História Quarentena - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Halloween, Mortes, Mortos Vivos, Sobrevivencia, Virus, Zumbis
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Palavras 1.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi de novo...
Boa leitura : )

Capítulo 2 - Capítulo Dois - Em Quarentena


POV NARRADOR

 

Henry: Nick... Aqui não, se me verem assim posso ser demitido - Fora empresado contra uma estante da livraria (ainda vazia) enquanto tinha o seu pescoço sendo atacado pelo outro.

Nicholas: Não esquenta bebê... Ninguém aqui vai nos ver - Volta a atacar agora os seus lábios. Estava com saudades do seu namorado, de beijar, de senti-lo. Henry sentia o mesmo, mas estava em local de trabalho, ter ética era o essencial.

Henry: Ahhhh! - Geme ao ter suas nádegas fortemente apertadas pelas mãos hábeis do outro. Sente uma mão adentrando sua calça – Nicholas estou falando sério! Aqui não – Tem as suas duas mãos presas acima da cabeça ao tentar afasta-lo de si.

Nicholas: Eu sempre fantasiei como seria transar em um local público como esse - Não tinha escapatória. Quando o seu namorado colocava algo na cabeça, não tiraria até conseguir.

Prende a respiração, e uma ideia ainda mais perigosa e um tanto ousada passa por sua cabeça.

Henry: Te faço um oral e só, satisfeito? - Fala sentindo suas bochechas esquentarem rapidamente. Ainda era muito tímido, seu namorado era que quase sempre tomava uma iniciativa.

Nicholas: Gostaria de ter o meu pau em outro local seu, mas um oral esta de bom tamanho - Sorri safado, sabia que o outro ficava sem jeito quando falava algum tipo de obscenidade, vê-lo assim só aumentava o seu tesão.

Trocam de posição.

Henry ajoelha-se a sua frente, já vendo um volume se formando em sua calça jeans. Suspira, passa a sua delicada mão sobre o pênis coberto, o sentindo ficar ainda mais rígido.

Abre devagar o zíper da calça, já vendo os pelos aparados, vendo que o outro usava uma cueca branca. Deixando ainda mais em evidencia o volume nada discreto .

Nicholas de acima assistia tudo. Amava ver o seu namorado assim, sentia-se até um lobo-mal pronto para devorar o inocente garoto.

De uma coragem que não sabe de onde surgiu em um movimento abaixa a cueca junto com a calça até os seus joelhos, atitude que surpreendeu até mesmo Nicholas.

Ainda se surpreendia com o tamanho a sua frente. De cabeça grossa e rosada, parecia mesmo um pirulito. Aproxima-se pegando e segurando bem no meio, jamais conseguiria botar tudo aquilo dentro da boca.

Passa devagar a sua língua pela cabeça, sentindo um forte suspiro vim de cima. Toma coragem e enfia toda a cabeça do pênis em sua boca. Da uma leve sugada, voltando a passar a língua.

Com a outra mão massageava suas bolas, levanta para cima passando sua língua por todo o pênis, chega às bolas as chupando como se fosse jujubas.

Nicholas: Ahh... Henry – Coloca sua grande mão na cabeça, puxando levemente os fios para não machuca-lo.

Volta para a ponta do pênis, enfiando o máximo que conseguia em sua boca, mas não chegando à metade, masturbando a base com as duas mãos.

Chupava sem parar, queria sentir o outro gozar em sua boca.

Sentia que não estava muito distante disso.

Com uma mão apertava fortemente seu saco, enquanto com a outra o masturbava e com a boca chupava o até onde conseguia.

Sêmen não parava de vazar, dando uma forte sugada na cabeça.

Nicholas: Henry... Engula tudo – Sente então fortes jatos de sêmen entrar em sua boca e descer por sua garganta. Engoliu tudo como foi mandado, mas não o parou de chupar, ainda sentia o pênis duro como rocha em seus dedos.

Para, olhando para cima, ainda o masturbando levemente.

Henry: Fiz o meu melhor e você ainda continua assim – Sorri, apertando o membro duro em suas mãos.

Nicholas: Isso é só uma parte do começo, querido... O resto da noite você será inteiramente meu – O puxa pelos braços, atacando selvagemente os seus lábios sentindo o seu próprio gosto. O prensa mais uma vez contra as prateleiras, colocando-o em seu colo. Henry sente a dura carne bater perto de sua entrada.

Henry: Nicholas! – Sente uma forte mordida ser dada em seu pescoço – Ahh! – A dor misturada com prazer.

Nicholas: Sou insaciável, você sabe disso – O coloca de volta ao chão. Coloca o membro de volta a calça, mas o volume continuava evidente – Vou ao banheiro tentar dar um jeito nisso aqui – Aponta para o meio das pernas.

Henry: Fazer o que, né? Se eu desperto em você o seu lado mais primitivo – Sorri. Vira-se a tempo de receber uma forte tapa na bunda – Nicholas, isso doeu – Massageia o local.

Nicholas: Desculpe meu bebê – Aproxima-se o beijando perto da boca – Mas como você já disse – Sussurra em seu ouvido – Você desperta em mim o meu lado mais primitivo – Da outra tapa, dessa vez mais fraca.

 Henry o empurra pelos ombros – Isso não é legal, gostaria que eu desse um soco na sua cara? – Fala emburrado.

Nicholas: Nem sentiria... Você não tem muita força, babe – Provoca- o.

Henry: Ah é... Terá que se satisfazer por si próprio a parti agora...

Rose: Henry! Henry, eu preciso de você aqui – A escuta do outro lado da livraria.

--

 

Henry: Pelo o seu gosto, com certeza você ira adorar esse livro – Pela primeira vez do dia, apareceu um cliente naquela livraria.

