História Puddin! - Capítulo 14


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina)
Tags Amizade, Harley Quinn, Hera, Joker, Romance, Tragedia
Exibições 192
Palavras 1.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem pela demora para atualizar, eu estava com um bloqueio criativo.
Perdão.

Capítulo 14 - Reconciliação.


Capitulo 14 – Reconciliação.

 

POV JOKER.

 

Voltei pra casa com Harley naquele estado, molhada e inconsciente, que saco, que se foda não vou fazer respiração boca boca. Reviro meus olhos, me aproximando dela, fazendo a maldita respiração. Ela tossia, eu apenas a olhava com cara de pateta, entro no banheiro tomando um banho quente, sinto um corpo e era ela me abraçando por trás, apertando minha bunda.

-Senti saudades, Puddin. –ela beijava minhas costas.

-Até parece, ficou na sua amiguinha e não voltou mais. –reviro os olhos, ela tinha escolhido viver com Hera Venenosa durante duas semanas em vez de voltar pra mim.

-Está com ciúmes? –sentia o sorriso dela.

-Não, eu não amo você! –me viro pra ela. –Mas você é minha propriedade, se você é a Harley Quinn hoje, é por causa de mim. Você deveria ser mais grata ao seu criador. –falava severamente.

-Você fica tão sexy me dando bronca. –reviro os olhos nervoso.

-Estou falando sério, Harley. –desligo o chuveiro saindo do banheiro, me seco e me deito na cama esperando por Harley.

Após alguns minutos ela sai de toalha.

-Porque deu um soco no rosto de Pinguim? -pergunto assim que ela deixa a toalha cair, se engatinhando na cama, vindo em minha direção.

-Porque ele foi um garoto muito mal, Puddinzinho. –ela desiste de vir até a mim, ela sabia que eu iria prolongar o assunto, se senta me olhando.

-E porque ele foi um garoto mal? –pergunto e a analisava, olhava o corpo dela, sentindo uma imensa saudade de senti-la.

-Puddin, preste mais atenção nas suas amizades, aquele retardado me deu um tapa na bunda. –ela falava seriamente e eu penso em mil maneiras de torturar Pinguim.

-Okay. –olho para o teto do quarto e ela sobe em cima de mim.

-De um pouco de prazer a sua Rainha, mostre que eu sou sua, só sua. –ela falava roucamente perto de meu ouvido se esfregando em meu sexo. –Você me quer? –mordia minha orelha.

Com minhas mãos aperto a bunda dela, encaixando-a em mim. Começávamos rapidamente, e o único barulho no quarto eram o de nossos sexos se chocando.

-MINHA. –grito por ultimo sentindo o meu gozo. –Tive um ideia. –sorrio e saio do quarto, claro que antes de sair coloco uma cueca e uma calça moletom.

 

Horas mais tarde.

Escritório

 

-É, to falando amigo. –Pinguim estava jogado em uma cadeira, de frente pra mim. –Você tem que amansar a sua mulher, ela me bateu, eu só perguntei quando que ela ia parar de graça e voltar, afinal no Pallace quando as mulheres vão sem nenhuma campainha são tratadas como prostitutas de luxo.

-Ah, e você a tratou como uma puta de luxo? –fala direto, acabando com toda aquela enrolarão. Odeio enrolacões, a menos que seja com Batman, o meu melhor amigo.

-Não.. Claro que não, mandei ela ir embora. –ele estava vermelho de raiva, parecia um tomate feio, ou podre.

-Oh, mas que grande mentiroso. –Harley aparece na porta de braços cruzados.

-Cala a boca, vadia. –Pinguim falava e logo se vira assustado pra mim.

-Você deveria respeitar mais a sua rainha. –o olho severamente se levantando.

-Mil perdoes, senhora. –ele me olhava assustado.

Tiro minha arma do bolso e aponto na cabeça dele.

-Ca-calma. –ele gaguejava.

