História Quatro amigas e um segredo - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Romance, Suspense
Exibições 4
Palavras 1.770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - Capítulo 13


Fanfic / Fanfiction Quatro amigas e um segredo - Capítulo 20 - Capítulo 13

P.O.V Alexis

O sinal toca avisando que a aula está no fim e todos começam a arrumar seus materiais.

- Bom turma, peço a vocês que leiam o livro A Revolução Cubana. Na semana que vem faremos uma redação sobre e não quero ninguém dizendo que esqueceu. Boa tarde á todos. - diz Scott por fim e em seguida pessoas começam a se retirar da sala.

Arrumo meus livros quando meu celular apita. O desbloqueio e vejo na tela brilhar "Nova mensagem - Brandon", clico na mesma.

"Seus pais estão em casa?"

"Não"

"Que tal irmos pra lá?"

"Claro gatinho, me espere na porta da sala de história."

"Tudo bem". ele responde e eu bloqueio a tela em seguida.

- Alguém importante? - ouço Becca perguntar.

- Não é da sua conta. - guardo meu celular no bolso e junto meus livros.

Levanto o olhar e Becca olha pro lado com o maxilar trancado.

Ugh, droga. Esqueci que ela se magoa fácil demais. Suspiro.

- Foi mal - bufo - não to acostumada a ter amigos.

- Tudo bem. - ele suspira e assente. - estou acostumada.

- Não seja dramática, você veio para o meu lado sabendo exatamente como eu sou e não é agora que vou mudar. - levanto e a olho - melhor não ser frágil, odeio esse tipo de gente.

Vou em direção a saída com Becca porém uma voz me chama me fazendo parar

- Alexis? Será que pode ficar um minuto, preciso falar com você. Á sós. - reconheço a voz de Scott e me viro para ele.

- Claro. - respondo não contendo a satisfação. Me viro e pisco para Becca que retribui saindo da sala fechando a porta logo depois.

Somos só eu e o professor agora.

Me encosto á carteira á sua frente e o mesmo me encara.

- Olha Alexis... - ele esfrega sua testa - o seu comportamento mais cedo foi muito inápropiado.

- Que comportamento? - espremo minhas sombrancelhas e faço bico me fazendo de desentendida.

Ele suspira sentando em sua cadeira giratória.

- Não pode fazer aquele tipo de comentário se tratando de mim, sou seu professor e isso pode trazer problemas pra mim e minha carreira. - ele olha para minhas coxas á mostra e em seguida fecha os olhos balançando a cabeça negativamente - e além do mais eu sou casado. - ele olha em meus olhos.

- Se é casado por que insiste em olhar para o meu corpo? Vi que não tirava os olhos de mim a aula toda. - levanto uma sombrancelha.

- O-o que? Alexis, eu não, eu não fiquei te olhando. Acho que você está entendendo as coisas mal, você é minha aluna e eu sou seu professor. Que tipo de profissional acha que sou? - ele arqueia as sombrancelhas.

- O tipo de profissional que dá aula me imaginando nua a toda instante, - ele arregala os olhos quando digo tal frase. Me aproxímo mais á ele lentamente e me inclino em sua mesa. - imaginando eu gemendo seu nome enquanto você transa comigo de 4. Imaginando eu chupando a cabecinha do seu...

- Para! - ele levanta como furacão e eu gargalho - Alexis, eu não vou admitir esse tipo de ato! Acho melhor você me respeitar se não...

- Se não o que? - vou até o professor, que fica encurralado quando bate suas costas a parede. - Vai me foder até eu tremer minhas pernas? - boto as mãos em seu peito e mordo sua orelha.

Ele estremece e me empurra indo em direção a sua mesa arrumando suas coisas.

- Estou falando sério, não vou admitir mais uma de suas gracinhas! Na próxima você é detida! - ele diz nervoso.

- Tudo bem, eu vou embora. Poderia acabar com isso de uma forma mais prazerosa do que a punheta que você irá bater no banheiro da universidade. - aponto para o seu membro destacado em sua calça, Scott acompanha meu olhar.

- Até mais professor. - sorrio e pisco em seguida. Saio rebolando até a porta e a fecho atrás de mim.

Do lado de fora, me encosto a parede e gargalho com a situação.

- Do que tanto rir? - salto tomando um susto.

- Porra, Brandon! - boto a mão no peito. - você me assustou.

- Nossa, então é assim que me recebe? - ele faz bico.

- Claro que não. - dou um selinho nele - vamos?

- Claro. - damos as mãos e vamos até o estacionamento.

Ele me conta como foi o jogo e quantos gols fez, depois diz como está contente em saber que o campeonato é no próximo domingo. Enquanto ele conta só concordo, pra falar a verdade esses assuntos são bem chatos.

- Como é o professor de história? - ele pergunta.

- Hum? - me faço de desentendida.

- Como é o professor de história? Disseram que ele é novo, né?

- Ah sim. Bom, eu achei ele careta e sem graça assim como todos os outros. - minto dando de ombros.

- Hum...

Chegamos ao meu carro. O destranco e desativo o alarme. Sento em frente ao volante e Brandon senta ao meu lado, no banco passageiro.

