História Quando o AMOR acontece. - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 183
Palavras 730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo de hoje! E não esqueçam de comentar pra me dizer o que estão achando! Obrigada pelo carinho! ❤❤❤❤

Capítulo 5 - Surpresa!


Fanfic / Fanfiction Quando o AMOR acontece. - Capítulo 5 - Surpresa!

Estava tão cheia de prazer, que nem me dei conta que Henrique tinha rasgado minha saia.

Henrique me empurra, fazendo com que eu deite na cama. Em seguida tira a sua roupa numa rapidez, que eu nunca tinha visto, ficando apenas de cueca box preta. 

O olhar de Henrique sobre mim, era tão forte, que eu sentia meu corpo arrepiar apenas com a forma que ele me olhava.

- Meu Deus, é a visão do paraíso, diz Henrique me dando um beijo. 

- Não exagera. Respondo com uma certa timidez. 

Tudo era perfeito, o quarto, a companhia, o momento. 

Henrique havia pensado em todos os detalhes. Eu estava encantada com tudo aquilo, nunca imaginei que Henrique tivesse um lado romântico.

- Posso te fazer MINHA essa noite? 

- Sí, Henrique. Digo ofegante, eu já não estava mais aguentando. 

Henrique retira a calcinha de renda preta que eu usava, e começa massagear meu sexo, enquanto a outra mão, estava no meu seio. 

- Hummm, do jeito que eu gosto, diz Henrique ao perceber que eu estava completamente molhada. 

- E tá esperando o que ? Respondo quase que sem força. 

Sem esperar nem mais um minuto, Henrique desce e abocanha meu sexo, fazendo movimentos leves, mas precisos, a língua dele parecia conhecer o meu corpo. 

- Ohhhhh Henrique.. eu só conseguia gemer e chamar por seu nome, enquanto me contorcia de prazer puxando a coxa da cama. 

- Henrique aumentou os movimentos, e quando sentiu que eu ia gozar, ele me penetrou, pude sentir Henrique por completo. 

- Você é minha Paola! Você é minha! 

Diz Henrique fazendo movimentos vai e vem me olhando fixamente com cara de tarado, com cara de quem ia me fuder a noite inteira. 

- Sou? Então me fode bem gostoso Henrique! 

Bastou eu dizer essas palavras e Henrique gozou, e eu gozei juntamente com ele. Henrique estava muito ofegante, gemia alto, o que continuava me deixando excitada. 

- Aaaaaaah Paola, que delícia! Era exatamente como eu imaginava. 

Henrique diz quase desfalecendo, e deitando ao meu lado. 

Encosto em seu peito coberto por todas aquelas tatuagens e digo bem baixinho: eu também te imaginava assim. 

Vencidos pelo cansaço de uma transa tão intensa, Henrique e eu acabamos pegando no sono. 

Algumas horas depois, acordo assustada! 

Henrique ainda dormia. Depois de ter passado aquela sensação boa de ter tido um orgasmo maravilhoso, olho pra Henrique e penso que cometi um grande erro.

Levanto devagar e saio catando a minha roupa do chão, sem fazer barulho, não queria que Henrique acordasse e me visse naquele estado. 

Ao entrar no banheiro, percebo que minha saia estava rasgada! 

- Díos mio, como vou sair daqui agora, com essa saia rasgada! Murmuro baixinho. 

Pensa paola, pensa.. 

Fico andando de um Lado para o outro dentro do banheiro, até que tive uma ideia, uma ideia bem louca, porém era a unica forma de sair dali. Henrique podia me odiar por isso, mas eu não queria está ali quando ele acordasse. 

Sai novamente do banheiro, abrindo lentamente a porta, tentando evitar fazer qualquer barulho.
Vejo que a calça de Henrique está jogada no chão juntamente com o cinto.

- É Paola, não tem outra opção. Penso comigo mesma, em seguida pego a calça e o cinto e entro no banheiro novamente. 

Enquanto vestia a calça de Henrique tentava controlar o riso que estava frouxo, assim como a calça do Henrique em mim, mesmo que com cinto. 

Pego meu celular e vejo que já são 03:30 da madrugada. 

- Ótimo, não vou correr o risco de ser vista por alguém. pensei e em seguida pego minha bolsa, meu salto, e desço para a recepção. 

Chegando lá o recepcionista me olhou de cima á baixo, e perguntou: 

- A senhora precisa de algo?

- Sí, preciso de um táxi, urgente. 

- Vou solicitar um pra senhora, aguarde só um minuto. 

Enquanto esperava o táxi chegar, estava me sentindo ridícula, e ao mesmo tempo tentava controlar o riso que saia involuntariamente. 

Minha sorte é que a recepção do hotel estava vazia. 

- Pronto senhora! O seu táxi está lá fora. 

- Obrigada! Falo saindo em direção a porta do hotel, segurando a calça que estava folgada. 

O táxi estava parado em frente a porta do hotel. Quando entro, tenho uma grande surpresa; 

- Boa noite! Tá fugindo de quem? 

- Não, não posso acreditar! Você? O que faz aqui? 



Notas Finais




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