História Punishment - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags 505, Black Hat, Black Hat X Dr Flug, Blaclug, Demência, Dr Flug, Flublack, Paperhat, Villainous, Vilões
Visualizações 245
Palavras 4.012
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oya my Bunnys!!

Cheguei com o capítulo final!

Só lemon nessa parada, talvez esteja pesado porque o Black Hat é um sádico e talvez o Dr. Flug também :) então só avisando.

Boua Leitchura!!

Capítulo 2 - Capítulo II: Punishment.


Fanfic / Fanfiction Punishment - Capítulo 2 - Capítulo II: Punishment.

 CAPÍTULO II.

[Dr. Flug]


Abri a porta e cautelosamente pus minha cabeça para dentro do local, vendo o escritório inundando em uma escuridão de dar calafrios — Já mandei você entrar, Flug. — sua voz permanecia séria, e eu não conseguia detectar algum vestígio de raiva em sua voz. Engoli em seco e entrei, fechando a porta atrás de mim — Tranque-a, dr. Flug. — ordenou, franzi as sobrancelhas, mas o obedeci.



— P-por que me c-chamou aqui, senhor? — indaguei, juntando minhas mãos que estavam trêmulas. Ouvi uma risada, obviamente era dele, atrás de mim, não era só uma risada malvada, também era maliciosa.



— Por que acha que te chamei aqui, Dr. Flug? — senti sua respiração pesada em meu ombro, me arrepiei todo e engoli em seco.



— P-pra r-r-receber m-meu c-castigo?… — sussurrei apertando minha mão com mais força.



— Tire a sacola, Dr. Flug. — arregalei meus olhos. Aquilo era uma ordem. Mas… Eu não queria, não podia. Não posso fazer — Tire a sacola, Dr. Flug. É uma ordem. — senti suas mãos repousarem em minha cintura, meu corpo automaticamente tremeu pelo toque. Ele realmente estava me tocando?! — Dr. Flug…



— S-senhor…



— É uma ordem, Flug!! — sua voz se alterou, denunciando sua raiva. O aperto em minha cintura intensificou e pude sentir suas garras ameaçando a penetrar minha pele. Temendo o pior, resolvi obedecê-lo. Levei minhas mãos, trêmulas, até a sacola, engoli em seco, sentindo meu rosto esquentar e para acabar com meu desespero tirei de uma vez a sacola, deixando ela escorregar pela minha mão e cair no chão. Ouvi sua risada e logo fui bruscamente virado, até dar de cara com aquele olhar malicioso sobre mim. — Muito bem, Flug. — sua mão tocou as horrendas cicatrizes que eu escondia, olhei-o confuso — Não sei porque tem tanta vergonha do seu passado. — senti seus dedos deslizarem até meus lábios, sua garra fez pressão em meu lábio inferior, causando uma dor incômoda.



— S-senhor… — gaguejei, Black Hat aproximou seu rosto do meu, me olhando de uma forma perversa, tentei virar o rosto, confuso com tudo aquilo, mas ele agarrou meu queixo com força — S-senhor n-não… — ele soltou um grunhido, me puxando com força, gemi de dor quando suas garras arranharam minhas bochechas. Logo senti seus lábios chocarem com os meus, brutalmente, seus movimentos eram rápidos e faminto, senti sua língua pedir passagem e tentei negar, mas ele apertou com mais força minhas bochechas e não segurei o gemido de dor. Sua língua invadiu minha boca sem mais e nem menos, procurando avidamente pela minha, fechei meus olhos com força enquanto sentia-o forçando-se contra mim. Segurei sua mão, tentando fazê-lo me soltar, mas senti sua outra mão vaga apertar com mais força minha cintura. Black Hat finalmente deu fim ao beijo e eu desesperado procurei por ar, ouvi sua risada e logo seus lábios se dirigiram para o meu pescoço. Trinquei os dentes ao sentir suas presas afundar em minha pele, meus olhos marejaram e posso crer que Black Hat gostou, pois logo voltou a fincar os dentes em minha frágil pele. Engoli um grito e puxei sua camisa com força.



— Isso vai ficar lindo… — sussurrou lambendo os lábios sujos com o meu sangue.



— S-senhor…



— Quero ouvir-te chamar-me de mestre… — Black Hat sussurrou no meu ouvido, logo deixando uma mordida forte. Senti todo meu corpo tremer — Entendeu?! — ele me olhou severamente.



