História Quaisquer Outros (Three Shot) - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crossdresser, Prostituição, Trap
Visualizações 11
Palavras 1.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Estupro, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


∆ Yooo gente, advinha que “voltou”? Isso ai eu, mas não é fixo, pois eu tinha estou temporariamente afastada daqui.


∆ Então para quem conhecer as minhas fanfics “My Threë Daddy's” e “My Four Loves”, sabe que eu havia dito que iria me afasta daqui por causa do curso e escola, e nisso eu excluir essas fics, e prometi que só isso voltar aqui com capítulos das mesmas.


∆ Mas infelizmente eu não fiz os capítulos, e nem irei repostar as fics agora, calma gente. Não me odeiem.


∆ Eu ainda vou voltar aqui pra ficar e postar os capítulos, e prometo pra vocês que “My Threë Daddy's” vai ter um final muito foda. 「É o que eu acho」.


∆ Minha promessa ainda esta falida, pois pretendo voltar oficialmente em dezembro deste ano ainda kkk.


∆ Estou que vocês gostem desta fic, assim como esta, eu vou postar outras com poucos capítulos, pois estas são apenas fanfics vindas de ideias na hora.

∆ Boa leitura ❀

Capítulo 1 - Lucy


Fanfic / Fanfiction Quaisquer Outros (Three Shot) - Capítulo 1 - Lucy

 

Tudo começou numa bela tarde de quinta-feira, eu estava sentado na primeira fileira da janela, era o intervalo, estava de boas ali. Quando meu melhor e único amigo, Daniel chegou perto da minha mesa com aquela velha cara de cachorro pidão com uma mistura de tristeza.

 

-Eai Dan, o que houve desta vez?  –perguntei  ao loiro de olhos azuis.

 

-O mesmo, ela me deu outro fora. Cara o que vou fazer?  –perguntava  o loiro ao meu ser.

 

-Pula pra outra cara. A Erika não é a única garota linda da nossa turma. -respondia eu a ele. -Por que não tenta com a Natália? -murmurei a ele.

 

-Hmm...concordo. Vou tentar valeu vei.  –respondeu  ele se afastando.

 

 

~~ Quebra o Tempo ~~

 

 

-Ei Lucio, posso lhe pedi um grande favor?  –perguntou o loiro.

 

-Hm. Depende, mas já que somos amigos, você pode me pedir o que quiser. -dizia sorrindo a ele, enquanto arrumava minha mochila a frente do loiro.  –Agora vamos, como posso lhe ajudar, Dan?!

 

-Preciso que você se vista que nem garota. Sabe, você poderia fingir ser a minha namorada? -perguntou ele, se ajoelhando a minha frente.   –Por  favor Luciano, você tem o corpo afeminado e ninguém vai desconfiar que é você. -continuou ele.

 

-MAS O QUE? ALGUÉM COLOCOU ALGUMA MISTURA DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS NO SEU SUCO DE NOVO?  –Estava aos berros, olhando-o friamente e seriamente.

 

-É só por um dia. É sério cara, é só pra hoje. Eu fui chamar a Natália mas ela me deu um fora me xingando, daí o Alex apareceu e falou unas merdas e do nada eu gritei dizendo que tenho uma namorada chamada Lucy.  –murmurou ele com a voz chorosa, já com seus olhos lacrimejando.  –Me desculpe Lu, eu fui um idiota. De verdade cara, desculpa, eu surtei quando o Alex falou que eu era um fracasso e que ninguém ficaria comigo.  –murmurou-se baixo, já entre os choros.

 

-Hmm...cara para de chorar. Vou fingir ser sua namorada, mas vou precisar de dinheiro pra comprar as roupas e nada de beijo na boca, ou apega na minha bunda, okay?  –olhei-lhe com um sorriso um tanto forçado.

 

-Sério cara? Você realmente vai fazer isso por eu?  –perguntou ele em meio dos soluços.

 

-Claro. Mas é pra que dia mesmo? –perguntei - lhe.

 

-Amanhã de tarde já que é sábado, e sei que você não vai ter nada pra fazer. –comentou ele, pegando a cadeira, dando-me dinheiro. -Isso dá?  –perguntou  ele.

 

-Hmmm -murmurei a ele, contando as notas.  –Sim, dá sim, e talvez sobre.  –terminou eu.

 

-Certo, o que sobrar fica pra você.  –dizia  ele com um sorriso no rosto.

 

-Ok, vou comprar hoje mesmo. Então mais tarde.  –falei a ele.

 

~~ Quebra o Tempo ~~

 

 

Eu já tinha comprado as roupas e a peruca, era de cabelos longos e loiros, já que loiras são o tipo de garota que o Dan gosta. Já havia avisando pro meu pai que iria sair amanhã de tarde com o Dan, o mesmo nem ligou. Isso não era surpreso, ele nunca ligou para onde eu iria, apenas diz que é pra eu voltar.

