História Queens - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - -O Castelo-


Queens

-O Castelo-

Me retiro de casa. O tempo estava ruim, as nuvens negras e o vento davam um ar sombrio. A minha espada brilhava. Ando até um bueiro num beco, onde retiro sua tampa e pulo.  Caio num lugar luxuoso, com detalhes em prata, a sede dos Blade.

Havia uma pista de treinamento, um armeiro, quartos, cozinha, etc. Vou até meu quarto, abro meu armário e retiro uma calça e camiseta pretas e um casaco vermelho de veludo que ia até meus joelhos. O Uniforme Blade. Ouço o barulho do hino dos Blades e logo depois vem a voz:

-Todos os Blades no grande salão, todos os Blades no grande salão!

Termino de me arrumar e vou correndo até o grande salão. Lá tudo era feito com ouro, as paredes, o teto, a mesa.

O Supremo Blade, Art Bilkings se aproximou da multidão de Blades e pegou um papel com magia e começou a distribuir tarefas:

-Johan Gui. Procurar os pergaminhos antigos do ancião Desmond.

Ele foi falando os nomes e as pessoas foram se preparando. Demorou até chegar em mim:

-E por fim, uma das nossas melhores Blades, Helena Owl. Se arriscar no castelo e pegar quantos livros puder da biblioteca reservada.

Minha cara foi de espanto. Eu nunca havia feito algo assim. Levantei minha mão e Art disse:

-Sim, Srta. Owl?

-Eu só fiz isso uma vez. E foi no ministério.

-Ora! Srta. Você terá que se arriscar se quiser ser uma Blade.

-Mas...- Ele me interrompe: -Mas nada Srta.Owl! Se quiser ser uma Blade terá que se arriscar! Por hoje você irá ir primeiro para o pátio da punição e depois irá para sua missão!

O pátio da punição era um pátio interno com uma tora de madeira no meio, onde as pessoas que desobedeciam eram chicoteadas:

-Leve-a daqui! – Guardas vieram e me pegaram pelos braços. Me levaram ao pátio da punição. Todos os Blades os seguiram. Eles amarraram minhas mãos na tora de madeira e pegaram chicotes. Por um milagre, minha varinha veio voando e cortou as cordas. Eles desembainharam as espadas, eu desembainho a minha:

-Como você fez isso? – Perguntou um dos guardas.

-Eu não sei.- Embainho minha espada- Mas sei o que vou fazer com vocês.

Retiro minha varinha da bainha e aponto para eles. Um feixe de luz sai da varinha com muita força e atinge os dois guardas, que caem no chão com o peito cheio de sangue. Desembainho minha espada e corto o peito dos dois. Eles gemem de dor. Pego um veneno que possuía escondido e jogo um pouco na boca de cada um.

Saio correndo do pátio e vou até meu quarto, arrumo minhas coisas e vou até a escada do bueiro. Subo e saio de lá. Meu objetivo agora era o castelo.

Uma chuva forte caia sobre a minha cabeça, mas eu não parei. O rio que a ponte cortava estava transbordando. A ponte começou a se levantar. Eu corria com todas as minhas forças. “Não vai dar! Não vai dar! “pensava. Pulei. Achava que ia cair de cara com a ponte, mas o que aconteceu foi que eu agarrei uma parte da ponte. Pulo para o outro lado. “Eu prometi a Dan! Eu prometi que traria doces a ele pela ultima vez!”. Começo a escalar o castelo até a cozinha. Com medo que me reconhecessem, coloco meu capuz. Pulo dentro da cozinha, tinha um monte de cozinheiros lá. Eu não liguei, comecei a colocar os doces na bolsa. Dessa vez também peguei um pão para comer com a sopa. Eles começaram a gritar:

-Ladra na cozinha! Ladra!

Pulo direto no rio e nado até a margem. Saio do rio, toda molhada e corro em direção a minha casa. Abro a porta e entro aliviada:

-Helena!- Dan abre um grande sorriso.

-Dan!

Ele me dá um abraço, não ligando que eu estava molhada:

-Boa noite mãe, boa noite Paty.

As duas fazem o mesmo. Entrego os doces a Dan mais cedo hoje. Subo para o banheiro e tomo um banho. Me troco e arrumo minha mala. Vejo Dan na porta de meu quarto e pergunto:

-O que houve, querido?

-Os doces. Estão molhados.

-Desculpe. Tenho algo melhor para te dar. –Ele abre um grande sorriso

Abro meu armário e retiro minha faca curva:

-Eu vou te dar isso- Digo apontando para a faca curva- Mas não conte a mamãe. Só a use em casos de emergência!- entrego a faca para ele:

-Com certeza, Helena!

