História Punição - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Visualizações 132
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 37 - Loucura.


Capitulo 37 Loucura.

Foi um grande evento, a transferência de Sesshoumaru para o presídio. Vários policiais fazendo a segurança, repórteres querendo imagens do famoso assassino. Membros da igreja católica, protestando contra Sesshoumaru.

Shishinki – vamos, depressa... – acompanhava o preso, que passava no meio das pessoas.

Toda aquela agitação incomodava Sesshoumaru, as luzes, as vozes, as perguntas dos jornalistas. Sua cabeça girava, e tentava se esquivar de todos, enquanto era levado para a viatura, ate ser colocado naquele lugar fechado, apertado escuro.

O jovem começava a ter uma crise. Em sua cabeça vinha todas as imagens de sua infância, de tudo que passou. As vozes eu sua cabeça, dizendo que ele era culpado, culpado das mortes, culpado do que aconteceu com ele.

Passou todo o caminho de cabeça baixa, entre as pernas, sussurrando: sai da minha cabeça – e repetia sem parar.

#-#

Na casa dos Taishos, Rin e o pai de Sesshoumaru, acompanhavam tudo pela televisão. Apreensivos e preocupados.

Rin – coitado do meu Sesshy... – estava nervosa.

Taisho – calma Rin, vai ficar tudo bem – abraçou a menina – eu vou com o advogado ate a penitenciaria, voce vai ficar bem sozinha?

Rin – me leva com você.

Taisho – dessa vez não. Vamos discutir a estratégia de devesa, vai ser melhor que voce fique aqui.

Rin – mas eu quero vê-lo.

Taisho – Rin, todos nos teremos que ajudar Sesshoumaru. e por enquanto, é melhor que voces fiquem longe, um do outro, para não causar mais problemas.

Rin – tudo bem.

Taisho – logo Izayoi chega do hospital. Então fique calma, eu dou noticias.

Rin – obrigada por cuidar de mim.

Taisho – somos sua família agora.

 

#-#

Tudo cinza e tons pasteis, Sesshoumaru vou levado a trocar de roupar, agora vestia o uniforme da prisão e foi levado ate a sua cela. Nela, tinha dois beliches e um lugar para fazer as necessidades.

Sesshoumaru se sentou em uma das camas, por sorte não tinha que dividir a cela. Foi isolado por hora, por causa do ataque contra o policial. Não teve muito tempo para se acostumar com sua nova morada, logo foi chamado para uma reunião com seu advogado.

Ele foi levado por um guarda, ate uma sala, e lá estava o advogado e seu pai. E Sesshoumaru sentiu um alivio no coração, algo que nunca sentiu antes na vida. Ver seu pai ali, com olhar preocupado, lhe esperando para um abraço, fez Sesshoumaru, por um momento, esquecer toda a sua magoa e correr para os braços do pai.

Taisho – meu filho – apertou o filho como se ele fosse um menino com medo do escuro – eu estou aqui.

Sesshoumaru – pensei que não viesse me ver.

Taisho – eu nunca mais vou lhe abandonar – o abraço foi encerrado e um breve olhar de confiança foi lançado – precisamos conversar – os dois sentaram, o pai, ao lado do advogado e Sesshoumaru a frente dos dois.

Jaken – o ataque ao policial só piorou sua situação.

Taisho – por que voce fez isso meu filho?

Sesshoumaru – ele mereceu.

Jaken – mais um crime de homicídio foi adicionado a sua lista. Kouga acaba de falecer.

Sesshoumaru – estou feliz por isso. como está Rin?

Taisho – está bem em casa. Queria vim te ver, mas achei melhor que não.

Jaken – não é sobre o seu namorico que viemos falar, e sim sobre sua defesa.

Sesshoumaru – eu não cheguei a frequentar as aulas na faculdade, mas sei que tenho poucas chances de sair dessa, então não temos nada para conversar.

Jaken – temos uma oferta de acordo.

Sesshoumaru – eu não vou confessar nada e nem isso vai me tirar daqui.

Taisho – escute o advogado Sesshoumaru.

Jaken – você confessa os assassinatos dos padres e dos outros homens e depõem contra um outro caso, então posso pedir que voce cumpra sua pena em um hospital psiquiátrico.

Sesshoumaru – o quÊ? Mas contra quem eu tenho que depor?

Taisho – contra o internado Madalena, no caso de pedofilia.

Sesshoumaru – eu não vou fazer isso – começou a ficar nervoso.

Taisho – escute Sesshoumaru, é para o seu bem e o bem de outros garotos.

Sesshoumaru – voce não pode me pedir para contar o que eu passei para outras pessoas.

Jaken – se voce não fizer isso, pode pegar prisão perpetua, passar o resto da sua vida nesse lugar. Ou então, pode ser internado por distúrbios mentais, causados pelos abusos sofridos e ser internado por uns cinco anos, ate ter uma avaliação dizendo que você está curado e pode voltar a viver em sociedade.

Taisho – é sua melhor opção.

Sesshoumaru – eu não sou louco. Vocês não vão me passar por louco.

Taisho – é sua chance de fazer justiça, não era isso que você queria? – encarou o filho, que parecia perdido e confuso – matar aqueles miseráveis que machucaram você, não vai dá fim ao problema. Pense que a dezenas iguais a eles naquele lugar, e outros meninos como você sofrendo.

Sesshoumaru – por favor, pare... – colocou as mãos em seus ouvidos, não queria ouvir mais nada.

Taisho – Sesshoumaru, a maneira certa de se fazer justiça, e é essa. Exponha toda a verdade, seu depoimento pode fechar aquele lugar e punir os que você deixou vivo, e nenhuma outra criança passará pelo o que você passou.

Sesshoumaru – eu não sou louco.

Taisho – não, mas voce precisa de cuidado, precisa se tratar, se quer ter uma vida normal. Ter Rin ao seu lado, ter uma família, ela precisa de você.

Sesshoumaru – sim, ela precisa de mim. Rin fica perdida sem me ter por perto, é capaz dela fazer uma besteira.

Jaken – então, você aceita?  - colocou sobre a mesa um documento, a qual dizia que Sesshoumaru se dispõem a colaborar com as investigações.

Taisho – vai ficar tudo bem Sesshoumaru, eu vou está ao seu lado.

Sesshoumaru – como está Inuyasha?

Taisho – vai sobreviver.

Sesshoumaru – eu só queria matar aquele miserável, mas Inuyasha estava lá, no meu caminho. Não conseguir me controlar, tive sede de ver o sangue dele escorrer, mas não queria mata-lo.

Taisho – é por isso que voce precisa e tratamento, para aprender a controlar seus impulsos.

Jaken – assine Sesshoumaru, é o melhor que tem a se fazer.

Continua...


Notas Finais


eu sei que anda demorando bastante, mas nao desisti... só nao to muito bem.
bjs e ate.


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