— P-por q-que está f-fazendo isso, Chefe? — indaguei confuso, senti meus olhos marejarem por algum motivo idiota. Ele me olhou com um sorriso medonho.



— Está é a sua punição, Flug. — ele me ergueu em seus braços e eu me segurei em seu pescoço, assustado — E espero que aguente sua punição como um bom menino… — senti meu corpo tremer diante daquele sorriso, e rapidamente fui jogado em algo macio. Notei que era uma cama enorme de casal, senti a cama afundar e novamente sua boca em meu pescoço, ele afundou os dentes e eu não consegui segurar um grito de dor, pude sentir o local arder quando ele chupou com força, tentei afasta-lo, mas sua mão agarrou meus pulsos.



— P-por favor!! N-não!! N-não!! — ele continuava a morder meu pescoço, deixando suas marcas em meu corpo pálido. Aquilo doía tanto, mas… De alguma forma eu estava me excitando com tudo aquilo e isso apenas me desesperava — P-por fav-favor para!! — implorei, senti uma de suas mãos adentrarem minha camisa, arregalei meus olhos e tentei inutilmente sair de seus braços.



— Fique quieto Flug, antes que eu perca minha paciência com você!! — sua voz saiu com um rosnado, e eu só fiz obedecê-lo — E além do mais… Por que parar? Você está gostando! — olhei-o incrédulo — Fica aí pedindo pra eu parar e tá aqui todo durinho. — sua mão apertou meu pênis sob a saia e eu engoli um gemido — Então, seja um bom menino e deixe-me fode-lo sem reclamações! — disse ainda sorrindo, sua voz soando tão insana e perversa me fazendo querer morrer. Fechei meus olhos ao sentir sua boca voltar a se chocar contra a minha, dessa vez, retribui, contra minha vontade. Seu beijo era voluptuoso e eu não conseguia acompanhá-lo, a mão que segurava meus braços me soltou e foi para dentro de minha camisa, apoiei minhas mãos em seus ombros, apertando-os ao sentir sua mão começar a brincar com meu mamilo. Surpreendentemente começando a me dar prazer. Seus lábios soltaram os meus e uma fina linha de saliva ainda me ligava a ele, vi seu sorriso aumentar e minha vontade de morrer apenas se intensificar.



— Ahh!!! — gritei ao sentir seus dentes em meu ombro, e ouvi um barulho de algo rasgando e pude ver minha camiseta repartida em duas nas suas mãos.



— Você tem um belo corpo sabia? E essa cor de pele… — sua mão deslizou pelo meu peitoral, parando sob meu umbigo — Tão branca… Me faz querer marcá-la todinha… — eu já sabia o que ele queria, e eu não poderia fazer nada para impedi-lo — E eu não irei pedir permissão para isso, Dr. Flug! — fechei meus olhos ao vê-lo se curvar e começar a distribuir mordidas dolorosas em meu tronco, senti detalhadamente o sangue se espalhar pela minha barriga misturado a sua saliva, agarrei o lençol da cama, e deixei algumas lágrimas deslizarem pelo meu rosto, aquilo doía demais… — Isso deveria ser considerado uma obra prima! — sua risada era baixa e rouca, olhei para ele vendo-o começar a tirar suas roupas. Desviei logo o olhar, e meus olhos se depararam com meu tronco e vi várias as marcas de mordidas, algumas ainda sangravam. Arregalei meus olhos, senti sua mão agarrar meu queixo e meu rosto foi virado brutalmente. — Não desvie os olhos de mim, Flug! — meu corpo tremeu e o Black Hat apenas riu. Seu tronco estava despido, mostrando a pele negra e bem cuidada, aparentemente, havia algumas marcas de arranhões e eu não duvidava de que a Demência tenha feito aquilo, suas garras vagaram até sua calça e eu me desesperei, porém, ele apenas abriu a braguilha e voltou a debruçar-se sobre mim — Como será ter essa boquinha no meu pau hein? — questionou tocando meus lábios doloridos. Soltei um ofego surpreso e seus lábios voltaram a maltratar minha pele.



— S-senhor…



— Já disse para me chamar de Mestre, Flug! — rosnou, tremi ao sentir sua língua quente pressionar as mordidas ainda doloridas.



— M-mestre… P-por favor!! Pa-pare!!! — ele me olhou furioso — P-pare de m-me t-torturar!! — pedi choroso, senti seu olhar surpreso e sabia que ele estava sorrindo. Sua língua circundou meu mamilo, causando uma sensação estranha que aqueceu meu corpo todo, minha ereção doía por baixo daquela maldita saia e já se fazia bastante tempo desde que havia sido tocado. Joguei minha cabeça para trás gemendo ao sentir sua língua pressionar com mais força meu mamilo, que começava a ficar dolorido. Apertei o lençol em minhas mãos, me contorcendo.



