História Quase opostos - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce
Exibições 26
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Só oi
:v

Capítulo 7 - Fantasias são necessárias?


Alice*

Depois de ter negado e gritado bastante com Castiel ele aceitou que eu fizesse seu jantar por uma semana. Até tentei negociar que fosse só três dias mas ele começou a dizer que espalharia minha foto de calcinha e pijama por toda escola. Depois de terminar de arrumar tudo combinei com Lysandre que eu iria com ele escolher as fantasias para a apresentação, sem o Castiel claro.

-Vamos olhar isso na loja do meu irmão. Não é tão longe, podemos ir andando.

-Você quem sabe.

Caminhamos pelo parque pra cortar caminho, Lysandre não parava de me olhar com curiosadade.

-Olha, por que não pergunta logo o que quer saber?

-Certo. Por que abraçou Castiel?

Estremeci um pouco ao perceber quanto a frase soava absurda. Realmente foi a coisa mais estúpida que eu poderia ter feito.

-Vamos apenas dizer que eu não sei agir bem quando estou a beira de entrar em pânico.

-Pânico, por causa do escuro?

-É... Mas vamos deixar isso guardado, ok?

-Claro, aposto que isso acabaria com sua reputação de ser a forte representante do conselho, que serve de exemplo...

-Você vai me ameaçar como ele faz? Por que se for, adianta logo e pede o que você quer.

-Não, eu não vou. Embora sejamos amigos Castiel e eu somos diferentes. 

-Olhando bem você parece mais propício a virar um daqueles drogados que luta pela liberação da maconha, ou uma daquelas pessoas que busca um significado pra vida. Coisa assim.

-Você tem uma visão e tanto das pessoas.

-Não é que eu veja elas sempre como uma pessoa fria e indiferente, é só como eu te imagino, sabe?

-Talvez seja assim mesmo.

-A parte da maconha?!

-Não! A parte do significado da vida.

-Ah! Você quer um significado?

-Acho que todos querem...

-Na verdade alguns acham que a vida é só o tempo entre o nascimento e a morte, ou que ela é feita pra ser levada ao limite...

-E o que você acha?

Olhei em seus olhos que estavam brilhantes. Olhando agora eles eram mesmo lindos... Para de pensar isso Alice!

-Acho que... a vida é diferente pra cada um, não há um significado pra ela. Se você escolhe viver no limite significa que ela é curta e você tem que fazer tudo como se fosse a última vez, pra não ter arrependimentos. Mas se você escolhe viver com calma significa que quer apreciar todos os momentos... Não é?

Lysandre estava sorrindo pra mim e quando se deu conta tampou a boca tossindo um pouco. Corei e abaixei a cabeça. Acabamos chegando mais rápido do que pensei. A loja era de Leigh, namorado da Rosa e irmão do Lysandre, tinha uma entrada com a porta de vidro e madeira e uma vitrine enorme cheia de tecidos de várias cores e desenhos. Quando abrimos a porta um sininho tocou.

-Você por aqui!!! - Rosalya apareceu do nada gritando e correndo pra me abraçar.

-Rosalya! Vim escolher as roupas para apresentação, mas e você? 

-Meu namorado está aqui, só vim vê_lo. 

Lysandre me empurrou um pacote e disse:

-Esse é o que ele disse que separou, pode ir ali naquela cabine para experimentar.

Peguei a roupa e fui à cabine, cabine era modo de dizer né, porque era enorme e tinha um espelho que pegava a parede inteira. Comecei a me vestir mas não consegui passar em minha cintura, tentei tirá_lo mas ele também não saia. Continuei puxando e ele agarrou em meus seios, é por isso que não uso vestidos colados! Continuei a puxar e ele agarrou mais ainda. Droga!

Lysandre*

-Lys, eu e Leigh vamos almoçar então você fica aqui e toma conta da loja, por favor?

-Tá, né. Vocês já deciram isso.

Rosalya saiu junto com Leigh. Me sentei na bancada e peguei meu bloco pra fazer algumas anotações. Ultimamente tem faltado inspiração pra escrever minhas músicas.

-Lysandre! 

Alice parecia estar me chamando da cabine, mas não devia ser sério.

-Hm?

-Lysandre!

-Oi! Tô aqui!

-Cadê a Rosalya?

-Saiu pra almoçar com o Leigh.

-Só tem você?

-É. O que você quer? 

-Nada... Quando ela volta?

-Eu sei lá Alice, ela saiu com meu irmão. E é a Rosalya, convenhamos, ela vai ficar levando ele pra tudo quanto é lugar e eu vou ter que fechar a loja.

-Droga! Quer dizer, tá...

-Tá tudo bem aí? 

-Tá ótimo.

Não sei pra que ela queria tanto a Rosa aqui mas menina tem dessas coisas de perguntar uma pra outra sobre a roupa. Continuei a escrever e escutei um barulho e logo depois Alice resmungar. Me levantei e bati na porta.

-Você está bem?

-Está mesmo sozinho aí? Não há outra garota na loja?

-Já disse que não. O que quer?

-Escuta, eu estou presa no vestido e não consigo solta_lo. Você vai ter que entrar aqui e me soltar.

-O quê?! Não posso fazer isso!

-Vamos Lysandre, e fique de olhos fechados! Se abrir os olhos eu  mato você! Meus braços já estão doendo.

 Fechei os olhos e abaixei, passei pela parte de baixo da porta e quando fui me levantar esbarrei em suas pernas.

-Lysandre! Não abriu os olhos né?

-Não...

Na verdade eu tinha aberto, me leventai e reparei que ela estava quase nua, com o vestido agarrado tampando seu rosto. Puxei a barra do pano destampando seu corpo, ela usava o sutiã combinando com a calcinha, com flores. Era difícil imaginar que uma garota como ela usasse algo delicado. Ela até parecia delicada e vulnerável daquele jeito. Parei de me destrair e puxei o resto do vestido fechando meus olhos antes. Assim que puxei e a soltei ela segurou meus ombros me virando.

-Se olhar eu acabo com você.

Esperei ela acabar e então me virei, ela estava corada dobrando as roupas.

-Obrigada...

Eu nunca tinho visto Alice como uma garota. Sempre a vi como a representante, que estava sempre ao lado de Nathaniel resolvendo as coisas, sempre dando sermões, sempre brigando conosco. Ela era diferente das outras meninas, responsável demais, severa demais, mas as vezes quando estava com Rosalya parecia uma garota normal, sorrindo. 

Depois de escolhermos as roupas levei Alice pra casa. Não falamos sobre aquilo, ou sobre o acontecido mais cedo com Castiel. Assim que chegamos a sua casa Castiel apareceu e Alice logo mudou seu jeito pra defensiva.

-Onde estavam?

-Isso não te interessa.

-Falei com ele nāo com você tábua.

-Não preciso que você pense que tenho corpo.

-Ótimo. Tábua! 

Ela se virou e entrou dizendo:

-Mortais inúteis.

Não a conheço a muito tempo mas desde que ela estrou sempre nos chama de "mortais", parece um costume dela. Toquei o ombro de Castiel e disse:

-Cara, você não vai acreditar no que aconteceu hoje.

...


Notas Finais


E aí?


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