- Muito obrigada, o atendimento daqui é maravilhoso – A garota falava – Qual o seu nome?

Henry: Chamo-me Henry – A estava ajudando dando várias dicas de livros.

- Sou a Rebecca, e esse aqui – Puxa o garoto distraído com o celular ao seu lado – É o Nick.

Nick: Oi!

Henry: Oi! Podem ficar a vontade.

Nick: Espere! Onde ficam os livros infantis? É que um primo de cinco anos vai fazer completar ano, e ele gosta muito de ler...

Henry: Fica a esquerda – Aponta – Nas últimas prateleiras.

Nick: Muito obrigado – Assim os dois se afastam.

Volta-se para o balcão de atendimento.

Evan: Hoje está um saco, hein... Metade das lojas desse shopping fechadas, sem quase ninguém e as nossas abertas...

Zac: Afinal o que você faz aqui se trabalha em outro andar?

Evan: Mas você me ama mesmo, em Zac – Aproxima-se ficando de frente ao outro.

Zac: Não chega muito perto se não vou vomitar...

Evan: Bem que eu percebo uns olhares seus para mim...

Zac: Impressão sua – Por pouco que gaguejava.

Evan: Sei...

Os dois sempre quando se viam, atacavam-se, e Evan adorava ver o outro vermelho de raiva.

Henry ri olhando os dois trocando farpas.

De repente os alarmes começam a tocar.

Lucy: O que esta acontecendo? – Acabara de entrar de volta a livraria.

Henry: Não sei – Responde.

Dois seguranças passam pela porta de vidro da livraria.

Rose: Ei! Seguranças! – Rose os para a tempo – O que esta havendo? – Os alarmes já estavam ficando insuportáveis.

- Iremos descobrir, por enquanto não saiam de loja – É então que olham para cima do grande teto de vidro do shopping a tempo de verão helicópteros passarem.

Os alarmes param de tocar.

Nicholas: O que esta acontecendo? A principal entrada do shopping parece que foi trancada – Nicholas acabara de chegar.

- Vamos checar isso – Assim os dois seguranças saem da loja.

Henry: Como assim foi trancado?

Nicholas: Eu não sei, apenas vi um grande plástico transparente cobrindo toda a entrada do shopping e uma movimentação estranha lá fora...

- Ahhhhh! Socorro – Gritos são ouvidos, seguidos de objetos e vidros caindo ao chão.

Zac: Vocês ouviram?

Henry: Eu estou ficando com medo – Abraça-se a Nicholas.

Evan: Vamos ver o que é – Um por um saem da livraria, os poucos clientes que haviam no shopping também estavam estranhando.

Nick: O que é aquilo? – Uma mulher aparentemente sangrando pela boca corria atrás de um idoso.

- Me ajudem! Essa louca tentou me atacar! – O idoso se coloca atrás do pequeno grupo ali.

Lucy: Eu acho que ela esta com raiva – Observavam a mulher andando estranhamento em direção do grupo.

Todos são pegos de surpresa ao vê-la atacar brutalmente uma criança pelo pescoço.

- Oh meu deus! Meu filho! – A mãe desespera tentar salvar o filho já coberto de sangue. A mulher para de ataca-lo, partindo para cima da mãe, arrancando o seu couro cabeludo com as mãos.

Todos se horrorizam pela cena.

O pânico acaba se instaurando.

Quem estava por perto começa a correr em direção a principal entrada do shopping.

Henry: O QUE ESTA ACONTECENDO?

Lucy: Não sei... Mas sinto que temos que sair daqui agora...

 

--

 

Rose: COMO ASSIM? Como estamos presos aqui? – Desesperada tentava arrancar informação dos seguranças.

Rebecca: Parece até que estamos em quarentena...

- Como assim em quarentena? –Uma moça se altera batendo fortemente na porta de vidro – Abram essa porta! – Muitos começam a bater repetidas vezes, gritando por ajuda e socorro.

Zac: Façam alguma coisa! – Grita para os seguranças.

- Não podermos fazer nada... O lugar inteiro foi interditado, estamos em quarentena...

Henry: Por quê? – Troca rápidos olhares com Nicholas.

- Não sabemos ok – O Segurança se altera.

Nicholas o olha feio, não gostou do jeito que Henry foi tratado.

- Por favor, mantenham a calma – Ouvem uma voz saindo de um alto falante vindo de fora – Estamos trabalhando para os tira-los do prédio... Por favor, sigam as instruções dos seguranças...

- O que esta acontecendo?

- Estamos presos, por quê?

A confusão misturava-se com o desespero.

- Nos deixem sair daqui! – As pessoas gritavam, não entendo nada.

Mais gritos começam a ser ouvidos saindo do primeiro andar .

Nicholas: Vem, vamos sair daqui – Puxava Henry.

Henry: Para onde vamos?

Nicholas: Vamos voltar para a livrar... – Pessoas começaram a descer as escadas rolantes atacando as outras que havia ali.

- AHHHHHHHH!

Sangue espalhava-se rapidamente pelo chão, as pessoas atacavam umas as outras loucamente.

Nicholas: Vamos sair daqui agora, me sigam!

Começam a subir as escadas rolantes apressadamente.

Nick: Ahhh! – Soca um homem que tentou o atacar – Ele me mordeu! – Observava com horror a ferida em sua mão.

Correm para livraria, trancando a porta por dentro.

Rose: O que esta acontecendo? O que é isso? – Põem as duas mãos na cabeça em confusão.

Rebecca: Não sei, mas essas pessoas não parecem estar normais...

 


Notas Finais


Até a próxima < #


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