História Quando Menos Esperamos - Capítulo 7


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Amatis Graymark, Asmodeus, Camille Belcourt, Céline Herondale, Clary Fairchild, Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Luke Graymark, Magnus Bane, Max Lightwood, Rainha Seelie, Raphael Santiago, Rebecca Lewis, Sebastian Morgstren, Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Alec, As Peças Infernais, Clace, Clary Fairchild, Jaceherondele, Lightwood, Magnus Bane, Malec, Os Artifícios Das Trevas, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, Simon Lewis, Sizzy
Visualizações 185
Palavras 2.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Confiar é tudo!


Jace observou Clary sorriu durante todo o caminho para casa, o que fez de Jace uma pessoa feliz, quando viu Clary pela primeira vez sempre pensou como alguém tão linda poderia ser tão triste ficou satisfeito em saber que era o motivo por ela estar com aquele sorriso enorme no rosto.

- Você correu nu? - ela se esforça para falar sem controlar o sorriso.

- Era uma droga muito louca - Jace desviou o olhar - Eles a chamavam de "droga de fada".

- Meu Deus - Clary ainda sorria como nunca - Por que você usaria?

- Parecia legal - Jace viu quando o terreno da casa de Valentim surgiu e também pode notar que nesse mesmo instante o sorriso de Clary sumiu. - Você está bem?

- Voltamos ao mundo real - respondeu triste - Sebastian deve ter tentado falar com a gente.

- Eu mandei uma mensagem para ele - Jace respondeu enquanto entrava na garagem - Explicando o que tinha acontecido.

- Obrigada! - Clary está com a cabeça baixa e parecia cada vez mais triste.

- Não precisa agradecer! - me inclinei para olhar em seus olhos coloquei minha mão em seu pescoço para fazer com que ela olhe para mim - Quero que se sinta a vontade com esse relacionamento, que me conte as coisas, quero que sorria que chore que me beije e abrace só quero te ajudar a passar por tudo isso dá melhor forma possível, eu te amo Clary.

- Eu… - me aproximo e encosto nossos lábios de maneira calma, ela suspirou se afastando.

- Vamos entrar? - Clary balançou a cabeça de maneira afirmativa ela está insegura e Jace podia sentir.

Quando Jace abriu a porta, Clary não esperava encontrar um Sebastian deitado no sofá a espera deles o mesmo se levantou Imediatamente.

- Olha só quem resolveu aparecer - Meu irmão sorriu carinhoso. - Como foi a noite hã?

- Eu… não - Olhei para Jace vermelha.

- Não tranzamos se é o que quer saber - Jace foi curto e grosso, e diferente do que eu imaginei, isso não me deixou com corada mas confiante.

- Sebastian - Meu pai saiu do escritório - Deixe eles em paz! - Valentim caminhou até mim e me abraçou - Jace falou o que aconteceu, ficamos preocupados o que houve? - Fechei os olhos deixando lágrimas caírem.

- Ele estava lá! - disse o abraçando, sabia que iria entender melhor que ninguém o significado das minhas palavras.

- Eu sinto muito! - beijou minha cabeça - Ele tentou alguma coisa? - perguntou me afastando, neguei com um movimento de cabeça.

- Jace não deu muitos detalhes - Sebastian falou enquanto me apertava seus braços fortes.

- Nada de mais - olhei para Jace e sorri - Jace cuidou de mim, eu vou superar!

- Sebastian leva sua irmã para cima, quero falar com Jace - Valentim falou caminhando em direção ao escritório.

Me voltei para Jace e o abracei beijando seu pescoço - caras normais de se estremeceriam mas não Jace.

- Vai ficar bem? - o carinho na minha voz surpreendeu a mim mesmo.

- Ele não vai me matar Clary - disse sorrindo - Suba e tome um banho, vou te ver antes de dormir.

- Ah. - Sebastian exclamou - Por favor vocês dois.

- Vamos subir Sebastian - pexei sua mão - Vá me ver! - Gritei para Jace.

Assim que entrei no quarto né joguei na cama sem a menor vontade de levantar. Sebastian se sentou na ponta da cama e me encarou de forma constante o que me encomodou.

- O que foi Sebastian? - me sentei na cama.

- Dormiu com ele? - perguntou sem exitar.

- Direto ao ponto como sempre - Falei desviando o olhar - É claro que não!

- Ele tentou…

- Sebastian - O repreende impedindo que terminasse a frase - Jace não é o Jason - Respirei fundo e controlei a tremedeira - Eu demorei para perceber isso, por favor, tô tentando superar - Ele levantou a mão esquerda e secou a lágrima que eu nem tinha percebido escorrer.

