História Quando minha vida mudou - Capítulo 26


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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens André Alencar, Benjamin, Chloé, Dóris Jardim, Felipe Vaz, Isabela Junqueira, Joaquim Vaz, Julia Vaz, Lola Alencar, Manuela Agnes, Mateus Jardim, Omar Ferraz, Priscila Meneses, Sabrina, Téo Cavichioli
Tags C1r, Chlomar, Cumplices, Isabela, Jobela, Judre, Mabrina, Majo, Manuela, Mateo, Prijamin, Teobela
Exibições 181
Palavras 2.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O capítulo começa logo depois do fim do passado, quando a Isa volta pra casa, depois de ver o Téo comprando um suposto presente pra ela.

Capítulo 26 - Declarações de amor


Fanfic / Fanfiction Quando minha vida mudou - Capítulo 26 - Declarações de amor

 

------------Mansão Agnes, 14:55, de tarde------------

 

POV Isabela ON

Meus pais tinham chegado de viagem nessa manhã, estavam no andar de baixo, mimando a Manuela.

Hah, mas eu não estou nem aí! Nem liguei pra eles, estava preocupada com o que eu vi nessa manhã... Téo tava falando com algum amigo no telefone, e dizendo que ia me dar um presente! Ouvi ele dizer que não sabia como eu ia reagir, dizendo que eu era uma garota difícil!

Ai, eu nem podia acreditar nisso! Manuela sempre teve tudo, era a talentosa, a queridinha, a boazinha... Tinha atenção de todos, e era a namorada do Téo. Mas agora que ele vai me dar esse presente... Eu sempre soube sabia chegaria esse dia, o dia que ele ia prestar atenção em mim e largar dessa sonsa da minha irmã.

 

“Isa!” Era a voz dela.

“Que foi?” Eu gritei, deitada na cama mexendo no celular, na esperança de receber alguma mensagem dele.

“Chegou algo do correio pra você!”

Meus olhos brilharam, meu coração acelerou e eu pulei da cama, descendo rápido as escadas pra ver o que era.

 

“É um presente.” Manuela foi me entregar e eu arranquei das mãos dela. “Nossa.”

“É pra mim.” Falei, olhando o pacotinho vermelho. “Não tem o nome de quem mandou?”

“Eu até procurei, mas não.”

“Hmm..” Eu dei um risinho “Mas eu sei de quem é.” Então encarei Manuela, a coitadinha nem imagina que o Téo ia dar um pé na bunda dela pra ficar comigo!

“O que foi?” Ela me olhou, ingênua.

“Nada, ‘irmãzinha’. Vou pro quarto.”

“Espera, Isa, eu também quero ver o que é!” Ela sorriu, ansiosa pra ver.

Que pena dela que eu senti nessa hora... Só que não!

“Depois eu te mostro!” Eu sai correndo e me tranquei no meu quarto.

 

Minhas pernas tremiam de tanto nervosismo... Será que ia ter alguma mensagem dele junto?

Ai, Isabela, você é toda durona perto dos outros, mas é só esse garoto entrar na sua vida que tudo vira de cabeça pra baixo!

Abri o pacote, e tirei o presente, estava dentro de uma caixinha. E tinha um bilhetinho em cima.

“Para a linda garota dos meus sonhos.” Era o que dizia.

Eu tava quase chorando de felicidade e emoção ao ver aquilo. Não me interessa como a Manuela vai ficar nessa história, agora é a minha hora de ser feliz.

Abri a caixinha e encontrei nela um lindo turbante colorido. Ele sabia mesmo o meu gosto... Eu peguei o presente com carinho, coloquei de volta na caixinha e guardei junto com os outros presentes preciosos que eu já tinha recebido de familiares e pessoas que eu me importo.

Eu ia usar o turbante só na hora certa.

Fiquei o resto daquele dia esperando Téo mandar alguma mensagem, perguntando o que eu achei do presente...

Até entendo ele fazer suspense dando um presente anônimo, tadinho, não fazia ideia que eu já sabia de tudo. Mas amanhã eu vou falar com ele... Agora que sei que ele vai me corresponder, eu vou demonstrar os meus sentimentos.

POV Isabela OFF

 

-------------No dia seguinte, 07:25, no ônibus para a escola-------------

 

POV André ON

O ônibus tava todo lotado. Eu tinha comprado um buquê de rosas pra dar pra Júlia quando fosse pedir ela em namoro... Sei que ela não é uma garota que gosta de receber esses presentinhos fofos, mas foi o melhor que eu pude pensar depois do anel de compromisso que roubaram.

As pessoas no ônibus estavam esmagadas, de tanta gente, tudo abafado e as flores na minha mão já tinham se amassado pra caramba, ficou horrível!

