História Quando o amor bater em sua porta... - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Kakashi Naruto Boruto
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Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Se tem alguém lendo isso, obrigada!!!
Eu gostaria de fazer um pedido, você conhece alguém que sabe fazer fanart/capa? Obrigada!!!
Espero que gostem...

Capítulo 2 - O ninja do Vulcão


— O que foi? — Kakashi perguntou para o garoto.

—Aquele cara do Vulcão... — Boruto respondeu cruzando os braços e cuspindo — Tsk, ele deveria estar me acompanhando, mas se embrenhou em algum lugar. Missão chata, viu? Eu queria algo difícil, não escoltar um ninja chato pela vila, me sinto um guia turístico. 

Kakashi riu um pouco, segurando o garoto pelos ombros, — Então os boatos devem ser verdade, hmm?!— Yamato olhou ao redor, nada viu.

— O Tenzou vai procurar com você — o prateado disse, saindo logo em seguida até a sala do Hokage, sem dá espaço para questionamentos.

Sendo assim, a ameaça estava se aproximando. Era o óbvio o motivo do país do Vulcão querer ajudar, afinal o Kazankage foi assassinado por aqueles que se alto denominam "Ikustaka", o objetivo era bem claro, destruir a nação Shinobi em seu total. Mas por que diabos não destruíram a Vila Oculta da Larva?  Bom, isso não importava agora.

— Kakashi-sensei — seu ex-aluno o esperava em meio a papeladas, o serviço lhe caia bem. 

— Ikustaka? — Shikamaru assentiu, se movendo até o seu lado. — O que o ninja da Larva disse?

Naruto se moveu desconfortável em sua cadeira, custava a acreditar nos fatos, mas diante de tudo que viu...

— Eles se aproximam cada vez mais do País do Fogo, inúmeros ataques estão acontecendo na fronteira, mandamos algumas equipes para deter, até agora não recebemos notícia alguma de nenhuma delas  — sua voz era calma, o rebelde Naruto realmente estava amadurecido. 

Kakashi parecia avaliar a situação. 

— Uma equipe ANBU acabou de atravessar os portões em uma missão de rastreamento, enviamos também alguns ninjas-médicos... Espero realmente que seja uma falha de comunicação.  

Todos sabiam que não era uma simples falha de comunicação, as coisas estavam ficando de fato mais perigosas.

— Estamos conversando sobre adiar os exames chunin — Shikamaru mastigava um pedaço de palha, enquanto Sai adentrava a sala.

— ANBU já partiu, todos os Genin estão na vila, o único em missão é Boruto, mas soube que Yamato-sensei o acompanha pela vila. 

O silêncio se instalou na sala. Seus cérebros martelavam em pensamentos e imaginações sobre o que estaria por vir. Guy teria que esperar um pouco mais. 

— O que as outras nações estão fazendo sobre isso? — Sai perguntou.

— Soubemos que eles enviaram ninjas, mas foi a última notícia a qual tivemos. Aparentemente, o inimigo se concentra em cada fronteira — Naruto suspirou. É, a situação só piorava. — Enviei mensagem para a vovó Tsunade, ela deve estar vindo. 

Shikamaru estalou o pescoço, se apoiando na mesa e suspirando. 

— E se eles já estiverem além da fronteira? 

Aquela pergunta, a que ninguém se atreveu a perguntar até o momento... Ela queimou em todos os corações. 

—Então seria melhor enviar equipes para alguns locais, nada de ataques, apenas para observar — respondeu Kakashi com sua calmaria de sempre. — Eu gostaria de falar a sós com o Nanadaime... 

Os outros assentiram, saindo logo em seguida.

Naruto estava cabisbaixo, cansado. Nunca passou pela sua cabeça que algo assim fosse acontecer. 

— O que Sasuke disse sobre a Ikustaka? 

Em questão de segundos o ninja o encarou. 

— O mesmo do ninja do Vulcão. Ele não sabe de muito, não seria bom se aproximar sozinho das zonas de confronto, não sabemos quantos deles podem ter ou de suas habilidades. Demos sorte com o país do Vulcão.

O país do Vulcão teria surgido como uma vila, localizada ao norte do país do Fogo, essa nova vila aos poucos cresceu e para melhorar a proteção, foi criado o novo país, cujo nome provinha da cadeia de vulcões que cercava. A interação entre ambas era fácil, alguns anos atrás caminhos por baixo do solo teriam sido construídos até às proximidades de Konoha, na verdade, o país funcionava mais como um distrito do Fogo. A proximidade e a semelhança entre as nações era algo de se admirar, entretanto, algumas coisas a diferenciavam de forma única. 

— Sobre isso, como está a situação por lá? 

— A organização ainda não os atacou depois do assassinato do Kazankage, aparentemente seu único interesse era ele. 

Aquilo era bastante curioso, o que um velho poderia fazer contra eles? 

— Por que? 

— Existem rumores que percorrem os vulcões — Naruto tocou sua barriga, Kakashi parecia atento a sua resposta —, segundo o ninja, o antigo Kazankage seria um Jinchuuriki, o curioso é que todas as Bijuus estão seladas, então o rumor conta que durante uma batalha contra um grupo de rebeldes, o Kazankage teria selado uma besta de outra dimensão em si, a mesma que estava selada ao líder dos rebeldes. 

Kakashi já ouvira falar da besta da outra dimensão, as histórias diziam que era assim como o Nue, era perigosa e possuía 5 caldas, sua cede por destruição poderia se igualar a da Kurama, seu portador era controlado pela besta. 

Se isso for verdade, então a Ikustaka poderia estar sob domínio da besta. 

— O que mais?

— Até agora... Apenas isso. 

Kakashi assentiu, não disse coisa alguma. Se retirou da sala, se despediu do ex aluno com um pequeno tchauzinho e foi a procura de Guy. Esperava colocar os pensamentos em ordem com isso, assim, talvez poderia ajudar Naruto.

 

 

Algum tempo depois do incidente com a Kiramiza, as duas garotas estavam na loja, Kita ria ao lembrar-se a forma encantadora com que o jovem garoto a beijara no dia anterior e Saskya organizava os tecidos. 

— Kita, me passe o bordô —, a morena não respondeu, ainda estava sob os efeitos do beijo. — Você não serve mesmo para nada, Kiramiza está certa.

Ah, mas aquilo era inaceitável. Como poderia sua amiga concordar com sua mãe?

— Sas-sskynian-kun, de qual lado você está mesmo? 

— Do meu. 

Alguém adentrava a loja, eram três. O falado filho do Nanadaime Hokage, Yamato e um outro de vestes claras, o que deveria ser branco estava sujo e encardido, os lábios rachados e uma bandana amarrada ao pescoço... Saskya conhecia aquela bandana, conhecia aquele símbolo, aquela fumaça. 

— Vocês poderiam arrumar um pano para este ninja da Larva? 



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