-A violência resolve tudo. –Harley falava roboticamente.

Dou três tiros na perna dele, e chamo meus capangas.

-O que quer quer façamos com ele, senhor? –um dos meus capangas perguntava.

-Lembra do meu amigo, Tom? –Tom estava definhando a mais de duas semanas, eu não o tirei de lá, o corpo dele estava praticamente apodrecido e o cheiro era horrível. –Deixe Pinguim fazer campainha para Tom, o coitado ficou sozinho durante um bom tempo, e não brigue com Tom, okay? Ele está um pouco fedido, mas faz parte dele. –começo a rir da cara de espanto de Pinguim. –Até mais, amigo. –viro minhas costas sob o olhar de Pinguim e começo a beijar Harley. –Ela é minha! –jogo Harley em cima da mesa.

Harley me olhava maliciosamente, e meus capangas se afastam com o homem que desrespeitou minha Rainha.

-Vai Puddinzinho, quero você de novo, vamos recuperar o tempo perdido! –Harley apertava os seios ainda por cima da roupa, me olhando com malicia, como sempre.

Abaixo minha calça e minha cueca a olhando, ela entende o recado e se aproxima, se ajoelhando, ficando de frente ao meu membro duro, encostando aquela boquinha quente nele. Ela se afundava me chupando mais e mais, chupava-me como um pirulito, fazendo barulho, Harley massageava minhas bolas com as mãos. Seguro o cabelo dela fortemente ditando o ritmo que eu queria. Ela quase se engasgava em meu pau, eu não ligava, eu queria sempre mais. Fecho os olhos sentindo meu gozo vir, gozo tudo na boca dela, ela sugava todo o meu recente gozo.

-Me chupa. –pedia manhosa.

-Você não ta merecendo. –a puxo, a levantando e lambendo o pescoço alvo dela. –Você me deixou sozinho durante duas semanas. –aperto a bunda dela. –Você foi uma menina muito má, Harley. –a levanto, fazendo-a sentar em cima da mesa.

-Por favorzinho! –pedia como uma criança pedia um doce.

-O diminutivo de “Por favor”. –reviro os olhos e logo tiro a blusa dela, revelando o sutiã vermelho sangue. –Gosto dessa cor. –sorrio.

-Eu sei, por isso o coloquei. –ela tira o shorts revelando a calcinha pequena da mesma cor.

-Garota esperta. –aperto a coxa macia dela. –Acho que você tá merecendo sim. –lembro do oral que ela pediu.

Ela se deita abrindo as pernas pra mim, tiro a pequena calcinha, caio de boca na intimidade dela, fazia de tudo, chupava, lambia, mordiscava, e me satisfazia com os gemidos altos de Harley, aquilo me incentivava ainda mais. Logo Harley goza, chupo o gozo dela todo, e vou subindo pelo corpo dela distribuindo vários chupões. Mostrando que era ela minha, marcando meu território no corpo escultural dela.

-Mr. J, eu quero você. –falava sedutora, com um olhar de pura malicia.

Sorrio e com uma mão seguro a coxa dela e com a outra segurava fortemente o cabelo dela, a fazendo ficar deitada, a penetro lentamente, ela mordia os lábios me olhando.

-Você gosta assim? –a penetrava ainda lentamente.

-Gosto de todas as formas, desde que elas sejam com você, Puddin! –essa mulher era perfeita pra mim.

-Certo então. –a penetro rapidamente, e logo investindo fundo naquela intimidade quente e macia.

-Vai, ah, porra. –ela falava palavras desconexas.

E algum tempo depois dou a ultima estocada, a olhando suada e sorridente. Me aproximo dela, a beijando e sussurrando “Bem vinda de volta, tortinha de abobora.”


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo.
Prometo não demorar para postar o próximo.
Obrigado pelo carinho.

Recentemente reativei meu facebook, quem quiser pode me adicionar, aceito todos <3
https://www.facebook.com/beatriz.scaratto


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