História Que Comecem os Jogos - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
Tags Drama, Pretty Little Liars, Revelaçoes, Romance, Suspense
Exibições 13
Palavras 1.346
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


"Carma também pode ser uma vadia!"

Capítulo 1 - Hora do Recreio


Rosewood, Pensilvânia

Narrado por Alison Dilaurentis

 

— Alguém chama a ambulância, ela está perdendo muito sangue! — Gritou Emily e foi como se eu tivesse acabado de acordar de um transe, rapidamente peguei meu celular e disquei o número da emergência, assim que atenderam falei que havia uma pessoa baleada e indiquei o local.

   Ver Spencer daquela maneira me deixou paralisada e a revelação de Mary Drake, foi como se um choque percorresse por meu corpo, será que aquilo era mesmo verdade?

   O que seria de nós a partir de agora? Estou grávida do demônio em pessoa, que a propósito foi enterrado por minhas amigas. Acabamos de arrancar a cabeça de um ex colega de classe e agora isso, Spencer ter levado um tiro. Mas a maior pergunta que rondava minha mente no momento era, quem atirou? Mary Drake está com a arma em mãos, mas ela acabará de dizer que é mãe da Spencer, então ela não poderia ter feito isso. Porém, pensando bem, as mulheres da minha família não são os maiores exemplos de mães, afinal, já fui enterrada viva pela minha e dizer que ela pensava que eu estava morta não muda os fatos. Todos esses acontecimentos fortalecem a minha ideia que ter esse bebê não é uma opção. 

   Tudo acontecia tão rápido, Spencer ensanguentada, Emily e Hanna pareciam atordoadas e as lágrimas de Aria já escorriam por seu rosto. Ouvimos as sirenes se aproximando, mas não era apenas uma, provavelmente vieram acompanhados da polícia. Quando os sons das sirenes aumentaram, eu e a meninas nos entreolhamos, fugir não era uma opção, não abandonaríamos Spencer daquela maneira, ficaríamos e enfrentaríamos o que fosse, juntas!

   Ouvimos passos se aproximando. Tentava manter a respiração controlada, mas naquele momento, não tinha controle sobre mais nada. Mary Drake não dizia nada, apenas afagava os cabelos de Spencer e nós não tivemos coragem de interromper aquele momento. A porta foi aberta com um rompante e os policiais entraram.

— O que aconteceu aqui? — Detetive Marco perguntou, ao entrar no cômodo onde estávamos e pareceu ainda mais atordoado quando viu Spencer ensanguentada no chão — Será que alguém pode me responder? — Grunhiu. — Atrás dele vieram os paramédicos. Dois policiais ajudavam os paramédicos com suas lanternas e haviam outros vasculhando o local.

— Tem uma cabeça no pé da escada — Falou um policial que estava atrás de Marco, parecia assustado com o que virá. Mas ele não é policial, não deveria estar preparado para esse tipo de situação?

— E um corpo no corredor — Jura? Será de quem é aquele corpo?

— Vamos leva-la — Falou um dos paramédicos, depois de imobiliza-la e saíram, carregando-a na maca, Spencer, a essa altura já estava desacordada.

— Sim, nos mantenham informados — Falou Marco, para os paramédicos. — E vocês, vem com a gente, algemem elas — Ordenou aos policiais que estavam em seu encalço.

— Não será necessário — Falou Aria, de forma branda. — E queremos acompanhar a Spencer.

— Eu decido o que é necessário aqui e nas atuais circunstâncias, vocês são suspeitas de assassinato, então não tem o direito de pedir nada. Agora a senhora — Marco disse, se referindo a Mary Drake — Se afaste da arma devagar e coloque as mãos na parede, vocês também — Disse, para o resto de nós. Por que ele estava agindo de maneira tão estranha, no dia do suposto “desaparecimento” de Hanna, ele parecia tão compreensível e prestativo, por que estava sendo um idiota?

— Já chamamos a perecia para recolher as provas e o corpo. — Disse um policial que havia acabado de chegar no local.

   Os policiais nos algemaram e nos colocaram nas viaturas, fizeram questão de nos levar em carros separados. Desde quando a polícia de Rosewood tem tantas viaturas.

  

   Chegamos a delegacia e nos reuniram novamente na sala de interrogatório. Detetive Marco e a Tenente Tanner nos encaravam sem dizer uma palavra e nenhuma de nós parecia disposta a começar a falar. Estávamos muito assustadas e preocupadas com o que aconteceria com Spencer e com certeza não éramos as únicas, Marco tinha uma expressão séria, mas ao mesmo tempo, preocupada, o que estava, de fato, acontecendo entre ele e Spencer?

