História Quando foi que você cresceu? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Rose Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Filha, Malfoy, Namoro, Pai, Rose, Scorpius
Exibições 102
Palavras 880
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Harry Potter é da J.k.Rowling.
Plagio é crime.
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Beijinhos!
Espero que gostem!

Capítulo 1 - Capítulo Único


 - Estou falando Rose, ela está trancada no quarto e parece que está chorando – Scorpius disse para sua mulher pelo celular, algum tipo de aparelho trouxa que fazia você falar com sua mulher que estava na Alemanha.

- Querido, terá que falar com ela!

- Mas sabe que não sou bom nessas coisas, sempre foi você!

- Mas eu estou na Alemanha e você está aí. Scorpius você é adulto e sua filha tem 16 anos, pelas barbas de Merlin, vá falar com ela!!!

Ele bufou no aparelho trouxa.

- Vou tentar – ele disse. – Te amo e volte logo!

Rose riu.

- Também te amo, e volto em três dias!

Desligou o aparelho, e se preparou para a batalha. Ajustou a camisa, puxou uma boa quantidade de ar para dentro dos pulmões e subiu as escadas em direção ao quarto de sua única filha.

- Dora? Posso entrar? – ele perguntou batendo na porta.

- Po...pode – ela respondeu a voz embargada em choro.

E quando ele abriu a porta realmente viu sua filha, sua filinha, mesmo tento dezesseis anos, chorando. Sua filha, aquele ser pequeninho que viu nascer, que desejou tanto que até chorou quando Rose havia contado a gravidez. Aquela que ele jurou proteger e fazer de tudo para nunca chorar estava chorando. Pandora Malfoy, a menina de personalidade Weasley, mas com aparência de Malfoy.

- Eu ouvi você chorando e eu... eu quis... – ele tentou disser as palavras, mas nunca foi bom com elas. Sua filha estava com a cara inchada e lagrimas escorriam por suas bochechas.

Dora Malfoy então apenas correu e se jogou nos braços de seu pai. Que prontamente a segurou. Firme e forte.

- Você quer me contar o por que está chorando?

- É que... eu gostava de um garoto e ele me trocou como se eu não fosse nada.

Dora contou a seu pai sobre o garoto com quem estava saindo e gostando e do nada ela o viu com outra garota, uma corvina muito mais bonita e sexy do que ela. Ele tinha usado, trocado por outra e jogou ela fora.

E aquilo, aquilo era muito pior do que Scorpius havia imagino. Ele estava pronto, ou quase pronto, para ajudar caso ela tivesse sei lá perdido algum objeto, brigado com algumas de suas amigas, que eram suas primas, ou perdido o último jogo de quadribol em Hogwrats já tinha acabado de busca-la na estação. Mas coração partido era a única opção que Scorpius não tinha imaginado.

Até porque ela ainda é uma criança, como alguém, como um garoto, se atreveu a chegar a mais de dez metros de distância da sua filha??? Scorpius se perguntou.

Mas tinha que acordar, sua filha já tinha dezesseis anos já estava quase fazendo dezessete, e obvio que os garotos iriam aparecer, mas esperava que nenhuma se atrevesse a machuca-la.

- Sinto muito – ele falou.

- Como faço para esquece-lo? – Dora perguntou se afastando de seu pai para olha-lo.

Scorpius coçou a cabeça e fez aquela cara de quem não sabe a resposta.

- Não sei, querida. Mas acho que se divertindo e curtindo as férias é um bom começo – ele falou e tentou sorrir. E sua filha acenou a cabeça apenas. – Venha suba nos meus pés – Scorpius pediu.

Dora o olhou com uma careta e até um meio sorriso.

- Já tenho 16 anos, e não fazemos isso a muito tempo – Dora falou revirando os olhos.

- Idai, sou seu pai – ele falou sorrindo e com sua varinha fez o rádio da escrivaninha começar a tocar uma música animada. – E estou mandando subir nos meus pés!

- Tudo bem, mas tenho que avisar, eu engordei desde os meus nove anos – ela falou rindo e colocou cada pé em cima dos de seu pai.

Deram as mãos e Scorpius começou a dançar, era uma mistura de passos de valsa com pulos das danças atuais e passos bregas que ninguém nunca se atreveu a faze-los.

Ambos, pai e filha, dançavam e riam. E Dora havia esquecido o garoto pateta. Logo eles cansaram principalmente porque ela não era mais uma criancinha leve.

- Obrigada papai – ela agradeceu.

- De nada – ele falou ainda para porta. – Ah, como é o nome do garoto? – Scorpius perguntou antes de sair.

- É... – Dora não respondeu apenas deu um sorriso torto. – Sei qual é a sua intenção e não direi. Não vai atormentar o garoto, ficarei marcada em Hogwarts para sempre!

- Pego no pulo do gato, mas se você não vai me contar, talvez uma de suas primas me conte – Scorpius disse com um ar vitorioso, ele iria acabar com o garoto nem que fosse a última coisa que iria fazer na vida.

- Também não adianta, mas falei para elas não contarem nada – Dora respondeu.

- Mas que droga!

- Pai eu estou chateada e muito, mas eu tenho que superar isso, são os meus desafios da vida, e não quero o senhor preso por matar um estudante indefesso!

- Não conte a sua mãe que eu queria mata-lo.

- Seu segredo está seguro! – Dora respondeu.

- Se arrume e desça em alguns minutos – Scorpius avisou. – Nós vamos ao carrossel!

- Pai, eu tenho dezesseis anos! – ela gritou rindo.

- Vai sempre ser minha filinha. Agora se arrume – ele disse rindo.


Notas Finais


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