História Quando é pra acontecer... - Capítulo 1


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Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden
Personagens Dylan O'Brien, Holland Roden
Exibições 12
Palavras 2.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Essa é uma história fictícia, baseada na química de dois atores, Dylan O'Brien e Holland Roden. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Fatos verídicos podem ser introduzidos mas nem por isso estão totalmente de acordo com a realidade. É um romance com comédia, drama, suspense e, muito, "destino". Espero que gostem e comentem. Beijo e boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


“Quando o vi pela primeira vez senti um negócio estranho... sei lá, não sei explicar... mas era bom. E ainda ele sorriu quando fomos apresentados... Dylan O’Brien... nunca havia ouvido falar... mas meu coração sim... loucura né? Só sei que algo se ascendeu em mim naquele dia...”

“Dylan, ‘é a obsessão do seu personagem! Ela é a garota dos sonhos do Stiles!’ Claro que era, pensei quando Jeff me apresentou Holland Roden. Ela era simplesmente perfeita! Aquele olhar de um penetrante esverdeado, o cabelo ruivo cheio de ondas, o sorriso... ah o sorriso!... Aquelas covinhas eram inesquecíveis!”

“Nos demos bem de cara. Era tão fácil conviver com ele. Era prazeroso trabalhar, estar nas horas de folga... bom, todo mundo ali acabou se dando bem já na mesma hora que o cast foi reunido... pode parecer piegas, mas formamos uma família! Mas sem dúvida, Dylan tinha algo a mais, não sei...”

“Com Tyler foi instantâneo! Parecia que ele era eu mesmo, sei lá... uma amizade que não tem como explicar... e ainda o Jeff pediu pra sairmos juntos, ter algum tipo de vínculo pra imprimir nos personagens uma maior verdade de brotp e tal... cara, nós já fomos dormir na casa um do outro já na primeira semana que nos conhecemos! Torci mais pra ele passar na audição do que pra mim mesmo! Agora não posso deixar de lado o resto do pessoal... se eu disser que adoro todo mundo dali do cast, quem trabalha nos bastidores, é a mais pura verdade... minha segunda família!... Mas eu também tenho que confessar que aquela ruivinha nunca me saiu da cabeça.”

“No início era tanta divulgação, festas, jantares, entrevistas, a gente estava sempre junto, fora que fomos todos morar longe de casa... quero dizer... foram tantas as oportunidades que tínhamos pra... você sabe... pelo menos experimentar que gosto tinha aqueles lábios dele, já que nossos personagens, nem pra isso né! Nem beijo fictício tinham... mas... nunca dava... sempre quando aparecia um clima, algo cortava... não foi nem uma nem duas vezes que fiquei com aquela vontade de agarrá-lo e beijá-lo.”

“Ainda bem que a Holl nunca percebeu... acho... foi bem mais de umas dez vezes que fiquei hipnotizado olhando pra boca dela... teve vezes que eu quase senti o gosto que tinha...”

“Mas aí o tempo foi passando, a admiração e a amizade foram aumentando... e aquele fogo que eu sentia por ele foi diminuindo... acho que amizade se tornou maior que um ‘desejo’..... e ele já não estava mais disponível... e eu não faria parte de nenhuma traição, defendendo tudo que defendo!”

“Eu fiquei encantado quando conheci a Britt durante as filmagens daquele filme. Ela era toda pequeninha, delicada, linda... tão decidida, confiante... isso me chamou a atenção... daí eu pensei ‘por que não?’ e começamos a namorar... nunca que pensei que ia durar anos!”

“Bem, daí o Jeff apareceu com uma cena de beijo entre a Lydia e o Stiles... poxa, agora? Agora que eu comecei a namorar com o Max? Agora eu não quero mais saber que gosto que tem a boca do Dylan!... Mas fazia parte... infelizmente.”

“Fiquei bolado quando li o script... mas além de profissionais, somos muito amigos eu e a Holl... então saiu tudo bem... inclusive fizemos algumas mudanças na cena, todo mundo adorou, principalmente o Jeff... e o melhor, pude tirar aquela cisma e percebi que havia superado a Holl, agora eu gostava da Britt.”

“Ah e nem foi tudo aquilo que eu pensava do beijo... lógico que não foi um beijo mesmo... mas pude enfim ficar aliviada. O que eu sentia por ele era só amizade mesmo. Bom daí o tempo passou... o Dylan começou a ficar mais ausente, trabalhando...”

“Eu me atolei em trabalhos, até que aconteceu tudo aquilo... o acidente... foi um chacoalhão!... Me fez parar e repensar muita coisa...”

“Nunca vou esquecer o susto... eu quase morri... minha pressão caiu, desmaiei quando soube... ainda mais que as informações eram todas desencontradas... Deus... eu só me acalmei quando ouvi a voz dele no telefone... ele ficaria bem.”

