História Quarterbacks - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Normani Kordei
Exibições 951
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Esporte, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpe a demora, mas eu voltei .. Espero que gostem do capítulo.

Capítulo 12 - Capítulo 10.


Não tinha visto Camila desde o sábado de noite, já que no domingo eu fiquei no meu apartamento, e Mani apareceu para que eu a contasse todos os detalhes. Decidi não dizer nada para Dinah e Ally, pois eu supus que não deveria falar sobre isso com ninguém, mas eu já tinha aberto minha boca para Mani. Por sorte, essa semana não teria nenhuma prova, mas no sábado teria uma partida, e isso me preocupava.

 Na verdade, eu estava bem nervosa, porque daqui a meia hora eu verei Camila novamente, e não sei o que vai acontecer, se ela vai se aproximar de mim, ou simplesmente vai ignorar minha existência. Ela não tinha respondido minha ultima mensagem no sábado à noite, e não sabia o que isso poderia significar. Tinha dormido bem inquieta na primeira noite, por ela não ter me respondido, e logo Mani apareceu as 10 da manhã com uma caixa de rosquinhas, e me fez um café para tentar me manter ao menos lúcida, porque estava parecendo que eu iria dormir sentada.

 Mostrei as mensagens, sim, pois eu sabia que poderia mostrar qualquer coisa para Mani, que ela não iria rir, ou ela iria tentar evitar; Embora tenha me dito que foi algo sentimental, Oh Deus. Também tinha feito isso com Alexa várias vezes, e tive que explicar que nunca tinha considerado nada sério, só tinham sido um par de beijos, uma ida pra cama, e eu gostava, mas eu nunca tinha gostado dela, então isso não tinha contado para mim.

 E claro, eu tinha me metido em uma briga, e meu olho estava roxo, embora estivesse pouco, já que na segunda feira de manhã só tinha apenas uma pequena cor, e minhas outras amigas não notaram, e tão pouco minhas companheiras de equipe.

 Como era de costume ultimamente, eu já estava trocada, mesmo sendo 12:30am. Tinha apenas almoçado, coisa na qual Mani se preocupou, e conversou comigo como se fosse minha mãe. - Na qual tinha me ligado pedindo desculpas da parte dela, do meu pai e de Taylor por não terem me ligado no dia do meu aniversário, e disse que viriam me visitar em Maio. - Sobre estar bem nervosa com isso, e que eu iria ver minha ex rival na qual eu tinha beijado, mas que mesmo assim eu deveria comer, porque essa semana o treinamento iria ficar mais intenso devido a partida de teríamos no sábado, e se eu não comer, poderia ficar fraca.

 Me acomodei no meio do campo, olhado o céu, mas dessa vez eu não tinha colocado o fone de ouvido, e só ouvia o canto de alguns pássaros de vez em quando.

O que ia acontecer a partir de agora? Tinha várias opções, mas logo após as mensagens, o mais claro é que Camila não deixaria tudo como estava, se eu gosto dela, deveria fazer algo, não é assim? E ela parecia bem segura sobre o que sentia sobre mim. Embora, para minha surpresa, a ideia dela querer ir adiante com isso, não me desagradasse nem um pouco, embora fosse só uma suposição, mas eu também tinha admitido que eu tinha gostado, e isso poderia ser outro empurrão para ela.

Mas se ela só disse isso para que eu concordasse, e ela não tivesse todo esse interesse?

Descartei a ideia da minha mente, porque antes eu até poderia acreditar que ela seria capaz de fazer isso, mas agora que eu a conhecia bem, não.

 Me sentia mal e idiota por ter feito ela pensar que em algum momento ela iria me dever algo por esconder seu segredo, mas nesse momento me parecia algo cruel e extremamente desnecessário.

- Lauren! - Não era o timbre de voz  que eu esperava ouvir, assim simplesmente continuei ali, e só movi meu rosto.

- O que é, Emma?

 Se sentou ao meu lado, e apoiei o peso de meu corpo sob meus cotovelos, para ficar da sua altura.

- As Stallions já chegaram, e eu não estava suportando ficar lá dentro com elas. - Ri do seu motivo para sair de lá, e me sentei direito ao seu lado, tirando um pouco da grama que tinha no meu cotovelo.

- Na verdade, nem todas são ruins, só tem algumas pragas que acabam com a imagem de todas.

- Antes Cabello era como uma delas, mas por alguma razão. - Seu olhar era acusador, e eu sabia a que ela se referia com aquilo. - Ela mudou.

- Não sei do que você tá falando. - Levantei meus braços como se fosse inocente, e levantei, decidida a ir para os vestiários.

