História Quando o amor bater em sua porta... - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Kakashi Naruto Boruto
Visualizações 16
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Annyyyonnn, é a primeira vez que escrevo algo relacionado a animes e mangás, então me perdoem qualquer erro e não exitem em me corrigir.
Obrigada por estar aqui!!!

Capítulo 1 - Sob o mesmo sol, sobre o mesmo solo


O Sol estava subindo no céu, Konoha acordava aos poucos e em suas ruas duas jovens caminhavam tranquilamente. Os raios solares refletiam os olhos verdes e o cabelo negro da mais baixa, já a outra andava cabisbaixa, ambas cobertas por uma capa preta que se estendia pelo chão, aquela parte era suja.

— Saskya-kun, é melhor ter uma boa desculpa para a mamãe ou ela vai comer meu figado por chegar doze horas depois do combinado — resmunga a mais baixa.

— Kita, o problema é seu, não meu. Não foi eu quem quis ficar de namorico com o filho do cliente — retrucava a outra, com indiferença.

— Mas ele era bonitinho, tsk... Sas-sskynian, ele nos pagou mais pela entrega. 

Aquilo pouco interessava a outra, sua mente estava perdida em memórias, sentia falta de seu país, já se passaram anos e sua missão ainda não havia sido concluída. Provavelmente sua família a considerava morta, a garota não poderia resistir tanto ao selo posto em seus olhos, além disso, achavam que estaria sozinha. 

Saskya chegou a Konoha a cerca de três anos e meio, foi acolhida pela família de Kita, os Muria, quando a encontraram desacordada em frente a sua loja de tecidos, tudo isso frente a um boato de que aquele que matou o Kazankage do País do Vulcão, uma pequena nação que se destacava cada vez mais no mundo Shinobi, estaria se locomovendo até a Konohagakure. 

Começava a se questionar se aqueles homens estariam mesmo vindo. A memória de seu avô em seus braços, a encarando de forma terna ainda era viva em seu coração, suas palavras ecoavam em seu ouvido de segundo em segundo — Saskya, não os deixe viver, eles irão matar todos e como minha última ordem... Vá! —, seu coração gelava quando escutava alguma notícia de ataque em países vizinhos, ele também doía quando pensava em seu povo, estava fora já a muito tempo, agora, seu substituto era o próprio pai, sabia que uma hora ou outra teria que voltar e assumir seu lugar como Kage, era inevitável. 

— Saskya-kun, o que você fazia quando aprontava? O que dizia a mamãe?

Ela não escutou a pergunta, continuava tentando encaixar as peças... 

— Opa, tenha mais cuidado — a mão que segurava seu pulso a acordou de seus devaneios. 

Seus olhos focaram na vala no chão, mais um passo é estaria no esgoto. Ao menos piscou e a mão já não estava mais em seu pulso.

— Sas-sskynian, responda — reclamou Kita, repetindo sua pergunta.

— Eu não fazia nada desse tipo e também não estava sobre o julgo da minha mãe — Kita se espantou, em anos, aquela era a primeira vez que sua amiga falava algo sobre sua família. 

— Wow, isso com certeza deve ser bom... Quero dizer — sua voz se tornou amargurada — , se aquela velhota pegasse menos no meu pé eu seria feliz.

Saskya continuou andando, pensando em como Kita estava enganada. A indiferença da sua mãe doía em sua alma, nenhuma demonstração de afeto ou qualquer sentimento, pouco lhe importava se a filha morresse ou vivesse. Sua família, no geral, não se importava muito e não fazia questão de ter a garota por perto, a não ser pelo seu avô, que também era seu sensei e Kage. 

Sabia como ninguém a dor de ser deixada de lado, de ser olhada de forma diferente e ser abandonada, não só pela família mas pela aldeia. No entanto, sempre foi ensinada a amar e proteger sua terra, independente da situação e sabia que esse era seu propósito. 

— KITA, BAKA, BAKA, BAKAAAA! — Kiramiza, a velhota, gritava já no meio da rua, correndo em direção a filha e puxando sua orelha — Meu coração quase morria de preocupação, você vai morrer garota insolente — resmungava enquanto distribuía beliscões. Saskya observava a cena com encanto e medo, ao mesmo tempo. — E você, Saskya, Sas-sskynian, você também não vai se livrar. 

Kiramiza permaneceu segurando sua filha pela orelha com a mão direita, e logo já tinha a mão na orelha de Saskya, as puxando com fervura. Alguns vizinhos observavam tudo por suas janelas, os Muria eram famosos pelas discussões em pleno centro.

