História Pure Poison - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Troian Bellisario
Personagens Justin Bieber, Troian Bellisario
Tags Justin Bieber, Romance, Troian Belissario
Exibições 49
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


YAYYYYYY, olha quem apareceu O/
**Para maior impacto na leitura leia ouvindo "Elastic Heart -Leroy Sanchez" (tem que ser a versão do Leroy)
Beijooo monas, boa leitura desculpe qualquer erro e...
ATÉ AS NOTAS FINAIS
<3

Capítulo 19 - Eu te amo


Fanfic / Fanfiction Pure Poison - Capítulo 19 - Eu te amo

Meus olhos não se abrem nem com toda a força que eu tento, não sinto meu corpo e começo a entrar em desespero, sinto as lagrimas escorrendo pelo canto do meu olho enquanto tento abri-los.

-Ela acordou –a enfermeira grita e sai correndo porta á fora

Meus olhos se acostumam com a luz forte, tento me mexer mais não consigo, estou cheia de tubos, o desespero começa a crescer em mim. O que aconteceu comigo?

A porta se abre bruscamente e Justin entra desesperado, seu rosto está cansado como nunca vi, as olheiras bruscas se destacam nos traços finos do seu rosto, ele se ajoelha do lado da maca e segura minha mão com força, por mais que eu tente me mover ou falar não consigo.

-Os sedativos vão começar a fazer efeito daqui alguns minutos –A enfermeira diz, Justin a ignora e me olha nos olhos

-Me responde Hannah, diz alguma coisa, pelo amor de Deus –Ele balança minha mão.

Meus olhos vão se fechando lentamente

-Vocês não podem deixá-la sedada para sempre –Ouço Justin gritar antes de fechar os olhos por completo.

[...]                                                                                      

Não sei por quanto tempo eu fiquei desacordada ou por quantos dias, mas quando abro meus olhos não tem ninguém na sala do hospital, movo meus pés para fora da cama com dificuldade, minha boca está seca e minha cabeça dói insuportavelmente, me sento na beirada da maca um pouco tonta pelo esforço e só agora percebo as pernas enfaixadas, toda extensão da minha barriga também tem uma faixa apertada. Tiro os tubos do meu pulso e fico de pé, quando meus pés encostam no chão uma dor percorre por todo meu corpo, escoro nos móveis ao redor e me movo para fora do quarto. Ando pelo corredor um pouco curvada pela dor, me escoro nas paredes do hospital enquanto forço meus pés para frente. Uma enfermeira aparece e logo que me vê vem correndo até mim

-Senhora, você tem que ir para o quarto, não pode ficar de pé –Ela me diz segurando minhas mãos

-Eu não...  –Digo desnorteada

-O Sr.Drew nos deu ordens bem claras –Ela diz insistindo

Permito que ela me leve para o quarto, não tenho forças para resistir, estou fraca e cansada. Ela me guia pelo corredor até o quarto, e só agora tenho oportunidade de observá-lo, claramente é uma clínica particular, tem uma maca no meio do quarto com lençóis brancos e limpos, dos dois lados duas cadeiras brancas estão postas, uma televisão de Plaza na parede logo à frente e por um último uma mesinha branca com uma jaqueta jeans, de ninguém menos que Justin.

-Onde ele está? –Pergunto a enfermeira ao me deitar na maca.

-Acho que o convenceram a ir tomar um banho e sair um pouco daqui. Ele não come faz dias e só fica nessa cadeira esperando você acordar –Ela diz e meu coração parece se partir no meio, ele não precisava estar aqui, nada disso é culpa dele.

-Deita um pouco e assim que ele chegar aviso que acordou –A enfermeira sorri para mim, concordo com a cabeça e fecho os olhos o esperando.

[...]

Abro os olhos quando a porta é aberta e meu coração dispara, ele está parado na porta, a calça jeans clara caindo no seu quadril a blusa amarrotada e o cabelo ainda molhado, nossos olhos se encontram e eu sorrio, vejo as lagrimas que ameaçam cair nos olhos dele, Justin dá um passo à frente e fica perto da minha maca. Seu rosto ainda está tão destruído quanto me lembro, as olheiras ainda mais profundas e o rosto cansado, nesse momento eu percebo o quanto estou apaixonada por esse homem, não só pelo fato dele estar ao meu lado quando ele realmente não precisa, mas por ele ser o único cara que faz meu coração bater mais rápido e o único que realmente me deixe sem chão.

-Você acordou... –ele diz e sorri, porém, o sorriso não chega até seus olhos.

Não sei se olho nos seus olhos, então mantenho minha cabeça meio abaixada, torço o lençol da cama em sinal de nervosismo enquanto tento regular minha respiração

-Eu... –Começo a dizer, mas ele leva o indicador até os lábios me pedindo silêncio.

-Eu preciso te dizer algumas coisas... –Ele aperta os lábios com os dentes e se senta no espaço vazio ao meu lado.

