História Quarentena - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Mortos Vivos, Sobrevivencia, Virus, Zumbis
Exibições 27
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente... Fic nova

enfim, espero que gostem e se divirtam

Capítulo 1 - Capítulo Um - O Começo


POV NARRADOR

 

Henry: Hoje nada vai estregar o meu dia! - Acordou-se estranhamente feliz hoje, não muito diferente de outros dias.

Estava agora dirigindo pelas calmas ruas da grande cidade, o que era estranho, já que era final de semana e sempre estava agitado.

Seu celular começa a vibrar. Coloca na viva voz.

Henry: Oi Lucy, bom dia! - Pelo tom notava-se a sua felicidade.

Lucy: Como você consegue acordar sempre de bom humor? Me diz qual é essa macumba, amigo.

Sorri de lado.

Henry: Não sei, apenas acordei feliz... Aconteceu alguma para me ligar?

Lucy: Sim, eu preciso urgentemente de você aqui... Por favor, me diz que já esta no caminho...

Henry: Vocês não conseguem resolver as coisas sem mim, não é? - Da um sorriso convencido - Sim, já tô no caminho, quase perto...

Lucy: Ótimo, chegue logo - Assim finaliza a ligação.

Henry: Não me esperou nem dar tchau - Para o carro ao dar sinal vermelho.

Há quatro meses conseguiu um estágio na livraria mais famosa da cidade, que por coincidência ficava também no maior shopping da cidade. Não que precisasse de um estágio, já que tinha tudo, tendo uma ótima condição de vida, mas decidiu por si mesmo sair um pouco das asas dos seus pais, sempre foi um pouco independente. Aos 18 anos começou a cursar a faculdade que tanto queria, dois anos depois, agora com 20, começou a estagiar, agora juntava suas próprias economias. Além de que amava trabalhar na livraria, conheceu pessoas maravilhosas que agora fazem parte de sua vida... Sem falar no maravilhoso namorado que tinha, sua vida estava como nunca antes esteve.

De repente surgir um pequeno sorriso... Já se fazia quatro dias que não se viam, já que o mesmo teve de viajar, e não saberia quando iria voltar.

Estava tão distraído em seus pensamentos que não notou o sinal abrir. Buzinas eram ouvidas.

- Jovem dirigindo não presta! – Escuta o motorista resmungar ao lado.

- Me desculpa – Encolhe os ombros.

 

--

Entra no grande estacionamento do shopping, vendo que mal havia carros.

Estacionou o seu carro no mesmo lugar de sempre, já que aquele lugar era enorme, e não queria passar muito tempo procurando por seu carro.

Entra no elevador e em segundos já estava dentro do shopping.

Passa pela grande fonte de água que havia ali e sobe as escadas rolantes.

- Apertei o botão errado do elevador – Bufa.

Finalmente chega ao primeiro andar daquele enorme centro e caminha direto ao maior estabelecimento daquele andar.

Abre a enorme porta de vidro não vendo ninguém.

- Ué – Caminha para dentro – Lucy! Zac! – Os chama e em segundos uma Lucy estranha aparece.

Lucy: Que bom que você chegou, já estava ficando descabelada – O puxa pela mão e adentram mais na livraria.

Henry: O que houve? Cadê o Zac, a Rose? – Pergunta já preocupado.

Lucy: Ainda não chegarem – Sentam-se no Puff.

Henry: Estou confuso Lucy, o que aconteceu? – Pergunta preocupado com a amiga.

Lucy prende a respiração.

Lucy: Fiz o teste e deu negativo, eu não estou grávida! E terminei com aquele bastardo – Solta tudo de uma vez.

Henry solta uma cara de desacreditado.

- Eu não acredito que você fez todo esse suspense por isso... E já estava mais que na hora de você termina com aquele sem noção – Henry ainda se perguntava como a amiga foi capaz de namorar com aquele ser.

Lucy: Eu sei, eu sei... Enfim... Eu precisava desabafar isso com você – Estava mais aliviada.

Henry: Claro – Revira os olhos, levantando-se.

Lucy: Ei, ei! Sente aí que eu tenho mais coisa para te contar...

--

 

A porta de vidro se abre.

- Gente, mas cadê as pessoas desse lugar? – Rose acabara de chegar cheia de sacolas em mãos – Foram todas engolidas por zumbis? – Brinca, enquanto tomava um sorvete.

Lucy: Haha! – Levanta-se até o balcão de atendimento.

- Acho que eu deveria ter arranjado uma desculpa e não ter vindo – Zac também acabara de chegar.

Lucy: Se você quiser perde o estágio... – Ri da expressão que o outro faz.

Zac: Não! Estou ótimo agora...

Zac assim como si, eram estagiários. Diferente de Lucy e Rose que trabalhavam lá por pouco tempo.

Rose: Hoje o shopping nem vai encher tanto por causa dos grandes festivais que a cidade está tendo, talvez nos sejamos dispensados mais cedo – Bate palminhas enquanto falava.

Lucy: Mas vocês não gostam de trabalhar mesmo, hein... Sigam o meu exemplo...

--

 

Henry: Vou ao banheiro, fica no atendimento por mim – Fala para Zac.

Zac: Ok...

- Nossa, que fedor! – Ao entrar no banheiro sente um cheiro enjoativo.

- Tá reclamando tanto assim, então vem aqui e faz melhor – Se assusta ao notar que havia ali um faxineiro limpando uma das cabines...

Sente seu rosto esquentar.

Decide que só iria limpar a pequena ferida em seu braço.

Em minutos já estava voltando à livraria.

