História Pureza e Traição (Season 2). - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Drama, Romance
Exibições 61
Palavras 1.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem.

Boa Leitura!

Capítulo 17 - Uma Missão para a Prima da Estrela.


Fanfic / Fanfiction Pureza e Traição (Season 2). - Capítulo 17 - Uma Missão para a Prima da Estrela.

Dia 04 de Novembro de 1996.

Hydra observava todos ali. Ela estava em uma festa, uma festa! Os Parkinson’s eram os anfitriões aquela noite, e todos estavam animados. Nem parecia que uma guerra estava acontecendo lá fora.

-Alguma bebida, madame?

Hydra olhou para baixo e deu de cara com um elfo – doméstico segurando uma bandeja com alguns copos e taças. Day colocou a sua taça vazia na bandeja do elfo e pegou um copo de Whisky de Fogo. Logo em seguida o elfo se afastou. Hydra desencostou-se da parede e começou a caminhar por entre os convidados.

-Hydra! Querida, você veio!?

A voz conhecida por Hydra a fez se virar.

-Olá, Lena. Como vai?-perguntou Hydra, virando-se para a mulher.-

-Estou...ótima?-aquilo era uma pergunta?-Está animada com os últimos acontecimentos? Se continuar desta forma não vai demorar muito para o Lord das Trevas chegar ao poder, e você estará ao lado dele. Creio que tem você tenha planos para quando isso acontecer, não é mesmo? E quanto Bellatrix? Da última vez que a vi ela parecia bastante...desconcertada? Está seria a palavra certa?

-Lena, me desculpe mas eu não sei aonde você quer chegar. Começou com um assunto e terminou com outro.

Lena encarou Hydra por um momento e deu um sorriso desconcertado, e em seguida levou a sua taça de Vinho de Fada até a os lábios.

-Aproveite a festa, querida.-disse Lena, sorrindo e afastando-se em seguida.-

Hydra acompanhou com os olhos a Sra.Nott se afastar.

-Mulherzinha intrometida.-cochichou Hydra para si mesma, e em seguida levou o seu copo de Whisky de Fogo até os lábios.-

-Uma vez eu ouvir dizer que conversar com si mesmo e um dos sintomas da loucura, sabia?

-Ouviu o que ela disse, Severus?

-Qual parte?

-A que ela só faltou jogar na minha cara que tenho tudo que ‘’todos’’ sempre desejaram. O jeito que ela falou parecia até que eu estava tomando o lugar de alguém.

-Ah, está parte? Sim, eu ouvir. Mas, se te deixa mais relaxada, Lena Nott Parkinson sempre teve ciúmes e inveja de tudo e de todos. Isto foi apenas ela destilando um pouco de seu veneno.-disse Snape, ficando ao lado de Hydra.-Pretende ficar aqui até o fim da noite?

-Não, estou aqui apenas para marcar presença. Estou louca para ir embora. Já estava até de saída.

-Perfeito, eu te acompanho.-disse Severus.-Vamos?-perguntou Snape, estendendo o braço para Hydra.-

-Sim.-respondeu a mulher, entrelaçando seu braço no de Snape.-

Os dois caminharam em direção a porta e saíram da mansão. Severus e Hydra caminhavam calmamente pela rua.

-Sabe que está praticamente se entregando andado com o seu rosto a amostra desta forma, não sabe?

-Tem razão.-concordou Hydra.-

A mulher respirou fundo é aos poucos sua fisionomia foi mudando, os seus longos e negros cabelos assumiram a cor loira, seus olhos se tornaram castanhos e suas maçãs do rosto se ressaltaram.

-Como estão Deneb e Draco?-perguntou Hydra.-

-Afastados de todos. Os dois vivem aos cochichos pelo castelo.

-Precisa se aproximar deles, Severus. Falar com eles e oferecer a sua ajuda. Você prometeu a Ciça.

-Prometi e não irei faltar com minha palavra, tenha consciência disso. Mas ainda não tive oportunidade de me aproximar.

Hydra suspirou e parou de andar.

-Severus, eu estou preocupada. Aceitei o que Albus disse, mas não posso deixar de temer o que tenho que fazer.

-Não á o que temer, apenas faremos o que nós foi incumbido.-respondeu Snape, encarando os olhos de Hydra.-E garantiremos o nosso sucesso, concorda comigo?

