História Purposely - Segunda temporada (Accidentally) - Capítulo 44


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anylan Alash, Eliza Alash, Incesto, Mary Sue, Mathias Enfregdor, Milena Karma, Orange, Original, Saga, Self-inserction, Yuri
Exibições 41
Palavras 2.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Lírica, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Suspense, Yuri
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom, vou postar esse capítulo aqui (não sei se ficou grande ou pequeno) pois eu não ando conseguindo ver quantas palavras existentes tem no texto e ta foda, então eu vou lançar no site quanto eu terminar de escrever, dependendo se tiver muita ou pouca coisa eu vou aumentar se tiver pouca. Espero que gostem do cap de hoje, até a próxima.

Capítulo 44 - Viagem part III


Fanfic / Fanfiction Purposely - Segunda temporada (Accidentally) - Capítulo 44 - Viagem part III

Eu me sentei em cima dela e respirei fundo, ela bufou um pouco e logo se sentou ainda me deixando em cima de suas pernas. 

- Se não fosse eu buscar a minha mãe hoje você estaria lascada. 

- Eu imagino o quão lascada eu estaria. - Debochei

Eu queria ter ficado mais tempo perto dela, mas alguém bateu na porta e tivemos que nos desgrudar, mas nada de importante, apenas Eliza que gostará de encher o saco de Anylan.

- O que vocês estavam fazendo aqui dentro? 

- Isso não é da sua conta para começo de conversa. 

- Vocês deveriam ter um pingo de vergonha, eu já imaginava o quanto suja essa garota poderia ser... 

- É, realmente você tem toda a razão, sou uma garota suja, e por ser uma garota suja eu posso fazer coisas sujas certo? - Falei mais uma vez em tom de deboche. 

Me aproximei de Anylan e sentei em seu colo e a beijei, e apoiei minhas mãos em sua clavícula e deixava que ela beijasse meu pescoço, dando algumas mordidas por cima e chupões, e o que eu mais adorei foi que atingiu, e ela não gostou nada disso, ficou praticamente furiosa. 

- Vão se foder, sinceramente eu tinha dúvidas, agora eu tenho a certeza disso. - Veio em nossa direção. 

Levantei e fiquei em sua frente, e olhava em seus olhos sem nem se quer piscar, e ela fazia o mesmo, nos encarávamos feito loucas. Estava ficando desconfortável para Anylan ficar junto da irmã que só a enchia o saco, e Eliza estava feliz em fazer isso, mas queria acabar com tudo lá mesmo (mesmo que não tivesse nenhuma solução)

- Se você algum dia encostar as mãos em Anylan tenha absoluta certeza que a sua vida se tornará um inferno, você não imagina o quanto de influencia eu tenho e para ser sincera, você não vai querer fazer eu perder o meu tempo discutindo com você, eu tenho assuntos melhores a tratar então se você não tem mais o que fazer eu vou te pedir que suma daqui, isso claro se não quiser que eu te expulse desse quarto. 

A mesma me olhou com os olhos em tom de desafio, como se não acreditasse no que eu estava falando, mas esperei apenas a sua resposta, que foi obviamente um. - Eu pago para ver você me tirar desse quarto. E eu atendi o seu pedido, em menos de segundos depois de ter dito aquilo eu a joguei com força para fora do quarto, fazendo com que ela batesse as costas na parede, e logo em seguida saí para fora, Anylan pediu que eu parasse mas não podia fazer nada a respeito, já Eliza ficou um pouco machucada, principalmente nas costas estava tentando respirar um pouco mais forte.

- Está doendo? - Disse debochando-me 

- Não! .- Disse com fraqueza.

- E agora? - Perguntei pegando a pelo vestido preto que ela usava e sem intenções de machuca-la mais soquei seu estomago. 

Ela empurrou os meus braços com força e segurou a barriga. - Não vou discutir com você Liz, o assunto aqui é entre eu e a minha irmã. 

- Se querem discutir tudo bem, mas faça isso quando ela também estiver em vantagem, ou se não eu vou intervir para que isso fique em vantagem correta, eu não quero perder novamente o meu tempo com você Eliza, e quando voltarmos ela estará bem acompanhada, então se você triscar um dedo dela a primeira que vai esmagar a sua cabeça é a mãe dela, então tome cuidado, existem rumores de que a mãe dela é brava e cai entre nós, você não quer ficar um tempo de cadeira de rodas.

Anylan veio em nossa direção e eu puxei seu braço lentamente, descendo as escadas com ela e chegando até o primeiro andar, sentando-a no sofá.

- O que houve lá em cima? ouvi alguns gritos. - Perguntou Dona um pouco preocupada.

- Eliza novamente incomodando Anylan.

- Como sempre, já era de se esperar.

- Só deixei claro a ela que se fosse bater em Anylan daqui alguns dias que tenha a informação que a Mãe dela estará aqui, e que se souber que estão maltratando a filha dela não ia cair bem.

