História Queen Of Disaster - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Lana Del Rey
Personagens Lana Del Rey, Personagens Originais
Tags Blue Jeans, Born To Die, Bradley Soileau, Elizabeth Grant, Lana Del Rey, Lizzy Grant
Exibições 35
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A MAMACITA ESTÁ DE VOLTA, HIJOSSSS
hsuahsuhasuash
eu não sou boa em espanhol, sorry
gente eu enfrentei muita coisa para conseguir postar esse capitulo: uma internet ruim, vários bloqueios criativos e um tempo quase inexistente.
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Capítulo 14 - But you are unfixable


Fanfic / Fanfiction Queen Of Disaster - Capítulo 14 - But you are unfixable

"And I can't do nothing about his strange weather"

Ao mesmo tempo que eu sabia que aquele lugar não era aonde eu deveria estar, eu sabia que eu não conseguiria ficar aonde o Bradley não estaria.

- O que você vai fazer? - pergunto enquanto o vejo com as mãos enfiadas dentro do motor do carro

A fumaça escura que saía do capô do carro não me tranquilizava, porque era óbvio que ele  não conseguiria consertar aquele motor. Tudo que o automóvel fazia agora, era incomodar os meus olhos que ardiam ao tentarem focalizar em alguma coisa naquela névoa escura de fumaça e fuligem, e meus pensamentos se misturavam para tentar encontrar uma solução.

- A gente vai arranjar um outro carro – disse levantando a cabeça, afastando-se do carro e passando o antebraço na testa para retirar o suor acumulado em seu rosto

- Como assim “outro carro”?

(...)

 Bradley demorou duas horas e meia para encontrar o carro que ele queria. Quer dizer, haviam cerca de 50 carros em circulaçao naquela lanchonete de beira de estrada, mas ele queria algo específico.

Quando o calor já havia dado uma trégua, um Continental entrou no estacionamento e parou em uma vaga distante da lanchonete. Uma mulher com roupas caras e centenas de óbvias cirurgias plásticas na cara, saiu do carro, tentando ser ágil em seus saltos altos dourados, e seu vestido justo que acentuava todo o silicone que havia em seu corpo.

A baranga entrou no estabelecimento e, no mesmo instante, Bradley caminhou até o Continental.

- Você vai roubar esse carro?!

- Sim - disse enquanto avaliava o carro

- Por que?

- Porque... - começou, olhando para mim, finalmente - Pessoas que dirigem esse carro, nesse estado ótimo de conservação, são como aquela mulher, Lizzy

- Como assim? - cruzo os braços

- São pessoas que não dão a mínima pra você, ou pra mim, ou pra qualquer um. São pessoas narcisistas que buscam satisfação em bens materiais - concluiu - E eu não gosto disso

Ele parecia irritado, pois a carranca na cara dele mostrava isso. Eu também não deveria estar com uma feição nada agradável, pois ele pareceu ignorar meu olhar sobre ele, enquanto se preocupava em tirar um conjunto de chaves de fenda do bolso traseiro do seu jeans desbotado para começar a trabalhar na porta do carro para conseguir abri-lo.

      - Droga – ele bufa e joga as ferramentas no chão – Vamos ter que entrar lá dentro.

Seus olhos apontavam para a lanchonete, e eu engoli em seco quase que imediatamente.

      - O que?

Eu não era idiota.

Sabia que ele planejava assaltar a mulher e talvez o estabelecimento inteiro se fosse possível. Um frio repentino assolou meu corpo e eu parei, tentando pensar no que ele estava prestes a fazer.

      - Lizzy, eu estou falando com você - sua voz me desperta dos meus súbitos devaneios

Bradley stava ali, me encarando à um passo de distância, e eu não sabia o que fazer.

      - Bradley, eu não posso... Eu não consigo – eu não conseguia manter a firmeza em minha voz.