 

Oh, não me apresentei a vocês, eu sou Luciano White Garcia, tenho 17 anos e moro numa pequena cidade chamada WordFox. Sim “Mundo raposa”, a cidade se chama assim por causa do fundador, mas isso é história pra boi dormir. Eu vivo com meu pai Enzo, eu não tenho irmãos ou irmãs, por parte de pai, mas tenho duas irmãs gêmeas mais velhas por parte da minha falecida mãe. Agatha e Agnes, ambas casadas com homens ricos, ambas tem filhos. Felizmente minhas irmãs me dão dinheiro todo mês para comprar coisas pra mim, e remédios pro meu pai. Pois o “velho” não trabalha mais, e só vive no bar da esquina arrumando brigas e dividas que eu tenho que pagar, se não o dono do bar manda seus “caras” pra cobrar o meu pai. Mas não tem culpa de ser assim, ele virou isso quando minha mãe Taylor morreu quando eu tinha só dez anos, isso o deixou sem vida, sem alegria e sem vontade de viver, minha convivência com ele é bem calma, ele não grita comigo e nem me bate por saber que sou eu que levo dinheiro pra casa.

Mas voltando nosso foco, a noite já tinha se passado, era de manhã cedo e o Dan me mandou uma mensagem pedindo fotos da Lucy, na moral fiquei um pouco irritado, mas toque o  maravilhoso “foda-se”, e vestido de Lucy e o caralho A-4.

 

Daqui a pouco estou indo ver ele, e o Alex com a Erika, eba.

 

 

~~ Quebra o Tempo ~~

 

 

-Oie gente, essa é a Lucy  –dizia Dan assim que eu havia acabo de chegar.

 

-Olá...  –murmurei baixo.

 

-Poxa Daniel, você  realmente estava certo sobre a sua namorada ser gostosa.  –comentou desnecessariamente com um olhar malicioso ao me olhar de cima a baixo.  O Alex .

 

-Ei, eu também sou gostosa Alex! –implicou Erika.

 

-Sim amor, mas Dan...vocês realmente são namorados? Pois, até agora vocês não se beijaram, estranho não ?  –perguntou ele, notando sobre nosso comportamento.

 

-É que ela é...  –parou Daniel que estava ao meu lado, mas por minutos ele se virou, me puxando ao seu corpo, lançado-me um beijo calmo e de certo modo, desesperador.

 

-Hm...  –resmungou Alex dentro os lábios aos de Erika, tomados pela mesma.

 

 

「Mais Tarde, depois de passar a tarde fingindo ser garota pro casal AleKa」

 

 

-Bem, obrigado por hoje Lucio, você realmente me ajudou e me salvou.  –agradeceu Dan, me acompanhando até o metro.

 

-De nada Dan, mas não me coloque mais nesta situação!.  –terminei.

 

-Pode deixar, e desculpa pelos beijos, você tenho os lábios márcios.  –murmurou ele.

 

-Hm...Sem problemas e obrigado, a gente se vê na segunda, ok? –perguntei-lhe já entrando no trem.

 

-Claro! Obrigado novamente e cuidado Lucy –falou ele com um sorriso bobo nos lábios e sumiu num piscar de olhar assim que as portas fecharam e o trem seguiu em frente.

 

-Filho da puta! Mundo mais vou ajudar ele, agora vou ter que ir pra casa assim, parecendo uma menina! –murmurou eu bem baixo.

 

 

Alguns minutos dali, senti uma forte presença atrás de meu corpo, olhei levemente de canto e vi um cara alto com um olhar de pervertido ao meu ser, e no mesmo instante, senti a mão do cara em suas coxas. Eram quentes e grandes, ele tinha a aparecia de um cara de 30 ou mais anos, parecia um judeu por conta dos cachinhos  de cabelos perto de suas orelhas.

 

-Como uma garotinha como você faz num trem sozinha? –murmurou o cara com sua voz rouca no pé do meu ouvido. –Não tem medo de ser estuprada? –murmurou ele.

 

Suas mãos iam subindo, uma entre minhas pernas, e a outra para minhas nádegas, e num piscar de olhar, o caro enfiou o dedo no meu cu**, e acariciou meu membro por cima do decido da “calcinha”.

 

-Hmm...então esta garotinha és crossdresser? Oh, muito bom. Que tal irmos para um lugar mas privado?. –murmurou ele.

 

“PORRA FODE! TO FODIDO MERMO JÃO. DANIEL CLARK O’NIL , ISSO TUDO É CULPA SUA, SEU MERDA FRACASSADO”

 

 

「Mais Tarde 」...

 

 

Agora num quarto de um motel barato, eu já estava sem roupas, apenas de peruca, com o tal judeu pervertido pelado com seu pau enorme na minha frente. Ele acariciou meu rosto, com o sorriso malicioso ainda maior que antes. E mesmo eu dizendo que tudo aquilo era um grande engano, o sorriso dele ainda permanece ali, com seu olhar ao meu corpo.

