História Público Amor - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Flávia Alessandra, Otaviano Costa
Personagens Flávia Alessandra, Otaviano Costa
Tags Flaviano
Visualizações 79
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma!
Essa é total dedicada ao melhor grupo <3
Aproveitem.

Capítulo 1 - Praia


Fanfic / Fanfiction Público Amor - Capítulo 1 - Praia

FLÁVIA

Praia

substantivo feminino

1.    1

faixa de terra, em declive suave, ger. coberta de areia, que confina com o mar, com um rio, lagoa etc.; areal.

 Esse é o significado que lemos no dicionário, mas pra mim Praia é amor. Pelo menos, o meu amor. Cresci e aprendi que apesar de as vezes perigoso, o mar pode ser seu melhor amigo.

Faz 32 anos que eu tenho a mesma sensação ao tocar os pés na areia, ao tocar na água. Paz! Meu corpo ilumina ao estar aqui, meus problemas somem por um momento. Não importa a hora que eu venha, eu sempre me sinto em casa. Eu amo isso. E foi por esse motivo que quando Fernanda, minha melhor amiga de anos, me ligou chamando pra irmos a Praia que eu aceitei prontamente, estava de folga e Giulia na escola.

Encontramos Lígia e Paula lá. E fomos fazer nosso “ritual”.

Nós subíamos na pedra, admirávamos um pouco a paisagem. Não sei porque mais fazíamos isso desde pequenas, então tomamos como um ritual, era algo que deveríamos fazer antes de entrar no mar, eu acredito que nos purifique, que aquilo indicava que estávamos nos entregando a diversão sem pensar em mais nada. Pra elas, deve ser o mesmo, mas isso é algo que deixamos com nós mesmas.

Ao abrir meus olhos me deparei com mais cinco homens uns metros à frente, e tinha um moreno que me chamou atenção. Ele também me olhava, eu tentei disfarçar e olhei para as meninas sorrindo, mas elas também haviam reparado a breve troca de olhares e ficaram fazendo piadinhas como se fôssemos adolescentes.

Íamos descer da pedra quando um dos homens se aproxima.

— Oi! Meu nome é Gabriel, prazer em conhecê-las. Vocês estão sozinhas? Porque assim, vocês podem ficar com a gente, deixar as coisas juntas. Jogar um vôlei, não sei. — ele dispara a falar e coça a cabeça, desajeitado.

— Adoraríamos! — Fernanda responde por todas nós. Em matéria de homem, essa era “expert”.

A não ser a Lígia que tinha um romance com um dos advogados que trabalha, eu e as meninas estávamos solteiras. Eu já estava separada do Marcos ia fazer 4 anos, Paula nunca se casou e Fernanda dizia que casamento é perda de tempo e dor de cabeça.

Nos juntamos a eles, eram muito simpáticos e engraçados. Saltamos de uma grande pedra pra água, jogamos vôlei, futebol. Meu Deus, a quanto tempo eu não jogava futebol. Sempre fui mais de andar com os meninos e fazer essas coisas me lembrava de minha infância. Estava me divertindo à beça.

— Quer? — ofereço um pedaço do meu sanduíche natural ao moreno que eu estava admirando na pedra, ele havia me falado o nome dele, mas eu esqueci.

— Não, obrigado. — ele sorri. E que sorriso.

Ele fora o responsável pela maior parte das minhas risadas e agora eu estava sorrindo igual uma boba pra ele.

— Espera. — eu paro abruptamente quando ele pede. — É que tá sujo aqui. — limpa o canto da minha boca que provavelmente estava sujo de cheddar.

— Que vergonha! Eu comendo toda desajeitada. — cubro o rosto com a mão e nós dois rimos.

Em alguns minutos engatamos em uma conversa sobre os nossos estados, ele era de São Paulo e eu do Rio. Não posso negar que fiquei um pouco desapontada com o fato de que posso nunca mais vê-lo. Ao chegarmos perto de nossos amigos, afinal paramos várias vezes pelo caminho, Fernanda e Paula estavam beijando um dos meninos que eu não me recordo o nome e Lígia estava na água fugindo da vela. Foi quando ficamos naquele silêncio desconfortável, e quando ele me olhou nos olhos, eu estava quase implorando para que me beijasse. Não porque não queria ficar de vela, mas porque desde o alto da pedra eu estava querendo saber qual será o gosto desses lábios, dono de um sorriso tão bonito.

Mas ele não o fez, ele pegou uma prancha que eu juro não ter nem percebido que eles carregavam uma dessas, colocou deitada de frente pro mar, afastada dos casais, e nós nos sentamos ali, olhando aquela imensidão azul.

— Flávia?

— Sim! — o olho

— É que, eu só vou embora mês que vem. Nós poderíamos nos ver mais vezes, aqui na praia mesmo. É que eu te achei muito bonita e divertida, e bom, é sempre bom ter alguém pra conversar ou para…

— Shii… — o calo ao passar meus dedos por seus lábios, ele estava falando rápido demais. — Eu amo Praia. — sorri e a frase indicava que sim, eu gostaria de vê-lo mais vezes.

— Vamos tomar um açaí? — pergunto e ele se levanta e estende a mão para mim.

Aviso rapidamente a Fernanda que daria uma volta e ela assente voltando a beijar o menino.

Guio o moreno por um caminho de árvores que leva a saída da Praia, achava aquele o caminho mais bonitinho, cada um era de um jeito. Claro que com a minha memória fraca, eram poucas às vezes que eu encontrava o certo, mas eu sempre me surpreendia. Mas mais surpresa eu fiquei quando no meio do caminho, ele segurou em minha cintura e eu travei.

— Eu não quero ser abusado, mas eu quero muito te beijar, então se você não quiser me fale agora. — ele sussurra em meu ouvido e eu me viro lentamente. Ele segura em minha nuca e aproxima nossos rostos, meus olhos se fecham lentamente evidenciando minha entrada.

 

Quando seus lábios tocam o meu, meu coração dispara. Foi o primeiro beijo mais calmo da minha vida, não era afobado, abusado, precocemente excitado ou tinha algum nervosismo por conta da minha carreira. Era um beijo da pessoa normal que eu gosto de ser às vezes, era um encaixe perfeito dos nossos lábios. Sei que é a coisa mais clichê a se dizer no primeiro, mas pra minha sorte ou azar, as mãos dele pareciam combinar perfeitamente com a minha cintura e nuca, e a boca e aquele beijo. Deus, aquele beijo tão bom, parecia ser pertencente aos meus lábios. Sem saber o que me espera amanhã, eu desfrutarei desse beijo até o final do dia.


Notas Finais


Até o próximo!


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