- Vou mais tarde falar com ela sobre isso, ela anda passando por períodos difíceis com Anylan cega, a afetou mesmo não acreditando, mas isso é algo que devo comentar com vocês outra hora, o pai de Anylan logo vai descer de seu quarto e não quero brigas antes de vocês saírem. 

- Se tratando de suas filhas é um pouco idiota falar que não teria risco de nada, mas é melhor não comentarmos sobre isso com ele senhora Dona. 

Ela fingiu que nada estava acontecendo e saiu de perto, combinamos que nada seria dito, mas ainda sim tinha Eliza para abrir a boca.
O pai de Anylan desceu as escadas mas não estava furioso, estava sempre calmo. Eu nunca o vi nervoso e acho que Anylan também não, ele sempre foi uma pessoa serena, mas bufou um pouco de cansaço e se sentou ao lado de Anylan. 

- O que houve lá em cima?

- Não foi culpa da Anylan, Eliza novamente a incomodava e eu não fiquei calada. 

- Eu só não quero mais brigas entre vocês, ela foi se deitar pois está com um pouco de dor do soco que você deu nela, mas de resto está tudo bem, só vou pedir que fique mais na sua senhorita Liz, pois ainda sim ela é minha filha e não posso passar por cima dela.- Disse calmo 

- E eu também não posso permitir que sua filha fique tentando chamar a outra para brigar enquanto uma tem desvantagem da outra, é injusto isso, e ela além do mais é minha namorada, não iria aceitar que ninguém fizesse mal a Anylan, e se for conveniente para o senhor me ouvir eu não vou parar de bater em Eliza se ela não deixar a Anylan em paz, já recebemos diversas ameaças dela e eu não vou levar desaforo pra casa, não quero terminar essa noite ruim com ninguém aqui, gosto muito da companhia de todos mas Eliza as vezes passa do limite, a mesma que está dizendo que tem dor e a mesma que disse a Anylan que ela era suja, e que não tinha vergonha alguma, e do que ela deveria se envergonhar? De nada eu acho. E então senhor a minha palavra fica, se Eliza maltratar Anylan eu vou bater nela de novo. 

Ele voltou a bufar mas agora sem o que dizer, ele acabou dando razão para mim e Dona voltou para a sala ainda dando um pouco de razão para mim, que deveríamos conversar com Eliza mais a fundo para saber o que ocorreu de tão estranho com ela nesses últimos meses. [...] Após todo aquele furdúncio todo pegamos nossas malas e as passagens e colocamos no porta malas, o pai de Anylan pediu que fossemos com o carro dele e não com o meu e aceitamos. Ele dirigiu até o aeroporto e depois pegamos as coisas do porta malas novamente e nos entregou as passagens. 

- Farei uma ligação para reservarem o meu carro e o deixem pronto para quando chegarmos lá. 

Ele saiu de perto e ficamos esperando ele voltar, Anylan não se continha nem um pouco e queria me beijar em meio aquela multidão ''vazia'' em que só olhavam os celulares e todos sérios procurando informações. Eu estava queimando por dentro mas não podia fazer nada com ela, não ali, mas deixei para fazermos isso quando chegássemos em minha casa ou na casa dela ou em algum local especial. Seu pai logo se aproximou novamente guardando seu celular no bolso e pegando sua mala. 

- Vamos? nosso avião vai sair em vinte minutos. 

- Claro, vamos. 

Peguei na mão de Anylan e saímos andando juntos, muitos a observaram comigo e respirei fundo pela vergonha, Anylan mesmo não querendo era muito notável, a empresa do seu pai era muito conhecida e os créditos todos eram para ela, mas continuando... Entramos no avião, o pai de Anylan ficou ao seu lado e ela se sentou no meio, e eu na janela, esperamos o avião avisar que iria decolar e enquanto isso eu desligava o meu telefone, apenas respirando fundo e um pouco cansada. 

- Você está confortável? 

- Sim, estou meu amor, e você? está confortável? 

- Estou sim, um pouco cansada porém confortável. 

Ela se aproximou mais de mim e se aproximou do meu ouvido, mordendo-o, e claro que eu me arrepiei toda, e fiquei com mais vontade ainda de ficar com ela, de me prender a ela e de aproveitarmos cada momento que tínhamos, e é quando você se arrepende de não ter aproveitado sua última vez em que poderia ter ido a ápice muitas vezes e agora passar uma vontade desgraçada. 

Em meio a esses pensamentos eu acabei adormecendo e só acordei por causa dos toques de Anylan, que quase me fizeram gritar. 

- O que está fazendo Anylan? - Disse baixinho

- Eu quero você agora. - Disse desesperada mas falando baixo. 

- Não podemos fazer isso no avião. 

- Mas eu quero amor, vamos vai. 