— Ora ora Dr. Flug… Pra quem estava todo "pare, pare eu não quero” — debochou rindo baixo, o olhei intensamente e senti sua mão em minha coxa, alisando-a com as pontas afiadas de suas garras — Incrível o quão você está “fodivel” nessa roupa! — riu, apertando minha coxa, mordi meus lábios com mais força, ofegando enquanto suas mãos apalpavam minhas coxas com força. Amanhã estariam roxas. Tenho certeza disso, e tenho mais absoluta certeza de que era isso que ele queria. Sua língua desceu pela linha do meu umbigo até parar na cintura da minha saia, respirei fundo mais uma vez e ele ergueu minha perna direita, olhando profundamente nos meus olhos — Suas coxas são bonitas também… Principalmente para marcar… — fechei meus olhos com força e não contive o gemido de dor ao sentir seus dentes cravando em minha pele, agarrei com mais força o lençol e senti minha ereção latejar. “Mas o qu- Como posso me excitar com isso?!” Vi a cor escarlate ser recolhida pela sua língua, seu sorriso apenas aumentou. Senti minha coxa latejar de dor, mas apenas ignorei.



— M-mestre…



— O que foi, Dr. Flug? — suas unhas começaram a arranhar minha coxa esquerda, deixando enormes vergões, e por alguns finas linhas de sangue deslizavam.



— E-eu… E-eu… — tentei falar algo, mas o jeito que meu chefe me olhava me constrangia.



— Acho que sei o que você quer, Dr. Flug… — senti minha saia ser levantada e sua mão fria tocou minha intimidade por cima da cueca, ofeguei baixo, apertando mais o lençol em minhas mãos. Ele começou a pressionar meu pênis com força, me masturbando por cima do tecido. Contorci-me, ofegando mais alto. — Todo molhadinho… — senti-o se debruçar sobre mim, e sua boca voltou a se chocar com a minha, sua língua pressionou a minha, fazendo movimentos circulares me obrigando a movimentar a minha, senti minha cueca ser rapidamente retirada e sua mão voltar com força sobre meu pênis, começando a fazer movimentos intensos, me fazendo gemer durante o beijo. Agarrei seus ombros nus, apertando a pele escura enquanto sentia meu corpo esquentar gradualmente com seus movimentos intensos em meu membro. — Que carinha linda… — sussurrou em meio ao beijo, gemi mais alto ao sentir seus dedos pressionarem minha glande gotejante, aquilo me causou arrepios intensos e contínuos — Não queria fazer isso, mas… Eu adoraria ver sua carinha quando goza… — aquilo apenas aumentou meu constrangimento, Black Hat começou a me masturbar com mais intensidade e velocidade, me causando arrepios intensos, ondas de prazer espalhavam por todo meu corpo, fechei meus olhos com força, ofegando mais alto enquanto sentia meu pau latejar em sua mão. Sua boca voltou a maltratar meu mamilo e não aguentei e dei um gemido mais fino.



— M-mestre e-eu n-não… AHHH!! — gritei enquanto sentia meu orgasmo chegar ao ápice, e me derramei logo em seguida. Uma onda de calor me invadiu, assim como um formigamento, fiquei sem sentir minhas pernas por momentâneos segundos enquanto a sensação gloriosa do ápice passava.



— Você fica mais bonito quando goza, Dr. Flug… — ele sorriu maldoso. Ignorei seu comentário enquanto ainda tentava recuperar o ar, aquele havia sido um dos melhores pegamos que eu havia sentindo. Ainda sinto meu corpo quente, abri lentamente meus olhos embaçados por lágrimas e o vejo lambendo as garras com um líquido branco entre elas. Arregalei meus olhos — Acho que está na hora de me retribuir, Flug… — sua voz rouca saiu melodiosa, mas não em um tom calmo. Abruptamente senti meus cabelos serem agarrados e puxados.



Black Hat me obrigou a ficar de joelhos na cama enquanto o mesmo tirava a calça, apenas vi seus movimentos cautelosos. O corpo tão bonito a minha frente, engoli em seco ao ver apenas sua cueca vermelha e um enorme volume marcando a mesma. Senti minhas bochechas esquentarem mais ainda.



