História Purposely - Segunda temporada (Accidentally) - Capítulo 45


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anylan Alash, Eliza Alash, Incesto, Mary Sue, Mathias Enfregdor, Milena Karma, Orange, Original, Saga, Self-inserction, Yuri
Exibições 15
Palavras 2.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Lírica, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Suspense, Yuri
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá galera, eu vim postar mais um capítulo hoje, SIIIIM! Hoje eu to boa para fazer isso e inspirada para mais coisas no decorrer. Juro que to tentando prolongar a história um pouco mais só que logo mais essa birosca acaba, a única coisa que a mantem aqui é a demora das cenas que eu acabo descrevendo muito, mas espero que vocês gostem desse capítulo de hoje e até o próximo.

Capítulo 45 - Encontro Antigo


Fanfic / Fanfiction Purposely - Segunda temporada (Accidentally) - Capítulo 45 - Encontro Antigo

Engoli em seco e respirei profundamente, com medo porém confiante. Ela ficou lá parada de costas para mim, tinha ficado com raiva e eu me lembrava da merda que tinha obrigado ela a fazer, e na bosta que pedi que ela fizesse dentro de um avião, eu e meus fetiches, pareço uma garota de 16 anos.

Puxei seu braço delicadamente e olhei para ela, ela bufou e se segurava para não me bater, eu estava nervosa e tentei fazer com que aquela situação melhorasse. 

- Eu queria te pedir desculpas por ontem

- Não quero suas desculpas

- Me desculpe por ter obrigado a você a algo que não queria, eu estava com vontade e sinceramente não pensei no que estava dizendo

- Já falei, não quero suas desculpas, quero ficar sozinha agora

- Escute aqui Liz, eu já te pedi desculpas, eu estou nervosa e não sei nem como vou me redimir com você, estamos em outro lugar e eu quero chegar na minha casa bem e sem problemas com você, quero que conheça a minha mãe sem ficar de cara emburrada, da pra parar de vexame?

Quando eu disse que ela estava de vexame a mesma virou um pouco a cabeça, junto dos seus olhos me olhando de canto, eu fiquei assustada porque os meus pressentimentos não eram os melhores e nem o clima estava agradável, e realmente não estavam. Ela me lascou um tapa no rosto daqueles com vontade e puxou sua mão novamente, o meu rosto ficou com uma linda marca, seguida de alguns machucados que suas mãos fizeram, quando ela notou que estava sangrando seu humor mudou completamente e ficou assustada com o que havia feito. 

- Me perdoe Anylan, não queria ter te batido tão forte

- Não, tudo bem, eu realmente mereci isso, e novamente te peço desculpas por ter te forçado a algo que você não queria e ter dito que você fez e estava fazendo vexame, talvez eu tenha me expressado errado

- Não se preocupe, não precisa pedir desculpas para mim, eu entendo que você estava um pouco descontrolada, o seu pai havia me dito que você não era acostumada a andar de avião e ficava um pouco assustada com isso, tentando se ocupar com outra coisa

- Mesmo assim isso não justifica o que fiz, e se possível quero te levar para sair se me permite

- Aproveite sua decisão para daqui alguns dias, prometi a Alice que viajaríamos juntas, e isso inclui você

- Sem problemas, eu já estava cansada de ficar com Eliza em meu pé

- Mas antes de você ir conosco você ficará um tempo com sua mãe, sei que ela vai te proteger lá na casa do seu pai, tenho um pressentimento que ficarei ocupada logo mais

- Imagino que esses pressentimentos sejam bem sérios. 

- Um pouco, mas nada que eu não consiga resolver com a ajuda da Luna. 

Enquanto conversávamos o meu pai ficava ao telefone, e quando acabou sua ligação foi até nós e parou, sorrindo. 

- Nosso carro já está pronto e o motorista está a nossa espera. 

Ficamos caladas, apenas acenamos com a cabeça em sinal de sim e começamos a caminhar um pouco, até irmos para fora do aeroporto, lá meu pai apressou o passo e apertou a mão de algum homem conhecido, eu não fazia ideia de quem era mas estava curiosa. Liz ficou ali parada e logo também pegou em minha mão e se aproximou, o homem apertou nossas mãos e logo abriu a porta para que pudesse-mos entrar. 

Ao chegar perto de casa eu fiquei um pouco nervosa, assumo isso, minha mãe estava a minha espera e eu a meses não a via, e nem tínhamos contato direto. Quando o motorista parou eu respirei fundo e sai do carro, Liz disse que ficaria para ajudar com as malas e disse que logo estaria lá dentro, eu nem liguei muito e concordei, afinal estava muito animada para rever a minha mãe. Entrei porta a dentro e minha mãe pulou em mim, me abraçando, bastante preocupada, e eu a abracei também, o abraço dela era confortante e incrível, e eu havia me lembrado de tudo que ela me fez, do quanto cuidou de mim, do quanto foi especial pra mim esse tempo todo e o quanto eu a amava por ser  o que é hoje, e da guerra que ela enfrentava sozinha em casa sem notícias minhas, e vi que foi um erro ter privado ela te saber de mim... 