“Pensei em parar... mas cara, eu amo o que faço... não, eu não ia parar! Mas como disse muito bem meu pai ‘eu não precisava parar, era só não me esquecer de viver’... bem que eu tentei, mas quando vi já estava novamente cheio de trabalhos... atrasados principalmente!”

“Nós já estávamos filmando a sexta temporada, sentíamos que era a última, sentíamos que era hora de encerrar aquele ciclo... mas doeu quando veio a confirmação... principalmente porque aquela nossa família ia se separar, definitivamente.”

“Doeu ao saber que era o final... mas confesso que foi um alívio... eu já estava tão atolado de novo em trabalhos... o próximo ano eu ia rodar o mundo gravando os filmes... era sobre-humano!... Mas eu ia sentir tanta falta do pessoal... de tudo...”

“E então filmamos a última temporada. Meio aos trancos e barrancos em razão da agenda apertada do Dylan, coitado... mas deu tudo certo... posso encher a boca pra dizer que todos fizemos um excelente trabalho... E, finalmente o meu personagem e do Dylan engrenaram... ahhh tem cada cena fofa! Tomara que pelo menos metade vá pro ar.”

“Eu e a Holl ficamos satisfeitos com o fechamento do arco das nossas histórias, tanto nossos personagens separados como o casal... ficou ótimo!”

“Já tínhamos gravado quase tudo faltava uma última cena de Stydia, da minha Lydia com o Stiles do Dylan. Nem era a última cena que ia ao ar... mas era a nossa última gravando.”

“Falei pra Holl ‘vamos caprichar’...”

“Nós dois não podíamos imaginar a peça que o destino estaria nos pregando... nem eu nem ele estávamos na vibe ‘última cena’, estávamos tranquilos... conversando muito como sempre... quando o diretor gritou ‘valendo’, falamos nosso texto e nos beijamos... céus... depois de anos adormecido meu fogo se ascendeu!... Eu estremeci olhando pra ele...”

“O que estava acontecendo comigo? Nós dois já tínhamos nos beijado várias vezes naqueles dias, fizemos até cena de sexo, eu vi a Holl praticamente nua, ou quase... mas justo naquele beijo era como se aquilo que me consumia à anos atrás voltasse com tudo!... Eu nem percebi quando voltei a beijá-la e acho que nem ela...”

“Simplesmente nos beijamos de novo... nada técnico... eu apenas me entreguei... e foi como eu sonhei da primeira vez...”

“Não sei quantas vezes o diretor gritou que a cena tinha acabado... só percebi quando a Holl desapareceu da minha frente e eu fiquei perdido.”

“Lógico que fugi! Eu já não estava mais com ninguém mas ele continuava naquele namoro de anos...”

“Quis conversar com ela mas não sabia nem o que dizer... talvez só eu tinha sentido.”

“Nem questionei ele... se sentiu o mesmo que eu ou não... o sensato a fazer era realmente esquecer... e o turbilhão de emoções e correria dos últimos dias ajudaram.”

“Bem, já faz um ano que Teen Wolf acabou... tenho contato ainda com o Posey que não me larga, mas apesar de tentarmos, meio que perdi contato com o restante... um oi e tal quando nos esbarramos por aí... na verdade eu não parei, to emendando um trabalho no outro... agora to aqui no Canadá...”

“Eu vim aqui pro Canadá apenas pra fazer uma participação num filme, coisa rápida, mas acabei conseguindo um papel incrível numa série... não tinha como recusar... e já que meus outros projetos ainda não engrenaram como eu esperava, resolvi aceitar.”

“Aqui em Vancouver tem tanta gente de Los Angeles trabalhando... filmes, séries... é fácil esbarrar com conhecidos... toda a região aqui é bem movimentada com pessoas de lá... mas são apenas ‘conhecidos’... mesmo assim volta e meia saio com o pessoal que trabalho pra um desses barzinhos onde se encontra todo mundo. Geralmente bebemos, rimos, alguns fazem contatos, claro que rola outras coisas... nem é bom eu comentar, vamos deixar em off... agora, eu jamais podia sonhar que aquela noite... justo aquela sexta que eu quase nem fui porque estava morto de cansado... eu ia encontrar ela...”

“Quando entrei no pub com meus novos amigos do set, já percebi que era meio que um dos lugares ‘secretos’ que quem queria um pouco de privacidade se escondia, principalmente os artistas que trabalhavam pelos arredores. Dei uma olhada por todo o ambiente até que meu olhar encontrou o de um velho conhecido...”

“Sorri instantaneamente. Aquela luz ruiva que entrou pela porta toda enrolada em cachecóis e sobretudo, me iluminou mandando embora o marasmo que sentia.”

“Ele vinha ao meu encontro mas eu nem fiquei esperando ele chegar, corri pra direção dele, lhe abraçando forte. Parecia que fazia uma eternidade! E eu estava morrendo de saudade!”