A cada freada do ônibus, as pessoas acabavam se encostando e se esmagando, eu fazia de tudo pra proteger o buquê, mas já tava bem acabadinho.

Quando finalmente o ônibus parou em frente à escola, eu entrei pelo portão principal.

 

Foi quando um balde de água caiu em cima de mim e molhou não só eu como todas as rosas, detonando ainda mais!

Olhei pro lado e era o Omar que tinha atirado.

“Você de novo!”

“Hahaha, bom dia André!”

“Eu vou...” Eu queria arrebentar a cara dele, mas isso acabaria detonando ainda mais as flores. Fiquei com umas 5 delas que ainda prestavam e joguei as outras estragadas no lixo...

Não podia fazer nada, infelizmente ia ser daquele jeito mesmo que eu ia pedir a Júlia em namoro no intervalo.

 

Vi o Joaquim vindo de longe. Droga, ele não pode ver as flores, se não vai descobrir sobre eu e a irmã dele... E a Júlia pediu pra eu não contar nada ainda!

Me apressei e coloquei as flores na mochila. Não tinha outra opção, ia acabar amassando ainda mais.

Fui falar com o Joaquim e logo fomos pra aula. No intervalo eu ia fazer meu pedido a Júlia.

 

---------------Horas depois, no intervalo da escola---------------

 

Ok, eu estava pronto. Fui até o banheiro masculino, cuidando pra não topar com nenhum daqueles valentões idiotas.

Ajeitei meu cabelo, escovei os dentes e borrifei um pouco de perfume.

Eu tinha dito pra Júlia me esperar nos fundos da escola.

 

Cheguei lá, e ela estava sentada, com a franjinha caindo sobre o rosto, as pernas cruzadas e mexendo no celular.

“Oi.” Eu sorri, chegando perto dela.

“Oi, André.” Ela me encarou “Pode esperar um pouquinho?”

“Han? Esperar o quê?” Eu não saquei qual era a dela.

Júlia olhou em volta, procurou, procurou, procurou, e não tinha ninguém. “Pronto, dessa vez não tem ninguém mesmo pra nos atrapalhar.” Ela disse.

“S-sim!” Eu sorri, ficando vermelho. Isso era mais difícil do que eu pensava.

 

“Agora pode falar, to esperando.” Júlia se levantou e ficou na minha frente.

“Jú, eu queria dizer que... Bom, eu nunca fiz um pedido assim pra nenhuma garota. Na verdade já até tive vontade, já conheci outras meninas, mas nenhuma era como você. Você foi a primeira. A primeira que me beijou, que gostou de mim do meu jeito, e... E também foi a única em que eu consegui sentir de verdade essa coisa estranha que chamam de amor.”

Ela segurou nas minhas mãos, e eu continuei.

“Eu sei que não sou o cara mais carinhoso de todos, que as vezes sou meio lento, e até chato... Nunca pensei que uma menina agitada e de personalidade forte como você fosse gostar de mim. Quero que isso que existe entre a gente nunca mude. Nunca mesmo. Não importa se alguém não gostar, se alguém se colocar no nosso caminho... Se quando seu irmão descobrir ele não aceitar... Nada disso importa pra mim. Só você me importa.”

“André...” Ela segurou mais firme nas minhas mãos.

 

“Quero te entregar isso.” Peguei na minha mochila. As flores estavam amassadas, tive até um pouco de vergonha de tirar elas dali.

“Oh...” Ela olhou com uma expressão curiosa para o buquê todo acabado.

Eu atirei todas flores fora deixando somente uma, a única que estava intacta. “Só sobrou essa.” Eu dei um sorrisinho sem graça. “Mas... Isso prova que mesmo que tudo venha contra nós, sempre vai sobrar um pouco de amor irretocável, que ninguém vai conseguir destruir.”

Ela sorriu e ficou vermelhinha. A Júlia podia ser corajosa e mandona, mas no fundo ela era a minha garotinha, e eu ia protegê-la sempre!

“Quer ser minha namorada?”

“Nem preciso responder. Meu quietinho.” Júlia ficou na ponta dos pés e aproximou sua boca da minha. A gente já tinha se beijado muitas vezes, mas essa foi a melhor.

Consumamos o nosso carinho e compreensão um pelo outro, e a partir daqui, começava de verdade a nossa história de amor.

 

POV André OFF

 

----------------Enquanto isso, nos corredores----------------

 

POV Téo ON

Eu finalmente podia suspirar aliviado. Ontem comprei o presente que o Felipe pediu, e ele mandou pra Isabela.

Agora que essa história finalmente terminou, eu posso voltar a pensar só nas minhas coisas e...

