História Psychotic mind - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Romee Strijd
Personagens Justin Bieber, Romee Strijd
Tags Ataques Psicóticos, Justin Bieber, Psicopata, Romance
Visualizações 81
Palavras 809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mais cheguei.Está aí,eu simplesmente ameeei esse capítulo❤

Capítulo 8 - Front ahead once again


Fanfic / Fanfiction Psychotic mind - Capítulo 8 - Front ahead once again

"Os velhos olhos vermelhos enganam,sem querer.
Parecem claros,frios,distantes,não tem nada a perder."
-Capital Inicial -Olhos vermelhos

Pov.Mia

Cheguei em casa e minha avó ainda dormia profundamente no sofá.Subi as escadas devagar e fui para o meu quarto,me ajoelhei na cama e como sempre fazia todas as noites,olhei pela janela.

Meu corpo ainda doía devido aos atos que acontecera agora pouco.

Como pode existir pessoas tão más?

Fechei meus olhos com força,deixando lágrimas e mais lágrimas rolarem pelo meu rosto.

Minha avó tinha razão.Meu lugar é aqui,dentro dessa casa.Eu sempre confio demais nas pessoas,e nem sempre são pessoas confiáveis.

(...)

Senti algo cutucando meu braço,abri meus olhos e vi minha avó me olhando com uma cara nada boa.

-Mia,acorde-ela dizia-Está atrasada.

-Não vou para a escola hoje-me virei para o lado oposto de onde ela estava.

-E por que não?Nunca gostou de faltar.-disse.

-Só estou com dor de cabeça-menti.Eu odiava mentir.

Ouvi sua respiração pesada atrás de mim,e então ela se rendeu.

-Tudo bem-suspirou.

Ouvi seus passos se afastando,e então a porta foi fechada devagar.

Eu me sinto tão suja e impura.Ele tocou em mim de uma forma que nunca deixei ninguém tocar.Eu sempre quis me guardar para alguém que eu gostasse de verdade.Porém ele destruiu meus sonhos da pior forma possível.

Mas algo ainda me intrigava.Por que ele não me matou?Por que ele me deixou sair da floresta?Talvez no fundo ele fosse uma pessoa boa,só precisava de alguém que o ajudasse a descobrir isso.

Pov.Justin

Cheguei naquela escola ridícula e me sentei no lugar de sempre.Várias garotas me olhavam com um sorriso malicioso,porém,eu não dava a mínima.Só queria era ver seus corpos espalhadas pela minha cabana,todos ensanguentados e deformados.

Logo,a professora cruzou a porta com um sorriso largo nos lábios.

Olhei para o lado,mas a loirinha não estava alí.Talvez estivesse atrasada.Seu amigo,o tal Luke,já havia chegado e escrevia algo em sua caderneta.

-Luke!-a professora o chamou,fazendo o mesmo guardar o objeto que tinha em mãos e depositar toda sua atenção na velha sorridente-Onde está Mia?Ela adora minha aula?

-Ela não vem professora-respondeu meio cabisbaixo.

-Sabe o por quê?-arqueou uma sombrancelha.

-Passei na casa dela,e a sua avó disse que ela não se sentia muito bem -molhou os lábios.

Eu observava cada detalhe seu.Ele sabia de algo.Seu corpo lhe entregava.

-Uma pena.Minha melhor aluna-a professora se lamentou.

Concerteza a loirinha ainda estava em choque,devido ao que eu fiz à ela.Acho que devo visita-la.Preciso mostar para ela,quem sou de verdade.

Assim que a aula acabou,segui o caminho para a casa dela.

Pelo o que eu descobri,sua avó saia todos os dias depois do almoço.

Esperei alguns minutos alí do outro lado da rua,até que sua avó passou pelo portão,com uma sacola em mãos e um guarda chuva,já que começava uma neblina fraca.Atravessei a rua,e passei pelo pequeno portão,indo em direção à porta.Bati na mesma,e esperei que minha vítima a abrisse.E assim foi feito,após ouvir seus passos se aproximarem,a porta foi aberta por ela,que usava uma blusa de moletom comprida,acompanhada de uma touca.Seus olhos se arregalaram,assim que se encontraram com os meus.

-Sentiu saudades?-brinquei.

Ela deu dois passos para trás,quando me aproximei.Seus lábios tremiam,e eu podia ouvir as batidas descompassadas do seu coração.-O que foi?Não está feliz em me ver?

-O que você me fez foi horrível-enfim ouvi sua voz,que pelo contrário do que pensei,não transmitia medo.

-Boneca,isso não foi nada-me aproximei ainda mais,conseguindo tocar suas bochechas rosadas-Você não imagina do que eu sou capaz.

-Se é capaz de tantas coisas -engoliu seco-Por que não me matou?

Nessa mesma hora senti um arrepio percorrer minha espinha e todos os meus pelos do corpo se ouriçarem.

-Sei que não é tão mau quanto quer demonstrar-suas pequenas e delicadas mãos tocaram o meu rosto,fazendo eu recuar rapidamente-Me deixe te ajudar?

Seus lindos olhos estavam marejados e pareciam pedir socorro.

-Ajudar?-ri pelo nariz-Não seja ridícula.Quem precisa de ajuda aqui,é você com tanta bondade.Eu a machuquei,devia me odiar.

-Eu não consigo odiar ninguém.Até mesmo você que me fez tão mal-deixou algumas lágrimas rolarem pelo seu lindo rosto triste.

-PARA GAROTA,PARA!-berrei,fazendo ela dar um pequeno pulo de susto -Ninguém consegue ser tão bom.

-E ninguém consegue ser tão mau -colocou as mãos atrás das costas,em um gesto tímido.

Era incrível sua maneira de ver o lado bom de tudo.Até mesmo de mim.

Pov.Mia

Seus olhos estavam vermelhos e negros,fixados nos meus,seu maxilar travado demonstrava toda a raiva que sentia.Mas por que?O que eu fiz à ele,pra me odiar tanto?

-Adeus-ele se virou de costas para mim,dando dois passos em direção à porta .

-Adeus?-perguntei completamente confusa-Não vou mais te ver na escola?

-Eu não volto mais para aquele lugar-disse ainda de costas.

-E por que?-me aproximei,tocando o seu ombro.

-Porque se eu te ver mais uma vez,você não respira mais-se afastou sem me olhar.

-E qual o problema de me matar?-perguntei,fazendo ele parar na porta.O que eu estava fazendo?Eu queria morrer né? Só pode.

-Eu não quero matar à única coisa boa que existe nesse mundo-deu mais alguns passos.

-Posso pelo menos saber seu nome?-minha voz saiu trêmula.

-É Justin.Justin Bieber-e isso foi tudo que ele disse,pois seus passos largos e rápidos logo cruzaram o portão da minha casa.

Ele nem sequer,olhou nos meus olhos.


Notas Finais


E aí? Gostaram?Devo continuar?
Beijinhos de gloss,até o próximo❤😘


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