— Quero que chupe sem reclamação, está ouvindo Flug?! — sua mão voltou para meus cabelos, agarrando-os sem piedade e me puxando até ficar de frente para seu membro. Engoli em seco, nervoso — Agora, faça-o!! — ordenou. Respirei fundo e tirei minhas luvas, a jogando no chão. Toquei na barra da cueca e ainda trêmulo, abaixei a mesma com cautela, senti seu olhar sobre mim, e o aperto em meus cabelos intensificarem. Assim que desci sua cueca, me assustei com o tamanho e a grossura. — Hm pelo jeito te impressionei, não é? — sua voz continuava rouca — Isso é bom… Mas agora… Me chupe bem gostoso, dr. Flug! — apenas assenti, pegando-o e masturbando-o um pouco. Mas eu estava desesperado, eu nunca havia chupado um pênis e se eu errar com ele… Nem quero nem pensar. Respirei fundo e levei aquela coisa até minha boca. Entreabri os lábios e permiti minha língua tocar aquilo. Era quente, com um gosto exótico e forte. Dei algumas lambidas na cabeça e desci pelo cumprimento, ainda lambendo. Seus olhos não desviavam de mim, e ao sentir sua mão apertar com mais firmeza meus fios, sabia o que ele queria. Voltei a glande e tentei engolir, mas para um garoto inexperiente como eu, era bastante complicado, forcei, mas não consegui. Ouvi um grunhido e o que eu menos queria, ele fez, empurrou minha cabeça contra seu quadril, forçando seu membro até minha garganta. Logo me engasguei e senti ânsia, fazendo meus olhos marejarem e finas lágrimas deslizassem — Seja um bom menino, Flug, e aguente! — sua voz rouca denunciava seu prazer. Fiz como o ordenado, aguentei ali, até ele se retirar, me dando uma chance de respirar e me recuperar, tossi algumas vezes, pra novamente sentir suas mãos em meu cabelo, puxando meu rosto para seu membro e forçando novamente minha boca contra aquilo, dessa vez não chegando até a garganta, mas movimentando-se. Tentei relaxar, pensar em outras coisas, até me acostumar com aquilo, o suficiente para tentar novamente engoli-lo, o que o agradou muito. Comecei a chupá-lo e a mover minha cabeça sem seus comandos, e ouvir seus murmúrios de prazer apenas me faziam querer atiça-lo mais — Que menino guloso… — aquele comentário me fez chupa-lo com mais força e vontade, pressionando meus lábios em sua glande, ouvi um grunhido satisfatório e me senti demais — Hmm muito bom Dr. Flug! Você até que aprende rápido! — sua mão apertou meus cabelos e me puxou bruscamente contra seu quadril, me fazendo engoli-lo com força. Fechei meus olhos com força ao sentir seu pau invadir minha garganta e senti a mesma arder com força. Deixei mais algumas lágrimas molharem meu rosto, até ele puxar meus cabelos para trás com força, saindo de minha boca. Seu membro estava todo babado e ainda estava ligado a mim graças a finas linhas de saliva que se desfaziam ao pouco. Limpei minha boca e senti sua mão soltar meus cabelos. — Bom menino, Dr. Flug, agora… Te quero nessa cama!! Assim! — ele agarrou meu braço e me tirou bruscamente da cama, para me jogar de barriga para baixo contra a mesma, meus joelhos bateram no chão e senti o que restava do meu jaleco ser arrancando do meu corpo com brutalidade. — Suas costas estão muito brancas… Por que não marcar-las? — ouvi o barulho de algo fino estalar em suas mãos. Arregalei meus olhos.



— M-mestre!! — olhei por cima do ombro vendo-o segurando um cinto de couro. Agarrei o lençol, fixando meus olhos no tecido branco agora sendo manchado pelas minhas lágrimas, senti seu quadril roçar no meu e sua respiração em minha orelha.