 

“Téo!” Escutei a voz da Manuela, mas me virei e era a...

“Isa?” Eu olhei pra ela, que vinha sorrindo até mim. “Tudo bem?”

“Até que sim.” Ela disse, e deu um sorriso de canto “Quero conversar com você.”

“Bom, pode falar.” Eu também sorri, com naturalidade.

“Aqui não, né, vamos pra outro lugar.” Ela segurou na minha mão e me puxou...

O quê? Isabela tocando em mim e falando normalmente? Ela tava bem estranha, toda cheia de sorrisinhos... Geralmente ela ficava bem ansiosa perto de mim, mas agora parecia mais tranquila.

 

Ela me levou até a sala de vídeo, que estava vazia “O que houve afinal?” Eu perguntei.

“Tá, aqui dentro não precisa disfarçar, estamos só eu e você.” Ela deu uma piscadinha, e segurou minha mão.

“Disfarçar... O quê?” Eu tava boiando totalmente daquela vez.

“Ai, Téo, para, você tá querendo me deixar com vergonha de novo!” Ela deu um tapinha no meu peito, e cruzou os braços.

Do que essa menina tá falando?

“Isa... Eu não sei. Mesmo.”

“Tá bom, se quer se fazer de difícil, tudo beeeem, tudo beeeem!” Ela disse, levantando os braços.

Então logo ela se aproximou um pouco de mim, sorrindo de um jeito malicioso, e eu dei um passo pra trás “Tá tudo bem mesmo, Isa?”

“Eu gostei muito do que você fez, Téo. Foi lindo.” Ela disse bem baixinho, e se aproximou do meu rosto.

“Isa...” Tentei afastá-la “Pode, por favor... Me explicar?”

“Seu idiota! Eu to querendo dizer que você também é o garoto dos meus sonhos.” Ela me encarou, os olhos da Isa brilhavam, eu não tava acreditando que ela tava dizendo aquilo, a Isa tava... Se declarando pra mim? M-mas eu namoro a irmã dela, então... Por quê?!

“Escuta...” Eu tentei falar, enquanto afastava ela.

“Não ficou claro não?!” Ela gritou, enfurecida “Eu te amo também, poxa, quer que eu diga mais o quê? Eu sou doida por você! Termina logo com a Manuela, Téo, eu amei o presente e sei que foi seu, eu vi você comprando!”

Nessa hora eu quase cuspi meu cérebro pela boca. Meu Deus... A ISABELA CONFUNDIU TUDO.

 

“Isa... Eu... Foi mal, mas... Eu NÃO comprei esse presente. Na verdade...”

“O quê?! M-mas você tava falando meu nome no telefone e...” Ela ficou pálida na mesma hora, e nós nos afastamos.

“Calma, Isa! Eu comprei pra um amigo, ele pediu pra eu comprar pra você, foi um favor, só isso!” Eu segurei nos braços dela, pra ela se acalmar, estava tremendo e muito nervosa.

“M-mas então, QUEM ME DEU ESSE PRESENTE?!” Ela se desesperou.

“O Felipe Vaz, seu conhecido, e ele deve estar te procurando agora.” Eu expliquei.

 

“Eu não acredito nisso...” Isabela se levantou, me dando um empurrão.

“Calma, Isa, calma!” Eu tentei explicar de novo.

“Calma?! Olha o que você me fez fazer! As coisas que eu disse aqui?! Que ódio!” Ela deu um chute nas cadeiras ali de perto, estava fora de si “Olha a vergonha que eu passei, eu... Eu... Por favor, Téo, só não fala disso pra ninguém! E eu não quero mais te ver nunca mais na minha frente!”

Ela saiu correndo pela porta, ansiosa.

 “Isa!” Eu tentei chamar e ir atrás, mas não adiantava. A Isa tava mesmo enfurecida...

 

No fundo, eu sabia que essa ideia do Felipe ia dar em alguma coisa ruim, e a culpa foi minha que prometi pra ele que ia ajudar. Tudo culpa da minha bondade... E ainda diziam que isso era uma qualidade.

Agora, mesmo sem querer, eu acabei magoando uma garota, a minha cunhada, que mesmo eu não conhecendo tanto, eu já admirava bastante. A Isabela era uma menina diferenciada. Eu sempre gostei da Manu, e pra mim ela era o amor da minha vida, só que eu odiava admitir que a Isa me chamava a atenção, e eu evitava pensar no que podia sentir por ela se a conhecesse melhor.

Eu fiquei evitando pensar na Isabela todo esse tempo, mesmo notando que ela tava gostando de mim, eu nunca pensava no assunto, preferia esquecer e tocar minha vida com a Manu pra frente, em vez de refletir e me decidir logo o que eu queria realmente pro meu futuro.

