História Punição - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Visualizações 102
Palavras 738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem os erros e boa leitura.

Capítulo 43 - Capitulo 43- Novos planos de Sesshoumaru


 

Capitulo 43- Novos planos de Sesshoumaru

Rin estava preste a chegar em casa, andava depressa, estava ansiosa para ir ver Sesshoumaru. mas antes de chegar em casa e encontrar Taisho, para os dois irem juntos. Alguém lhe abordou.

Rin – o que quer? – recuou um pouco apreensiva.

Shishinki – so quero falar com voce, não precisa ter medo.

Rin – não estou com medo. Só com presa.

Shishinki – entendo. Então, quero lhe pedir que vá ate a delegacia, assim podemos conversar melhor.

Rin – o que quer saber?

Shishinki – só quero saber mais sobre seus pais e sobre Sesshoumaru.

Rin – Sesshoumaru?

Shishinki – você o conhece, não é mesmo?

Rin – sim.

Shishinki – e qual relação que você tem com ele?

Falar a verdade estava fora de cogitação, não queria prejudicar ainda mais Sesshoumaru. mas por um momento, um breve momento. Rin achou que talvez sua melhor chance, fosse pensar igual a Sesshoumaru. E entrar naquele jogo.

Rin – não acho que a Rua seja o melhor lugar para um interrogatório – mudando o tom de sua voz, mas suave. E seu olhar também mudou.

Shishinki – garota esperta. Mas só quero conversar com voce, para poder punir a pessoa, ou pessoas, que fez essa crueldade com sua mãe.

Rin – amanhã eu apareço por lá, e respondo todas as suas perguntas – sorriu e piscou, e tomou seu caminho de volta.

#-#

Já na sala de espera, animada para ver Sesshoumaru, estava Rin. Acompanhada pelo Taisho, que já estava mais tenso. Rin não lhe deu certeza de que não contaria para Sesshoumaru sobre sua gravidez.

Ele temia que com aquilo, com aquela informação, Sesshoumaru não quisesse ser tratado naquele lugar, e que provavelmente faria alguma besteira insana para sair de lá.

E a hora chegou, logo ela viu Sesshoumaru entrar pela porta. um grande sorriso nasceu nos lábios de Rin, que correu para abraça-lo. quase o derrubando.

Sesshoumaru – calma Rin... – também a abraçou – como você está?

Rin – eu estou bem.

Taisho – meu filho, como está o tratamento?

Sesshoumaru – me tratam como louco. Eu não sou louco. Detesto esse lugar, quero que me tirem daqui agora.

Taisho – isso não é possível. Voce aceitou o acordo, agora tem que testemunha contra o internato. E voce se precisa se manter firme.

Sesshoumaru – eu quero falar sozinho com Rin – ignorou tudo que o pai lhe disse, já que nunca das coisas lhe agradava.

O pai suspirou, não era boa ideia. Mas ele sabia que não podia contrariar Sesshoumaru. ele era muito instável, e qualquer coisa poderia desencadear uma serie de mortes.

Taisho – tudo bem... – suspirou – eu vou esperar lá fora – e saiu da sala.

Sesshoumaru – me diga verdade, você está realmente bem? – estava preocupado com a menina.

Rin – sim.

Sesshoumaru – alguém está lhe incomodando?

Rin – não... – pensou mais um pouco – hum... na verdade – talvez Sesshoumaru soubesse que ela deveria fazer – aquele delegado, o Shishinki, quer que eu vá a delegacia para dar um depoimento.

Sesshoumaru – aquele miserável. Ele não desiste de me ferrar.

Rin – não se preocupe, eu não vou dizer nada. Ah, e eu tenho uma novidade para voce – pensou em dizer que estava grávida.

Sesshoumaru – eu preciso saber se você tem coragem para fazer uma coisa para mim.

Rin – o que?

Sesshoumaru – você é capaz de matar Shishinki?

Ela o encarou, e era obvio que Sesshoumaru não matava apenas por vingança daqueles que lhe machucavam, e sim por puro prazer.

Rin – eu devo matar quem? – não se perguntou se era errado ou perigoso.

Sesshoumaru – o delegado Shishinki – a olhou, bem fundo de seus olhos – qualquer pessoa que ficar em nosso caminho, deve ser morta.

Rin – e como eu faço isso?

E então, Sesshoumaru a explicou. Passo a passo do que deveria fazer. E Rin escutou atentamente, cada palavra. Ela queria mostrar para Sesshoumaru que poderia se cuidar sozinha, e poderia ajuda-lo. e assim, sempre ficar com ele.

#-#

Taisho – então, como foi a conversar com Sesshoumaru? – dirigia o carro, de volta para casa.

Rin – bem... – se limitou a somente isso. ainda pensava em tudo que Sesshoumaru lhe disse.

Taisho – você contou para ele? – perguntava se a menia havia informado, a Sesshoumaru, que ela esperava um filho.

Rin – não – olhava pela janela do carro.

Taisho – o que você tem? Está tão calada.

Rin – não é nada. Estou apenas cansada.

E assim, Rin não disse mais nada. Ficou com seus pensamentos e planos bem detalhados de Sesshoumaru. tudo precisaria ser feito com cautela. A vitima, era esperta. Rin não poderia falhar.

Continua...


Notas Finais


desculpem pelo capitulo curto, nao estava com muita cabeça para escrever hoje.
sem inspiraçao, sem imaginaçao, sem animo.
ele nao está muito bom, mas prometo melhorar. com capitulos mais tensos e dramaticos.
bjs e ate.


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