História Maybe is the best 《jikook》 - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bantan Boys, Bts, Drama, Jikook, Kookmin, Mutilação, Psiquiatra
Visualizações 191
Palavras 1.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi voltei!!!
Com todo o meu coração
Boa leitura

Capítulo 3 - Capítulo 2


Jungkook estava perdido... Nunca tinha tido um paciente assim, mas sabia que Park seria um mistério que Jeon iria desvendar.

Durante o resto da consulta nenhuma palavra foi proferida por nenhum dos dois digamos que a mente de ambos estava demasiado ocupada para conseguirem falar um com o outro.

*Jimin*

Nunca vi um psiquiatra tão falso como este… porque uma coisa que aprendi foi, quanto maior o sorriso maior é a falsidade. Sei que isto não tem muita lógica, mas afinal sou só um maluquinho, não é? Interessante não?! O meu antigo psiquiatra veio-me com um sorriso no rosto e disse que ficaria tudo bem e pela primeira vez acreditei, afinal ele parecia-me tão sincero e dávamo-nos muito bem e pela primeira vez eu acreditei que ainda existia esperança para mim… não estou a dizer que me acho um psicopata ou algo do género, porque acho que este tipo de coisas não têm um rótulo isto é o que nós sentimos e não é uma única palavra que vai descrever o que sinto ou deixo de sentir…

Porque nem eu próprio me compreendo… porque haveria os outros ou uma palavra me definir? Me dizer quem eu sou? Eu sou Park Jimin um jovem como os outros frustrado com a vida, mas cada um tem diferentes maneiras de reagir á dor e á solidão… alguns choram, outros isolam-se, uns gritam, mas eu... só consigo encontrar paz quando sangue me rodeia seja o meu ou o dos outros.

Não sei ao certo á quanto tempo este desejo me rodeia, mas diferente do que todos pensam é muito prazeroso, cada corte que eu tenho, cada marca que é visível no meu corpo, com mais frequência no pulso, têm uma história… Cada corte no meu corpo foi sempre acompanhado por lágrimas ou gritos… e acreditem que não gritei ou chorei como forma de dor devido aos cortes, mas sim porque alivia-me a alma.

Olhei para o meu pulso e lá estava… a marca que mais me magoou, e diferente das outras que a rodeiam esta não foi feita por mim, mas sim pelo meu pai… a marca do quanto o meu pai me bateu…

*Jungkook*

Ainda não acreditava na maneira como Park estava… em toda a minha carreira nunca vi um paciente como este. Quando ele me disse que “todos nós eramos assim” fez-me pensar que algo se possa ter passado com um antigo psiquiatra…

“Park Jimin deixado na clinica com 16 anos após um surto depressivo. Segundo os depoimentos do pai ele foi encontrado com cortes profundos no pulso dentro da banheira que já se encontrava com a água vermelha…” Comecei a ler o diagnóstico e sinceramente as coisas não faziam sentido… os diagnósticos antigos dos psiquiatras antes de mim estavam praticamente vazios e todos diziam o mesmo “Park Jimin sofre de bipolaridade e depressão” e depois mais umas pequenas palavras que estavam lá quase para enfeitar para ser sincero pensei que os restantes psiquiatras desistiram de tentar compreender o Park, afinal eu só o conhecia a 30 minutos e já começámos mal. Não estou a dizer mal desses psiquiatras, mas muitos não aguentam a pressão e desistem antes do tempo, até agora nunca fui assim…

Deixei de olhar para os papéis e passei a encarar Park que estava olhando fixamente para algo no seu pulso, lembrei-me logo que, provavelmente, ele automutilava-se. E então depois de um longo silêncio finalmente consegui quebra-lo.

Jungkook: O que tanto olhas? -eu disse realmente curioso, pois Park era muito difícil de entender, havia algo nele que não batia bem com o resto e só ele me podia ajudar a esclarecer estas dúvidas que permanecem na minha cabeça.

*Autor ON*

Jimin: Não tens nada a ver! -ele disse curto e grosso. E Jeon não se surpreendeu com a raiva que se fez presente na voz do mais novo.

Jungkook: Porquê? -jungkook sabia bem o que estava a fazer se ele irritasse o mais novo ele acabaria por contar mesmo não querendo só para fazer jeon se calar.

Jimin: Já disse… não tens NADA a ver com isso! -park disse levantando a voz quase gritando.

Jungkook: Mas eu quero saber! -jungkook disse sério e com ar autoritário, afinal quando o carinho não resulta temos de passar para a "violência verbal".

Jimin: Para que queres saber? Para ti não faz diferença saber se o meu pai me batia ou não… -aí está, o Jimin acabou de revelar o que não queria dizer e nem ao menos se apercebeu e jungkook interiormente sentia-se vitorioso e triste por imaginar aquele rapaz á sua frente ser espancado pelo pai… talvez fosse um dos motivos para Park ser assim…

Jungkook: O teu pai batia-te? Porquê? – ele perguntou um pouco triste… para Jungkook já era normal este tipo de coisas, mas mesmo assim abalava-o de uma maneira tão intensa.

Jimin: Achas que eu é que sei… ou melhor ainda, achas que era eu que lhe pedia para me bater? -ele disse rindo de uma maneira tensa e deixando uma lágrima escorrer pela sua face, mas logo limpou-a e voltou a ficar com a cara que tinha antes.

Jungkook: Eu… -ele não terminou, pois a consulta já tinha terminado e o segurança já estava batendo á porta.

Namjoon: Desculpe incomodar, mas a consulta já acabou. – ele disse ainda constrangido pela discussão que tinham tido antes.

Jungkook: Tudo bem, só mais cinco minutos por favor. -ele disse e namjoon assentiu saindo da sala. -Park podes olhar para mim? -ele perguntou, mas jimin não fez caso -Por favor… -ele pediu manhoso e Jimin decidiu olhar para ele só para ele sair daquela sala o mais rápido possível.

Mas Jungkook arrependeu-se totalmente ao ter pedido isso, pois mal Park levantou a cabeça foi possível ver os seus olhos vermelhos por tentar segurar o choro…, mas era diferente dos seus pacientes… não era o mesmo olhar vazio como o resto dos seus pacientes… era um olhar um tanto quanto curioso…

Jeon olhou intensamente nos olhos de Park como se quisesse ler-lhe a alma… e ali naquelas órbitas castanhas jungkook conseguiu ver que, o que ele sentia, não era raiva nem ódio, mas sim um sentimento de aflição como se quisesse que alguém o salvasse de algo que nem Jungkook tinha certeza do que pudesse ser.

Ficaram assim por mais alguns segundos e Jeon por muito que tentasse, não consegui explorar mais aquela olhar misto de vários sentimentos. Já Park, sentiu-se estranho com o olhar do seu psiquiatra tão penetrante como estava, ele sentia que ali estava submisso a tudo o que Jeon fizesse… Jimin nunca se tinha sentido assim, sem cartas na mão para as puder manipular a qualquer momento, apenas tinha ali o seu psiquiatra a lhe olhar duma maneira intensa… até de mais…

Enquanto Jeon só pensava que talvez, mas só talvez… pudesse ser a pessoa que o iria salvar,afinal...

...era o seu trabalho.


Notas Finais


Entao que acharam? Comentem para eu saber se estao gostando isso realmente me motiva!
Até armys 💙💙💙


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