História Puppet - Capítulo 4


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori
Tags Amor, Anna, Ayato, Beijo, Casal, Drama, Fanfiction, Hentai, Kanato, Karl Heinz, Kiss, Laito, Mary, Masoquismo, Ninfa Do Bosque, Puppet, Reiji, Romance, Sádico, Sadismo, Sakamaki, Sakamakis, Saoki-san, Shoujo, Shu, Shuu, Subaru
Visualizações 89
Palavras 2.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Lírica, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hᴇʟʟᴏᴡ~

Sei que estou demorando, e desculpo-me imensamente por isto, é devido ao ENEM, que novamente será neste domingo, e isto está me deixando muito estressada e pressionada, porém estou muito feliz que em meus momentos de calmaria, consigo escrever um pouco ^^
Quero agradecer aos 66 favoritos, e estou gostando muito dos comentários de ultimamente, estão me animando bastante!
Este capítulo será um pouco tenso e ao mesmo tempo emocionante, e será um pouco mais longo para compensar ♥
Bem, é isso, espero que gostem!

𝑀𝑒𝓈𝓂𝑜 𝓆𝓊𝑒 𝓃𝒶̃𝑜 𝑒𝓈𝓉𝑒𝒿𝒶 𝓉𝒶̃𝑜 𝒷𝑜𝓂, 𝒻𝑜𝒾 𝒻𝑒𝒾𝓉𝑜 𝒸𝑜𝓂 𝒸𝒶𝓇𝒾𝓃𝒽𝑜, 𝓁𝑒𝒾𝒶 𝒶𝓉𝑒𝓃𝓉𝒶𝓂𝑒𝓃𝓉𝑒 𝑒 𝒸𝑜𝓂𝑒𝓃𝓉𝑒 𝒸𝒶𝓈𝑜 𝒹𝑒𝓈𝑒𝒿𝒶𝓇 ♥
Ps: 𝓼𝓪𝓸𝓴𝓲-𝓼𝓪𝓷

Capítulo 4 - ;chapter four: serei obrigado a castigar-te; perdoe-me.


Fanfic / Fanfiction Puppet - Capítulo 4 - ;chapter four: serei obrigado a castigar-te; perdoe-me.

~*~ ~*~ ~*~ ~*~
 

Puppet

Por: saoki-san

Capítulo Quatro: Serei obrigado a castigar-te.

 

~*~ ~*~ ~*~ ~*~

 

 

Não me julgues, foi tu quem mentiu para mim, foi tu quem começou a enganar-me primeiro, e agora eu simplesmente não sei em quem devo acreditar. Serei considerada uma pessoa cega, se eu continuar a acreditar nas suas mentiras? Talvez eu seja egoísta por pensar assim, no entanto, somente te quero.”

 

 

~*~

 

Horas passaram-se e logo a cálida noite caiu sobre a Mansão Sakamaki, trazendo a densa escuridão que pairou sobre o céu, e assim mesclou-se com a luminosidade da Lua Minguante e das estrelas presentes ali, tornando-a uma noite cálida.

Naquele momento, Anna já havia despertado de seu sono e estava na sacada da janela do quarto de Reiji, observando o luar no céu e refletindo sobre todos os acontecimentos até então, acontecimentos que haviam deixado-a um tanto quanto confusa, afinal teve que abandonar a sua casa sem ao menos dar um adeus descente à sua mãe, e agora vivia na casa da pessoa que ela mais amava, Sakamaki Reji. Porém, ela não sabia se Reiji havia pedido a permissão de Karl Heinz, e Anna sabia o quão duro o Rei dos Vampiros era quando uma ordem sua não era cumprida, ou desrespeitada, além de que, ela também estava vivendo sobre o mesmo teto da pessoa que Reiji mais odiava, que no caso era Shuu, e por isso seu coração estava um tanto quando relutante em relação a todos estes assuntos, deixando-a insegura e pensativa até demais.