-Bom, vai dormir. Já passou da hora! –Dou um beijo em sua testa. Ele sai do quarto , desce a escada para o segundo andar. Cansada, deito em minha cama. Adormeço.

***

6:00, 12 de julho. Acordo, coloco uma calça jeans e uma camiseta verde água. Pego minhas malas e levo para a sala. Deixo-as lá. Subo para o segundo andar. Entro no quarto de minha mãe e deixo um bilhete dizendo que eu a amo. Vou até o quarto de Dan. Deixo um bilhete dizendo que ele é a pessoa mais risonha que eu já conheci. Subo no terceiro andar, entro no quarto de Paty deixo um recado para que proteja Dan se algo acontecer com mamãe.

Saio de casa com as malas e vou até os portões do castelo. Havia 10 outras garotas. Todas com malões. Os portões se abrem e de lá sai uma mulher de cabelo negro e amarrado em rabo de cavalo:

-Bem vindas, Queens! Meu nome é Rue Dickens! Sua governadora. Vamos entrando.

Entramos e lá dentro haviam varias escadas com corrimões de ouro, portas com a soleira de prata, quadros famosos e antigos, etc. Havia uma porta grande a direita de Rue. Ela nos conduziu até lá. Rue abriu a porta e vi mesas grandes com cadeiras de ouro, talheres de prata e pratos de bronze. Ela se virou para nós e disse:

-Queens, cada uma de vocês receberá uma suíte bela, livros, acesso a biblioteca, vestidos, colares, brincos e perfumes.

Uma garota de cabelos louros rasos perguntou:

-Qual será o esquema do concurso?

 

-Não posso contar-lhes ainda. Bom, Guardas! –Eles vieram- Entreguem o papel dos quartos para elas.

Eles entregaram um papel a cada uma de nós. O meu estava escrito: “ 17º andar, 8º quarto” .Subi ao meu quarto. Era uma suíte enorme. Tinha uma sacada, um armário de ouro com vários vestidos, uma caixinha de joias e espelhos de prata.

***

Rue tinha esquecido algo, por isso mandou uma carta por escrito:

“Boa Tarde Queens! Queria avisá-las que hoje a noite teremos uma festa com vários convidados. Espero que apareçam!

Rue Dickins.”

Coloco um vestido branco e bonito com bodas e um colar com um símbolo com a bandeira da Grande Guerra. Saio do quarto e encontro uma garota saindo do 6º quarto. Vou até ela:

-Oi, eu sou Helena Owl!

-Oi, Hanna Bones! Vamos descer juntas?

-Claro, por que não?

Descemos juntas até o grande salão, conversando. Chegamos no salão e ficamos juntas:

-Como é sua família? –Ela pergunta

-Minha mãe, um irmão e uma irmã. Meu pai morreu na Grande Guerra de Brown.

-O meu também.

Por um momento silencio. Olho o salão, nenhum sinal de Rue na sala:

-Notou que Rue não está aqui?

-Como não? Ela tem que estar aqui! Ela é a governadora!

Neste momento, Rue aparece no grande salão dizendo:

-Bem vindas Queens e convidados! Está cerimonia é para que comecemos o concurso, ou será que devo chamar de Competição?

-Competição? –Eu e Hanna falamos juntas.

-Que a competição deva começar agora! –Neste momento guardas desembainharam as espadas e atacaram uma garota da “Competição”. Eles rasgam a garganta dela:

-O caos começou! –Diz Rue rindo maleficamente.

Eu e Hanna nos escondemos debaixo da mesa, enquanto eles lutavam. 9 Garotas sobraram. Um corpo cai no chão, 8 garotas. Um guarda também cai no chão, pego sua espada e dou a arma a Hanna.

Saio debaixo da mesa e começo a lutar com um dos guardas. Meus cabelos ruivos balançando enquanto luto. Ouço Hanna gritar para mim:

-ABAIXA! –Ela atira no guarda e ele cai no chão.

Rue grita do nada:

-PAREM! AGORA! – Os guardas param- A primeira fase começou! Joguem-nas na arena!

Uma porta enorme se abre. Há uma grande floresta. Os guardas nos jogam lá. Rue manda nós nos trocarmos com as roupas pobres que estavam na clareira:

-E A PRIMEIRA FASE COMEÇOU!

Depois eu só vejo a porta se fechar e ser selada diante de meus olhos.

 

 



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