Ele está visivelmente nervoso assim como eu, tenho receio do que ele pode dizer, porém eu só o olho em silêncio.

-Por um breve momento de tempo eu achei que tinha te perdido –ele me olha nos olhos e sustenta nosso olhar, ele parece ver além de mim, como sempre foi. Seu olhar paralisa meu coração.

-Porém quando eu te tirei daquele asfalto toda ensanguentada e frágil e te trouxe para cá, eu vi os médicos te levando na maca e você se distanciando cada vez mais, e naquele momento eu percebi o quão fraco eu sou Hannah –ele encara o chão e morde os lábios, observo sua mão pousada ao meu lado, e então eu levo a minha até ela e entrelaço nossos dedos, minha mão parece frágil e pequena contra a dele.

-Eu deveria ter lutado pelo nosso amor, não devia ter te deixado ir tão fácil –Ele fala tão baixo que quase não consigo ouvir, levanto seu rosto e o incentivo olhar para mim.

Junto nossos corpos em um abraço, ele me envolve com cuidado como se eu fosse quebrar, inalo seu cheiro e percebo quanta falta eu senti. Senti falta das nossas risadas no meu apartamento, do seu ciúme bobo, da nossa sintonia, da capacidade que só ele tem de me fazer sentir viva. Senti falta de nós. As lagrimas escorrem pelo meu rosto e ele se afasta de mim as limpando com o polegar, não consigo parar de fitar seus olhos cor de mel que me envolvem e me fazem perceber o quanto eu o amo.

-Eu te amo –Ele sussurra para mim me olhando nos olhos. E naquele momento aquelas três palavras me fazem sentir a pessoa mais sortuda do mundo, por um segundo meu mundo parece parar e eu só vejo ele, bem ali, na minha frente.

-Eu não devia ter te deixado Justin –digo e acaricio seu rosto, seus olhos se fecham ao sentir meu contato como se precisasse daquilo, selo nossos lábios e o beijo calmamente, minha mão envolta no seu pescoço e meu coração batendo forte.

-Eu também te amo –Digo ao encerrar nosso beijo.

[...]

Acordo no outro dia bem melhor, meu corpo já não dói tanto e provavelmente irei sair daqui hoje. Observo Justin dormindo na cadeira ao lado, seu pescoço está tombado para trás em uma posição visivelmente desconfortável, me levanto da cama e vou até ele.

-Acorda –deposito beijos em toda extensão do seu pescoço

-Hmmm, senti falta disso também –Ele sorri e me abraça.

Alguém dá duas batidas a porta e a abre logo em seguida, a mesma enfermeira de ontem enfia a cabeça pela porta

-Sr.Drew ela já pode sair, o médico a deu altas, passem na portaria para pegar a receita dos remédios –Ela sorri amigavelmente. Justin e eu a agradecemos e ela sai nos deixando sozinhos novamente.

-Eu trouxe sua mala –Ele aponta para o canto do quarto

-Tome um banho antes de irmos –Ele sorri e pego a mala indo para o banheiro.

Tomo um banho com cuidado para não encostar nos hematomas que se estendem pela minha barriga e pelos braços, a ducha de água quente me faz sentir imensamente melhor. Saio do banho e escolho um short jeans com uma regata delicada branca, vou até o quarto da clínica calçando o tênis pelo caminho, Justin não está no quarto então arrasto a mala até o lado de fora sozinha reparando um pequeno machucado na mão, me lembro do carro batendo contra mim no asfalto e um arrepio percorre pelo meu corpo.

-Hannah? –Justin chama meu nome me tirando do meu transe.

Depois de pegarmos a receita médica vamos até o lado de fora, observo a clínica que parece ainda maior do lado de fora.

-Como conseguiu uma clínica particular em tão pouco tempo? –Pergunto enquanto caminhamos para uma BMW preta

-Tenho negócios no Texas –Ele pisca e abre a porta do carro para mim entrar.

Abro a boca espantada

-Claro, a clínica é sua –Rio por ainda me espantar, ele concorda com a cabeça e entra no carro comigo.

 

Observo a estrada pela janela do carro e para meu espanto estamos indo direto para o aeroporto

-Ainda não tínhamos negócios a tratar aqui? –Pergunto a ele confusa, ele para de mexer no telefone e volta toda sua atenção para mim.

-Já coloquei alguém para que cuide disso –Ele me puxa para perto dele e beija o topo da minha cabeça. Fecho os olhos concordando sem reclamar e sorrio.

 


Notas Finais


YAAYYYYYYYYY, gostaram do Cap? eu tô completamente xonada nele, e tenho boas noticias, hoje eu estava na aula e do nada me bateu tipo, mil idéias para essa fic, que vocês vão AMAR!
Não tem como eu postar amanhã porque tem 3 provas e preciso estudar muito, mas sexta tem cap novo. PROMETOOOOO
BJS GATENHAS <3
E AHHHHHH.
COMENTEM!!!!!!!!!!


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