História Public - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Tags Jookyun
Visualizações 251
Palavras 2.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Link nas notas finais pra quem quiser ver o resultado das bagunças, hehe <3

Capítulo 12 - Twelve


Changkyun tinha a sua frente uma variedade de utensílios para maquiagem profissional, além de, é claro, maquiagens nos mais diversos tons, formatos e texturas. Ele sabia que a ideia havia sido sua, mas, repentinamente, aquilo parecia ainda mais agradável que no começo, afinal só de pensar em passar todas aquelas coisas no rosto de Jooheon lhe fazia rir internamente em pura empolgação. O escritor queria se empenhar naquilo, seria previsível demais caso fizesse qualquer coisa aleatória com um batom e um lápis de olho no rosto do melhor amigo, e sabendo que Dayoung maquearia Hoseok como um idol da próxima geração, decidiu que ouviria alguns conselhos da garota antes de fazer seja lá o que fosse enquanto estavam fora do foco da câmera, que gravava cada detalhe do desafio proposto pelos amigos youtubers. Haviam decidido que jogariam um jogo novo de terror que ambos ansiavam esperançosamente pelo lançamento, embora não fosse tão grande quanto o jogado por Jooheon e Exy.

 

Contudo, era um bom lançamento, e Hoseok, sabendo o quão medroso era seu dongsaeng, estava certo de que venceria o tal desafio, se não fossem as regras de ultima hora propostas pelo dono do canal. Inicialmente, quem levasse mais sustos perderia, mas Jooheon estabeleceu uma meta de três sustos, e qualquer um que passasse daquele número teria que ser maquiado. O curioso, senão interessante ali, seria que Dayoung iria punir Hoseok e Changkyun puniria Jooheon. Se alguém sequer duvidasse que ali estariam dois casais, e não apenas um grupo de amigos, com certeza haveriam muitos comentários maldosos e ainda mais fãs desesperados para descobrirem quando os relacionamentos haviam iniciado e até escreverem histórias fantasiosas com os nomes dos envolvidos, fossem elas benéficas ou não.

 

Enquanto o escritor tentava entender qual era a diferença fundamental entre um corretivo em bastão e um líquido - que pare ele nada mais era do que uma base mais esquisita - podia ouvir Jooheon gritar pelo o que deveria ser a sexta vez durante a gravação daquele vídeo. Foi inevitável o sorrisinho que surgiu em seu rosto e Dayoung riu vendo a empolgação do rapaz. A garota, que agora tinha seus vinte anos e seus cabelos em um tom alaranjado, tinha em suas mãos alguma coisa metálica que Changkyun sinceramente não queria saber o que era pois lhe parecia mais um instrumento de tortura que algo que servisse para maquiar alguém. Embora se conhecessem pouco, no curto intervalo de tempo em que ela e Hoseok estavam na cidade, Changkyun pode ficar mais próximo da jovem youtuber. Não podia negar que vez ou outra ficava confuso e se sentindo recluso quando os três conversavam sobre dados, estatísticas e outras coisas do mundinho deles, mas não culpava nenhum por isso, principalmente Jooheon.

 

Era satisfatório o ver tão incluso em um grupo social daquela forma, visto que, embora simpático e adorado por todos na faculdade, evitava ser muito próximo de alguém senão o próprio Changkyun e Jiyeon. Dayoung era a primeira que percebia que ele estava mais quieto - mais do que o normal - e arrumava sempre uma solução para o incluir na conversa, fosse mudando de assunto ou até mesmo pedindo sua opinião para o que era discutido. Em resumo, os dois acabaram ficando próximos e isso era igualmente razão para que Hoseok e Jooheon ficassem contentes. A mais jovem entre eles cutucou o braço de Changkyun que acabou se perdendo em pensamentos, tendo sucesso em lhe chamar a atenção.

— Oppa, eles já estão anunciando a punição. — Informou a garota falando baixinho enquanto indicava os outros dois sentados na frente do computador com seu polegar.

— Hm, mesmo? Como acabou?

— Eu estava prestando tanta atenção quanto você. — Deu de ombros. — Mas acho que nós dois vamos nos divertir. Você acha que eu devo maquiar o Hoseok oppa de maneira séria?

— Desde o princípio eu achei que você fosse fazer isso.

— Eu imaginei. Confesso que vai ser bem mais engraçado do que só bagunçar com tudo.

— Foi o que eu pensei, mas agora que ouço você falando, não devemos variar?

— Depois de todo o esforço que você fez, ao menos leve a sério no começo. Assim Jooheon e quem assistir vai ter uma boa impressão e depois vão ficar surpresos.

— Você é realmente genial, Dayoungie. — Changkyun brincou bagunçando os cabelos da garota, que revidou com um golpe de almofada.

