História Quando a noite domina - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Erika, Leiftan, Nevra, Valkyon
Tags Ashkore, Erika, Leiftan
Visualizações 29
Palavras 2.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi de novo

Capítulo 2 - Capitulo 2


Estava em estado de choque, abraçando seus joelhos enquanto pensava num meio de voltar para a segurança do seu quarto sem ser vista pelo homem loiro que se dirigiu possivelmente para a fonte , a morena pensava em várias formas de sair da li mas o medo de ser pega a congelava, ela pensava nas coisas que o loiro poderia fazer com ela caso desconfiasse que a mesma havia presenciado algo tão íntimo e secreto nem passava pela cabeça o termo chantagem já que não o conhecia bastante o loiro enquanto o homem mascarado menos ainda não sabia o que os dois poderiam fazer para silencia-la, ela tinha esperança de voltar para casa não queria ariscar sua pele de forma desnecessária, mas o incomodo de ficar horas na mesma posição e o cansaço auxiliado a desvantagem da luz do dia esta quase se fazendo presente a fizeram ponderar tentar se esgueirar ate o seu quarto, mas o medo a alertou que a qualquer momento o loiro poderia terminar de fazer o que estava fazendo na fonte e seria desastroso um encontro entre ambos dadas as circunstâncias, vencida totalmente pelo medo decidiu ficar no mesmo lugar ate o dia iluminar o jardim e sem duvidas andar como se estivesse em um passeio matinal, tomando cuidado para ocultar qualquer resquício de que estava escondida se livrando de galhos secos em seus cabelos e sujeira, tentou disfarçar a palidez de sua face e tentou internamente responder as inúmeras perguntas alojadas no seu subconsciente, andava pensando em como lidar com a situação que tinha visto e estava agonizando de medo se os dois homens não a tinham percebido e simplesmente fingido não te-la visto pois julgavam sua presença insignificante ou ate mesmo excitante.

Correu rapidamente ignorando qualquer olhar suspeito sobre si e agradecia internamente o fato de o qg estar só iniciando suas atividades e simplesmente só haviam alguns guardas e pouquíssimos membros prontos para viajar, o que a ajudou bastante a resolver qualquer pergunta ou cumprimento suspeito dos mesmos, ela via em cada sorriso vinha um olhar de medo e desconfiança e isso a deixava ainda mais apavorada pelo fato de sua chegada ser comentada direto aos ouvidos da raposa ou pior aos ouvidos do loiro que poderia ligar a hora de sua chegada com os eventos da noite anterior, e ameaça- la, a morena lutou contra o cansaço e asco pelas pessoas daquele lugar para elaborar mentiras que justificassem sua chegada naquele horário.

sua cabeça começou a latejar  pelo fato do trauma que sofreu e a experiência de se sentir ameaçada a pouco tempo, agradeceu pelo qg estar quase vazio assim pouparia perguntas desnecessárias, aproveitou já estar no corredor das portas para correr ate o seu quarto, onde se refugiou com segurança e pode finalmente descansar e pensar se deveria esquecer o que viu ou se deveria chantagear o loiro em troca de sua liberdade, o método da barganha lhe pareceu tentador mas como barganhar com um homem que era aliado de um outro ser que poderia se esgueirar livremente por eel e lhe prejudicar sem que ninguém nem sequer desconfia se o motivo, a morena pensava qual seria a melhor forma de lidar com a informação, afinal era a primeira vez que tinha visto dois homens num ato tão intimo e nada casto, seu coração estava aflito e sua mente trabalhava igual a um relógio, logo sendo vencida pelo sono e estresse do seu encontro desagradável e perigoso.

Enquanto isso um certo loiro chegava ao qg percebendo olhares curiosos e outros maldosos de alguns membros, decidiu sondar o que tinha acontecido mesmo que seu corpo pedisse para se deitar e dormir já que era sua folga não poderia correr riscos desnecessários ou coisa do gênero, e como sempre usou sua velha mascara agradável e cordial para isso, chegando perto de uma das recrutas que no momento estava arrumando sua mochila e esperando seus companheiros chegarem para partir em sua missão, quando a moça notou a presença imponente do homem seu rosto ficou ruborizado não conseguia encarar um rapaz que se aproximava era como uma verdadeira aparição divina para ela e ao olhar o sorriso meigo nos lábios do rapaz teria perdido a compostura se não tivesse focado a visão em outro ponto longe do corpo do loiro.

- Olá bom dia, você esta bem? – fitou de modo analítico a pequena recruta a observando a face da mesma ficar mais vermelha que o normal e tentando buscar informações rápidas e precisas da pequena na sua frente o que não seria difícil para o mesmo afinal era o trabalho de um espião.

- ooi bom dia, como vai senhor Leifan? – a moça respondeu o mais rápido que pode pois seus companheiros haviam chegado e estava grata pelos mesmos não demorarem muito por voltar, sua pequena cabeça não entendia porque sentia se daquele jeito perto daquele homem que se vestia de forma tão reveladora afinal seu chefe se vestia quase da mesma forma e ate alguns membros de sua guarda.

