História Queen of disaster - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Annie Cresta, Cato, Clove, Delly Cartwright, Finnick Odair, Gale Hawthorne, Katniss Everdeen, Madge Undersee, Marvel, Peeta Mellark
Tags Dança, Drama, Romance
Exibições 299
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie amores

Eu estou muito feliz hoje, o motivo é simples. Há exatos 24 anos atrás nascia uma pessoa que mudararia a minha vida e a de todos ao redor dela também. Uma pessoa amável, extrovertida, criativa, linda, fofa e muito modesta também. Uma pessoa que eu amei a primeira vista e que com certeza irei amar para sempre. EU. Parabéns para mim, que Deus possa me abençoar e realizar todos os meus sonhos.
Me amo

Boa leitura

Capítulo 19 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Queen of disaster - Capítulo 19 - Capítulo 19

Peeta ficou na minha pequena festa surpresa. E isso foi o suficiente para me encher de alegria. Seria uma comemoração simples, apenas com meus três amigos, mas era tudo o que eu precisava.  

- E essa aqui é a minha parte preferida da casa. - falei assim que abri a porta da sala de dança para que Peeta entrasse. 

- Uau. - ele sorriu. 

 Olhando para os espelhos, me fazendo enxergar vários Peeta ao mesmo tempo. E eu nunca imaginei que aquele cômodo pudesse ficar mais do que perfeito. 

- É enorme, eu sei. - falei sentando no banco que ficava contra a parede. 

- Maior que meu apartamento. - ele constatou e eu assenti. - E então, você toca piano? - ele apontou o piano no canto da sala. 

- Alguma coisa. - sorri. - Quando meu pai costumava passar mais tempo em casa ele tocava, acompanhando meus passos de dança. 

Encarei Peeta que estava parado a poucos metros de mim. Ele realmente amava a sua jaqueta, e eu amava a forma com que ela ficava bem nele. 

- Quer tocar? - ele perguntou me assustando com a proximidade. - Piano. - ele se explicou. 

- Você sabe tocar? - perguntei realmente surpresa. 

- Alguma coisa. - ele sorriu coçando a nuca. - Quer ou não? 

Abri um sorriso animado. E eu lá teria coragem de perder de ver Peeta Mellark o bad boy tocando piano? 

- Claro. - falei me levantando. 

Finnick, Annie e Madge estavam no andar de baixo, preparando os comes e bebes e enquanto isso eu resolvi mostrar a casa para Peeta, os lugares mais acessíveis, porque senão eu iria levar um dia inteiro para mostrar tudo a ele. Eu ainda precisava dar uma passada no meu quarto para trocar a roupa de Peeta por algo meu, mas não antes de ver aquilo. 

- Vamos lá. - ele sorriu esfregando as mãos. - Gosta de ouvir o quê? 

A sua voz. 

- O que você souber tocar. - respondi e ele assentiu fechando os olhos. 

Em poucos segundos eu pude ouvir o som sair do piano enquanto os dedos de Peeta dedilhavam o mesmo com uma maestria que eu nunca imaginei que ele tivesse. Logo eu reconheci a melodia "Beethoven -  Sonata ao Luar". Eu ainda teria muito o que aprender sobre Peeta Mellark, e eu estava ansiosa para isso. 

- É triste. - ele falou quando tocou as últimas notas. 

- É Beethoven. - corrigi e ele sorriu. 

Encarei o rosto de Peeta e acabei me perdendo nele, ele era lindo, seu maxilar tão proeminente cabia perfeitamente a pose de durão que ele traspassava para os outros, pose essa que para mim quase não existia. Seus olhos azuis eram brilhantes, tão brilhantes quanto as turquesas que minha mãe tanto amava, e que depois que eu conheci Peeta passei a amar também. Ergui minha mão alguns centímetros indo em direção ao rosto de Peeta, que eu queria poder tocar, mas a porta sendo aberta parou meu ato. 

- Telefone, bombonzinho. - Finnick estava ofegante. 

Provavelmente havia subido as escadas correndo. 

- Alô.

- Oi, Lindinha. - a voz cansada do meu pai me fez suspirar. 