 

    Pararam com a pequena discussão falsa quando perceberam que não deveriam estar fazendo tanto barulho. O escritor estava impaciente, com as mãos suando e quase saltitando na cama para liberar sua ansiedade. Era um misto estranho de nervosismo e certeza de que tudo iria correr bem que lhe fazia se sentir zonzo, afinal, eram sentimentos opostos o bastante para por sua sanidade à prova. Contudo, as coisas fluíram melhor do que ele imaginou. Antes que pudesse ter um ataque de nervos ali por nada ainda ter acontecido, percebeu que ele estava nervoso para fazer aquilo, e não por medo de fazer aquilo. Só então conseguiu por seus pensamentos em ordem para que fosse natural enquanto estava na frente da câmera. Ouviu Hoseok falar sobre Dayoung e seu corpo se moveu rápido em direção ao som. Ele seria o próximo? Dayoung iria primeiro? Mesmo que estivesse com Jooheon, iria se sentir muito sozinho e exposto.

 

    Changkyun se satisfez quando Jooheon falou seu apelido usado nas redes sociais, o apresentando como Kungie para as câmeras. Se ele não estivesse tão nervoso, veria que o Lee tinha um sorriso mais do que bobo estampado no seu rosto ao falar abertamente do melhor amigo pela primeira vez, mesmo que ocultando seus verdadeiros sentimentos pelo escritor de suas fãs. O Im sentiu sua mão ser puxada e Dayoung lhe arrastou até a frente da câmera, suas pernas cambaleando um pouco por ter ficado tanto tempo sentado — ou simplesmente por estar sentindo a adrenalina de realizar algo novo — e se posicionaram atrás dos dois rapazes, sentados em suas cadeiras onde há pouco estavam se divertindo com o jogo. O estudante de engenharia mentiria se dissesse que não ensaiou como faria sua introdução centenas de vezes, até sendo pego por Jooheon enquanto tomavam banho pela manhã. Porém, as palavras simplesmente saíram da sua boca, tentando imitar o que Dayoung havia feito quando Jooheon lhe deu a chance.

 

    — Olá! — Se curvou brevemente por estar em um canal que não era o seu. — Lim Dayoung falando pros meus Limões!

    

Hoseok não segurou a risada. Ouvir aquela introdução nos vídeos era uma coisa, que por sinal já era cômica, mas pessoalmente era ainda mais engraçado.

 

— Hoje eu vou aplicar a prenda do Wonho oppa, espero que todos fiquem satisfeitos com meus excelentes dotes artísticos para maquiagem. — Falou em tom de ameaça, deixando claro que Hoseok não iria sair dali com alguns riscos no rosto, mas sim verdadeiramente montado.

— Ah, eu com certeza tô’ ansioso pra ver isso. — Jooheon falou entre risadas, sem saber ao certo se achava graça da expressão pasma de Hoseok ou da imagem ameaçadora e cômica que Dayoung exalava. — Pode falar depois de mim, amor. — Disse se direcionando para Changkyun. — E quem vai me fazer pagar os pecados que eu já cometi é esse cara aqui — apontou com o polegar para o escritor, que quis rir ao ser chamado de ‘cara’ daquele jeito — depois de vocês pedirem pra que ele aparecesse várias vezes o Kungie resolveu dar as caras.

— Oh… Olá? — Se curvou um pouco sem jeito, recebendo um sorriso amável de Jooheon. — Eu sou o Kungie, colega de apartamento do Honey e… Eu tenho um blog. — Riu no fim da sua frase com a sua falta de naturalidade, deixando um clima um pouco mais confortável.

 

Changkyun sentiu Dayoung lhe dar um tapinha nas costas e só então ele percebeu que tinha ido bem, na medida do possível. Ao olhar diretamente para a câmera, começou a se questionar para onde havia olhado enquanto falava, como estava sua postura e sua entonação. Os outros três ali pareciam ser profissionais no assunto, embora fizessem tudo com muito divertimento, claro que havia toda uma questão de formalidade que eles mesmos criavam conforme conheciam os fãs de seus canais. O estudante de engenharia ainda não era familiar com o quão alta deveria estar sua voz ou com o que fazer com suas mãos enquanto estava sendo gravado, mas até que parecia divertido. Mesmo tendo em mente que haveriam dezenas de comentários ruins em seu blog e até mesmo no vídeo, ele se sentia estranhamente bem, ainda que tivesse certeza de que acabaria chorando e se arrependendo enquanto lesse tudo mais tarde.