- o não vá, você não parece se sentir bem, quer conversar? – o rapaz a chamou tocando em seus ombros o que fez a menina ter uma pequena vertigem e quase desmaiar dada ao turbilhão de emoções que estava sentindo no momento, num movimento mais rápido do que o normal se afastou para perto dos seus companheiros acenando um tchau com as mãos enquanto seu coração se acalmava e saltava feliz por constatar que o seu loiro não estava com a humana.

O homem estreitou os olhos num sorriso costumeiro e se desmanchando de desgosto decidiu regressar ao seu quarto, não teria motivos para tanta desconfiança ninguém desconfiava dele ou era o que julgava, mas seus instintos lhe diziam para perguntar mais os olhares dos membros e suas ações mas o seu corpo dizia para fazer isso uma outra hora pois dado ao seu pequena atividade na noite passada o deixava exausto embora estivesse satisfeito e achado que um mero banho na agua gelada da fonte o deixaria alerta novamente não entendia como um simples ato o deixava tão cansado ou ate mais do que suas costumeiras missões de espionagem e assassinato, caminhou de forma atenta e sorridente ate o seu quarto, quando bateu seus olhos em um dos membros da guarda, o homem pelo qual o divertia quando sentia tedio ou simplesmente mentia dizer que gostava dele além de prazer carnal, e sabia muito bem que o mesmo tinha varias conquistas amorosas mesmo que ocultas e isso o deixava um tanto que meio contrariado mas não podia monopoliza-lo desde o inicio os mesmo tinham concordado em ter esse tipo de relação intima sem falar que não poderia exigir fidelidade seria algo irônico, embora seja habituado a mentir e manipular não era do seu feitio ter laços amorosos desse grau para ele era uma diversão por uma noite e nada mais, se perguntava internamente se não ficara viciado no ato. Pensou entrando finalmente em seu quarto e se espreguiçando e mudando seu rosto para um cansado e abandonando aquele sorriso falso, decidiu atender o pedido do seu corpo e tirando sua camisa e deitando em sua cama não demorou muito para pegar no sono.

Um garoto de aproximados 13 anos estava passeando pelo bosque próximos a sua casa com seu amigo mais velho, ambos corriam pelo vasto corredor de arvores e se dirigiam ate um lago onde ambos estavam ansiosos para se banhar e se divertir afinal eram inicio das férias da escola e ambos tinham muito tempo para se divertir, o garoto mais velho jogava agua de forma animada em seu amigo menor que não tardou para lhe jogar lama o que foi correspondido na mesma moeda, era um dia lindo e ensolarado, as crianças se divertiam sem se importar com o tempo ou com obrigações, a criança mais nova sentou em um rochedo estava com suas energias quase no fim e sonhava em ser forte e rápido como o seu amigo enquanto o observava nadar e lhe mostrar caretas ao se ver sendo encarado pela criança, logo a tarde estava no seu fim e os garotos decidiram que deveriam colher algumas frutas no bosque antes de irem para suas respectivas casas, mesmo ignorando os pedidos dos pais tomarem cuidado naquela hora da tarde que era a hora de certos seres estarem saindo de sua toca, o meninos começaram a ir para uma parte quase isolada do bosque onde sabiam haver uma arvore frutífera com enormes frutas vermelhas embora seus pais os tivessem alertado de que aquelas frutas de nada valiam para seus estômagos , os meninos pensavam que só a sensação de come-las já era o bastante mesmo que isso lhes custa se o jantar e uma bronca de suas mães, eles subiam ate próximo ao topo da arvore e se acomodaram juntos em um galho com a vista privilegiada para o por do sol, e degustando as frutas e tendo aquela visão maravilhosa se perguntavam se existia um lugar com o seu tão lindo como o de seu lar, vendo que o manto negro da noite se estendia pela vastidão dos céus, eles decidiram que era hora de partir antes que fica se muito perigoso para voltar para seus respectivos lares, correndo ate sua casa acompanhado de seu amigos se despediram com um ate mais, o mais novo entrou em sua residência esperando levar uma bronca mas a casa estava escura e tinha um ar assustador para a pequena criança que acabara de chega, andou pela casa a procura de seus pais preocupado com o que estava acontecendo pois as luzes já deveriam estar acessa e caminhou em meio a escuridão pelo corredor da pequena casa que conhecia tão bem se guiando pelos resquícios de luz vinda das janelas fornecidas pela lua,  quando estava próximo a cozinha  ouviu um baque surdo vindo do segundo andar e com medo andou a passos lentos subindo degrau por e com o coraçãozinho aflito parou próximo a porta do quarto do seus pais e ouviu o som de coisas quebrando e um grito de terror encher seus pequenos ouvidos, numa tentativa de se proteger do que estava acontecendo a criança corre desesperada para seu quarto e tranca a porta e se esconde como seus pais lhe ensinaram durante sua vida as palavras de sua mãe ecoavam pela sua cabeça dizendo que se algo ruim acontecesse dentro de casa era para o pequeno se esconder e esperar pela ajuda ou quando estivesse seguro o mesmo tentar chamar ajuda de vizinhos e tentar se manter calmo, a pequena criança se viu aflito ao escutar passos indo no corredor, e num surto desesperado pela própria segurança se escondeu no armário junto as roupas e rezando para seus deuses o protegerem assim como seus pais e clamavam com lagrimas nos pequenos olhos por socorro. Não tardando muito ouvi um estrondo do seu quarto e vendo por uma pequena fresta a porta do seu quarto ser derrubada e um homem muito alto entrou de forma calma e tranquila.