 

-Relaxe minha flor, prometo ser carinhoso. -dizia ele descendo suas mãos até meu pescoço. -Pelo que percebi você é virgem, então fica quietinha.  –terminou .

 

 

-Ma-mas...Você não está entendendo, por favor deixe-me ir embora. Prometo não dizer nada a ninguém.  –me controlando para não gaguejar ainda mais, apenas murmurei baixo a ele, com meus olhos já cheiros de lágrimas.

 

 

-Ei, você vai ser bem paga, relaxa fofa. -Ao terminar, ele se pôs sobre meu corpo, com suas pernas em voltar das minhas, suas mãos seguravam meus pulsos firmemente contra a cama, com seus olhos passando a cada parte de meu corpo se eu fosse “carne fresca”.

 

 

Primeiro roubou um beijo de meus lábios, os deles eram grosso e rudes aos meus, mordendo e sugando-os com força, transformando num beijo de língua. Podia sentir a dela se mexendo de uma forma forçada, sentindo escorrer a saliva de sua boca pelos cantinhos da minha, suas mãos apertavam minhas nádegas com força , com os olhos arregalados aos deles que se encontravam fechados, eu sabia que minha bunda iria ficar marcadas pelos apertões e agora com os tapas, que ele me dava.

 

Após terminar o beijo, o desgraçado virou meu corpo, de bruços pra cama, o mesmo deu-me mais tapas fortes nas minhas nádegas, até que eu senti um líquido gelado em minha entrada anal, me fazendo arrepiar fortemente.

 

A frente de seu corpo ficou a frente do meu rosto, me penetrando com seu dedo médio (o meio), colocando-o todo em mim, a isso, com sua mão livre, agarrou os fios de meu cabelo, fazendo-me abrir a boca, e ao ato, colocando seu membro todo em minha boca, a glande do desgraçado estava na minha garganta, no mesmo instante eu tentei levantar, mas ele aplicava uma força contra meu corpo sobre a cama, com sua mão em minha bunda e a outra em meus cabelos

.

Enquanto eu fazia forçadamente um boquete naquele membro monstruoso, ele me estocava já com dois dedos com força, a sensação era horrível e frustrante, era um enorme incômodo, literalmente eu estava sendo abusado e mal conseguia me defender.

 

Então o judeu pervertido parou, me puxando pra beira da cama, puxando apenas meu quadril, me apoiando com os joelhos na cama, ele colocou todo o membro dele dentro de mim, e sem se preocupar com o tamanho do rumbo que ir ficar em mim, o cara começo a fazer movimentos de vai e vem com um pouco de força. O mesmo começou a gemer rouco perto do meu ouvido, dizendo coisas como : “Oh que cuzinho apertadinho”, “Eu sabia que você era virgem” , “Porra garota, assim eu fico seu pau”, e com tapas todas em minhas nádegas novamente ele dizia : “Rebola pra mim, minha putinha”.

 

Eu estava chorando com as mãos no rosto, pedia para ele parar, mas ele só aumentava nos movimentos, e cada vez mais era mais fundo, com suas mãos a segurar meus mamilos, ele apertava e apertava sem dó. Eu estava sendo estuprado por um judeu, agora entendi o porque de pessoas judias não acreditarem em Jesus Cristo.

 

Não demorou muito ao ter o rosto deitado sobre a cama, com o corpo sendo empurra do pra e pra trás, o som de seu quadril batendo fortemente contra minha bunda, fazendo o quarto todo soar pelo o mesmo. Pra ser bem honesto, em nenhum momento “aquilo” foi bom, claro, eu estava sendo estuprado.

 

Nos últimos minutos antes de parar de gritar dentro da minha mente, eu sentir um liquido dentro de mim, e logo em seguida, e aquela coisa que o cara chama de “pau”, saiu dentro de mim . Sentindo meu interior largo, e se contrair, com meu rosto suado, me virava ele, e ao estar já de calça, com a camisa no ombro, o mesmo deixou dinheiro ao meu lado.

 

-Aqui está, obrigado pela ótima noite, e espero lhe rever novamente, Lucy! – falou  ele, saindo do quarto.

 

 

~~ Quebra o Tempo ~~

 

 

Eu já estava em casa, sorte a minha que era sábado e no dia seguinte era domingo, meu pai estava dormindo no sofá como sempre, jogando aquelas roupas num canto qualquer do quarto, indo ao banheiro atrás de um banho. Eu chorava no mesmo, pois não sabia pra quem contar, mas depois de me vestia, e contar as notas de dinheiro, pude perceber uma coisa...

 

 

-Lucy nasceu...e eu não vou matá-la!

 

 


Notas Finais


∆ Gostaram? Pois se você gostou da ficha, por favor favorite, se tiver alguma dúvida, comente, que prometo que vou responder tudo 😊😊


— ❀ Obrigada por ler, e até o próximo capítulo, kissus da Lexs ❤❤


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