História Quando o amor acontece - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella, Romance
Exibições 159
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente! Depois de séculos, estou de volta. Esse capítulo já estava pronto há algum tempo, mas eu não postei porque queria acrescentar mais detalhes, mas acabei não fazendo isso... hehehe Vou postá-lo para atualizar logo a fic e já comecei o outro capítulo que vou postar amanhã! Obrigada por não abandonarem a fic! E ...ah, nas notas finais vou deixar o link da minha nova fic farosella! Não deixem de conferir!

Capítulo 22 - Era o que bastava


Paola juntava alguns poucos pertences pessoais seus, como porta-retratos e souvenirs, que decoravam seu camarim. Ela tava tão nervosa, que jogava tudo numa caixa, sem se importar muito se quebraria alguma coisa.

- Mas o que você está fazendo? – Ana Paula, que havia entrado sem bater, questionava de sobrancelhas arqueadas.

- Juntando minhas coisas para dar o fora daqui. – Paola respondeu sem se virar.

- Acho que perdi alguma coisa. Será que você pode me explicar o que está acontecendo? – Ana continuava encarando as costas da chef que, simplesmente, expirou todo o ar de seus pulmões, apoiando-se na penteadeira. - Paola? – Ana insistiu, obtendo uma careta da argentina.

- Fui demitida, Aninha. Ou melhor, eu me demiti. Pato, nos colocou na parede, eu e o Fogaça, depois de que... você sabe. Enfim, ele disse que um de nós dois deveria abandonar o programa, mas eu não vou permitir que o Fogaça assuma todas as consequências sozinho. Então, saímos nós dois.

Ana Paula tinha a boca em forma de um perfeito “O”, completamente atônita.

- Eu não acredito que o Patrício foi tão estúpido a ponto de fazer essa exigência a vocês. Mas, fica tranquila, Paola, eu posso resolver, isso não vai ficar assim. – A apresentadora fazia um gesto para que Paola esperasse, mostrando a palma de sua mão.

- Ana, não! Não quero que você interfira... – Paola começou a argumentar.

 Ana Paula saiu da sala antes que Paola pudesse tentar impedi-la.

- Ana!?!- Chamou sem sucesso.

Paola apenas bufou, pegou sua caixa e foi embora, ela sabia como Ana Paula Padrão era quando colocava uma ideia na cabeça, nada a faria desistir, e como para ela não mudaria nada, apenas deu de ombros.

A chef saiu da emissora e seguiu diretamente para o seu restaurante, mas estava tão ansiosa que preferiu nem cozinhar, optou por passar o restante do dia mergulhada em documentos no escritório do Arturito, pelo menos assim ocuparia sua mente e não precisaria conviver com mais ninguém, naquele momento.

Chegou a casa já passava das 21 horas e encontrou Francesca dormindo em seu quarto. Deu-lhe um beijo na testa e acarinhou seus cabelos loiros, sentindo-se culpada por não ter visto a filha durante todo o dia, mas ela sabia que precisava de um tempo consigo mesma para assimilar os últimos acontecimentos, por isso fez-se uma promessa mental de que no próximo dia compensaria sua ausência passando a tarde toda com a loirinha.

Caminhou exausta para o seu quarto e tomou um banho demorado para relaxar. Vestiu uma camisola branca e um robe, penteou seus cabelos e preferiu não secá-los com secador, deixando que os cachos úmidos secassem naturalmente. Lembrou-se que só havia comido bobagens durante a tarde e que ainda não havia jantado. Então, sentindo-se já um pouco melhor, resolveu preparar uma salada.

Paola lavava com delicadeza algumas Pancs que sua querida amiga Neide havia lhe dado, quando ouviu a campanhia tocar. Olhou no relógio da cozinha, viu que eram 22:45 PM. A única pessoa que lhe batia à porta em horários como aquele era Fogaça. Suspirou alto só de imaginar o assunto que poderia tê-lo levado ali. Deixou as Pancs em uma travessa, secou as mãos no pano de prato que estava sobre a bancada e abriu a porta no instante que ele tocava a campanhia pela segunda vez.

- Oi. Desculpa ter vindo sem avisar. – Fogaça tinha as mãos enfiadas nos bolsos de sua calça jeans.

Paola afastou-se da porta para que ele entrasse.

- Eu estive no Arturito e a Lindalva disse que você já havia ido embora. Te liguei o dia todo, mas seu celular estava fora de área ou coisa assim...

- Eu desliguei o celular evitando as notificações.

Fogaça olhou para baixo constrangido.

Paola voltou para a cozinha, onde Fogaça, que estava sala, poderia vê-la.

- Mas, então, o que te trouxe aqui a essa hora? – a chef temperava a salada que estava fazendo.

Fogaça caminhou até a bancada onde a argentina estava e apoiou-se, sentando-se em um dos bancos de madeira. Ele olhava para Paola, com uma carinha de quem pedia colo.

- Eu, só queria te ver mesmo. Hoje eu não quero conversar sobre nada do que aconteceu. Eu só quero esquecer do mundo e me concentrar em apenas uma coisa.

- Que coisa? – Paola olhava no fundo dos olhos negros de Henrique.

- Em nós dois! Estou me sentindo muito mal com tudo o que tem acontecido. Mas quer saber?       Que se dane todo o resto! Se eu tiver você, não preciso de mais nada.

Paola sentiu o impacto das palavras do tatuado. Ouvindo ele falar daquele jeito até parecia simples, parecia que ele realmente tinha razão, que eles apenas precisavam um do outro e nada mais.

A argentina soltou o seu lábio inferior que ela mordia sem perceber e abraçou o tatuado, sentindo todo o calor que emanava do seu corpo e toda a segurança que aquele abraço lhe proporcionava. Afastando-se dos braços de Henrique, Paola acariciou-lhe o rosto com uma mão, enquanto a outra segurava-lhe a nuca.

- Obrigado! – Henrique disse olhando os olhos de Paola, abraçando-a agora apenas pela cintura.

- Pelo o quê? – A chef questionou confusa.

- Só...por tudo! – os olhos de ambos não piscavam. – Obrigado por estar comigo nessa, apesar das burradas que cometi. Obrigado por ser essa mulher incrível que você é, forte, dona de si. E principalmente obrigado por me fazer tão bem, até mesmo quando está um pouco brava comigo. Eu te amo!

Paola olhou para baixo, corada, deixando escapar um sorriso alegre. No fundo ela sabia que estava fazendo a coisa certa, ou melhor, que estava com a pessoa certa. Ela também amava o Fogaça, da mesma forma que era amada por ele e também sentia-se agradecida por, finalmente, ter encontrado alguém por quem valeria a pena lutar. Com Henrique, a chef sabia que seria feliz, por mais que as circunstâncias muitas vezes não fossem favoráveis. Os dois sempre dariam um jeito de resolver os problemas juntos.

Como uma forma de retribuir o “eu te amo” que havia acabado de escutar, em vez de mais palavras, Paola preferiu silenciar, demonstrando sua afeição com umas das melhores demonstrações de carinho que existe, um beijo.

Henrique envolvia Paola pela cintura pressionando seus corpos um contra o outro, mas o beijo permanecia calmo , repleto de amor. Assim que separaram-se em busca de ar, Paola deitou sua cabeça no ombro de Fogaça, recebendo um afago nos cabelos. Nada mais precisava ser dito. Tinham um ao outro. Era o que bastava.


Notas Finais


Confiram a minha nova fic farosella:
https://spiritfanfics.com/historia/emocoes-7655802

bjs e até breve!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...