- Oi Henry – É cumprimentando por um dos seguranças do shopping no caminho. Era um barbudo esquisito em sua opinião

Henry: Oi...oi...é, é – Tinha esquecido o seu nome – Oi, como vai?

-É Mason – O segurança rir – Vou bem.

 Henry: Muito legal – Não sabia conversa bem com quem não tinha muito intimidade, ainda era tímido – Bem, eu vou indo, até mais – Acena com as mãos.

Mason: Até – Aproveita o momento que Henry se vira para olhar as curvas do seu corpo – Como eu queria me perder entre essas pernas – Olhava descaradamente para a sua bunda.

Não passou despercebido por Henry que se sentia ser observado.

- Tarado...

--

 

Chega à livraria estranhando todo mundo estar quieto.

Henry: Gente... – Para no meio do caminho ao sentir um corpo maior atrás de si, cobrindo os seus olhos.

- Advinha quem é? – Conhecia como ninguém o dono daquela voz grossa... Aquela voz que sempre o fazia se arrepiar.

Henry: Ahh me deixa pensar... É um alien? – Sorri de modo infantil.

O outro rir, o virando para si.

- Seu bobinho, é o gostoso do seu namorado – Não importava o momento, sempre que tinha o outro perto de si, sentia suas pernas molengas.

Henry: Bem convencido, Sr. Nicholas – Sorri para o namorado, ficando nas postas dos pés para beijá-lo.

Nicholas o aperta fortemente em seus braços, tamanha a saudade que sentia.

Nicholas: Eu menti quando disse que não saberia quando iria voltar, quis fazer uma surpresa – Enfia sua cabeça entre o ombro e o pescoço de Henry aspirando o seu cheiro.

Henry: Sério? Nem percebi – Sente pequenos espasmos passar por seu corpo ao tê-lo sendo fortemente apertado pelas mãos alheias– Nicholas! Estou em horário de trabalho – Empurra levemente o seu ombro.

Não vendo outra opção começa a fazer cocegas em sua barriga.

Nicholas: Jogo baixo – Afasta-se.

Henry conhecia bem os pontos sensíveis do outro.

Lucy: Vocês sabiam que existe um lugar chamado Motel?

Nicholas: Ah é, e você parece estar precisando de um homem na sua vida – Henry solta um riso, mas sabia que o outro estava falando sério.

Lucy: Não preciso querido... Estou ótima...

Nicholas ainda conservava alguns pensamentos machistas. Lembrou-se do começo do seu relacionamento quando o mesmo era controlador e queria mandar em si e em tudo que fazia, o proibindo de muitas coisas, o tratava mais como uma propriedade preciosa do que um namorado, e por ser mais frágil e delicado deveria ser apenas um bom namorado submisso...

Com o tempo conseguiu o fazer mudar, nesses três anos de relacionamento muito coisa mudou para ambos, o amava e sabia que era amado. “Talvez seja de família”, Pensa. Ainda recordava-se do dia que conheceu os parentes de Nicholas, os homens e até mesmo as mulheres da família era um tanto... Brutos, sentiu-se intimidado, a sobrinha de sete anos de Nicholas foi à única que o fez se sentir confortável... “Bonito menino de olhinhos puxados” era o apelido que recebeu da mesma, rir dessa recordação.

Nicholas: No que tanto pensa? – Volta à realidade ao sentir ser puxado.

Henry: Em nos dois... E em como eu gostaria de estar sozinho com você – Passa suas unhas levemente pelo abdome definido.

Nicholas: Cadê o meu Henry inocente? – Olhava para o namorado e só conseguia enxerga um rosto angelical.

 

--

- Ahh amor, aqui não – Tentava segurar a sua namorada que a todo custo tentava lhe agarrar no banheiro do shopping.

- Tá bem, tá bem, desculpa amor – A outra pede desculpa ainda junta à outra, que se vira de frente ao espelho.

- Agora terei que retocar o batom – Pega a sua pequena bolsa, procurando por sua maquiagem.

Enquanto maquiava-se a outra mexia no celular.

- Escutou isso? – Vira-se parando de frente a outra.

- Escutei, acho que tem alguém aqui – E mais uma vez escutam o estranho barulho.

- Ei, o que você vai fazer?

- Ué, vai que seja alguém passando mal ou sei lá o que, eu vou ver – Determinada começa a abrir cabine por cabine – Oi, você precisa de alguma ajuda? Podemos ajuda-la.

- Amor, não acho que seja uma boa ideia...

Chega à última cabine.

- Isso é sangue? – Abre a cabine lentamente, assustando-se ao ver uma moça com o rosto ensanguentado sentada sobre o vazo sanitário – Meu deus! Moça, você esta bem? – Puxa o seu ombro para cima.

Péssima ideia.

- AHHHHH! – A outra grita ao ver sua namorada sendo arremessada para longe.

Corre em direção à porta, mas a mesma não abria de jeito nenhum.

- Ai meu deus! Socorro! Socorro! – Gritava sem parar. Vira-se a tempo de ver a mulher em cima de sua namorada – Solte ela! – Pula em suas costas conseguindo tira-la de cima dela – Desgraçada – Pega sua bolsa e arremessa em sua cabeça. A mulher cai, mas levanta-se em questões de segundos.

- O que é isso? – Suas últimas palavras ditas antes de ser atacada brutalmente.

Já fora do banheiro...

- Mãe, ouviu isso? - Um garotinho para, olhando para a porta do banheiro feminino.

- Não ouvi nada querido, vamos...


Notas Finais


Beijos, até a próxima


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