 

—Se continuar a fazer esta expressão, ganhará muitas rugas, Albina-chan. —Uma voz um tanto quanto cantarolada, com uma carga de erotismo, ressoou atrás de Anna, que virou-se rapidamente na direção em que havia ouvido tal voz, afinal ela já havia encontrado-se antes com o dono daquela voz, e sabia que tratava-se de Laito Sakamaki. —Não faça essa expressão tão assustada, não vou lhe comer. —Dizia com um sorriso lascivo em seus lábios, vendo-a recuar ainda assim.

 

—Hum… Então, o que quer comigo? —Anna indagou. Ela estreitava as suas sobrancelhas, e levava suas mãos ao peito, sentindo-se insegura por estar sozinha na presença de Laito, que parecia ver através dela com o seu olhar intenso. —Reiji brigará comigo se ver-me falando com você… —Murmurou em um tom chateado, vendo-o rir.

 

—Não se preocupe...~ Não farei nada, apenas estou curioso. —Comentou encarando-a e se aproximando um pouco mais. Ele então pegou uma mecha dos cabelos de Anna, e levou até sua boca, beijando-a suavemente enquanto a encarava. —Eu tinha razão… É uma Ninfa dos Bosques, não é? Seu corpo naturalmente tem um cheiro adocicado que deixa os vampiros loucos. —Laito explicava soltando-a e vendo que ela parecia confusa. —Não sabia? —Perguntou.

 

—O-Oh, bem… Não. Mamãe não me contou destas coisas mais íntimas… —Confessou em um tom tímido, encolhendo os seus pequenos ombros. —Então é doloroso ficar perto de mim? Possivelmente… R-Reiji pode estar sofrendo quando está perto de mim? —Anna perguntou em um tom relutante e preocupado, aproximando-se de Laito e segurando amigavelmente as mãos do vampiro, encarando-o e esperando ansiosamente a resposta dele.

 

—Hum...~ Em vez de “sofrer”, acho que ele está mais do que bem, em outro sentindo. —Explicou com um sorriso malicioso. Ele achava adoravelmente encantadora a forma como Anna estava preocupada com Reiji, e por isso estava tendo compaixão e não estava atacando-a, pois percebia que Anna era diferente das demais garotas. —Anna-chan, certo? És realmente fofa. —Laito murmurou segurando as mãos de Anna, e logo começou a girá-la, vendo-a ficar tonta.

 

—N-Não me gire assim, por favor. —Pediu segurando-se no braço do vampiro, pois estava terrivelmente tonta. —E-Então, está tudo bem para mim ficar ao lado de Reiji? —Indagou, logo vendo-o concordar. Ela então abriu um belo sorriso e abraçou-o com carinho. —Obrigado por me dizer isso! És realmente amigável! Podemos ser amigos? Nunca tive um amigo além de Reiji. —Anna perguntava com animação, encarando-o com seus brilhantes olhos vermelhos, soltando-se de Laito.

 

—É claro que sim! Seremos bons amigos...~ —Dizia soltando uma pequena risadinha, afinal era curiosa a maneira como Anna não tinha medo dele, como Yui por exemplo tinha. —Então, o que acha de mostrar-lhe a Mansão? Reiji está ocupado com a preparação do jantar. —Laito explicava ao ver que ela argumentaria novamente sobre Reiji. —Vamos, vamos!

 

Laito apressou-se para arrastá-la para fora do quarto, afinal realmente queria conhecer mais sobre a garota que possivelmente encantou o seu frio irmão Reiji, algo bem raro e um tanto quanto surpreendedor, pois não era de se esperar que alguém como Anna gostasse tanto de alguém como Reiji, e isto despertou a curiosidade de Laito, que mesmo que tenha ido com outras intenções procurar Anna, rapidamente gostou da personalidade despojada e encantadora da Ninfa dos Bosques.

 

~*~

 

Entre passos rápidos e outros mais lentos, Laito mostrava para Anna todo o decorredor da grande Mansão Sakamaki, explicando para ela cada local, até mesmo a sala de bonecas de cera de Kanato, um lugar que ele especificou para que ela não fosse, a menos que quisesse morrer.