“Acabou que não nos desgrudamos a noite toda.”

“Bem, aquela noite foi só o começo...”

“Depois daquela noite vivíamos nos encontrando por aí... nos pubs, em restaurantes... não precisava nem marcar...”

“Um dia impliquei que não podia ser só coincidência, que ela estava me seguindo... mas e o que dizer de quando eu não a via e ligava pra saber onde estava? Acho que eu é que estava perseguindo-a.”

“Não sei quantas vezes viramos a noite conversando... nossa... a gente sempre tinha assunto!”

“Holl me fazia tão bem! Era como se eu tivesse um porto seguro de casa, sabe? Eu faço amigos fácil mas to sempre longe da minha família e... desde que eu e a Britt terminamos decidi não me envolver com mais ninguém, focar no trabalho que sempre me consome muito, pelo menos por enquanto... No começo da minha solteirice até fiquei com uma ou outra, mas depois perdeu a graça... o fato é que não quero mais um relacionamento assim como eu tive com a Britt, a distância... meio que acabou aquela paixão e eu não sei nem quando foi, quando viramos só amigos.”

“Depois do Max eu até tive outros rolos... mas nada muito sério... umas ficadas... a questão nem era que não queria me envolver, era só que ninguém me fazia sentir... viva!? Não me apaixonei por ninguém.”

“Era tão divertido sair com a Holl... nunca tinha monotonia...”

“O Dyl é um palhaço, bobo...”

“... mas também quando quero falar algo sério, ela sempre tem os melhores conselhos...”

“... me sinto tão bem conversando com ele... ele me ouve... realmente ele me ouve... me entende...”

“Estava tudo bem até aquele dia...”

“Eu não podia imaginar... nem me passava pela cabeça acontecer...”

“Estávamos numa festa... começou a ficar meio ‘pesado’, eu não estava curtindo muito, olhei a Holl num canto meio séria... falei pra ela ‘vamos embora pra outro lugar?’...”

“Eu não estava afim de ir pra lugar algum, então pedi pra ele me deixar em casa. Convidei-o pra tomar alguma coisa, eu estava sozinha, minhas colegas saíram ‘caçar’ como elas diziam... então ele topou.”

“Um café. Ia ser só um café pra me esquentar um pouco. Mas Holl resolveu ascendera a lareira... ah daí acabei ficando, estava tão quentinho...”

“Ficamos ali sentados no tapete em frente a lareira conversando. Ensinei ao Dylan que é bom tomar vinho sim, que é só saber escolher... e fomos ficando... estava realmente bom, escutando música...”

“Até que eu bati sem querer na garrafa de vinho, derrubando o líquido no tapete branco... pela cara que a Holl fez eu estava encrencado! Prontamente comecei a limpar enquanto ela correu pra pegar umas toalhas de papel.”

“Santo Deus! O Dylan não sabe que vinho tinto mancha? As minhas colegas iam me matar! Eu to aqui de favor morando com elas... Ok, eu ia pagar pelo estrago, ou melhor, ia fazer o Dyl pagar!”

“Tentamos limpar em vão a mancha, que só aumentava. Acabou que desistimos e começamos a rir, um olhando pra cara do outro.”

“Aquela situação me fez ficar hipnotizada olhando pra ele, rindo claro, mas algo estava acontecendo dentro de mim... algo estava se ascendendo...”

“Holl ficava tão linda rindo... mas naquela hora tinha algo a mais... não sei explicar... não sei como, por que ou quando começou...”

“Nos beijamos...”

“Nos beijamos...”

“Eu parei e olhei pra ele... eu me via nos olhos dele!... Nunca me senti tão pertencente à uma situação como aquela, à alguém, à um lugar... parecia que tudo tinha parado...”

“Parecia que nós estávamos esperando...”

“...uma vida inteira!”

“...uma vida inteira!”

“Eu olhava pra Holl e via nela tudo o que eu estava sentindo... eu nem sabia direito o que sentia, mas eu sentia o mesmo que ela...”

“Voltamos a nos beijar e dessa vez foi ainda melhor.”

“Era tudo natural... não tínhamos bebido a ponto de perdermos a consciência... não... nós tínhamos certeza do que estávamos fazendo...”

“Um beijo foi levando a outro... e a outro... e nos entregamos... até porque eu senti naquele momento que eu sempre pertenci à ele...”

“Eu sabia aonde, como, o que fazer, como tocá-la... e não era de quando trabalhamos juntos... era algo... nosso...”

(Suspiros)

“Foi a melhor noite da minha vida!”

“Foi a melhor noite da minha vida!”


Notas Finais


= Aqui foram os dois contando/conversando com vocês, daqui pra frente vai começar a história de como tudo aconteceu e como ficou dessa noite em diante....... logo posto mais!


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