- Eu sinto muito, você tem razão! - né abraçou - Jace é uma pessoa ótima, vai cuidar de você!

- Tem coisas sobre ele…

- Olha eu e Jace nem sempre fomos os mais próximos - disse sem graça - Então não sei mais que você!

- Tudo bem! - Falei me levantando - Só me ajuda com a água da banheira, tá ok?

- Claro, vou preparar!

Ele andou em direção ao banheiro e tudo o que eu pude sentir é meu coração disparar, levantei correndo saindo do quarto, corri em direção a uma porta que eu sabia, leva para o terraço, subi a escada correndo quase caindo.

Quando atravessei a porta senti o vento batendo no meu rosto, senti tudo transbordar cada sentimento e junto disse as imagens daquele dia veio a minha cabeça andei até as escadas daquele terraço e me sentei ainda estremecendo.

- Por que? - encostei a cabeça no corrimão e chorei. Chorei tudo o que eu já tinha chorado e ainda mais o frio me atingiu mas não me emportei só quero continuar chorando.

Jace Herondele

Me sentei na cadeira de posicionada em frente a mesa de Valentim, ele apoiou o cotovelo em cima da mesa para logo em seguida sorrir.

- Como foi? - Ele parecia extremamente interessado.

- Ela estava totalmente solta até… tudo acontecer - Ele balançou a cabeça com calma e sorriu.

- Que bom! - Ele olhou em meus olhos pude ver que ele sabia - Nós estamos juntos. - responde de uma vez só.

- Fico feliz - sorriu se levantando - Ela precisa de alguém que cuide dela, fico feliz que ela tenha escolhido você, o que me faz lembrar devo me preocupar com Aline?

- Eu não sei - falei inseguro - Elas já se estranharam essa semana, acho que vamos ter que interferir em algum momento.

Ele apontou um dedo para mim - Vigiar Aline é sua maior preocupação, ok?

- Sim… eu concordo - abaixei minha cabeça, tenho uma pergunta importante a fazer uma pergunta capaz de mudar muita coisa mas estou com medo e sem saber o que fazer. - O que foi Jonathan? - vi quando ele franziu a testa e me senti ainda mais inseguro por isso - Diga garoto afinal você acabou de entrar definitivamente da família.

- Eu… - Respirei fundo - Valentim eu… tenho que perguntar, você acha que minha avó seria capaz de mandar matar os meus pais? - Vi a surpresa em seu rosto.

- Achei que um dia teria que ter essa conversa com você - respirou fundo e apontou para a cadeira a qual eu tinha me levantado, se apoiou na beira da mesa de frente para mim - Acho que devia ter tido essa conversa com você desde aquele dia quando me ouviu conversando com os lightwood sobre a perícia.

- Valentim você têm sido como um pai para mim - vi surpresa em seus olhos - Eu só quero garantia de que meus pais estão tendo a justiça que merecem.

- Eu entendo Jace e vou ajudar você com isso! - Ele se sentou na cadeira ao meu lado - Vamos descobrir tudo, ok?

- Obrigado - olhei para minhas mãos - Você não respondeu minha pergunta!

- Entenda Jace - se levantou e fez um sinal para que eu o seguisse - Sua avó é uma mulher difícil, mas não é tão ruim assim! Gostaria que a tivessem conhecido antes, talvez algum dia tenha a oportunidade.

- Eu dúvido muito! - saímos do escritório e caminhamos pelo corredor antes que chegássemos ao final Sebastian veio em nossa direção desesperado.

- Por favor, me diz que a Clary está aí com vocês - meu coração disparou.

- Achei que ela estava com você! - me desesperei - O que aconteceu?

- Nada eu… estava preocupado com o relacionamento de vocês acho que acabei magoando ela mas não foi minha intenção! - ele se encolheu - Eu só estava preocupado.

- Tudo bem Sebastian, onde você já procurou por ela? - Perguntei me aproximando mais.

- Em todo lugar. Não consegui encontrar ele! - ele jogou a cabeça para trás - Eu sou um idiota!

- Você deveria ir dormir ou pole menos tentar. - Valentim quem sugeriu.

- Não você não está entendendo - Sebastian se sentou no sofá - Ela estava bem em um momento... Me mandou preparar um banho e quando voltei ela não estava em lugar nenhum.

- Pare Sebastian suba tente descansar - falei subindo as escadas já tendo uma ideia de onde Clary poderia estar - Você não teve culpa de nada.

- Aonde vai? - Valentim franziu a testa.

- Tenho uma ideia de onde ela possa estar - Falei assim que cheguei ao topo - Não se preocupe eu cuido dela!