— Mil anos de sofrimento, eu vou fazer vocês se arrependerem de terem voltado — a mulher gritava. 

Kita tentava se desvencilhar, enquanto a outra ainda estava atônita, pega de surpresa. 

—Mãe, mama, omma, maaahh — Kita gritava, sacudindo as pernas —, ele nos pagou mais, temos mais dinheiro, dinheiro...

A palavra dinheiro despertou o interesse da agressora que por um instante parou.

— Que?

—Ele nos pagou mais para voltarmos para casa, mas era muito dinheiro — Kita sorria, convencida de que sua mãe a soltaria, afinal, amava dinheiro.

— O que você fez? — perguntou a mulher já vermelha, estapeando ambas.

 

 

 

Kakashi estava fazendo sua caminhada pela vila quando avistou duas jovens andando, uma ia mais a frente tagarelando, enquanto a outra andava atrás, meio distante, em direção a uma pequena vala — Ainda, não consertaram isso . Vendo o fim que teria, se apressou e segurou em seu pulso.

— Opa, tenha mais cuidado — advertiu, continuando seu caminho.

Alguns minutos depois escutou gritos, era uma discussão, Muria Kiramiza estava aos berros. Se apoiou em uma parede, observando a mulher bater nas duas jovens, ria da situação, sabia que aquela rua era realmente boa para se entreter. 

Yamato, chegou a tempo de ver a mulher enlouquecer dizendo que iria casar a filha e gritar ao mundo sua desonra. Não demorou muito e a discussão continuava, dessa vez dentro da casa.

— Sempai, qual foi o motivo dessa vez? 

Kakashi explicou, enquanto caminhavam em direção ao barzinho, ponto de encontro, ficava logo na esquina. 

— Oh, Sempai, acho que vou falar com a senhora Murai — Kakashi encarou o amigo, preocupado —, já pensou se me caso com Kita.

— Ela é mais nova que você, além disso...

— Não me importo — o interrompeu —, tenho que arrumar uma namorada, urgente. 

Ambos tomaram um pouco do saquê, estavam em uma baita situação. Solteiros. Para sua sorte, o bar da esquina, como popularmente era conhecido, abria logo cego e assim podiam desopilar.

—Então arrume alguém mais velha.

— Kita tem 23 anos, comerciante, alegre, e cozinha bem, isso segundo o Sai. 

— Sai? 

— Aham, aparentemente eles são amigos, algo como a Kita ser prima da Ino, embora não pareça. 

— Então você andou investigando as garotas solteiras? — Kakashi ria, dando tapinhas nas costas de Yamato. 

— Sim — respondeu corado. Não via problema algum nisso, estava preocupado com sua vida amorosa. —, aquela outra, Saskya, tem 26, ela veio de fora, do país do Vulcão, veja, veja... — Kakashi prestava atenção no que o amigo dizia, estava o ridicularizando — Sai disse que ela é engraçada quando não está pensando demais e tem algo em seus olhos, como uma tatuagem, é por isso que ela sempre anda com o capuz, Kita a considera como uma irmã e elas costumam ir em bares, embora nunca às tenha visto aqui. 

— Wow, então, o que mais descobriu? — ironizou o outra de cabelos prateados. 

— Vejamos, Kita é animada, soube que elas estão comprando um apartamento e que Saskya não fala muito sobre seu passado, mas que isso não importa, Ino não reparou nesse fato porque não é um assunto que surge. E Kita está atrás de um namorado, viu? Somos perfeitos, qualquer coisa quando namorarmos apresento a amiga pra você.

Kakashi revirou os olhos com a empolgação do amigo.

— Rokudaime, Yamato-san, o que fazem por aqui tão cedo? — uma voz preguiçosa surgiu atrás deles. Era Shikamaru. 

— Junte-se a nós, estamos falando sobre mulheres — Yamato respondeu animado. 

— Tô fora, se Temari sonhar que isso aconteceu... —o ninja resmungava enquanto se afastava do estabelecimento.

— Estamos velhos, Yamato, essas meninas novas não nos olham. 

— Olham sim! Você que não vê... — Yamato engajou numa conversa sobre possíveis pretendentes, não se importando se o assunto era ou não de interesse do amigo. 

Aos poucos o barzinho foi enchendo, os dois saíram, prometeram que se encontrariam com Guy para uma partida, do que? Ainda era um mistério. 

No caminho, encontraram com um Boruto irritado...

 

 


Notas Finais


Me desculpem qualquer erro!!! Espero que tenham gostado e como perceberam, eu mudei algumas coisas e inventei outras, okay?


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