 

Esse medo era amenizado por saber que Jooheon lhe daria o apoio necessário quando se sentisse fraco. Arrumaram a câmera no tripé em frente a cama de Jooheon, onde Changkyun estava anteriormente com Dayoung, e o casal de youtubers resolveu ir primeiro. Gravariam separadamente para que houvesse maior organização e também para que o vídeo ficasse maior e mais engraçado. Changkyun ficou sentado na cadeira onde antes estava Hoseok, esperando Jooheon vir até o seu lado para observar os dois pombinhos que riam alegremente com a introdução forçada de youtuber de maquiagem que Dayoung fazia. Quando Jooheon se sentiu, o Im tinha todas as perguntas que queria fazer bem na pontinha da sua língua, a maior entre elas cutucando sua curiosidade: Ele havia se saído bem? Contudo, para a sua surpresa e alívio, o amado lhe direcionou um sorriso tão caloroso quanto o anterior, como se soubesse exatamente do que ele precisava.

 

Jooheon aproveitou que estavam longe da câmera e deixou um rápido selar nos lábios do Im, que retribuiu o sorriso. Contudo, aquilo não bastava e ouvir uma opinião validaria sua dúvida.

 

— Como acha que eu fui?

— Hm… — Jooheon tinha em sua expressão aquele olhar. O que sempre fazia quando estava realmente interessado em um assunto e tinha uma opinião construtiva para dar. Changkyun se sentiu satisfeito só por saber que receberia uma resposta honesta. — Tímido. Mas isso fez você ter uma aura fofa, acho que as pessoas vão gostar.

— Mas vocês falam tão abertamente, eu mal movi meus lábios pra falar. Tenho certeza que até gaguejei.

— Não se cobre, certo? Nós falamos assim porque nos sentimos confortáveis sendo assim, e as pessoas gostam então acabamos exagerando. Você sabe que eu não sou essa pessoa o tempo todo, o Honey é parte de mim, mas é um personagem.

— Pra mim é diferente.

— Eu sei. — Jooheon falou arrastando silenciosamente sua cadeira para mais perto do amado. — Kungie é uma extensão sua. — Changkyun assentiu e logo após apoiou sua cabeça no ombro de Jooheon. — Exatamente por isso que você só deve fazer o que se sentir confortável. Você também é agitado, grita e faz bobagens quando quer, mas se não lhe parece o certo fazer isso pra que todos vejam, só… Não faça.

— Mas se eu acabar me soltando não vão achar que eu sou uma fraude?

— Provavelmente. Mas foi o que aconteceu comigo, e com eles também. — Indicou o casal, achando graça de ver Hoseok com as pálpebras pintadas de um vermelho intenso.

— Não quero que pense que eu estou indeciso ou coisa parecida. É que eu acabei ficando nervoso por estar empolgado. É até divertido fazer isso.

— Mesmo? Você gostou?

— Até que sim. Mas eu não quero perder meu foco. É só diferente e eu gosto de experimentar coisas novas.

— É isso que eu gosto de ouvir. — Jooheon falou animado, abraçando Changkyun.

 

    Ainda naquela posição, Jooheon começou a fazer algumas piadas enquanto Dayoung acabava sua maquiagem em Hoseok, que estava quase cochilando sentado e de fato teria o feito se não fossem as provocações do Lee. Na verdade, Jooheon achava até que o mais velho ficava muito bonito daquele jeito, mas não tinha certeza se dizer aquilo era uma boa ideia, então apenas esperou para falar no fim do vídeo quando pudesse cortar as cenas caso Hoseok se sentisse de alguma forma incomodado. De toda forma, o casal acabou suas cenas com algumas brincadeiras a mais e Jooheon deu dois tapinhas na perna de Changkyun sinalizando que era a vez deles. O mais novo se ergueu em empolgação, quase sentando por cima de Hoseok sequer esperando que o mais velho saísse de vez da cama. Jooheon não evitou achar a cena uma graça, se sentando ao lado do amado e de frente para a câmera.

 

— Eu não faço ideia de como começar.

— Nada que você fizer vai deixar de destruir minha dignidade, então, de toda forma, não faz diferença.

— Se você diz. — Changkyun deu de ombros e pegou a primeira coisa que viu em sua frente para usar no rosto do youtuber.

 

Primeiro, Jooheon já se sentia arrependido pois descobriu que sentia cócegas com os toques sutis dos pincéis de maquiagem, e por isso seja lá o que o Im fizesse, virava uma bagunça. Havia um excesso de base de um tom mais claro que o de Jooheon em sua pele, fazando seu rosto ficar tão craquelado quanto o deserto, além disso, Changkyun descobriu que batom roxo escuro com uma sombra verde brilhante talvez não fosse uma boa solução para corrigir seus erros. Estava se divertindo, afinal, não é todo dia que você pode zoar seu melhor amigo e ainda saber que aquilo vai ser publicado puramente pela vontade dele, e, claro, era interessante fazer aquilo enquanto parceiro do mais velho. Não tinha muitas oportunidades de estar tão perto do rosto de Jooheon, ao menos nas vezes em que se beijavam ou que dormiam juntos quando o seu hyung estava assustado demais.