A viagem da universidade até meu condomínio dura 20 minutos. Em pouco tempo já chegamos ao local. Tiro meu cinto de segurança e Brandon faz o mesmo.

- Onde seus pais estão? - Brandon pergunta assim que passamos pelo jardim.

- Foram viajar, voltam na semana que vem. Estava pensando em dar uma festa, o que acha?

- Eu fico responsável pelas bebidas. - ele sorri.

- Fechado. - pisco.

Chegamos a entrada, abro a porta principal da minha casa e sou pega de surpresa quando Brandon segura em minha cintura forte precionando seu quadril em meu bumbum.

- Nossa, me parece que alguém está animadinho hoje. - mordo o lábio inferior enquanto Brandon fecha a porta com seu pé.

- Lembra o que você me prometeu hoje? - ele diz entre meus cabelos.

- Uhum? - sorrio.

- Vai ter que cumprir.

- Sim, senhor. - assinto.

- Não fale desse jeito que eu te fodo aqui mesmo.

- Não seria uma má idéia. - me afasto me virando para ele.

- Não me provoque, Alexis Miller.

- Provocar é meu nome do meio, querido. - dou um selinho no mesmo e pego em sua mão - venha.

O levo até o sofá, no qual ele senta na mesma hora se preparando para tirar seu cinto.

- Não. - o paro e ele parece confuso. - deixa que eu faço. - ele ri de lado e assente, encostando as costas no sofá e colocando as mãos atrás de sua cabeça.

Me ajoelho entre suas pernas e tiro lentamente seu cinto, em seguida abro o botão de sua calça, ele me ajuda a tirar a mesma e em segundos ele já está somente de cueca. Já posso ver o volume do seu membro, impressionante o poder que tenho sobre os homens, amo o fato de eu poder causar esse efeito.

Tiro sua cueca e seu pau praticamente pula para fora. Umideço meus lábios e pego em seu membro com minha mão direita fazendo movimentos leves de cima para baixo. Brandon geme rouco jogando sua cabeça para trás.

Aumento os movimentos cada vez mais o fazendo ficar louco.

- Alexis... acabe com isso logo, por favor. - ele diz por um fio de voz.

Sorrio de lado e abro minha boca me preparando para cair de boca no seu pau quando algo me interrompe.

- O que está acontecendo aqui?! - salto reconhecendo a voz na mesma hora.

Merda.

Me viro assustada quando vejo a imagem do meu pai parado na porta junto á minha mãe que parece que acabou de ver um fantasma.

Olho para Brandon, que está branco e depois para o meu pai furioso.

- Vocês não foram viajar?! - pergunto espantada.

- Não importa! Eu quero saber que merda está acontecendo aqui? - ele berra.

Caio em si quando percebo que ainda estou com o pau de Brandon em minhas mãos, o solto e Brandon o guarda rapidamente, subindo suas calças em seguida.

- Responda Alexis!

- Fala sério! Pra que tanto espanto? Eu duvido muito que Mamãe não faz o mesmo pra você todas as noites! - me levanto debatendo com meu pai.

- Filha! - minha mãe se manifesta me repreendendo.

- Não venha com essa, sou obrigada o ouvir seu gemido nojento quase toda madrugada!

Brandon continua em silêncio.

- JÁ PARA O SEU QUARTO. - meu pai chega ao limite vindo em minha direção.

- Tudo bem. - levanto uma sobrancelha - Venha Brandon. - pego na mão de Brandon que está paralisado.

- Não, você direto pro seu quarto e ele pra rua!

- Vai se foder, ele vem comigo sim! A droga dessa casa também é minha.

- Alexis, acho melhor eu ir. - Brandon diz.

- Não, você fica! - espremo minhas sombrancelhas.

- Não tem problema Alexis, eu vou. Nos vemos amanhã. - o mesmo diz com confiança.

- Tudo bem. - bufo cedendo.

Brandon vira as costas mas o seguro pelo braço.

- Hey, espera ai. - mordo o lábio.

O puxo e colo meus lábios nos dele, enfiando minha lingua em sua boca, que com o tempo vai ficando mais relaxada. Posso sentir o olhar do meus pai fixados em nós, e isso faz o beijo ficar ainda mais intenso e quente. Brandon entra na brincadeira e pega em minha bunda com suas mãos a apertando com força, sorrio entre o beijo quando sinto que seu pau continua duro.

- Chega com essa palhaçada, Alexis sobe agora! - meu pai grita.

Eu e Brandon cortamos o beijo já sem fôlego e vermelhos.

Chego perto de sua orelha e sussurro:

- Continuamos depois o que paramos. - dou um selinho em seu pescoço e me afasto o olhando. Brandon tem um sorriso divertido nos lábios.

- Até mais, gostosa. - ele vira as costas.

- Boa noite, senhor e senhora Miller. - Brandon diz assim quando passa por eles, mordo minha bochecha para conter o riso.

Meu pai está vermelho de raiva e minha mãe como sempre, só observa a situação.

Brandon fecha a porta atrás de si e eu subo as escadas pro meu quarto sem dizer nada.

Entro no mesmo trancando a porta e tomo um banho em seguida. Ao acabar, me visto colocando um pijama de seda e depois vou até a varanda deitando na rede e acendo um cigarro de maconha.



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