-Sim, sim eu concordo. Mas...

-Não tem ‘’Mas’’ quanto a este assunto, Hydra. Nós concordamos, demos nossa palavra. Fizemos nossa escolha e sabíamos que havia um preço, e estamos o pagando agora. Não tem como voltar atrás, não agora.

 

Dia 25 de Dezembro de 1996.

Hydra observava em silêncio os altos berros que seu marido dava em Draco e Deneb. O motivo de tudo aquilo era as falhas dos dois quanto a missão dada por Voldemort. Draco permanecia com a cabeça baixa, mas por dentro ele com toda certeza estava se remoendo de ódio e medo. Já Deneb tinha sua cabeça levantada e os olhos fixos em um ponto qualquer na parede a sua frente. Sua feição era vazia.

-O enorme ‘’dom’’ de incompetência de vocês dois só pode ser de família. Onde eu estava com a cabeça quando os entreguei está tarefa?-Voldemort andava de um lado para o outro com sua varinha em mãos.-Sumam da minha frente.

Sem pensar duas vezes Draco saiu em passos apressados do escritório. Deneb olhou na direção de sua mãe e foi até ela.

-Como você está, querido?-perguntou Hydra, em tom baixo enquanto abraçava o filho.-Está se sentindo bem?

-Sim.-respondeu Deneb, em um cochicho.-

Hydra segurou o rosto do filho e lhe deu um beijo na testa.

-Não precisa temer nada, eu estou aqui com você. Ok?-disse a mulher, segurando o rosto do filho.-

-Pare de passar a mão na cabeça dele, Hydra. Ele e Malfoy estão se demostrando um completo fracasso...

-Não diga isso, Tom. Não seja tão duro...

-Já estou perdendo a paciência com eles dois. O tempo já está acabando.

-Tom, eles estão tentando...

-Não está sendo o suficiente!

-Já parou para pensar que eu posso não querer cumprir a sua missão?

Hydra engoliu seco e abaixou a cabeça apertando os olhos. ‘’Maldita língua que não consegue ficar segura dentro da boca.’’

-O que disse, Deneb?-perguntou Voldemort, encarou o garoto.-

-Nada. Ele...ele não disse nada. Não é mesmo Deneb?

-Acho que a pergunta foi para o garoto e não para você, Hydra. Poderia repetir o que foi dito? Acho que não ouvir direito.

Hydra olhou para Deneb pelo canto dos olhos.

-Porque eu preciso fazer isso? Eu não quero matar Dumbledore. Não quero virar um assassino.

Voldemort se aproximou do garoto parando em sua frente.

-Você não quer matar Dumbledore? E isso mesmo?

-Sim...

-Tem noção do que está dizendo? Você não tem que querer nada, garoto. Sou eu quem dou as ordens aqui e decido o que cada um deve fazer. Seu deve é apenas cumprir as minhas ordens.

-Talvez as suas ordens não me agradem e eu não queira cumpri-las...

O tom de voz do garoto foi baixo, mas isso não impediu Voldemort de o escutar.

-Repita.-disse Tom, com a voz controlada mas os olhos presos em Deneb.-Bom, acho que está com dificuldade de falar, não é mesmo? Pois bem, existe outras formas de se conseguir uma resposta.

Em um movimento rápido Tom ergueu sua varinha em direção a Deneb.

-Crucio!

-Não!

Antes que a maldição atingisse o garoto Hydra o puxou.

-Mas o q...?!

-Deneb, saía daqui.

-Mas...

-Agora.

Deneb encarou a mãe e em seguida saiu.

Voldemort tinha sua mão cerrada ao redor da varinha, os lábios crispados e os olhos fixos em Hydra.

-O que você pensa...

-Não tente fazer isso novamente, Tom.

-O que?

-Não levante a varinha para os meus filhos. Para tudo tem limite...

-Hydra, eu acho que você perdeu a noção de com quem está falando...

-...E você acabou de ultrapassa-los. Não me importa quem você seja ou deixa de ser, eles são meus filhos. E eu sei do que sou capaz para qualquer coisa, Tom Riddle.

-Isso foi uma ameaça? Esposa?

-Entenda como quiser, esposo. Mas eu considero mais como um aviso.