Isabela saiu decepcionada e triste, e o que eu menos queria era fazer uma menina tão especial, inteligente e bonita... Se sentir assim.

 

Sai da sala de vídeo e procurei o Felipe. Quando o achei, dei uma bronca nele, mas não contei nada que aconteceu. Eu só disse que não iria ajudar em mais nada, e que a Isabela não queria falar com ele.

Isso era mesmo verdade, já que essa história do presente só ia deixar a coitadinha ainda mais magoada.

Ela... Ela se declarou pra mim.

Foi tão linda e sincera... Eu não sei se fiquei mexido com aquilo, mas eu queria ir atrás da Isa, pedir desculpa por ter participado dessa loucura do Felipe. Pelo menos pra ter o perdão dela, e seguir com a vida.

 

Eu a procurei por algum tempo até a encontrar no pátio, em um banco, perto dos banheiros que ficavam do lado de fora.

Isabela tava com o Joaquim, abraçando ele. Será que eu devia me meter? Não... O Joaquim ia querer saber o que houve, e a Isa disse pra guardar segredo sobre todo esse “mico” que ela passou.

Eles estavam bem próximos. Joaquim acariciava as costas dela, e dava beijinhos na testa. Ele consolava a Isa. Confesso que fiquei um pouquinho chateado em ver a cena... Eu... Eu tava com ciúmes da minha cunhada e isso não era normal. Definitivamente, não!

Decidi dar as costas e sair dali, voltar pra minha turma, pros meus amigos, e pra minha namorada, a Manuela.

Isabela parecia estar aos poucos se “curando” do que aconteceu, e com a ajuda do Joaquim. Ela não precisa mesmo de mim, eu já decepcionei demais essa garota.

 

POV Téo OFF

 

----------Enquanto isso, no banco onde Joaquim e Isa conversavam----------

 

POV Joaquim ON

 

Isabela parecia triste... E me abraçava forte.

“Isa, não quer mesmo me contar o que rolou?”

“Não rolou nada.” Ela disse, fria.

“Mas você não tá bem.”

“Escuta... Vamos tentar seguir em frente.”

“Do que cê tá falando?” Eu estranhei. Será que depois de eu dar esse gelo nela, desde o dia da piscina, em menos de uma semana ela ia voltar pra mim?

“Joaquim. Eu sei que dei mancada com você... A gente tava ficando desde o baile, eu não te tratei como você merecia, eu fui ingrata e todas essas coisas.” Ela dizia, um pouco mais calma que o habitual dela “Mas fala sério, não vamos desistir assim, você é um cara legal, por favor, tenta me entender.”

“Eu não sei se quero, Isa, você é... Beeeem complicada.”

“Vamos pelo menos voltar a ficar juntos... E ver onde que isso vai dar?” Ela me pediu, olhando nos meus olhos.

“Você quer mesmo tentar?” Perguntei.

“Quero. Eu preciso de você.” Ela se aproximou de mim e deu um beijo leve, carinhoso.

Parecia uma princesa de um conto de fabas. Devia ser tipo o beijo de um anjo... Tipo a Manuela...

M-Manuela, não! Era a Isa que estava ali! Não fica confuso, Joaquim!

 

“Tá bom então, Isa. A gente nem tinha começado nada, mas já estamos ‘voltando’ da nossa primeira DR, né?” Eu brinquei, depois do beijo terminar.

Ela já se animou e começou a falar toda cheia de manias, como sempre, do jeitinho complicado dela “Então, Joaquim, hoje mesmo a gente vai sair de tarde, dar um passeio, fazer umas comprinhas! Dar uma passada básica no meu salão de beleza favorito, ajeitar o look, você vai comigo, e também vamos ao cinema... E aí, topa?”

“É claro!” Eu confirmei e dei outro beijo nela, no cantinho da boca. “Gata.”

“Hmm, seu querido.” Ela empinou o nariz e me deu uma piscadinha.

É, pelo jeito alguma coisa aconteceu que mudou a Isabela.

E parece que de agora em diante, a gente vai dar certo.


Notas Finais


O que acharam, gente?
Nesse capítulo tivemos toda a empolgação da Isa, ela dizendo tudo o que sente pro Téo, e acabou se frustrando quando soube da verdade, que era tudo uma ideia do Felipe.
Então decidiu pra acabar com isso, voltar com o Joaquim.

E é claro, a cena que eu mais amei escrever, o ANDRÉ e o seu buquê de flores (Que no fim sobrou uma flor só kkk), fofo o André, né?
Comentem o que acharam <3


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