Eu chorava feito uma criança com ela, e não a soltava de forma alguma, estava matando saudade afinal e contas. Quando separamos o abraço ela passou a mão em meu rosto, limpando as lágrimas e logo depois passava a mão em meus cabelos. 

- Você está linda minha menina, incrivelmente linda

- Você também deve estar e sempre foi muito linda mãe, a melhor de todas

- Sem chantagens para ganhar doces Anylan, mas em fim, como você andava meu anjinho? 

- Bom, além de ter ficado ceda eu estou muito bem, eu ando em tratamento e logo talvez eu faça uma cirurgia para voltar a ver, e a minha médica é uma das melhores, sempre atenciosa comigo, fofa, inteligente, prestativa, cozinha muito bem também, mas calma que a senhora está em primeiro lugar ainda, e no final das contas eu acabei me apaixonando por ela, e não vejo a hora de poder vê-la também, de saber como ela é, de como vocês estão depois de alguns meses e ver tudo ao meu redor.

- Ela deve ser uma boa moça

Ouvi o barulho da porta e uma respiração de cansaço, era Liz. 

Pai de Anylan

Any não sabia de nada do que estava ocorrendo, mas confesso que fiquei com medo, eu não havia avisado nada para minha mulher e o clima ficaria estranho. 

Milena se aproximou da porta e quando minha esposa viu quem era realmente ficou de boca aberta, arregalou os olhos e tapou a boca, eu segurei na mão dela e ela olhou para mim assustada, coloquei o dedo na boca pedindo silêncio e cochichei em seu ouvido que logo explicaria a ela. 

A mesma respirou fundo e as duas se olharam, ela tinha ficado espantada com a mudança de Milena, e o quão adulta ela estava e parecia, e já ligava os fatos de Anylan não fazia ideia de quem ela era mas que mesmo assim estava ajudando-a. Então eu deixei que ambas se falassem sozinhas e peguei na mão de Anylan. 

- Vamos filha, vou deixar você no sofá e logo sua mãe estará junto para conversar com você, só vou conversar um pouco com ela e esperar ela me dar as boas vindas e a Liz também. 

- Claro pai, vou te esperar.

Eu voltei para a cozinha que era um pouco longe da sala, Anylan não poderia nos ouvir de lá e para segurar isso as levei para fora da casa. 

- Expliquem o que está acontecendo aqui. - Disse minha esposa. 

- Deixa eu explicar, eu também fiquei um pouco estranho quando vi Milena lá em casa pela primeira vez como doutora da Anylan, mas acredite, foi algo que só ela premeditou. 

- Senhora, eu imagino que deva estar um pouco assustada com a minha presença, e já peço desculpas por mentir assim e você nem se quer ficar sabendo, eu sumi durante esse tempo e estudei enquanto conhecia Anylan, mas você já deve saber disso, em fim, eu estou ajudando Anylan com o tratamento e só vou descansar quando ela voltar a ver. 

- Você sabe que Anylan tem saudades de você e mesmo assim se passa por outra pessoa Milena. 

Nesse momento ela olhou de forma estranha, pois não fazia ideia de que Anylan sentia falta das mesmas pessoas. 

- Anylan sente minha falta? 

Pai de Anylan off

Liz\ Milena On

Ok, agora eu tinha ficado surpresa, Anylan sentia falta da Milena, então ela amava a mesma pessoa em nomes diferentes... Não consigo acreditar nisso. 

O pai de Anylan conversava com sua esposa e minha mente ficava confusa, mas logo eles me tiraram desse transe, a mãe dela acabou por entender tudo que estava ocorrendo e concordou com a mentira, mesmo que isso daria em resultados ruins. Eu respirei fundo e ela me perguntou alguns detalhes. 

- Só não fale Milena, para ela meu nome é Liz, por enquanto ela ainda não faz ideia de nada mas logo será sua cirurgia e espero ajuda-la. 

- Caso aconteça e ela volte a ver que desculpa você dará a ela? 

- Não darei desculpas, falarei com ela já que conseguirá ser dependente sozinha

- Você não pensou nesse aspecto ainda, mas tudo bem, concordarei em ajudar vocês, mas por favor não faça mal a ela

- Jamais farei mal a ela, sempre trato ela otimamente bem

- Eu percebi com as marcas no rosto dela Milena, imagino que deva ter boas explicações para aquilo. 

- Você realmente quer saber? Sua filha pervertida queria se satisfazer dentro de um avião cheio de pessoas, e ficou insistindo feito idiota para que eu fizesse isso, e no final das contas eu acabei batendo nela, mas tirando isso eu nunca levantei a mão para bater nela. 

