História Quatro amigas e um segredo - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Romance, Suspense
Exibições 6
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 17 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Quatro amigas e um segredo - Capítulo 17 - Capítulo 10

P.O.V Alyssa

Acabamos de jogar, Lua foi tomar banho e Charlotte foi para o quarto dela.

Entrei no meu quarto e decidi que queria sair um pouco para esfriar a cabeça, coloquei uma música do meu celular para tocar ~" Taca a bunda no grau"~ e entrei no banho.
Coloquei uma camiseta simples, um sapato da adidas, uma calça escura e peguei uma bolsa, meu celular, minha carteira e fui no quarto na Lua avisar ela.

- Lua vou sair, não tenho hora para voltar, avise a Charlotte para mim. ( disse perto da porta do quarto dela)

- Que? Não entendi nada. ( ela disse abaixando o volume da música do celular)

- Vou sair, não tenho hora para voltar, avise a Charlotte. ( disse saindo do quarto dela antes mesmo dela responder)

Sai e pensei em ir no Starbucks, primeiro chamei um táxi e fiquei no lado de fora do prédio esperando o mesmo chegar, enquanto isso mexia no Instagram, vi vários gatos e curti também claro, até que apareceu uma foto do Ethan com uns 3 meninos, que nossa mãe, um mais lindo que o outro! Tomara que estudem na mesma faculdade que eu. O táxi chegou e eu entrei, avisei o taxista do local ao qual iria e ele me levou até lá, o paguei e entrei no Starbucks.

Vários olhares vieram até mim assim que passei pela porta. Que merda esse povo não tem mais o que fazer, nãos
?! Vou em direção ao balcão e peço um Capuccino, o atende, que primeiro me paquerou bastante, disse que ja iria levar meu pedido.

Fui em direção a uma mesa que estava vazia e fiquei por lá mesmo. Fiquei pensando na vida até que escuto uma briga, puta que pariu quero tomar juízo mas não dá, saio pra ver quem é que tá brigando e pelo que eu vejo é um casal, a menina, pelo que eu entendi, traiu o menino e ele, que é um gato, terminou com ela e a loira não tá gostando disso.

- Você não pode fazer isso comigo!(gritou ela dando uns tapas no menino)

- Posso e já fiz! Agora graças á Deus irei pegar várias gostosas que não pegava por sua causa! (gritou o menino novamente, gente mas ele é gostoso demais)

[- Posso e já fiz! Agora graças á Deus irei pegar várias gostosas que não pegava por sua causa! (gritou o menino novamente, gente mas ele é gostoso demais)]

- Mas eu duvido, você não vai conseguir me esquecer! (gritou a menina novamente)

- Ah, quer ver que não? (disse procurando alguma menina, até que seus olhos cravaram nos meus)

Puta merda.

Ele veio na minha direção me puxou pela cintura e me beijou, e que beijo... não pera! O empurrei e ele me largou olhando dentro dos meus olhos.

- Vá para o inferno, seu otário! (gritou a menina chorando foi-se embora)

Depois disso a multidão que estava aglomerada foi começando a voltar aos seus devidos lugares e só ficou eu e ele.

- Err... Bom eu também tenho que ir, fui (falei e já saindo)

- Não, espera... (me virei) Qual seu nome?

- Me chamo Alyssa, e você é o destruidor de corações ou o pegador?(digo sarcástica)

- Eé (o mesmo fica sem graça, coçando a nuca) Meu nome é Mark, Mark Twain. (fala seu nome ainda sem jeito. Eu e essa mania de deixar as pessoas sem jeito.)

- Prazer Mark. Estava só brincando com o negócios dos nomes, beleza?(digo rindo)

- Hum... (ele olha para um ponto fixo atrás de mim) bom, acho que seu capuccino já está na sua mesa. (Diz olhando pelo vidro e meu capuccino realmente já havia chegado)

- Ah, então vou lá (virei as costas e ele me impediu novamente. Porra, desse jeito nunca vou embora.)

- É que eu meio que achei você super gata e não gostaria de perder o contato, você poderia me passar seu número? (disse com um sorriso de lado)

- Uau, mas já? (gargalho)

- Como? (ele diz confuso)

- Bom sei que não te conheço e que isso é estranho, mas eu também não sou normal então, anota aí, é...

