História Pure Wings - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Suga, V
Tags Taegi
Exibições 35
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeonghaseyo! Sejam bem vindos ao primeiro capítulo da minha primeira fanfic kskskksksksks ❤
Espero que gostem, desejo a todos uma ótima leitura ❤ ❤ ❤

Capítulo 1 - Prólogo - O Começo


“Sempre que uma criança nasce, um anjo é enviado do céu para protegê-la até o fim de sua vida e, quando a mesma acaba e seu espírito sobe ao céu, este humano se torna um anjo também.”

 - Regra número um do manual dos anjos.

P.O.V KIM TAEHYUNG

Escuro.

Essa era a única coisa de que eu me lembrava antes de acordar neste lugar tão...branco.

Eu me encontrava em uma sala, completamente branca, e a minha frente havia somente uma mesa, duas poltronas (ao qual eu me encontrava sentado em uma delas) e uma estante de livros meio empoeirados. A minha frente havia uma senhora, de cabelos brancos prendidos em um coque, com alguns fios caídos em seu rosto. Ela parecia animada.

- Bom dia! – disse a senhora.

- Er... bom dia. – Eu disse meio confuso.

- Estou aqui para lhe explicar tudo o que precisa saber sobre este mundo. Me chamo Lee Seung, mas pode me chamar somente de Sra. Lee.

Apenas assenti com a cabeça.

- Primeiramente, quero que tenha consciência de que o senhor não está mais vivo. Seu espírito e alma não estão mais na terra. O senhor agora está no reino dos Anjos.

Okay, okay. Eu já havia considerado a hipótese de estar morto, até aí tudo bem...mas como assim Reino dos Anjos?? Não me lembro de ter feito boas coisas na terra para estar aqui...

- Como assim Reino dos Anjos? Ou melhor, porque estou aqui? Isso não deveria ser um purgatório ou algo do tipo?? –Perguntei, confuso.

- Não, não. Na verdade, não existe este tal de “purgatório”, e sim o Reino dos Anjos da Luz e o Reino dos Anjos das Trevas, e aqui é o reino da Luz. – Ela disse com calma.

- Mas então...porque estou aqui?

- Nós decidimos dar-lhe uma segunda chance. Apesar do que fez na terra, concluímos que o senhor não teve total culpa.

Como assim não tive total culpa? Eu deveria ser punido, isso sim, mas decidi não questionar, afinal, eu estava muito nervoso para isso.

- Aqui – Ela disse e me entregou um livro branco, com o título em letras douradas que dizia “Regras – Reino da Luz” – Leia isto e vai entender melhor.

Assenti e li o primeiro parágrafo da primeira página, que dizia:

“Sempre que uma criança nasce, um anjo é enviado do céu para protegê-la até o fim de sua vida e, quando a mesma acaba e seu espírito sobe ao céu, este humano se torna um anjo também.”

- Então, isso quer dizer que descerei a terra novamente? Para cuidar de um humano?

- Sim.

Sinceramente, eu estava assustado. Mal consigo cuidar de mim mesmo, como vou cuidar de uma criança recém-nascida? Por mais que eu seja um anjo agora, eu acabei de chegar aqui! Aish, minha mente está girando...pensei que eu finalmente encontraria a paz aqui...

- Não precisa ficar tão assustado. Não se preocupe, é mais fácil do que parece. – Ela disse sorrindo e continuou – Cada humano lá na terra possui um Anjo Protetor. O senhor também possuía, mas, sinto dizer que acabou afastando-o, o que é algo muito raro, pois precisa-se de muita negatividade, muita mesmo, para conseguir afastar um anjo.

Permaneci quieto, tentando processar tudo, e me perguntando como foi que pude deixar a raiva subir a minha mente desta maneira a ponto de afastar um anjo... realmente não compreendo porque me deram uma segunda chance.

- Bem, mudando de assunto, está pronto para receber suas asas?

- A-Asas??? – Exclamei surpreso, e ela riu.

Nem acredito que esqueci que anjos usam asas. Como esqueci de algo tão importante? Aish!

- Venha, siga-me.

Levantei-me e a segui. Passamos por corredores brancos, com muitas portas de cada lado, até que entramos em uma sala grande que tinha o chão coberto de penas. Era como pisar em um travesseiro gigante.  Logo um homem de meia idade se aproximou de mim, me cumprimentando.

- Bem-vindo, irei explicar o que deve fazer. Sente-se, por favor – Ele disse sorrindo, enquanto apontava para uma cadeira no centro da sala. Sentei-me e esperei sua explicação.

