História Quando nasce um Herói - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 36
Palavras 920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá leitores <3
Bom, esta é minha primeira fic rs'. Sempre tive desejo de escrever, e fico feliz de ter essa oportunidade.
Se pretende ler minha história (ou melhor essa pequena introdução) agradeço desde já <3
Se gostou da história, peço por favor que comente, assim sei que há alguém acompanhando, e me motivo a trazer cada vez mais e em melhor qualidade. Não seja um leitor fantasma, dê sua opinião, ficarei feliz em lê-la.
Hm, é isso, boa leitura! Beijos. TiaLissa.

Capítulo 1 - I Can


Fanfic / Fanfiction Quando nasce um Herói - Capítulo 1 - I Can

Era uma manhã fria. Todos na rua usavam casacos e fumegavam pelas narinas e boca como dragões irritados por serem obrigados a estar logo cedo em pé. Todos menos Lynn, esta saltitava pela calçada ansiosa por ir até o correio mais próximo. É agora, ela chegou. Pensava ela distraída. Quando tiver a mala certa, serei enfim capaz de partir.

Lynn tinha vinte e dois anos, e um diploma em artes, mas não era em sua formação acadêmica em que pensava. Encomendara uma mala de viagem, se a conseguisse pegá-la no correio hoje, pela manhã do dia seguinte estaria a caminho de sua aventura. Seus pais eram gentis e agradáveis, não podem dizer que concordam totalmente com a ideia de Lynn, mas também não a impediriam de tentar. O pai era um moreno alto e forte, lustroso e simpático, a mãe pálida de cabelos escuros e olhos mel, o resultado de tal mistura foram dois filhos mulatos de cabelos escuros e cacheados, olhos castanhos e sorrisos fáceis. Os amigos próximos os chamavam de “os literais café com leite”. Lynn era a mais nova, seu irmão já estava casado e não morava muito longe.

-Não se precipite em deixar o conforto da nossa casa Lynn. - Disse-lhe Josh um dia. - Morar sem nossos pais não é tão fácil quanto parece.

-Você me parece bem. -Respondeu teimosamente.

-Eu não estou sozinho de certa forma. Escute-me teimosa... aproveite enquanto pode.

Assim que chegou ao correio não foi necessário que enfrentasse fila, e para sua surpresa a tão esperada mala estava lá, embalada, selada, pronta. Custou um pouco leva-la pra casa, era grande, e com as alças ensacas carrega-la da forma convencional não era possível.

Subiu as escadas até o quarto, ao que parecia, seus pais ainda não haviam se levantado. Sem perder tempo, abriu a mala e suspirou ao tirar o ultimo pedaço de papelão que a vedava. Lynn passou alguns segundos olhando em volta. Estava ali. A mala, os passaportes em dia, sua economia... bastava que preenchesse tudo com suas roupas, alguns bens necessários, produtos, objetos pessoais e ir. Eu consigo. Disse para si mesma. E assim a organização começou. Até que a doce voz de sua mãe lhe interrompeu:

-Lynn! Desça para o café!

Queria dizer estar sem fome, mas esse talvez fosse o ultimo café que tomaria com seus pais dentro de alguns dias. Então desceu, e se sentou a mesa.

-Arrumada logo cedo?- Seu pai que se sentava ao seu lado na mesa lendo algumas noticias matinais em seu celular reparou.

-Fui até o correio buscar minha mala.

-A conseguiu?- Sua mãe perguntou.

-Sim.- Era aparente a frustração de seus pais, Lynn não era nenhuma criança. O assunto da viagem já vem sendo discutido a um tempo. Então completou após um momento de silêncio - Mãe, pai... da ultima vez que conversamos concordamos que eu estava pronta pra ir...

-Não há motivo algum pra isso Lynn. -Seu pai a interrompeu.

-Eu sei pai... -Depois de algum tempo, Lynn já sabia que palavras usar- Vocês me dão tudo o que preciso. Eu voltarei. Será como um passeio. Lhes contarei tudo quando chegar.

-Querida nos preocupamos com você. -Sua mãe enfim se sentou, e a expressão do casal contava vitória à Lynn.

-E eu os amo por isso.

Ao fim da tarde, suas malas já estavam prontas, conseguiu até               que sua mãe lhe ajudasse. Dessa forma, achou melhor não esperar o dia seguinte. O aeroporto estaria menos lotado hoje. Portanto, depois de muitas despedidas e abraços, beijos e juramentos de regresso em segurança, seus pais se despediram dela.

Lynn não imaginou que sentiria tamanho aperto no coração. Estavam lá, as pessoas que mais amava no mundo, acenando na porta de casa, a mesma porta por onde passou correndo inúmeras vezes com Josh quando criança.

-Não ganha de mim Lynn! -O irmão gritou avançando na calçada.

-Se ganhar, me deixa jogar com você quando quiser!!

Não tinha mais que 10 anos na época. Josh ganhou, Lynn caiu, e sua mãe cuidou de seu joelho ralado.

Eu voltarei... prometo a vocês, mas agora vou viver minha aventura.

Começara a escurecer, Lynn queria chegar ao aeroporto logo, preferia estar adiantada. A rua pela qual passava era uma passarela a beira da praia, pessoas iam e vinham, a sua esquerda, lojas fechavam e restaurantes abriam, a sua direita o vasto oceano se fazia breu. Ou será que não totalmente?! De relance, vislumbrou algo brilhoso caindo como um flash na areia próxima a água. Parou e observou, chamou a si mesma de louca, mas quando algo na areia voltou a brilhar não hesitou em contornar a mureta de pedra que separava a praia da calçada e foi até o ponto luminoso.

Eis que um pouco submerso em grãos de areia, encontrou uma esfera que lhe cabia na palma da mão. Parecia ser de vidro, e emanava uma luz azulada e apaziguadora... era encantador. Olhou ao redor a procura de alguém que estivesse brincando na praia, mas não viu ninguém, então olhou para cima e se perdeu no céu estrelado, mas também não viu ninguém. Uma brisa gélida lhe trouxe de volta a realidade, o escuro ao seu redor podia ser assustador. Colocou a esfera encontrada no bolso da blusa e voltou à passarela.

Não demorou muito a chegar ao aeroporto dali. Com fones de ouvido, imaginou o horizonte. Em breve estaria no avião, sonhando com as oportunidades. Se perguntou se alguém ali pensava como ela. Estaria alguém nesse mesmo instante indo ao mesmo lugar que Lynn?


Notas Finais


Foi isso leitores! Espero que tenham gostado!
Em breve tem mais. Estou mesmo muito animada com essa fic, e pretendo trazer a continuação quanto antes melhor!
Digam a opinião de vocês! Beijos... e até o próximo capítulo. <3 TiaLissa.


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