História Psychotic - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 88
Palavras 1.585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Visual Novel
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, <33
3 capitulos essa semana? Amém! <3
Talvez tenha um quarto, quem sabe, mas então, vejo vocês nas notas finais

Capítulo 17 - Duas teorias : dois monstros



                3 mesês depois.


— Camz, você só irá se machucar assim... - Lauren falou em um só folego enquanto a outra se jogava contra a porta mais uma vez. Ela mal podia sentir seu braço direito, mas continuava tentando como uma forma de ocultar o desespero que já era mais que evidente.


— Desgraçado... Desgraçado... Nós precisamos sair daqui. - virou-se para a morena que estava sentada não muito longe dali e sentiu vontade de chorar novamente. — JHIN!!!! 


Lauren saltou no mesmo instante e correu para tapar a boca de Camila antes que ela começasse a gritar novamente.


— Não vamos sair daqui por ele, Camila. Ele acha que é dono dessa.. Coisa. 


— Essa coisa? É um bebê, Lolo... Seu filho, ou filha... Ele não tem culpa do que aconteceu, ele é uma consequência boa de algo ruim...


"Ou ela...", Lauren quis corrigir, mas apenas negou, desde que ambas haviam descoberto sobre a gravidez de Lauren, Camila a tratava com todo o cuidado e carinho, planejando e mantendo a sanidade de ambas, Camila estava sendo a base enquanto Lauren desabava. 
Incontáveis vezes Camila havia pegado Lauren chorando durante a noite... Ou dia... Elas não sabiam dizer, mas sempre a pegava em um choro silencioso enquanto tratava do próprio filho como um monstro.


— Então fique com esse monstro. Eu não ligo. 


Camila estava pronta para rebater, o que ela sempre rebatia: ambas iam cuidar do bebê, e juntas iriam conseguir, mas foi impedida quando ouviu passos e uma risada que apesar do tempo de convivência, ainda a assustava. 


— Não se preocupe, Karla, eu irei cuidar do meu filho, não é, amor? 


Amor... Amor... Lauren sentiu vontade de vomitar, desde que descobriram, Jhin havia substituído seu nome por "amor", e ela estava odiando. Camila como sempre entrou na frente de Lauren bloqueando a passagem do rapaz enquanto o olhava com ódio, parte dele permitia pois sabia que se perdesse o controle era capaz de ferir as duas e perder mais um filho, e para isso não acontecer, ele recuou dois passos com um sorriso cínico fazendo as duas engolir em seco. Deu uma última olhada em Michelle que parecia estar em outro mundo, como sempre, e se retirou trancando à porta atrás de si.


— Precisamos de uma teoria... Esse bebê não pode nascer aqui. - mas Lauren não parecia estar ouvindo, tudo aquilo parecia surreal demais para ela, a briga de personalidades dentro dela a sufocava a todo momento impedindo que ela falasse algo... Impedindo que ela chorasse... Impedindo que ela buscasse por socorro... 
Ela não sabia amar. Ela estava quebrada. Como ela iria cuidar de alguém estando completamente quebrada?
   Tudo bem... Tudo bem... Você pode respirar agora... É apenas um pesadelo...

Mas não era.
— Estamos quase no 9º mês de gestação e nem sabemos o sexo do bebê, precisamos... Oh meu Deus, Lauren, você precisa respirar, você está tendo uma crise de novo... - Camila voltou-se em direção a mais velha e a colocou entre suas pernas para que assim Lauren encostasse em seu ombro, era a única forma que ela conseguia acalmar a morena desde então... Enquanto a mão direita acariciava a barriga, usava a outra mão para afagar os cabelos ondulados, era a combinação perfeita que acalmava não só Lauren, mas também o bebê. Camila começou cantar uma música lentamente, para embalar a outra em um sono que infelizmente não veio.


— Não quero essa coisa... Eu nem irei lembrar desse, como irei criar e...


— Lauren, cala a boca. - a voz saiu suave, apesar das palavras duras — Nós iremos cuidar do bebê... Olha, que tal escolhermos um nome?


— Não sabemos o sexo da coisa, Camz... - Lauren completou cansada, ela não viu, mas Camila soltou um breve sorriso, ela ainda não havia chegado a raiz do problema, mas fazer Lauren falar sobre o próprio filho já era um começo para uma aceitação.


— Então pensamos em ambos, tanto como se fosse para um menino, ou para uma princesinha. O que acha? - Lauren assentiu fracamente não tendo trabalho para esconder seu desânimo — Tem algum nome em mente? - esperou por uma resposta, mas apenas recebeu um dar de ombros — Posso escolher então? 


— As vezes você parece a mãe do be.. Da coisa. 


— Eu posso ser a mãe do bebê também, se você quiser... Eu estou aqui contigo, Lolo. Tudo bem? - Lauren respirou fundo segurando sua vontade de chorar e virou-se um pouco para depositar suas mãos em cada lado do rosto de Camila e procurar pela verdade em seu olhar, verdade que logo encontrou e sorriu aliviada. Assentiu timidamente. — Acho que vai ser menino... Olha o tamanho da sua barriga... 


Lauren virou-se para encarar a própria barriga e voltou a dizer que não se importava.


— Está me chamando de gorda, Camila Cabello? 