- Onde você vai? - Perguntou confusa, e se levantou atrás de mim.

- Onde você acha? - Respondi sem me virar, e continuei o caminho, sentindo os passos dela atrás de mim.

Com certeza estavam todas ali, e isso incluía que também estivesse Taylor, Olivia e Sparks. Com sorte, Olivia não teria a cara marcada para me acusar de algo, mas tenho Camila como testemunha e Mani também tinha visto a minha marca do golpe, não iriam se safar tão fácil. Também estava preocupada com o rosto de Camila, se tinha alguma marca serviria como prova, mas não queria que tivesse nada, porque as dores depois dos golpes são as que mais doíam. 

- Vão te encher de insultos, Lauren.

 Não me preocupei com os insultos, e sim se voltariam a querer me bater. Mas eu duvido, já que todas estavam alí, e teria muitas testemunhas, mas se elas viessem pra cima, eu ira me defender e iria bater de volta, mas assim iria arruinar tudo.

 Fiquei conversando com Emma sobre coisas sem importância, filmes que estrearam, e esse tipo de coisa. Mas minha atenção não desviava quando via algum movimento saindo do vestiário. Mas até agora, não tinha visto nenhum rastro dela, só das minhas companheiras de equipe que saiam falando entre elas. Emma estava de costas para a porta, e nos encontrávamos um pouco por dentro do campo. 

 Tinha me deixado levar pela conversa de Emma, até que eu a vi sair pela porta do vestiário com seu uniforme preto, e nas mãos levava o capacete e caminhava bem despreocupada, ao contrario de mim se estivesse caminhando. Me sinto estúpida por estar nervosa. Me dirigiu o olhar e sorriu, Oh Deus, não era um sorriso arrogante, nem muito menos irônico, era sincero e realmente lindo.

 Não consegui devolver o sorriso, devido ao meu grande nervosismo, seguramente parecia uma idiota para ela, mas eu não podia fazer nada.

 Pelo menos isso esclareceu um pouco minhas dúvidas.

[...]

 Corremos, fizemos passes, e logo terminamos. Ambos treinadores anunciaram que faríamos uma partida amistosa na terça-feira, e isso me animou um pouco, queria praticar assim antes da partida que era muito mais importante. Tinha acabado de tomar um banho rápido, como fazia toda terça e quinta, mas não sabia se esperaria Camila sair, e assim falar com ela, ou se eu iria embora, e deixar isso para outro momento, embora essa última opção fosse bem covarde da minha parte, e enquanto me trocava eu pensei e decidi o esperar fora do vestiário, torcendo pra que ela saísse antes de algum da suas três idiotas companheiras.

- O que está fazendo aqui? - Novamente Emma.

- Tenho que falar com Camila. - Disse, enquanto ajeitava a alça da minha mochila, que estava caindo do meu ombro.

- Ela estava se trocando, já deve tá saindo. - Começou a caminhar em direção a saída.

 Me aliviei um pouco, esperando que ela fosse rápida ao sair daqui, assim como as outras, e assim ela fez, foi apenas Emma desaparecer do local, que uma Camila com cabelo molhado, um jeans justo azul, uma regata preta, e um vans, saiu de lá, também com a mochila no ombro.

- Hey. - Chamei sua atenção e comecei a caminhar em direção a saída sem deixar de olha-la, incitando-a para me seguir.

- Olá. - Soava animada.

 Deixei de olha-la e fixei meu olhar a saída que havia no fim do campo direito, ela já estava ao meu lado, então eu reduzi um pouco a velocidade.

- Como você tá?

 Não sabia o que perguntar, e não queria que o ambiente se tornasse incomodo, e acredito que ela tenha notado já que soltou uma suave e aguda risada.

-Bem, bem. E você?

 Ela estava normal com a situação, diferente de mim.

Como pode estar tão calma?

Oh sim, está no armário e já teve mais relacionamentos que eu, por isso mesmo ela está tão calma.

 Relação? Isso não é uma relação de qualquer forma.

- Bem.

 Não dissemos mais nada até sairmos do lugar, ela se virou pra mim, como se estivesse esperando eu falar alguma coisa. Mas eu não sabia o que dizer, precisava pesquisar na internet alguma espécie de ajuda pra isso.

Eu já tinha visto milhares de filmes de amor!

Eu tinha lido um monte de livros!

Como é que não me lembro de nada?

- De que você veio? - Perguntei logo depois de pensar em todas as opções sobre o que poderia dizer, e essa parecia o melhor.

- Eu peguei um taxi.