Inesperadamente os dois estavam se dando muito bem, eles conversavam abertamente, e era hilária a maneira como Anna repreendia-o a cada comentário malicioso que ele fazia, alegando que “Reiji não gostará de ouvir você dizendo isso”, e com o tempo, Laito percebeu que Anna realmente era semelhante à Reiji, talvez pelo fato do Sakamaki de óculos, ter educado-a basicamente.

 

Conforme eles andavam —Agora pelos vastos jardins—, Anna avistou então o filho mais novo de Karl Heinz, Subaru Sakamaki, que como sempre fazia, estava de pé em frente a torre em que sua mãe costumava ficar presa.

Anna então soltou-se de Laito, surpreendendo-o, e correu até Subaru, tropeçando algumas vezes.

 

O-Olá! —Anna murmurou baixinho, parando ao lado de Subaru, que logo encarou-a com seu típico olhar de quem não quer falar no momento, porém ela insistiu. —Você sente falta da sua mãe? —Ela perguntou sem desdém algum, vendo-o arregalar os olhos e trincar o maxilar. Naquele momento, Laito apareceu atrás de Anna, e puxou-a, afastando-a um pouco do mais novo.

 

—Subaru-kun, nada de bater em mulheres, mas que feio. —Laito realmente repreendeu o mais novo, franzindo a sua testa e encarando-o, vendo-o então estalar a língua.

 

Tch. —Ele novamente estalou a língua. —Foi ela quem veio me provocar. —Subaru justificou-se, encarando-a com um olhar feio, e logo vendo-a se aproximar novamente, deixando-o indignado.

 

—N-Não fiz por mal, desculpe-me. É que Ninfas do Bosque sentem quando alguém está com o coração muito inquieto, sabe? —Murmurou com um olhar baixo, encarando-o então novamente. —Mamãe me dizia que eu não poderia ignorar um coração inquieto, me desculpe se fiz mal em querer lhe ajudar. —Anna justificou-se, soltando um pequeno suspiro, logo encolhendo os seus ombros.

 

—N-Não me entenda errado! Não fiz isso para magoá-la sua idiota. —Xingou-a em um tom de voz alto, vendo-a encolher os ombros e Laito encarar-lhe com um sorriso sarcástico, que claramente dizia que as palavras de Subaru estavam a contrárias. —Tch. Tudo bem, tem razão, satisfeita? —Subaru murmurou, revirando seus olhos e cruzando seus braços.

 

Não era sempre que Subaru deixava-se acatar as ordens, mas parecia que mais um dos Sakamaki’s foi encantado pelo charme adorável de Anna, que ao ouvir as palavras de Subaru, mostrou um belo sorriso, pegando na mão do albino.

 

S-Sim! —Respondeu-o em um tom animado, segurando as frias mãos do Sakamaki mais novo. —Então, também podemos ser amigos! E assim, você pode me contar o que lhe faz triste, e eu tentarei lhe animar! Afinal, é isso que os amigos fazem. —Anna dizia com um belo sorriso, apertando a mão de Subaru, e logo encarando Laito.

 

—Anna-chan, você apenas sai por ai fazendo amigos a cada esquina? —Laito indagou, cruzando seus braços e então encarando-a com um sorriso de canto. —Bem...~ Não é uma qualidade ruim, nunca tivemos pessoas dispostas a serem nossos amigos, certo? —Murmurou vendo Subaru concordar sinceramente.

 

—Fora o Shuu, ele teve um amigo. —Subaru comentou. Ele percebeu então que Anna segurou a barra da sua camisa, parecendo um pouco assustada por ter o nome de Shuu sendo comentado ali. —O que foi agora? Não tem medo de mim, mas tem medo do Shuu? —Indagou em um tom sarcástico e surpreso ao mesmo tempo, vendo-a concordar.

 

—Porque teria medo do Shuu, Anna-chan? —Laito indagou inclinando sua cabeça para o lado. —Shuu é o mais… inofensivo de todos nós, ele não é uma pessoa de todo má. —Explicava vendo a pequena Ninfa dos Bosques ficar com um olhar indignado.

