia. Um lugar de onde eu preferiria nunca ter saído –.

Encostada na porta, fui escorregando lentamente até chegar ao chão. Sentada agarrada aos meus joelhos levei minhas mãos até minha testa e apoiei minha exausta cabeça. Esses momentos são oportunos a relembrar o passado. Eu não me negava a isso. Eu tinha uma longa história para lembrar. Era decepcionante saber que em poucos anos de vida eu era uma colecionadora de contos trágicos.

Eu não aguentava mais me sentir assim. Não falar sobre o assunto, sobre a dor não faz o sofrimento ir embora. Eu tenho motivos. Eu sei que vinha vida é supostamente boa. Mas eu quero mais. Quero viver intensamente, quero amar sem desconfiar de atitudes, quero pais presentes, quero ser normal, quero parar de me sentir como um nada, como só mais um grão de areia em meio a quilômetros de praia. Não, não é egoísmo. Todos podem ter uma vida, porque eu não? Na verdade não sei por que me sinto assim. Só sinto. Talvez a rotina me tornasse assim, a monotonia, a ausência... Provavelmente todas alternativas acima.

Eu não sei mais confiar nas pessoas, não sei aproveitar o que tenho, vejo apenas o lado negativo de tudo e de todos, me pergunto se realmente existe um lado bom neles. Eu vi a face mais egoísta da humanidade, onde batem portas na cara de duas órfãs em busca de meios para tocar a vida, onde encaram o sofrimento alheio com pena ou desprezo. Bom, tenho algo para aquelas pessoas. Não preciso de nada que venha de vocês! Todos são assim, sem exceção, nem que seja só um pouco. O que é melhor: sua total felicidade a custa da dos outros ou a felicidade mútua, mas não inteiramente alcançada? Acho que não preciso responder...

Faço parte da classe humilhada. Aquela que não adere padrões. Aquela que serve de saco de pancadas para todos aqueles seres egocêntricos, aquela que é um alvo fácil para bullying, mas prefere ficar calada para evitar conflitos desnecessários. Me auto rotulo insignificante. Olhando para o além posso ver orbes de um negro tão profundo que se destacavam mesmo no mais completo breu.

– Gostaria de ser assim. Um ser negro, invisível aos olhos. – Ri de mim mesma – Eu devo estar ficando louca, falando com o vazio... Devo estar ficando esquizofrênica...

Levantei-me e peguei minhas coisas. A noite ainda não havia acabado, e quando acabasse ainda viria o dia seguinte e então outro e depois outro e outro... Com toda certeza isso não é nenhum tipo de estímulo.

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Talvez fosse loucura falar com o vazio. Isto é, se aquilo realmente estivesse vazio. Um olhar psicopata, um sorriso inacabável. Mas nem todo aquele que está sorrindo está feliz.


Notas Finais


Então?


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