- Quer que eu te leve até seu apartamento? - Me atrevi a perguntar, tratando de acabar com meu nervosismo.

- Na verdade, não. - Isso realmente não ajudava, bem.. Senti as feições do meu rosto se contraírem, franzindo o cenho como se fosse instinto, e comecei a caminhar pelo estacionamento, procurando meu carro. - Escuta, na verdade eu queria saber se você queria tomar algum café? - Senti seus passos atrás de mim, e logo parei. - Lauren! Por quê não me deixa terminar de falar? -  Parou na minha frente, enquanto me olhava divertida. 

- Por quê você enrola tanto pra terminar uma frase? - Meu cenho continuava franzido, mas agora não me sentia tão idiota e rejeitada como antes. - Vem, vamos.

 Destravei as portas do meu Jeep com o botão que tinha na chave, e abri a porta do motorista para me sentar, logo depois de uns segundos, Camila estava sentada ao meu lado, no banco de passageiro.

- Onde você quer ir? - Perguntei quando já estávamos paradas no sinal, não tinha tanto trânsito as 2 da tarde, e isso sempre era uma vantagem.

- Você gosta de Starbucks? - Perguntou.

 Seus cafés eram horríveis, mas eles continuavam servindo o Frapuccino de morango, então não terei problemas de ir.

[...]

 Ela tinha pedido um Frapuccino de doce de leite, que eu nunca tinha me animado em provar porque parecia bem enjoativo. Nenhuma das duas pediu nada para comer, e desta vez discuti com ela para que me deixasse pagar. Estávamos sentadas em uma das mesas mais perto da janela. Lembrei a Camila que deveria levá-la ao seu apartamento antes das quatro, porque eu teria que ir trabalhar. Maldito seja.

- Sabe que... - Começou, mas deixou a frase no ar.

- Sabe o que? - Perguntei em seguida.

- Não sei. Como você se sente sobre o que aconteceu? - Levantou uma de suas sobrancelhas, enquanto dava um gole em seu Frapuccino.

Notava que ela estava se divertindo com a situação, com certeza devido ao meu nervosismo.

- Você está bem mais segura que eu, Cabello, assim que você se desfruta do meu nervosismo? 

 Notava em seu olhar cor de chocolate que ela sabia o que queria, e não tinha nem as minimas duvidas sobre. Eu estava bem confusa com a situação, me agradava estar com ela, e esse beijo tinha sido realmente... diferente. Mas eu continuava confusa, mais que tudo, à menos de um mês eu a odiava e ela me odiava.

- Desculpa. - Deu uma risada. - Bem, sabe que eu gostei. O que quer que eu diga? Quem tem que deixar as coisas claras aqui, é você.

 Ponto pra ela.

O que eu iria dizer?

Sabe como me deixar nervosa, e isso me incomoda ainda mais.

Como que eu posso ir para um bar seduzir várias e Camila me deixar nervosa? Isso é impossível. Bem, ao que parece, não tão impossível.

- Eu gosto de passar o tempo com você, Camila, ou eu não estaria aqui. - Disse, e dei um gole no Frapuccino, que era o menor tamanho, ao contrario do copo de Camila, porém o dela já  estava na metade, e o meu só tinha abaixado um pouco.

- Então? - Acomodou seus braços na mesa e levou seu corpo mais pra perto de mim.

- Então... - Disse. - Então o que?

 Começamos  a rir, e parecíamos idiotas repetindo uma a outra, e na verdade é que não tinha sentido nesses "Então", porque seguíamos sem saber o que dizer, não pensei em nada, simplesmente nada saía de mim.

- Não sei se você gostou, mas eu gostei... - Deixou a frase no ar novamente, mas eu entendi o que ela quis dizer.

- Ok. - Contestei. - Então deixaremos fluir.

 Sumi em meus pensamentos sem poder deixar de observá-la. Seu cabelo já tinha secado, e agora estava liso em sua cabeça, e uma mecha cobria sua testa. Seus lindos olhos castanhos estavam fixos na mesa, e supus que ela também estava pensando sobre algo. Seu pequeno nariz se encaixava na perfeição do seu rosto. E por fim, seus lábios... me lembravam que eu tinha sentido logo depois que nos separamos no estacionamento, uma cócegas que tinha mantido sob meus lábios, uma coisa que eu nunca tinha sentido antes. Nem sequer com Alexa.

- No que pensa? - Sua voz me tirou de meus pensamentos.

- Oh. - Levei minha mão até minha nuca e acariciei levemente. - Em nada. - Encolhi os ombros.

 Não iria dizer que estava pensando nela.