— Seja um garoto obediente e fique quietinho… Não quero ouvir seus gritos por enquanto… — afirmou passando uma mordaça pela minha boca. Fechei meus olhos esperando pelo pior, senti aquela coisa gelada passar pela minha coluna, e eu sabia que era a fivela do cinto, apertei mais o lençol entre meus dedos, vendo o mesmos ficarem brancos. Temi o pior, mas logo senti o cinto amarrar meus pulsos. Abri os olhos surpreso e gemi levemente de dor ao ter meus pulsos apertados com força — Empine sua bunda, Flug… — sua voz fria maliciosa bailou em minhas orelhas, e sem o questionar, o obedeci, empinando minha bunda levemente. — Ótimo… Fique assim! — ordenou sério. Senti sua boca em minha nuca, começando com beijos e chupões até passar para as mordidas, sua mão esquerda se aninhou aos meus cabelos, fazendo um leve afago bruto fazendo-me ofegar. Senti dois chupões serem deixados em meus ombros até sua língua deslizar pela minha coluna até parar no meu cóccix, arqueei minhas costas gemendo contra aquele troço na minha boca, suas mãos puxaram minha saia para cima e desceram até minhas nádegas, as apertando com força, mordi meu lábio inferior engolindo um gemido — Você parece tão apertadinho Flug… — sussurrou dando uma mordida forte ser depositada em minha nádega direita, apertei mais o lençol entre os dedos — Estou louco para entrar aqui… — senti seu dedo pressionar minha entrada e um arrepio gostoso subiu pela minha coluna, olhei-o por cima do ombro vendo-o olhando para um lugar que estava me deixando ansioso e temeroso — Hmm parece que alguém está ansioso!! Está até piscando!! — seu polegar pressionou meu ânus.



— Ahhh!! — gemi baixo, inclinando-me mais para ele, em um pedido mudo para que continuasse com a carícia. Ouvi sua risada e o que eu menos esperava ele fez, senti sua língua pressionar e tentar penetrar-me, fechei meus olhos sentindo todo o meu corpo reagir automaticamente e meu pênis pulsar. Sua língua invadiu minha intimidade e começou a fazer movimentos circulares, comecei a gemer mais alto ao sentir aquele músculo quente dentro mim, causando-me sensações incríveis. — Ahh ahhh m-mestre… — empurrei levemente minha bunda contra seu rosto querendo mais contato, suas garras arranharam minhas nádegas, mas aquilo apenas me excitou mais ainda. Comecei a rebolar contra seu rosto, sentindo sua língua indo mais fundo em mim. Arqueei minhas costas ao senti-lo tentando ir mais fundo em mim. Lambi meus lábios impulsionando minha bunda para trás. Recebi uma tapa forte que fez gritar alto o suficiente para todos escutarem.



— Você está parecendo uma vadiazinha, Dr. Flug. — suas garras arranharam da minha lombar até as minhas nádegas, fazendo-me gemer mais alto ainda — E eu gosto disso… — senti seu peito colar em minhas costas enquanto suas mãos se fixaram em minha cintura, sua respiração quente bateu em minha orelha, fechei meus olhos e respirei fundo, esfregando-me mais nele.



— M-mestre, fo-foda-me, por favor!! — pedi choroso, rebolando contra sua ereção dura. Suas garras pressionaram mais minha pele, causando uma ardência, e eu sabia que estava sangrando, mas pouco me importei. Senti sua pênis forçar a minha entrada e arfei. Logo tentei pará-lo — M-mestre d-devagar, por fa-AHHHH!!! — gritei ao senti-lo entrar de uma vez. Sua boca atacou meu pescoço, dando uma mordida agressiva, fechei meus olhos com força enquanto sentia as lágrimas molharem meu rosto.



— M-merda… Você é tão apertado, Flug… Não sabe o quanto estou me segurando… — sua voz estava rouca denunciando realmente que estava se contendo. Tentei relaxar, mas a dor era insuportável. Ardia, e era muito pior que todas as mordidas que ganhei dele.



— M-mestre… — apertei-o dentro de mim, sentindo-o pulsar. Ofeguei, e comecei a dar leves reboladas, tentando me acostumar com aquele volume dentro de mim. Suas mãos subirem pela minha cintura até chegar aos meus mamilos, beliscando-os, causando arrepios intensos. Logo comecei a me sentir mais relaxado e meus movimentos já eram mais rápidos, e Black Hat, ao notar, segurou minha cintura com mais força enquanto começava suas investidas rápidas. Enfiei meu rosto na cama, mordendo o tecido para abafar meus gemidos, enquanto sentia-o se enterrando forte e fundo em mim.