-Pois bem, eu também lhe darei uma ‘’aviso’’; conserve a sua língua e a de seus filhos dentro de suas devidas bocas. Por quê eu sei muito bem do que sou capaz, e não hesitarei em tomar uma atitude. Seja qual for necessária.

-Não duvido de você, Milord. Mas já não posso dizer o mesmo quanto o que pensa sobre mim.

 

-Philip.-chamou Hydra, terminando de descer as escadas.-

-Sim, Hydra?

-Milord mandou você e outros comensais entregarem o ‘’presente de natal’’ dos Fawley.-informou Hydra, descendo o último degrau da escada.-

-Os Fawley? Mas eles não são Puro – Sangue? Fazem parte do Sagrado Vinte e Oito.-perguntou Philip, juntando as sobrancelhas.-

-Sim, eles fazem parte do sagrado. Mas são traidores de sangue.-respondeu Hydra, encarando o primo.-Agora, chega de fazer perguntas e vá cumprir as ordens do Lord das Trevas. Ele já está estressado o suficiente, não o de mais motivos para ficar com mais raiva.

Hydra deus as costas e começou a caminhar em direção a cozinha.

-É, por acaso, foi você que deixou Milord com raiva?

Ela parou e virou-se para o homem, ele tinha um sorrisinho no canto dos lábios.

-Isso não é da sua conta. Não se meta onde não foi chamado, isso preserva a sua cabeça no lugar.

Hydra e Philip se encararam por mais um tempo e em seguida ela foi em direção a cozinha.

-Pelo visto Milord não é o único que está com raiva. Cobra venenosa.-disse Philip para si mesmo.-

Day entrou na cozinha e caminhou em direção a mesa onde Narcisa estava.

-Está cada vez mais difícil te encontrar por aqui, Ciça.-comentou Hydra, parando ao lado da irmã.-

-Está cada vez mais difícil encontrar um lugar em que eu possa ficar sozinha na minha própria casa.-respondeu Narcisa, com a voz abafada por estar com a cabeça abaixada.-

-O que ouve? Porque está desse jeito?-perguntou Hydra, sentando-se ao lado de Narcisa.-

-Você viu o Draco? Viu come ele está?-perguntou Narcisa, levantando a cabeça e encarando Hydra.-

Seus olhos estavam inchados e vermelhos, e as olheiras abaixo de seus olhos eram fundas.

-Calma, Ciça. Ficar se lamentando e chorando pelos cantos não vai adiantar em nada, sinto muito dizer isso. Mas é a verdade.

-Eu sei, Hydra, mas eu já não aguento mais!

-Aguenta sim! Narcisa, você é uma mulher forte. Uma das mais fortes que eu conheço, não se deixe abater por nada. E em vez de ficar chorando o que acha de se juntar a Draco e o ajudar? Não agindo, mas o apoiando.

-Acha mesmo isso?

-Eu tenho certeza que sim.-respondeu Hydra, passando o polegar na bochecha de Narcisa e secando um lagrima solitária.-Reassuma sua posição de matriarca da família Malfoy, estou ao seu lado. Sozinha você não vai ficar, pode ter certeza disso.-disse Hydra, dando um sorriso de lado.-

 

Dia 27 de Dezembro de 1996.

 

‘’ Casarão dos Black’s – Sede das Ordem da Fénix. ‘’

 

-Como pode ter certeza que ele vai nós ajudar? Philip não é do tipo que se arrisca pelos outros, e se Você-sabe-Quem descobrir que a sua esposa está recebendo ajuda de alguém e ele não souber...nem sabemos o que pode acontecer.-disse Virginie, em um cochicho. As duas coneversavam aos sussurros no andar de cima do casarão.-

-Você tem razão, mas se tem uma coisa que o Philip sabe fazer e mentir. Se Tom o questionar qualquer coisa...

-Ele vai usar a Legilimência para saber a verdade. Philip teme mais a morte que qualquer outra pessoa que eu conheço, você sabe disso.

-Então ele usa a Oclumência é oculta a verdade.

Virginie suspirou e esfregou o rosto.

-Temo pelo que pode acontecer com você, mesmo que não pareça mas eu me importo. Você confia demais em Philip.

-Nada vai acontecer comigo, Virginie. Aqui está as chaves.-disse Hydra, entregando um chaveiro com cinco chaves prateadas para a prima.-

-Vou para lá o mais breve possível, volto logo com notícias.

-Vou estar aguardando.

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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