- Não acredito.

- Não acredita em mim? - Encostei no banco, e peguei o Frapuccino em minhas mãos enquanto ela me olhava desafiante.

- Está me desafiando, Lauren Jauregui? - Arqueou a sobrancelha.

- Algum problema com isso, Camila Cabello?

 Me levantei do assento e fui até a porta. Essa era uma das coisas que eu gostava na Starbucks, pagar antes, e pode ir embora quando quiser, sem ter que esperar que te levem a conta.

 Olhei de canto para Camila que me seguia, vi pela sua anatomia que ela se levantava também, mas não pude ver a expressão de seu rosto. Abri a porta, a empurrando, e mantive aberta para que ela saísse.

- Muito cavalheiro de sua parte, Srta. Jauregui. - Brincou.

 Comecei a caminhar pelo lugar, checando antes para ver se ela estava me seguindo. Havia muitas pessoas na rua, como era típico em São Francisco, e todas as lojas estavam abertas a qualquer hora. Senti uma mão tomar meu antebraço, e me virei pra encontrar Camila, embora já soubesse que era ela. Segui o caminho com ela agarrado a mim à mais de uma quadra, logo chegamos a um parque público que tinha ali. Não tinha tantas pessoas como em outros horários, mas também não estava tão vazio. Algumas pessoas estavam passeando com cachorros, mas não prestei atenção em nenhum delas.

- O que estamos fazendo aqui? - Perguntou.

- É muito tranquilo, não gosta? - Fui para um dos bancos de cimento que tinham ali, e me sentei lá, mas ela simplesmente parou na minha frente e me olhou.

- Sim, eu gosto. - Desviou seu olhar para o que tinha atrás de mim.

- O que aconteceu? - Me virei pra trás, e pude ver crianças jogando entre elas, enquanto corriam pelo lugar, tinha um casal sentado na grama, e como eu já tinha visto, algumas pessoas com seus animais.

- Nada, só estava observando o casal. - Notava a tristeza em sua voz, e isso me fez sentir realmente mal.

- O que tem eles? - Me atrevi a perguntar.

- É que eu nunca vou poder estar daquele jeito, me refiro, em publico. - Voltou a olhar pra mim.

 Oh Camila, quebrava minha alma em pequenos pedaços ao vê-la assim, deve ser realmente bem difícil estar no seu lugar, porque pra mim tinha sido algo tão fácil, mas ela estava sob pressão de três vadias de equipe, que tinham dedicado seus últimos anos a foder com minha vida. Mas ela também já tinha feito isso, e embora ela tinha me zoado, eu a compreendia, ou ao menos tentava. Mas não estava com raiva dela, de nada.

 Observei todas as pessoas do lugar, buscando algum rosto conhecido, inclusive se tinha alguém na rua em frente ao parque. Eu não devia nada, assim me animei a dar o passo, embora bem, tecnicamente eu tinha a beijado pela primeira vez, e logo ela me beijou, por isso parecia estar mais segura. Eu sabia que eu pareci uma idiota o dia todo. Sabia que ela iria se sentir incomodada em público, então aproveitei que as coisas tinham se invertido.

- O que foi? - Perguntou.

- Pode sentar?

 Fez o que eu pedi, mas ela estava confusa, e se sentou ao meu lado, e nós estávamos suficientemente perto uma da outra, assim dirigi um olhar para ela enquanto sorria. Inclinei meu rosto, e cheguei perto do seu. Me olhou com pânico no rosto, mas não pensei demais.

- Não tem ninguém conhecido aqui. - Sussurrei.

- Tem certeza?

 Sua voz essa trêmula? Oh, sim, estava trêmula. Era a minha vez!

- Tenho total certeza. - Respondi.

 O problema de Camila era não ter vergonha, era o que diriam as pessoas, como seus familiares, amigos e obviamente se preocupava o que diriam suas companheiras de equipe. - Olivia, Taylor e Sparks. - Porque sabia que elas não iriam aceitar isso bem.

 Um sorriso apareceu em meu rosto, antes de selar seus lábios aos meus, os movi sob os seus suavemente, não como tínhamos feito no sábado, que tinha sido algo bem mais brusco e rápido devido ao nosso encontro agitado. Era algo mais lento e inclusive doce. A mesma sensação de cócegas que senti pela primeira vez, estava presente novamente.

- Como você está se sentindo? - Um grande e sincero sorriso apareceu em meus lábios.

- Maravilhosa. - Mostrou todos os seus dentes em um sorriso.

 Nunca poderia imaginar que beijar a rival, iria ser tão bom.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...