- Para encontrar suas asas você deve confiar em seu sexto sentido, em outras palavras, na sua intuição. Daqui a pouco, quando fechar os olhos, você se verá em um lugar completamente diferente. Neste lugar haverá milhares de penas de todas as cores imagináveis e inimagináveis pairando no ar, uma diferente da outra, todas únicas. Você deverá seguir seu sexto sentido e descobrir qual pena pertence a você. E depois que descobrir, corra atrás dela. Vai entender melhor quando estiver lá, boa sorte.

Assim que ele terminou de falar, as penas que estavam no chão em um segundo subiram ao ar, como se fosse todas levitadas ao mesmo tempo, e então, uma luz forte atingiu meus olhos, fazendo-me fechá-los imediatamente. Quando eu os abri, eu me encontrava de pé em um gramado verde salpicado de branco. Estava nevando. Os flocos caindo a cada segundo em meu rosto, me fazendo tremer com aquela sensação gélida. Então, em uma fração de segundo, todos aqueles flocos se transformaram em penas, uma diferente da outra. Pairavam no ar calmamente, acariciando o meu rosto conforme caíam. Lembrei do que aquele homem havia me dito: eu deveria seguir minha intuição e achar minha pena. Mas eram tantas.

Comecei a olhar para todos os lados, procurando-a. Minha mente estava começando a latejar. Fechei meus olhos, respirei fundo e tentei me concentrar. Depois de alguns minutos, senti uma espécie de puxão a minha esquerda. Os abri, e senti que deveria seguir naquela direção. Andei por um tempo, sentindo uma vibração cada vez mais forte conforme eu me aproximava. Estava começando a me cansar, quando percebo ao longe uma pena quase caindo no chão. Eu não conseguia desviar os olhos dela. Ela possuía um tom azul claro brilhante e muito bonito. Agarrei-a antes que ousasse tocar o solo. Assim que ergui meu braço, ela escapou de minha mão rapidamente, como se tivesse vontade própria, e saiu voando em alta velocidade. Não pensei duas vezes e corri atrás dela, decido a pegá-la. Tinha certeza de que era ela que originaria minhas asas, eu podia sentir meu corpo queimando cada vez que estava a centímetros de tocá-la, mas ela sempre me escapava novamente. Minha energia parecia infinita, eu corria como se não houvesse amanhã. Parecia que aquela perseguição nunca ia acabar, até que...

Até que eu me deparei com um penhasco a uns metros de distância a minha frente. Mas, mesmo com aquele buraco enorme esperando para me engolir, eu continuava correndo. Eu não conseguia parar. Eu não queria parar. Eu estava tão perto. Não podia desistir agora. E quando finalmente eu estava prestes a pegá-la, eu senti a ausência do chão abaixo de mim, e uma pressão me puxando fortemente para baixo. Eu havia pulado o penhasco sem perceber. Eu estava caindo em alta velocidade. Eu não sabia o que fazer agora. Eu havia falhado. Sentindo o vento a minha volta, eu fechei os olhos, esperando que aquilo fosse apenas um sonho maluco, mesmo eu sabendo que na verdade não era...

Eu estava prestes a ir de encontro ao chão, eu já havia perdido as esperanças a essa altura.

De repente, vejo um vulto vindo em minha direção. Não consegui distinguir o que era, mas essa coisa veio de encontro a minha mão. Eu a agarrei com força. Era extremamente macia. Foi quando o tempo parou. Literalmente. Eu senti uma onda de calor me invadindo, me preenchendo por inteiro. Uma intensa luz azul começou a brilhar em minha mão, ficando cada vez mais forte. Foi quando percebi. Era a minha pena. Ela havia me salvado.

Senti algo crescer em minhas costas. Olhei para trás, extremamente curioso. Elas eram grandes, muito grandes, pareciam ser feitas de algodão e tinham o mesmo tom de azul cintilante daquela pena, que agora havia desaparecido de minha mão. Com um rápido movimento, impulsionei-me para cima e voei até alcançar o chão novamente. Eu estava muito feliz. Senti como se eu pudesse simplesmente recomeçar. Eu estava mais determinado do que nunca.

 

Eles haviam me dado uma segunda chance, e eu iria aproveitá-la. 


Notas Finais


Espero realmente que tenham gostado ❤ quando puder eu posto o próximo ❤ Bjus de Toddynho *^*
Obs: Esqueci de colocar nas categorias o gênero da fanfic, desculpem-me >< É Taegi ❤


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