      - Eu preciso da sua ajuda, Lizzy! - choraminga quase como se fosse uma prece religiosa

No segundo seguinte, suas mãos estão moldando o meu rosto e sua respiração quente está próxima ao meu nariz, espalhando-se pelo meu rosto em um carinho suave. Alguns fios do seu cabelo comprido e castanho caem em minhas bochechas e, apesar do ar abafado e do suor acumulado em nossas peles, eu sinto uma vontade quase que arrebatadora de pedir à ele um beijo, por mais mínimo que fosse.

Então, como se seus neurônios estivessem conectados aos meus, ele se inclina mais um pouco e beija meus lábios entreabertos, selando a certeza de que eu estava perdida... E tudo isso por causa dele.

     - Eu juro para você que vou te compensar quando isso der certo – ele sussurra ofegante contra os meus lábios, com os olhos fechados e o suor reluzente em seu rosto.

     - Eu sei – murmuro e me afasto um pouco, segurando a sua mão e o puxando para o nosso carro quebrado – Qual é o plano?

     - Pegar duas armas dentro do porta-luvas – ele solta a minha mão e faz exatamente o que ele disse – E cobrir o rosto com qualquer camiseta que você ache em suas malas. Então, depois de nos prepararmos, podemos entrar.

 Eu não digo nada enquanto eu faço o que ele pede: encontro duas camisetas pretas e cubro o meu rosto com uma delas numa espécie de burca árabe. Em seguida, eu ajudo o Bradley a amarrar a sua camiseta em seu rosto e, por fim, eu corro, com um pouco de dificuldade, com as nossas malas e dinheiro em direção ao Continental que iríamos roubar. Deixo as coisas ao lado do carro e não demoro até estar ao seu lado novamente.

Ele me olhou de um jeito que me fez querer admitir todo o amor que eu sentia por ele, mas eu preferi ficar sufocada com aquilo na minha garganta ao invés de arriscar. Então eu somente engulo em seco e aceito a arma em minhas mãos, tentando me acostumar com o tamanho e com o peso daquela coisa que eu não fazia a menor ideia de como usar.

      - Eu não sei usar isso – digo firme

      - Você não vai precisar usar – é tudo o que ele diz antes de segurar a minha mão livre e beija-la contra a camiseta em seu rosto – Você é a minha vida agora, Lizzy... Só não faça nada estúpido e sairemos imunes dessa

      - Eu estou com medo, Bradley. - admito, pois eu sei que eu não preciso mais segurar aquilo para mim 

  - Eu sei, querida.

(...)

 - Foi uma performance e tanto, hein?

Eu estava me sentindo culpada, e isso era um peso que eu nunca saberia lidar.

Bradley dirigia o Continental pela rodovia mais satisfeito do que o seu sorriso enorme podia mostrar: de acordo com palavras dele, nós estamos algumas centenas de dólares mais ricos, graças há algumas notas de dinheiro e pertences dos clientes – como joias de todos os tipos

Eu não conseguia concordar com o que ele havia feito, mas algo dentro de mim não me ajudava a tomar a atitude correta quanto aos seus atos. Minha cabeça iria explodir a qualquer momento enquanto ele parecia feliz como uma criança na noite de Natal, e eu não conseguia fazer nada quanto a isso.

- Eu já te disse, Bradley – comecei e agradeci mentalmente por minha voz estar firme como concreto – Foi pura sorte

- Foda-se – diz dando de ombros, enquanto suas mãos continuam presas no volante – O que importa é que vamos deitar em uma cama macia esta noite, com direito a um banho e comida.

Suspirei. Suas palavras rondavam minha mente e confortavam minha alma. Deus, como eu estava cansada. Um banho e uma boa noite de sono era tudo o que eu queria agora, por mais que eu não merecesse.

- Bom, pelo menos eu também concordo com isso – digo com os olhos fixos na estrada que se perdia no horizonte aonde o crepúsculo acabava.

Ele ri, e isso me faz encara-lo

- Lizzy, Lizzy... – diz balançando a cabeça, sustentando um sorriso malicioso nos lábios – Você ainda vai concordar muita coisa comigo


Notas Finais


o que acharam???? por favor, sejam baozinhos cmg :33
.
beijos,
little vicky <3


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