A mãe dela passou a mão na cabeça e segurou a risada. - Anylan e suas presepadas, nunca imaginei que chegaria a esse ponto. 

- Não, mas tudo bem, estou bem agora  com ela e pretendo estar sempre 

- Fico feliz em ouvir isso, mas agora é melhor entrarmos, Anylan deve estar preocupada. 

Quando entramos eu fechei a porta atrás de mim e os acompanhei até a sala, me sentei ao lado de Anylan e ela respirou aliviada. 

- Desculpe a nossa demora meu amor, eu estava conhecendo a sua mãe, meu pai estava me apresentando a ela.

- Sem problemas, então vocês já se conhecem e tudo mais, fico feliz por isso. 

O dia foi bom, passamos algumas horas conversando e se divertindo juntos, resolvemos sair para caminhar pelo bairro e ao longe vi um rosto que a muito tempo não via, e que a muito tempo Anylan também não via, Mathias. Ele caminhava bem arrumado, junto de uma garota, eles estavam abraçados e pela primeira vez na vida o rosto dele transparecia felicidade grande com ela, estavam felizes, quando ele nos notou seus olhos arregalaram e a mesma garota nos olhou também sem entender muita coisa. Nos aproximamos e eu segurei em uma das mãos de Anylan. 

- Olá Anylan. - Disse com a voz grave 

O coração dela bateu até mais rápido com aquele simples ''Olá'', e não duvidou muito de quem era, pois já fazia ideia da pessoa que falara com ela, respirou fundo e ela se aproximou mais dele, passando a mão em seu rosto e focando em adivinhar como ele estava agora. 

- Não se preocupe com os toques, ela está tentando te enxergar na cabeça dela. 

- Ela então continua cega...

- Infelizmente sim, mas logo mais ela estará de volta, marcaremos sua cirurgia e está convidado a vê-la. 

Ela respirou fundo e abaixou a cabeça, ficamos sem entender nada e os pais dela resolveram ir até a praça que ficava ao lado, esperando terminarmos nossa conversa que deveria ter sido realizada a alguns meses, Anylan sorriu e sua voz saia lentamente. 

- Faz um bom tempo que não nos vemos

- Você mudou muito dês da última vez que nos vimos... 

- Eu sei que mudei, e peço perdão por tal ato

- Você agora aprendeu a se desculpar, em pensar que você sempre fosse grossa e nada te mudasse

- Você tem todo o direito de me tratar mal Mathias, mas queria me desculpar com você sobre aquele dia. 

- Não quero desculpas por agora, e realmente foi um bom aviso, eu nunca imaginei que você fosse segui-lo. 

- Eu ainda não segui, e nem poderei mais fazer isso

- E porque não? - Perguntou confuso. 

- Porque eu tenho reais motivos a não procurar mais o meu passado

- Infelizmente a vida te engana minha amiga, seus olhos não podem ver mas as pessoas a seu redor sim, e creio que quando enxergar isso você ficará em dúvida profunda sobre sua vida e seu amor eterno, que você jurou proteger, mas para ser sincero você não mentiu, você ainda a protege, mesmo não vendo. 

- O que você quer dizer com isso? 

Puxei Anylan e seu pai se aproximou, fiz sinais de que levasse Anylan para se ocupar com algo enquanto conversávamos, eu olhei para ele e sua namorada olhou para mim, precisávamos enfrentar tudo isso juntos. 

- Infelizmente Anylan ainda não se recuperou totalmente, mas prometo trazer a visão dela de volta

-  Você mesma disse que isso seria um pouco impossível

- Eu nunca te disse isso, não sabia a gravidade de seu problema

- E porque engana ela? 

- Não estou enganando, ela só não sabe que eu não sou Liz 

- Eu acho melhor você terminar tudo que tem pendente com ela, principalmente trazer a visão a ela. Eu ainda me preocupo, sou um amigo da família e quero vê-la como antigamente, e quero ainda poder me redimir com ela assim como ela fez comigo. 

- Você não fez nada

- Eu não fiz nada, nós fizemos, e estamos ainda fazendo algo ruim a ela

- Talvez eu não possa ver o quão mal estamos fazendo a ela, mas mesmo assim ela está feliz comigo, e prometi a ela que faria voltar a sua visão, e vou te pedir que não diga nada a ela antes de fazer o combinado, você é um grande amigo e fico contente que não tenha raiva dela, mas peço que tenha paciência, os tratamentos não são rápidos e o meu trabalho não é só cuidar dela mas proteger seu estado de saúde

Ele olhou para Anylan e logo voltou a me olhar, levantou um pouco a cabeça, com uma cara séria e respirou profundamente.


Notas Finais


Espero que gostem do capítulo OK, ATÉ MAIS


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