 

—E-Está mentindo, não está? —Ela indagou encolhendo seus pequenos ombros. —Reiji me disse que ele é muito mal e faz muitas crueldades, disse-me que era para mim ficar muito longe de Shuu. Reiji não mentiria. —Anna afirmou para si mesma, concordando com seus pensamentos. Porém, ela logo viu os dois Sakamaki’s negarem repentinamente.

 

—Não, devo concordar. Shuu não é do tipo agressivo, ele na maioria das vezes apenas está dormindo por ai, realmente não faz nada. —Subaru explicou, percebendo então que algo estava errado nesta história. —Reiji mentiu? —Perguntou-se, encarando então Laito, que levantou e abaixou seus ombros, pois também não sabia.

 

—R-Reiji não mentiria! —Anna gritou em um tom indignado, soltando-se dos dois Sakamaki’s, e logo começando a correr de volta para a Mansão.

 

Subaru e Laito até que correriam atrás dela, afinal haviam realmente simpatizado com a encantadora nova hóspede, no entanto sabiam que não deveriam interferir, visto que a verdade estava mais do que clara, e Anna deveria se resolver com uma única pessoa, Reiji.

 

~*~

 

Anna simplesmente retornou como um raio para o quarto de Reiji, jogando-se na cama do mais velho, e abraçando fortemente o travesseiro do Sakamaki que continha o cheiro dele. Era realmente frustrante saber que Reiji poderia ter mentido para ela, porém Anna acreditava que havia um motivo por trás disso, e assim ela logo levantou-se, mas ao fazer tal coisa, viu que Reiji já estava ali, parado encarando-a com um olhar intenso e inexpressivo.

 

Soube pelas empregadas que fez um passeio com Laito e Subaru pelo jardim. Que inesperado. —Comentou cruzando os seus braços, e então encarando-a com um intenso olhar, aproximando-se de Anna. —Também soube de certas coisas, como toques, abraços… Surpreendente, tornou-se íntima dos meus irmãos em tão pouco tempo. Realmente fez amigos. —Reiji sussurrava em um tom tenebroso, retirando então seus óculos, e assim desabotoando as mangas da sua blusa, puxando-as até o cotovelo.

 

—R-Reiji, o que foi? Porque está me olhando assim? —Ela perguntou em um tom relutante, aproximando-se de Reiji, porém ao fazer tal ato, simplesmente sentiu seu corpo ser jogado de volta a sua cama, e um forte ardor queimar a sua bochecha. Reiji havia agredido-a, e um olhar cortante estava em sua face. —R-Reiji… Porque? —Anna simplesmente perguntou, encolhendo-se sobre a cama até sentir o mais velho subir em cima de si e virar-lhe de costas.

 

Reiji repentinamente rasgou as vestes de baixo de Anna, deixando-a com as nádegas alvas e sem qualquer marca de fora —Devido ao constrangimento, ela encolheu-se e grunhiu, porém ainda assim Reiji não intimidou-se, pois ele estava decidido a puni-la—, o Sakamaki então desferiu o primeiro tapa na nádega direita de Anna, sorrindo sadicamente ao vê-la grunhir e apertar a sua mão, que estava próximo ao rosto dela. Mais uma vez, outra vez, e assim por várias vezes, ele estapeou-a com força, usando a sua própria mão, deixando as nádegas de Anna realmente avermelhadas e marcadas.

 

Ele podia ouvir ela chorar baixinho e apertar a sua mão com força, e por conta disso ele repentinamente parou, não conseguindo dar continuidade com aquilo, afinal mesmo que seu lado sádico falasse mais alto algumas vezes, ele não desejava machucá-la daquela maneira, muito menos fazê-la infeliz, pois isto somente faria com que Anna desejasse outro, e não ele.

 

Reiji então cobriu-a com um lençol com cuidado, e sentou-se a beirada da cama, sentindo-se horrível por dentro, como se tivesse acabado de engolir algo ruim, algo que o deixou com um grande amargo dentro do seu peito.

