História Punição - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Visualizações 100
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 49 - Relatos de um trauma


Capitulo 49 Relatos de um trauma

Era o momento, as pessoas esperavam ansiosas para saber o que Sesshoumaru falaria. E então ele começou.

Sesshoumaru – foram no natal, no meu primeiro ano no internato... – as lembranças vieram em sua mente – a maioria dos pais foram buscar seus filhos, para passar as férias com eles. Mas alguns meninos ficaram, inclusive eu.

Totousai – seus pais não foram lhe buscar?

Sesshoumaru – minha mãe estava morta, e meu pai estava ocupado demais com o trabalho e com a nova família dele.

E é claro que Sesshoumaru falou isso olhando para o pai. Aquelas palavras. Ele queria ter certeza que o pai soubessem que tudo o que Sesshoumaru passou, era culpa dele.

E culpado o velho Taisho se sentia. Como não? Que pai não se sentiria naquele momento. sua dor foi grande, que não conseguiu encarar seu próprio filhos. Abaixou os olhos e escondeu sua culpa.

Totousai – continue, Sesshoumaru.

Sesshoumaru – era véspera de Natal. O internato estava quase vazio, com poucos meninos. Eu estava sozinho em um canto, quando ele se aproximou.

Totousai – de quem voce está falando?

Sesshoumaru – padre Messias, era o diretor do internato. Ele sempre era gentil comigo e nesse dia ele percebeu que eu estava triste por que meu pai não havia ido me buscar. Ele se aproximou e me ofereceu um doce. Eu aceitei. Depois ele me convidou para caminhar. Andamos pelo jardim e conversamos muito. Falando sobre minha família e meu futuro ali dentro. Ele disse que se eu fosse um bom garoto, esforçado e inteligente, meu pai gostaria mais de mim.

Totousai – e o que aconteceu depois?

Sesshoumaru – depois... – engoliu a seco – ele me levou para o quarto dele, disse que precisar buscar algo lá. E eu fui... entrei. E fiquei admirado com o quarto. Ele diferente do que os meninos dormiam. Era grande, cheio de livros e bebidas. E para me surpresa, ele me ofereceu um pouco. Me deu um copo de uma bebida forte. E assim que coloquei na boca, cuspi.

Abi-hime – protesto... – a advogada do internado interrompeu o testemunho de Sesshoumaru – o senhor está insinuando que os padres ofereciam bebidas alcoólicas para crianças? Isso é um absurdo.

Totousai – absurdo é a senhorita interromper o testemunho de uma vitima sem nenhuma base legal para isso.

 – continue senhor Taisho... – ordenou o juiz – e seja mais objetivo.

Totousai – Sesshoumaru, vamos continuar, conte exatamente o que o padre Messias fez com você naquela noite.

Sesshoumaru – ele acariciou meus cabelos, disse que não tinha importância eu ter sujado minhas roupas com a bebida. E me mandou tirar o que vestia. Eu não queria, mas ele insistiu. E eu não consegui dizer não. Fiquei nu, na frente daquele homem. Ele me olhou estranho e ali eu percebi que tinha algo errado.

Totousai – o que ele fez?

Sesshoumaru – ele sentou na minha frente.colocou as mãos em meus ombros e encostou sua boca na minha – houve uma agitação. Servos fervorosos da igreja gritaram “mentira” e outros chocados, ficaram barbarizados com tudo que ouviam.

 – silencio... – o Juiz tentava colocar ordem – irei pedir que se retirem se não manterem a ordem – o silencio foi se restabelecendo – continue.

Totousai – o padre lhe beijou?

Sesshoumaru – sim.

Totousai – e depois?

Sesshoumaru – ele começou a alisar meu corpo. Eu disse que não estava me sentindo bem e queria ir embora. Mas ele disse que eu precisava ser forte. Um bom garoto. Eu não sabia o que fazer. Estava com medo. E para mim, ate aquele momento. o padre Messias era meu único amigo. Então, quando vi, já estava deitado na cama – ele se lembrava de cada detalhe, se lembrava ate dos cheiros que sentiu naquela noite. As velas queimando, o tempo frio. Tudo ainda estava vivo em sua memória.

Totousai – continue Sesshoumaru, você está indo bem.

Sesshoumaru – ele me colocou de bruços. Eu fechei os olhos, mas pude ouvi-lo tirando a roupa. A respiração dele, quando se aproximou. E foi quando aconteceu.

Totousai – diga, o que aconteceu?

Olhou em volta e todos esperavam sua resposta. Por mais claro que fosse, todos esperavam que Sesshoumaru dissesse palavra por palavra.  Respirou fundo, cerrou os punhos e estava pronto para dizer.

Sesshoumaru – ele ficou por trás, deitou em cima de mim. sentir seu halito de álcool e logo em seguida uma dor muito grande... – olhou para baixo, encarando o chão e tendo visões do seu passado – ele havia me penetrado. Eu pedi que, por favor, parasse, mas ele não parou. Implorei, pela única vez implorei. Chorei,  foi a ultima vez que chorei. Mas nada adiantou. ele só parou quando se sentiu satisfeito – e então voltou a encarar o promotor de justiça.

Totousai – e teve outras vezes?

Sesshoumaru – sim. Depois da primeira vez, ele não teve mais pudor. Me arrasta para algum lugar vazio e me estuprava.

Totousai – e outros padres tambem participavam?

Sesshoumaru – sim. Todos sabiam. Alguns apenas fingiam que não viam nada, que não escutavam nada. Mas sabiam o que acontecia. Depois do padre Messias, outros padres vieram abusar de mim. alguns tinham mais prazer na tortura do que no ato sexual em sim.

Totousai – por que diz isso?

Sesshoumaru – as vezes não tinham nem penetração. Mas sim sessões de torturas. As vezes nos furavam com garfos, queimavam nossos pés. Havia muita humilhação, éramos tratados feito bicho. Eles mandavam a gente comer comida do chão. alguns ate gostavam de nos vestir com roupas de mulher.

Totousai – tantas torturas devem ter deixado marcas, não é mesmo?

Sesshoumaru – sim, eu tenho muitas marcas pelo meu corpo.

Totousai – poderia nos mostrar?

Nada mais lembrava suas dores como aquelas marcas. Sesshoumaru se levantou. Afrouxou a camisa social e a levantou. Podia ser visto as cicatrizes em seu peitoral e pelas costas tambem.

Totousai – muito obrigado.... – o rapaz entao se recompôs e voltou a se sentar – isso é a prova viva de todas atrocidades cometidas do internato Madalena. Um lugar cercado por tradições religiosas, mas que esconde um terrível segredo – o promotor então, terminou, sentando em seu lugar.

 – a testemunha é da Advogada de defesa.

Abi-Hime – obrigada, senhor Juiz... – ela se aproximou de Sesshoumaru – é uma ótima historinha, mas, terrível mesmo foi a morte desses padres. Que por um acaso, foi voce quem matou, friamente... – encarava o rapaz – voce matou todas aquelas pessoas. Homens de Deus. Que tinham um compromisso com a sociedade, faziam o bem a todos. O verdadeiro monstro, é você, Sesshoumaru Taisho.

Continua...


Notas Finais


eu nao entendo nada de leis e nem como funciona um tribunal de verdade, mas to seguindo minhas incotaveis series policiais, e ver se consigo fazer algo decente kkk
bjs. e ate.


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