Após ele anotar em seu celular meu número, nos despedimos.

- Até mais, Alyssa. (ele vira as costas me deixando a visão daquela bunda enorme.)

- Até mais... (mordo o lábio)

Vou em direção a mesa, pego o cappuccino, pago e vou embora.

Enquanto estava andando por uma rua deserta até chegar no ponto de táxi, passo por um grupo de homens e escuto "Ei, gatinha" "Ê gostosa, ta no ponto, hein", não penso duas vezes e logo grito.

- Ah vai pra porra, seus filhos da puta do caraí!

Assim que eles escutaram levantaram, logo em seguida vindo em minha direção e eu sai correndo.

Eu estava correndo igual louca, quando sinto meu corpo batendo em alguém, caio sentada no chão e logo penso "é agora que eles vão me desflorar"

Quando olho para cima me deparo novamente com... qual o nome dele dele mesmo? Aaah, Mark, o cara que beija gostosinho.

- Ain me ajuda, tem uns homens querendo me comer. - grito e ele me ajuda a levantar com uma expressão confusa.

- Calma, não tem ninguém aqui, a não ser você e eu. - ele diz rindo.

- Então você é o estuprador - me afasto.

- Como? Você é louca. - disse ele com uma careta.

- "Louca" porque não é você que esta correndo o risco de ser desflorado em uma cidade desconhecida. - dou tapas em minha roupa, tirando dela a sujeira.

- Pelo amor de Deus né, Alesa - ele revira os olhos.

- Meu nome é Alyssa, caralho - bufo.

- Opa desculpa, só tinha esquecido. Você sempre fala caralho? - pergunta divertido.

- Sim, algum problema? - pergunto rindo.

- Nenhum. Estranho, as pessoas daqui não costumam falar tanto palavrão. (não da nem tempo de explicar que venho do Brasil porque ele já engata em outro assunto.) Hum... Já é tarde, quer que eu te leve em casa? - ele pergunta coçando a nuca.

- Dinheiro para pagar o táxi eu tenho, mas eu aceito sua carona. (Sorrio)

- Tudo bem, vou pegar meu carro. (ele diz rindo e logo depois vira as costas)

Fico parada igual uma tonta na rua esperando ele chegar, será que esse filho da puta ta de sacanagem com a minha cara? Ele não me deixaria aqui sozinha. Ou deixaria?

Meus pensamentos neuróticos evaporam assim quando avisto um carro preto, bonito e grande estacionando na minha frente.

- Entra aí, Alyssa (disse ele pela janela do carro)

- E o cavalheirismo? (Levanto uma sobrancelha)

- Até o ponto que eu saiba a maioria das damas não dizem tantos palavrões como você, então não se considere uma. Ou seja, eu não preciso ser um cavalheiro com você. (Ele sorri)

- Ah, vai se foder porra - disse rindo e entrando no carro.

Informo o endereço para ele e em seguida conversamos sobre as músicas que ele tinha na playlist de seu carro, quando enfim chegamos ao meu destino.

- Adorei te conhecer, você é gostosa demais. - ele diz enquanto para o carro em frente ao meu apartamento.

- Sobe comigo, que eu vou te mostrar o que é gostoso de verdade. (Mordo o lábio e ele me olha surpreso)

- Tô brincando bobinho, obrigada por me salvar dos malfeitores e me trazer em casa. (do um beijo em seu rosto e saio do carro, o deixando sem reação.)

- Ei! (Ele grita da janela de seu carro) Mais tarde te chamo no whatsapp. (disse ligando o carro e saindo.

Entrei no prédio e fui pro caminho do elevador.

Ao entrar em casa, subo para o meu quarto, tomo um banho e troco de roupa, deitando depois.

Meu celular vibra, e o nome de Mark aparece na tela.

- Olá miss gostosa. Guarde meu número. (Mark)

- Olá, senhor pegador, já salvei amor.

- Tem namorado?

Que pergunta idiota, se eu tivesse namorado nem sequer entraria dentro do carro dele. Ou entraria?

Suspiro e bolqueio o celular dormindo como uma pedra logo em seguida.



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