— Não estamos com muito tempo, então, creio que seja melhor vocês começarem a nos contar o que aconteceu lá — Se pronunciou a Tenente Tanner, de forma calma.

— É verdade e nem paciência, então, sem gracinhas, falem logo! — Falou Marco, de maneira ríspida.

— Onde está Mary Drake? — Indaguei e as meninas me olharam assustadas. Ela estava com uma arma em mãos, não acredito que tenha sido ela a disparar o tiro, mas há essa possibilidade.

— Isso não é da sua conta, já disse que vocês não têm o direito a pedir nada, nem fazer perguntas — Ele bateu com as duas mãos na mesa, fazendo soar um barulho estrondoso pela sala. Ele falava rápido, quase cuspindo as palavras. — Apenas respondam as nossas.

— Mas até agora você não fez nenhuma — Disse Hanna. Pensei ter ouvido os dentes de Marco trincarem. Hanna deve ter algum problema mental, só pode. Realmente não estávamos em uma situação muito agradável, onde pudéssemos fazer perguntas ou ser sarcásticas, fora que nossas passagens pela polícia de Rosewood são maiores que a minha lista de compras.

— Cala a boca, Hanna! — Murmurou Emily.

— É, cale a boca Hanna, a não ser que tenha algo de útil para falar — Disse a Tenente Turner.

— Mas... — Ela começou a falar, mas foi interrompida.

— Por favor, Hanna! — Pediu Emily, em tom de súplica.

— Não! — Ela disse, um pouco mais alto — Ele disse que não temos nenhum direito, mas temos sim — Ela encarou Marco nos olhos por alguns segundos — Temos o direito de pedir um advogado. Então não falarei nada, sem a presença do meu advogado. — Retiro o que eu disse, Hanna é um gênio, se não estivéssemos algemadas, juro que bateríamos um high five. Marco já estava quase roxo, dava para sentir sua raiva emanando pelos poros.

— Tudo bem, vocês estão certas. Acho que fará bem a vocês passarem uma noite na cadeia. Até porque, a Senhora Hastings deve estar muito ocupada para atender vocês. — Ele respondeu, com um sorriso forçado.

— Mas quem disse que é Senhora Hastings a advogada delas? — Perguntou uma voz masculina, que logo entrou na sala. Não podia estar acreditando no que meus olhos estavam vendo. Não podia ser verdade, ele está morto. Minha cabeça começou a rodar, me sentia tonta, mas eu não podia desmaiar, agora não. Acho que essa tontura não era um sinal de desmaio, só deu tempo de desviar a atenção da alma penada que estava parada na porta e virar para o meu lado direito, onde não tinha ninguém. Não havia comido nada o dia inteiro, mesmo assim vomitei aquele liquido nojento. Em questão de segundos, aquele homem que estava parado na porta veio até mim, com intenção de ajudar.

— Afaste-se de mim — Gritei, erguendo um pouco o meu olhar.

— Como você conseguiu entrar aqui? — Perguntou Marco, ao homem que havia acabado de entrar na sala de interrogatório, sem se apresentar, apenas deixando uma grande dúvida no ar.

— Porque eu não sou a pessoa que vocês pensam que eu sou. — Ele respondeu, com uma estranha tranquilidade. Aquela voz me causava repulsa, novamente veio aquela vontade vomitar, mas dessa vez não saiu nada — E acho que temos outros problemas para resolver agora. Tirem as algemas e chamem um médico.

— Eu estou bem — Grunhi.

— É, e você parece ser o nosso maior problema no momento. E você não pode chegar aqui dando ordens, você está preso. — Respondeu Marco, vindo em direção ao homem abaixado perto de mim. No mesmo instante ele se levantou e tirou algo do bolso.

— Você está me confundindo. — Ele tirou uma carteira de couro preta do bolso e a mostrou para Marco, que imediatamente a pegou, parecia confuso ao olha-la, levou a carteira até a Tenente Tanner, que também a analisou. Não sabíamos do que se tratava e eu nem queria descobrir. — Assim que soube o que havia acontecido, resolvi vir ajudar, conheço o irmão que tenho e sei o que ele é capaz de fazer. — Ele continuou e Marco devolveu sua carteira, ele parecia mais aliviado, ao contrário de nós. 


Notas Finais


Até o próximo Capitulo!
Comentem e digam o que acharam, criticas construtivas são muito bem vindas.
Se gostarem, favoritem a história!
Confiram também outa história escrita por mim;
Link: https://spiritfanfics.com/historia/a-aposta-perfeita-6914964


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