História Purple Diamonds - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Stories_forever

Exibições 26
Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - The Big Chance


Neide (como Nina chamava-a) sentia uma dor de cabeça terrível. Aguentar aquele velho chato falando na sua cabeça vinte e quatro horas por dia... Aish! Só poderia gerar uma dor de cabeça, mesmo. "Yeon, faça isso! Yeon, faça aquilo! Yeon, traga meu café!". Tudo isso dito numa voz esganiçada e feia. Tinha total razão em sua dor de cabeça, levando em conta aquele fator.

A mulher vai em direção ao local mais cheio da empresa (o pátio), onde os trainees (e até idols!) conversavam animadamente. Tão animadamente que aquilo só fez sua dor de cabeça piorar.

"Alguém mande essas pragas calarem as bocas!".

Ela pega a folha de papel e suspira, colocando-a na parede com cuidado. 
INFORMAÇÕES SOBRE O NOVO GIRLGROUP, era isso que diziam as letras, grandes e chamativas. 
Ali estava tudo. Tudo o que se precisava saber. O número de integrantes que foram escolhidas, o nome do grupo, sobre o conceito, e o mais importante: as escolhidas.

Nina estava rindo. Ao seu lado havia uma menina com cabelos negros cumpridos até a cintura. Min-Young ria a ponto de precisar parar para respirar. Si-ah nem imaginava que uma simples piada fosse fazer as outras meninas rirem tanto. 

A descontração na sala era algo maravilhoso. Por dentro todos estavam ansiosos, mas enquanto conversavam simplesmente não demostravam e iam esquecendo o nervosismo.

- OS RESULTADOS DOS TESTES SAÍRAM! - uma menina grita, mesmo em meio aquela barulheira. 

Foi a gota d'água: em questão de no máximo dois segundos ou três, um amontoado de garotas saíram correndo até o cartaz, de jeito tão desesperado que derrubou a secretária no chão.

- Aigoo! Crianças mal-educadas! - murmura se levantando. - Tomara que a pessoa que me derrubou não seja aceita!

- AIGOO! - Danbi arregala os olhos e começa a bater palmas desesperadamente, pulando sem parar.

- VOCÊ ESTÁ BEM?! Teve uma convulsão?! - Nina lhe pergunta preocupada, dando tapinhas nas costas dela. Não era normal uma pessoa começar a pular e bater palmas gritando no meio do nada. Danbi deveria estar morrendo.

- Claro que estou, mas... - ela não conseguiu completar a frase pois sua animação era maior e ler seu nome era incrível

As garotas se empurravam para ler, mas Nina, sendo a mais alta entre todas ali, podia ver com mais facilidade. 

As meninas estavam gritando e chorando pelo simples fato de não terem entrado, mas as garotas selecionadas estavam tento ataques.

Elas se juntaram e se abraçaram dando parabéns uma para a outra. 

Lorry se sentia especial. Uma felicidade descomunal tomava conta de Danbi. A vida toda de Si-ah fazia sentido. Min-Young ria boba e empolgada. Nina gritava e pulava

A felicidade brilhava nos olhares das garotas.

{Han Sun Hee}
Me escondo atrás da parede para observar, escondida, o que quer que Do Kyungsoo sunbae estivesse fazendo com a trainee que eu pouco conhecia. 

- Aigoo! - murmuro com os olhos arregalados - Eles parecem estar engolindo um ao outro! Como isso é possível?

Eu nunca havia visto um beijo de perto. Só nos doramas, mas aquilo não contava. 

E nos doramas, beijos pareciam bem mais românticos. Será que todo beijo na vida real era estranho daquele jeito?

Bato o dedo nos meus lábios, no fundo, com um pouco de inveja. Como deveria ser a sensação? Apesar de ser estranho, parecia até bom. 

- Espionando, senhorita Sun Hee? 

Só então fui me dar conta da presença atrás de mim.  Me viro rápido, e minha boca se forma num imenso "O".

- Não sabia que é feio atrapalhar a privacidade de um casal? Seus pais não te deram educação?

Continuo imóvel, como em estado de choque.

Omo! Ele sabia meu nome!

- Não vai me responder? - ele arqueia a sobrancelha. Parecia estar se divertindo com a situação. - Aliás, por que tanta curiosidade em ver dois jovens se beijando? São apenas os hormônios à flor da pele. Você já tem 16 anos. Não é como se nunca tivesse beijado antes.

Aquilo foi o suficiente para me tirar do estado de transe.

- Baekhyun-sunbae... Há quanto tempo está atrás de mim? 

Baekhyun parece pensar.

- O suficiente para ver como você ficou chocada ao ver meu Hyung beijando Saejin. Eu já fiz coisas piores com ela, acredite.

Arregalo os olhos e encaro o chão. Estava corada demais.

- Coisas piores? - repito o que ele disse, porém em forma de pergunta.
Baekhyun assente.

- É. Coisas que eu nunca faria com você, aliás. Você parece uma tábua. 

Por mais estranho que aquilo parecesse, a frase de Baek-Oppa não me intimidou nenhum pouco.

Ele sabia meu nome! E minha idade! Aigoo, isso era incrível! 

BYUN BAEKHYUN SABIA DA MINHA EXISTÊNCIA! 

Se eu pudesse, faria milhões de cartazes dizendo "BYUN BAEKHYUN SABE DA EXISTÊNCIA DE HAN SUN HEE!", e os colaria pela SM inteira. Não, por Seul inteira! Melhor ainda, todo o país ficaria sabendo disso! Tinha coisa mais maravilhosa?

- Vai ficar parada que nem tonta?

Aquilo foi o suficiente para me tirar dos devaneios.

- Hãn?

- Por que não vai fazer algo útil da vida ao invés de ficar vendo uma trainee e um idol se beijando? Os resultados do novo girlgroup da SM saíram! Vá lá e veja se foi aceita. Seu futuro é mais importante que sua curiosidade infantil sobre beijos.

Assinto com a cabeça, animada.

Awn, ele veio só para me avisar isso? Byun Baekhyun se preocupa comigo!

- Obrigada! - faço uma reverência antes de sair correndo. 

Correndo tanto que... Levei um tombo. Várias pessoas ali olharam e riram, claro. Mas fazer o quê? Sempre fui estabanada. E agora estava estatelada no chão. 



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