 

No entanto, ao contrário das suas expectativas, Reiji arregalou seus olhos ao sentir pequenos e delicados braços rodearem a sua cintura, e um certo calor corporal levemente trêmulo repousar-se em suas costas, em um completo, silêncio. Durante muitos e muitos minutos, os dois permaneceram assim, em um silêncio avassalador, deixando apenas com que seus corpos passassem temperatura um para o outro, até que Reiji virou-se com um olhar amargo na direção de Anna, vendo o quanto de mal havia feito a ela.

 

A pobre Anna estava com um lado da sua bochecha inchado e avermelhado, sua franja estava colada a sua testa devido ao suor, e seus cabelos estavam bagunçados, além das marcas secas de lágrimas coladas em suas bochechas, seus olhos também estavam avermelhados. Podia-se notar também que em baixo de Anna, seu delicado vestido azul, junto da sua calcinha, estavam rasgados, e suas nádegas extremamente vermelhas. A mancha molhada no lençol mostrava que até mesmo ela havia urinado um pouco de dor, e isto foi o fim para Reiji, que simplesmente não conteve-se em abraçá-la com força, e murmurar repetidas vezes “sinto muito, me perdoe” ao pé do ouvido da mais nova.

 

Era raro ver Reiji desesperado desta maneira, era muito raro vê-lo pedindo o perdão de alguém, porém para Anna, ele não importava-se em sentir-se humilhado ou inferior, ele simplesmente tinha medo de que ela o deixasse por ter feito mal a ela.

 

—Não tem problema ser mal as vezes, eu posso aguentar. Também não tem problema mentir quando estiver inseguro, mas quero que saiba que eu jamais vou lhe trocar. Jamais. —Anna dizia em um tom baixinho, alisando as costas de Reiji com cuidado, pois sabia que o mais velho não estava bem, sabia que havia algo errado com ele. —R-Reiji. —Ela chamou-o, afastando-o e o segurando pelo rosto com cuidado e ternura.

 

—O que foi? —Indagou em um tom confuso, vendo-a retirar seus óculos e com cuidado colocá-los sobre a cômoda ao lado da cama. —Por acaso vai me estapear como vingança? —Perguntou estreitando as suas sobrancelhas, vendo-a então negar fortemente. —Preferia que o fizesse, o que eu fiz para você… foi o cúmulo. —Reiji confessou em um tom amargo, mais uma vez vendo-a negar.

 

—Está tudo bem, contanto que não faça novamente… —Anna dizia em um tom baixinho, esticando-se para então timidamente tocar seus lábios nos lábios de Reiji. —Eu te perdoo, afinal amo muito você. E por isso, quero que saiba que jamais, jamais vou lhe trocar. Então, não me abandone. —Pediu com os olhos levemente marejados, sentindo-o então afundar seu rosto na curva do seu pescoço.

 

—Não vou lhe abandonar. —Garantiu em um murmúrio. Rapidamente ele pegou-a no colo com cuidado, e assim abriu a porta do banheiro, colocando-a de pé ali. Ao vislumbrar as áreas baixas de Anna desnudas, Reiji teve a delicadeza de desviar o seu olhar. —Tome um banho, conversaremos depois que o fizer. —Reiji disse em um tom suave, vendo-a sorrir.

 


Notas Finais


Bom, é isso hehe~♥
Espero que tenham gostado deste capítulo, quero ressaltar que esta fanfic não faz apologia e nem romantiza agressões deste tipo como o Reiji fez, ok? Lembrando que os temas "Violência" e "Sadomasoquismo" estão adicionados nesta fanfic, e por isto, cenas como esta poderão aparecer no futuro, talvez. Mas, creio que de acordo com a reflexão do nosso personagem Reiji, ele não voltará a machucar a nossa preciosa Anna ♥

𝒪𝒷𝓇𝒾𝑔𝒶𝒹𝑜 𝓅𝑜𝓇 𝓉𝑒𝓇 𝓁𝒾𝒹𝑜 𝒶𝓉𝑒́ 𝒶𝓆𝓊𝒾, 𝓋𝑜𝓁𝓉𝑒 𝓈𝑒𝓂𝓅𝓇𝑒 𝓆𝓊𝑒 𝒹𝑒𝓈𝑒𝒿𝒶𝓇...~


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