— Quero ouvir seus gritos, Flug! — sua mão se encheu com meus cabelos, os puxando para trás, seus movimentos apenas se intensificaram e quando tocou minha próstata, não consegui não gritar e realmente comecei a gemer e a rebolar, contra seu membro. Fechei meus olhos, tentando sentir mais daquela sensação única e nova, era tão bom. Ele entrando e saindo, acertando sempre minha próstata. Levei a mão ao meu membro, começando a masturbar-me, apenas aumentando meu prazer — Deixe que eu faço isso, Flug… — sua mão envolveu meu membro e começou a me punhetar na mesma velocidade de suas estocadas. Senti o calor do meu corpo aumentar e minha respiração ficar mais escassa. Encostei minhas costas em seu peito, deitando minha cabeça em seu ombro enquanto apertava os olhos — Que rostinho lindo! — sua mão vaga agarrou meu queixo, virando-me para colar nossos lábios, foi um beijo tronxo e babado, mas apenas me excitou mais ainda. De repente, senti meu baixo ventre formigar e meu pau pulsar, e eu já sabia o que estava por vir, agarrei sua mão, encerrando o beijo, comecei a gemer, tentando dizer que eu estava quase, Black Hat pareceu notar e aumentou a velocidade das estocadas e da masturbação, e em um grito misturado com uma onda de prazer me desfiz em sua mão. Senti minhas pernas bambas e permiti-me deitar na cama exausto. Minha visão estava turva e meu corpo inteiro ainda formigava. Senti Black Hat sair de dentro de mim e um líquido quente e pegajoso ficar em mim. Ele… Havia gozado?



— C-chefinho… — gaguejei, notando minha voz falhar.



— Descanse o suficiente, Dr. Flug… — sua voz saiu baixa e suave — Porque ainda não terminamos… — engoli em seco ao notar aquele olhar malicioso para cima de mim. Tenho certeza de que amanhã eu estaria só bagaço.



[quebra de tempo]



Abri meus olhos lentamente, vendo uma luz fraca sobre mim. Pisquei algumas vezes meus olhos e me espreguicei, mas me arrependi amargamente ao sentir meu quadril doer.



— Aiaiai!! — gemi baixinho, ficando deitado — Isso… Aconteceu mesmo? — levantei o lençol negro que me cobria, vendo-me totalmente nu, com meu tronco todo marcado por mordidas e alguns roxos, tentei sentar, mas meu quadril doeu demais então, resolvi ficar deitado. Olhei para os lados, vendo o meu lado direito vazio, porém, o lençol amassado, e nela, a minha saia azul estava, rasgada — Não lembro dele ter a rasgado! — comentei. Levei a mão ao meu rosto e notei que estava sem a sacola. Arregalei meus olhos, e dei um pulo da cama, me arrependendo amargamente desse ato, ao cair direto no chão — Nossa meu quadril dói demais!! — resmunguei, olhei para o chão, vendo meu jaleco e minha camiseta no chão, e logo vi o que tanto queria, minha sacola!! Rastejei até ela, e a coloquei em meu rosto, sentindo-me mais aliviado.



— Dr. Flug? — a voz de Black Hat se fez presente e eu congelei. — O que faz aí no chão? — indagou. O olhei por cima do ombro e ele estava devidamente vestido — Não consegue se levantar? — sorriu maldoso, corei e logo desviei o olhar — Hm, venha! — ele se aproximou e rapidamente me pôs no colo, levando-me até sua cama, colocando-me nela. Ele estava sendo cuidadoso comigo?! O Black Hat?! Acho que ainda estou grogue pelo sono. — Venha, te ajudarei a vestir suas roupas e a comer alguma coisa!



— Ahn s-senhor, n-não p-precisa… — gaguejei, o olhando.



— Tire isso. — ele de repente arrancou minha sacola, a jogando novamente no chão. Nem tentei impedi-lo, já que ele foi mais rápido que eu — Pronto. — sorriu, um sorriso estranho, não era diabólico nem nada disso. O olhei confuso, estranhando tudo aquilo — O que foi? Algum problema, Dr. Flug? — abaixei minha cabeça e o vi colocar uma nova peça de roupa ao meu lado.



— N-não é n-nada… — gaguejei pegando minhas roupas — S-só… Obrigado. — sussurrei corado.



— Arrume-se e desça para seu laboratório, ainda quero minha arma pronta!! — o olhei confuso, começando a vestir minha roupa com certa dificuldade — Ahh e Dr. Flug… Saiba que essa não será a última vez… — arregalei meus olhos ao ver seu sorriso malicioso ser dirigido a mim. Estou fodido… Em todos os sentidos...


Notas Finais


Yay espero que tenham gostado, meus lindos!!

Essa parte do lemon me esgotou muito, passei quatro dias só pra finalizar, espero que agradem vocês!

Pretendo trazer mais one-shot desse casal lindo! E quem sabe até uma short-fic, não sei :v

Enfim, espero que tenham gostado e até a próxima ;>


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