História Quatro sentidos - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 15
Palavras 266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, preciso que agora você encarne em uma outra vida é sinta intensamente tudo ao redor, pois agora você só usará os olhos para ler.

Capítulo 1 - Introdução


- Você ainda lembra do acidente? 

Disse a psicóloga pegando nas minhas mãos. As mãos dela são ásperas e secas, mas cheira creme de morango.

- como se eu pudesse esquecer. - ela ficou em silêncio. Continuei- desculpa, mas foi minha última visão. eu lembro do barulho que o carro fez e da dor que se alastrou na minha cabeça antes de desmaiar. Tenho juntado muitas memórias auditivas e sensoriais para tentar esquecer o dia do acidente, mas eu não quero tentar imaginar imagens. Uma vez eu ouvi que memórias são perdidas quando acumulamos outras memórias, tenho medo de esquecer o rosto da minha mãe vou coisas importantes

- se você se concentrar bem no que quer esquecer e substituir por uma imagem montada conseguirá esquecer só o que vc não quer. 

- Talvez um dia tenha alguma coisa que valha a pena o risco.

- E o que está sentindo sobre a nova perspectiva?

- Não sei, não quero criar falsas esperanças, mas se meus pais saíram do meu país para vir à Coreia é porque a perspectiva é bem concreta. Vão colocar os sensores mês que vem.

- E o coreano? 

- Não está vendo como estou falando bem?! Aliás minha vida é só estudar a muito tempo.

- Ok, nossa consulta acabou. Vou te ajudar na saída.

Ela pegou na minha mão e me guiou até o ambiente externo onde chamei meu cão guia, Rony. Antes de sair ouvi a voz dela atrás de mim:

- forte!

- Sempre forte! - respondi com falsa convicção, pois sinto que a qualquer momento minhas forças acabaram e eu desmoronarei como um castelo de cartas.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Beijos
Mostrem para seus amigos.
Desculpe-me qualquer erro.


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