- Papai. - falei sem ter o que dizer. 

- Tudo bem, lindinha? - ele perguntou.

- Tudo. - falei levantando do banco. - E vocês como estão? - perguntei realmente querendo saber. 

- Estamos bem, mas com muitas saudades. - meu pai parou de falar por alguns segundos. - Desculpe por não estar aí ontem. - a velha história. - Eu realmente não podia abandonar tudo aqui. - mas abandonar a filha é válido. - Esse sacrifício todo é para que você tenha uma vida de conforto. - e sem carinho e atenção. - Vamos tentar voltar o mais rápido possível. 

- Eu entendo. - mordi o lábio para não gritar que eu não entendia porra nenhuma. - Obrigada por ligar. 

- Eu coloquei um presentinho para você no banco. - dinheiro de novo. - Fique bem, Lindinha. - a velha e rápida ligação. 

- Eu vou ficar. - divaguei. - Eu tenho que ficar. - mas ele já não me ouvia. 

Olhei para a tela do celular apenas para constatar que ele já havia desligado. Minha mãe devia estar muito ocupada, já que nem mesmo me ligou para dar um 'oi'.

- Ele pediu desculpas por não estar aqui e disse que deixou um presentinho para mim no banco. - falei mesmo que nenhum dos dois tivesse perguntado.

Os olhos de Peeta analisaram meu rosto e eu fiz o mesmo com o dele. Ele era lindo, altruísta, doce, brutamontes e muito amável. 

- Eu sinto muito, Katniss. - Finnick quem falou e eu quase havia esquecido que ele estava ali. 

- Eu também. - sorri sem vontade e entreguei o telefone para ele. - Vou me trocar.

Entrei no meu quarto e procurei por algum lugar onde eu pudesse colocar a flor que Peeta havia me dado, nada me pareceu melhor que a minha escrivaninha. Entrei em meu closet e procurei algo para vestir, acabei encontrando a primeira camiseta que Peeta havia me emprestado, isso estava virando costume. 

- Até que enfim. - Madge foi a primeira a falar quando eu cheguei a cozinha. - Achei que eu iria morrer de fome. 

- Exagerada. - sorri sentando no banquinho entre Peeta e Finnick. 

- Vamos cantar parabéns novamente? - Annie perguntou e eu neguei. 

- Já chega de parabéns, vamos apenas comer. - levei minha mão a um salgadinho mas levei um tapa. 

- Não sem antes colocar o chapeuzinho. - Finnick falou com um chapéu de papelão nas mãos. 

- Não. - resmunguei. 

- Sim. - ele me imitou já passando o elástico pela minha cabeça. - Fofinha.

- Você ainda me pega. - falei arrumando o chapéu enquanto Finnick distribuía um para cada um. - Vou fazer você passar uma vergonha maior que essa. 

- Nada que você faça irá me atingir. - ele sorriu. - Eu não tenho a menor vergonha na cara. 

- Essa é uma verdade. - Annie comentou começando a cortar o bolo. 

- Falou a louca que dançou com um time todo. - Madge soltou e Annie corou violentamente. - Desculpa, saiu. 

- Tudo bem. - Annie comentou. - Eu sei que eu só fiz aquilo por que a pessoa que se diz minha amiga batizou a minha bebida. - ela fez cara feia para Madge que encolheu os ombros. 

- Vamos esquecer essa festa. - Peeta falou pela primeira vez com eles. - Se fossemos falar sobre todos os desastres dela a lista seria extensa. - ele sorriu me fazendo sorrir também. 

- Vamos comer, galera. - Finnick abriu os braços animado. 

E foi o que nós fizemos. Comemos e nos divertimos falando besteira e conversamos sobre coisas sérias também. Sobre faculdade, jogo, luta e dança. E pela primeira vez em muitos anos eu não me senti sozinha e sem amigos, eu tinha amigos e eles eram os melhores amigos que alguém podia ter. Nisso eu incluía Peeta Mellark, que com seu sorriso, compensava um milhão de festas ruins.


Notas Finais


Em homenagem a mim

Vinte e quatro beijos ❤😘


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