- Ok me mande uma mensagem se precisar de alguma coisa ou assim que a encontrar - respirou fundo passando os braços ao redor dos ombros de Sebastian - Não vamos conseguir dormir sem notícias.

- Claro - Ouvi uma estrondo o que fez meu coração desparar e Sebastian ficar mais atordoado.

- Ai meu Deus - Sebastian subiu correndo a escada - Se ela estiver lá fora vai ficar encharcada e acabar com um resfriado.

- Vou atrás dela - dei as Costa para ele e corri em direção a uma porta, da última vez que passei por ela estava com Clary e passamos pela porta que Sônia até o terraço.

Assim que atravessei a porta a água é o vento me atingiram sem piedade, olhei para o lado e para o outro é não tinha ninguém.

- Droga Jace - Falei comigo mesmo - para onde ela foi agora?

Havia uma escada escondida por plantas em toda ela. Vi algo se mecher e corri até lá, meu coração se partiu assim que vi Clary encolhida e molhada, tão frágil, me aproximando devagar passei meus braços ao redor dela o que a fez se encolher ainda mais porém assim que percebeu minha presença ela me abraçou, seus braços trêmulos passaram pelo meu pescoço posicionei meu outro braço em seus joelhos e a levantei.

Clary não disse nenhuma palavra desde que a encontrei, no máximo balançou a cabeça de vagar, porém quando cheguei em seu quarto ela escondeu o rosto no meu pescoço e chorou.

- Ei - beijei seu cabelo - Tá tudo bem!

- Não quero ficar aí! - pela primeira vez ela olhou para mim em meus olhos - Por favor!

- Ok - respirei fundo e caminhei em direção ao meu quarto - Vou levá-la para o meu quarto, tá ok?

- Sim.

Levei Clary para meu quarto e a sentei na minha cama ajudando à tirar o fino casaco que não serviu para porcar nenhuma.

- Vou preparar um banho para você - respirei fundo e olhei em seus olhos - Por favor não fuja!

- Não irei… eu juro! - cada movimento que ela fazia parecia totalmente robótico o que só me deixou mais preocupado, mandei uma mensagem a Valentim e a Sebastian avisando que a encontrei.

Quando voltei ao quarto Clary não estava na cama o que fez meu coração desparar porém fiquei mais tranquilo assim que a ve com um álbum de fotografias na mão.

- Esses eram seus pais? - ela parecia calma e segurava o livro grande sem tremer.

- É sim!

- Sua mãe era linda!

- Obrigado!

- Você parece com ela! - disse passado o álbum para as minhas mãos.

- Vou levar como um elogio! - sorri coloquei o álbum em uma gaveta próxima - Olha achei esta toalha e tenho certeza que tenho uma camisa para te emprestar, tome um banho a água está maravilhosa eu garanto!

Clary entrou no banheiro o que me fez respirar fundo, arrumei a cama e tire meu travesseiro tratando de fazer minha cama no chão não quero que ela se sinta desconfortável, peguei uma camisa branca e uma calça moletom ajustável. Bate na porta e gritei dizendo que iria colocar em cima da pia, ela gritou um obrigada de volta.

Me sentei na cama para esperar ela terminar e finalmente parei para pensar o quanto fiquei conversando com Valentim, já é noite, não é tão tarde mas o clima já havia acabado para todos nós. Levei um susto ao sentir as mãos pequenas nos meus ombros.

- Desculpa eu… estava em outro lugar! - Sorri ao notar que ela aberta a minha mão.

- Tudo bem - ela olhou para a cama que preparei no chão - Por que não vai dormir na cama?

- Eu…

- Achou que eu iria susrtar e fugir de novo? - ela pareceu triste - Jace, por favor! Não quero dormir aqui só! Se fosse desse jeito ficava no meu quarto.

- Tudo bem eu… só não quero ver você fugir - segurei seu rosto e dei celinho - Não de mim! Para mim, ok?, Se precisar de mim para qualquer coisa é só me avisar ou me procurar, nada de se esconder na chuva - falei fazendo uma voz engraçada que a fez rir.

- Fico feliz de conhecer você! - me abraçou forte e não parece querer me soltar tão cedo - Estou com sono!

- Ok - falei beijando sua cabeça - Vou tomar um banho rápido, pode deitar e se aconchegar já volto. - Ela balançou a cabeça e se deitou puxando o cobertor para cima.

Tomei meu banho tirando toda aquela sujeira e me sequei, acabei me destruindo no box porém estou me sentindo limpo.

Clary já estava dormindo quando cheguei ao quarto porém assim que me deitei ao seu lado ela se aconchegou mim o que me fez sorrir.



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