-Olá tem alguém em casa, me responda eu sei que esta ai, sou um amigo, vim para ajudar- o homem vagava pelo quarto com as mãos nos bolsos e andando de forma quase silenciosa olhando todos os lados e conferindo embaixo da cama e pequenos espaços onde uma certa criaturinha poderia caber, o ultimo lugar para se olhar era o armário, e andando a passos lentos com um sorriso meigo nos lábios seguiu em direção ao mesmo se divertindo com a situação e aproveitando cada misero minuto, enquanto se deliciava com as sensações que possivelmente estava provocado no pequeno sendo auxiliado pela escuridão para dar um ar mais sombrio ao ato, a pequena criança estava com lagrimas em seus olhos e seu corpo estava quase petrificado ao ver a dança sinistra que o homem fazia ao caminha em direção ao seu quarto e a escuridão não ajudava muito, queria acreditar nas palavras do homem no seu quarto mas os seus instintos primitivos de sobrevivência o diziam o contrario, e não precisaria ser um gênio para saber o se o homem era com ou não dada as causas dele ter invadido o seu quarto e os barulhos anteriores fizeram a aflição da criança aumentar mais ainda e a tortura do homem se aproximando cada vez mais, o faziam ficar ainda mais paralisado não conseguiria fugir mesmo que quisesse, e em um movimento rápido o homem escancarou a parta do armário e vendo um montante roupas começou a afasta-las de forma lenta como se estivesse escavando um lugar onde houvesse um tesouro e logo encontrou a pequena criança tremula e tentando ficar o mais longe possível das mãos frias com dedos compridos, para a criança sem duvida quilo era a real personificação de um monstro, dando um surto de desespero fez menção de tentar correr o que não adiantou pois o homem o agarrou pelo braço e apertou com bastante força se deliciando com os gritos de desespero e dor da criança, no mesmo tempo em que o achava adorável, o homem o encarou com um sorriso amigável.

- você quer ver seus? Então pare de gritar e venha comigo – puxou o pequeno consigo ate o quarto dos pais do mesmo e o menino se desesperou ao ver a porta que estava trancada aberta  mas não ouvia nada além dos passos do homem e os seus seu pequeno coração estava apertado e mesmo sem entender temia pelo pior, ao adentrar a porta viu uma das coisas mais assustadoras e angustiantes que uma criança seria obrigada a ver, no chão estava sua mãe com os olhos fechados e estirada  e num canto do quarto estava seu pai jogado de bruços próximo a sua mãe, a criança foi solta pelo homem e correu em direção aos sua querida mãe se ajoelhando próximo a ela e tentando acordar a mulher que estava inerte olhando para o vazio, a criança notou que sua mãe estava muito fria e a abraçou para tentar naquela  vil esperança de que ainda houve se um sopro de vida na mulher que agora encarava  com os olhos mortos a criança que chorava e gritava seu nome, sem sucesso o menino correu para o seu pai afim de tentar acorda-lo de seu sono eterno, mas ao virar o homem a criança viu que a cabeça tinha se desligado do corpo do homem e rolado pelo quarto  o menino cego pelo desespero a pegou nos braços e abraçou com todas as forças enquanto chorava e clamava ora por socorro ora por seus pais e ora por seus deuses. O homem via aquilo de forma apática com o semblante frio e se preparava para sair quando sentiu algo o acerta a sua cabeça o menino havia juntado o resto de suas forças e lhe jogado um livro e outros tentava jogar tudo que estava ao seu alcance enquanto sentia uma dor lancinante no peito como se estivesse morrendo junto com seus pais, o homem fez menção de se   voltar para o garoto mas o olhou sem interesse pela ultima vez e foi se andando a passos lentos pelo corredor enquanto o garoto o mesmo com suas pernas fracas e sua consciência lhe abandonando tentou seguir o antes de ser consumido pelas trevas da inconsciência.

O homem detentor do sonho acordou suado e fatigado com a lembrança do trágico dia da perda das pessoas que mais amava e do seu objetivo de vida a morte do assassino da sua família.



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