- Anylan, não. Eu não vou conseguir aguentar fazer nada com seu pai aqui do nosso lado, tenha respeito. 

- E quem disse que te que ser do lado dele? - Disse ela fazendo uma cara safada. 

- Faremos o seguinte, quando pousarmos e tudo estiver tranquilo faremos o que você quiser, pode ser? 

- Mas eu queria agora... - Fez bico. 

- Mas não faremos nada. Eu também estou morrendo de vontade de ter você em mim, mas não podemos fazer nada agora.

- Assim você me deixa com mais vontade ainda amoooor- Disse tentando não elevar o tom de voz. 

- Fique quieta Anylan, assim vão nos ouvir... 

Ela se deitou na poltrona e bufou um pouco mau humorada, eu queria satisfazer seus desejos mas aqui não podíamos, seu pai estava ao nosso lado e seria estranho fazer aquilo dentro mesmo do avião. Eu não sabia nem o que falar a ela e como sua cabeça e muito fantasiosa já achou que eu não queria ficar perto dela. 

- Você está me evitando porque? 

- Não é por nada amor, só não quero fazer nada aqui, eu quero que seja especial de novo, que seja bom, não algo rápido e desesperador. 

Ela bufou e virou a cabeça e ficou ainda mais irritada, eu não podia satisfazer todos os seus desejos e caprichos, então deixei que ela ficasse brava e apoiei o queixo na palma da mão enquanto observava fora da janela, ficamos quietas mesmo acordadas, e liguei o celular para ver a hora, e já eram 04:12 AM, eu sabia que chegaria horrível após sair do avião, com cara fechada e praticamente negativa, Anylan não muito diferente, ficaria com seu famoso CARÃO, então resolvi me deitar um pouco mais na poltrona e dormir até o avião pousar (as 08:30 AM). [...]

Povs Liz\Milena Off~

Eu não sei porque tinha feito aqueles pedidos exagerados a Liz, ela tinha um pouco de razão, não podíamos fazer nada ousado lá dentro e eu estava um pouco nervosa por isso, ela obvio ficou chateada por eu ter forçado-a a fazer aquilo. Eu deveria me desculpar com ela mas eu não sei nem como começar a falar isso. 
Me aproximei dela e bufei ao vê-la já dormindo na poltrona do avião e tentei fazer o mesmo, mas a minha cabeça e os meus pensamentos não permitiam, era um pouco impossível eu acredito, mas ainda bem que logo depois de duas horas eu consegui dormir, mas que não serviram para nada, o dia tinha até amanhecido mais e a aeromoça já avisava que o avião pousaria, o meu pai me acordou e bem disposto, eu já nem tanto. 

- Não dormiu a noite?- Perguntou curioso. 

- Infelizmente não, só dormi as seis, fiquei pensando em algumas coisas e acabei tirando a atenção do sono, mas quando eu voltar para casa vou poder dormir tranquilamente. Mas mudando de assunto onde está Liz? 

-Ela preferiu ir na frente e foi se arrumar dentro do banheiro do avião, ela parecia estar de mau humor, aconteceu alguma coisa na noite passada? 

- Infelizmente sim, e se quer mesmo saber é culpa minha. 

- Me conte, estou curioso. 

- Eu ontem a noite pedi que fizéssemos dentro do avião, eu não sei porque eu pedi isso a ela logo ontem mas eu insisti bastante, quase a obriguei a ir, e ela disse que não iria pois não queria dentro de um avião. E agora ela está com um pouco de raiva de mim e não sei se falo com ela ou se espero as coisas esfriarem. 

- Para ser sincero de ontem para hoje devem ter esfriado, e quando chegarmos a casa da sua mãe não quero que ela tenha uma má impressão de vocês duas, converse com ela, já que vamos pousar daqui alguns minutos vamos tomar um café e eu dou alguma desculpa para demorar um pouco e vocês conversam, fecho?

- Obrigada pai, você é o melhor. 

Ele logo se calou porque Liz vinha em nossa direção, ela não falou comigo e eu também não falei com ela, e isso ficou ainda mais tenso. Eu respirei fundo e o avião pousou, ela saiu em nossa frente e eu junto do meu pai, ele me guiou mais rápido e me soltou para continuar o caminho, eu me aproximei dela e puxei sua mão lentamente, ela tinha ficado de costas para mim e de cabeça baixa, minha respiração ficou mais rápida e eu não sabia como pediria desculpas a ela.

 


Notas Finais


ADOROOOO, ''ONDE ELA VAI EU VOU, ONDE ELA ESTÁ EU ESTOU, E CADA DIA MAIS DOIDO POR ELA EU SOU, EU SEMPRE IMAGINEI AQUILO TUDO PRA MIM MAS SÓ ACREDITEI QUANDO ELA DISSE QUE SIIIM'' :V

Espero que gostem desse cap


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