— O quê? Claro que não, Jauregui. - o riso descontraído que Lauren deu fez o coração de Camila quase saltar para fora do peito.


— Qual a teoria então...? Para a coisa... O nome da coisa no caso.


— Oh. Se for menino... Acho que deveria se chamar Andy, é como aquela luz que vem na escuridão e te salva... - Camila parecia pensativa, então nem percebeu a pequena lágrima que escorreu dos olhos da outra. 


— Se você tivesse um... Filho... Esse seria o nome que você colocaria? - Lauren perguntou por fim, engolindo em seco e nervosa pela resposta.


Camila pareceu pensar por longos segundos, e apenas assentiu timidamente.

— Sim. - disse por fim.



                  Casa dos Wilhelm.


— Pai, aquela Dinah fica atrás de mim o tempo todo... Eu sei que disse que cuidaria disso, mas precisamos fazer alguma coisa.
- William pegou outro copo para preencher com a bebida e sentou-se mantendo a expressão calma, mesmo que o coração maltratasse seu peito naquele momento. — Se elas descobrirem e...


— Elas não vão, Jhin não é problema nosso. Prometemos que iriamos ficar longe dele, então ficaremos. Apenas continue fingindo, ok?


— Nunca vamos conseguir tê-la de volta dessa forma, pai, talvez devessemos ir atrás dele...


— Talvez você devesse calar a boca e me escutar, ou quer ter o mesmo fim que ela? - Owen engoliu em seco e negou com a cabeça se sentindo exausto por mais uma discussão. — Ótimo, então não vamos discutir sobre isso novamente, saía daqui, e dê um jeito naquela menina mimada que está atrás de você.


Owen respirou fundo e piscou diversas vezes para se manter atento e descobrir de quem ele estava falando. 


— Como? - perguntou com medo já que a expressão do seu pai era de impaciencia. 


— Você não está bem próximo daquela tal de Ally? - o rapaz assentiu fracamente e com cautela — Então se aproxime mais e enrole-os através dela.


— Mas eu me importo com ela, pai.


— Se você se importasse, você acharia a amiga dela, mas não podemos achar a amiga dela, porque não podemos atrapalhar Jhin, porque se atrapalharmos nós perdemos tudo, você entendeu ou terei que explicar novamente?


Owen negou e saiu da sala em passos largos se sentindo incapaz de qualquer coisa. Respirou fundo antes de descer as escadas e buscar pelo seu celular na mesinha da cozinha, discou o número rapidamente e esperou até que a outra pessoa atendesse. Após 3 toques, finalmente ouviu a tão conhecida voz do outro lado.


— Alô, Ally? Será que podemos nos encontrar?

 


                                      (..)
Lauren se levantou e ajeitou Camila para que se deitasse no chão e dormisse melhor, sorriu com a cena e desejou gravá-la em seu coração, desejando que nunca esquecesse, mas sua mente parecia brincar com ela e ela sempre se pegava temendo esquecer algo... Ela temia que se esquecesse de Camila. Ela temia que tivesse tomado a decisão errada, mas ela tivera muito tempo para pensar, e por ter muito tempo consigo mesma, a loucura lhe tomava, assim, quando gritou por Jhin pedindo por uma conversa, Lauren soube que aquilo podia mudar tudo, mas ela precisava fazer, por Camila...


— ... Desculpe, mestre. - disse por fim antes de correr até o quarto que Camila se encontrava.


Lauren a sacudiu impaciente fazendo Camila dar um salto e a encarar com olhos arregalados. 


— Levanta, Camz, vamos sair daqui. Agora


Camila não estava entendendo o que estava acontecendo, mas logo se deixou ser levada pela adrenalina, correndo atrás de Lauren.


— Lolo, o que está havendo? Como vamos sair daqui? Porque a porta está aberta? - mas não houve resposta, Lauren a puxava pelos corredores escuros — Lauren! Você não pode fazer muito esforço. 


Lauren finalmente parou por um instante tentando encontrar os olhos de Camila no escuro e respirou fundo quando encontrou.  — Qual seria o nome da coisa se fosse menina? - Camila piscou várias vezes tentando entender. — Andy se for menino, ok, mas qual a teoria para a menina, Camz? 


— Porque isso agora, Lauren? - Camila perguntou assustada mas apenas recebeu um olhar de desespero da outra — Ok.. Ok.. Bem, eu havia pensado em Chloe para a menina, pensei nisso por causa dos seus olhos. Lauren, o que está acontecendo?
Mas Lauren parecia distante, olhando ao redor com pressa e voltando a puxar Camila para que corresse com ela. 


— Chloe e Andy? - Camila assentiu brevemente — Ok, nomes estranhos para monstros estranhos. 


Camila se preparou para rebater que não eram coisas e nem monstros, mas quando o vento gelado da noite lhe tocou a face, ela apenas conseguiu chorar, ela não precisava entender como, ou o porquê de estar ali naquele momento, ela apenas precisava correr, e foi isso que fez... E dessa vez, era sua vez de puxar Lauren que estava paralisada ao seu lado, para lhe acompanhar.
 


Notas Finais


Gente, preciso saber o que voces estão achando.. Então me digam, pls :c
Qualquer coisa estarei aqui
<3
See ya in the nexxxt


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