 

— Meu Deus, você vai me deixar cego! Eu não vou deixar você usar isso em mim não! — O mais velho quase saltou da cama ao ver Changkyun com um rímel em mãos. — Você tem licença pra usar isso?

— Deixa de ser medroso, hyung. Abre esse olho!

— Não!

— Aceite as consequências, Honey. — Hoseok gritou de fora do campo de visão da câmera, recebendo um olhar mortal de Jooheon. Dayoung riu da infantilidade de todos ali presentes, se incluindo no pacote.

— Se você me cegar eu juro que…

— Shh! — Tampou a boca do mais velho com sua mão, se arrependendo ao perceber que aquilo deixaria a maquiagem ainda mais bagunçada. Passou o rímel em todos os lugares, menos nos cílios do seu hyung por culpa do próprio, que lutava por sua liberdade com medo de ter aquilo invadindo seus olhos. Quando Changkyun soltou sua boca, Jooheon resolveu que deveria se vingar.

 

Pegou o primeiro produto que viu a sua frente e esfregou seus dedos, passando nas bochechas do mais novo logo em seguida. Changkyun o olhou abismado e foi a confirmação necessária: Era o início de uma guerra. Se Dayoung não houvesse interferido pelo bem estar dos seus produtos de maquiagem, provavelmente tudo teria ficado ainda mais sujo e bagunçado do que já estava, incluindo o lençol na cama de Jooheon que agora era uma mistura de tudo que ele desconhecia. Changkyun agora tinha as bochechas mais vermelhas do que já haviam sido em toda a sua vida e também havia batom em seu rosto inteiro de uma cor que ele sequer sabia o que era.

 

Quando Hoseok e Dayoung se juntaram aos dois para fazer a despedida do vídeo, é claro que a garota não deixou de cantar vitória por ser a única intacta, além de se gabar da bela maquiagem que havia feito em Hoseok. Jooheon elogiou o amigo, conseguindo se expressar finalmente, ao dizer que ele realmente ficava bonito daquele jeito, mas claro, tudo seria visto como piada quando vissem no youtube. Changkyun se despediu com um pouco mais de fluência em sua fala e com menos peso nos ombros, achando divertido a forma como tudo acabou. Infelizmente, o casal tinha que voltar para o hotel para fazerem as malas e por isso foram embora por volta das três da tarde após todos se limparem e tirarem fotos constrangedoras, deixando uma dupla de amigos para trás com sorrisos animados em seus rostos.

 

Jooheon apoiou sua cabeça no ombro de Changkyun, o abraçando por trás e envolvendo o corpo alheio com seus braços. Sentiu o cheirinho bom que vinha do pescoço do amado, fechando os olhos com uma sensação boa de alívio e tranquilidade.

 

— Você foi mesmo muito bem. Algum arrependimento?

— Não. Eu poderia ter sido mais solto, mas eu vou seguir seus conselhos. Eu nem sei se isso vai ser uma coisa frequente mesmo.

— Hm. — Pressionou seus lábios contra a pele da nuca alheia, sorrindo ao vê-lo se arrepiar e por ver Changkyun ficar avermelhado em suas bochechas. — De toda forma, eu estou orgulhoso do que você tá fazendo.

— Obrigado, hyung.

— Você vai repor com o Kihyun hoje?

— Sim. Ele ainda tá meio estranho depois que a gente brigou, não quero fazer parecer que eu ainda me sinto irritado. Acho que o Hyunwoo hyung nem vai, tem um tempinho que não saímos só nós dois.

— Tudo bem. Faz bem mesmo, vocês não deveriam ficar assim tendo uma amizade tão bonita. Te espero acordado? — Changkyun virou um pouco seu rosto e corpo para olhar Jooheon, sem se desfazer do abraço.

— Você já fala como se a gente tivesse casado.

— Não é uma ideia ruim. — O mais novo revirou os olhos. — Sem piadinhas. — Deu um selar rápido nos lábios de Jooheon e se soltou de seus braços. — E não, provavelmente eu vou dormir na casa dele se nós não nos matarmos no meio do caminho.

— Não saia sem meu beijo de despedida.

— Por Deus, hyung. Você vai acabar matando nós dois com tanto açúcar. — O mais novo forçou uma expressão de nojo e o mais velho riu.

— Só por você. — Persistiu naquela melosidade de propósito.

— Por que eu fui gostar de você mesmo? Acho que comecei a me arrepender.

 

O escritor brincou, já a caminho do seu quarto, um pouquinho mais satisfeito com o rumo das coisas.

 


Notas Finais




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