História Quem Diria? - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Angela Weber, Bella Swan, Billy Black, Carlisle Cullen, Charlie Swan, Edward Cullen, Emmett Cullen, Eric Yorkie, Esme Cullen, Jacob Black, James, Jasper Hale, Jessica Stanley, Renée Dwyer, Rosalie Hale
Exibições 9
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI, OI!!!
Capítulo fresquinho! Espero que gostem!! :*

Capítulo 9 - Despertando


Acordei em um hospital, a claridade que as luzes emanavam incomodaram meus olhos.

— As luzes são bem claras, não são? É melhor de visualizar os hematomas. — disse um cara alto e loiro, de jaleco, provavelmente de uns vinte e seis, vinte e sete anos.

— Onde eu estou? — perguntei.

— No hospital de Forks. Seu pai achou melhor cuidar de você aqui.

— Estou aqui há quanto tempo?

— Dois dias.

— Ah. — resmunguei. O loiro riu de mim. — Me desculpe, mas, quem é você?

— Sou o doutor Cullen. — estremeci com o sobrenome, o dr. pareceu se preocupar com minha reação. — Está tudo bem?

— Sim... É só que... Bem... Você é um Cullen! — confessei.

O doutor começou a examinar meus sinais vitais.

— O que há com meu sobrenome?

— Você deve ser o pai do Edward. — deduzi. O doutor riu.

— Ah, entendi tudo. Você deve ser a namoradinha do meu filho.

— Namoradinha? — perguntei incrédula.

— Bem, pela quantidade de vezes que ele falou de você, e o modo como falou dele, eu cheguei a essa conclusão.

— Ah. — eu queria poder dizer que não estava feliz com as palavras do doutor, mas eu estava. — Meu pai está aqui?

— Sim, vou chamá-lo, aguarde um minutinho.

O dr. Cullen saiu, e logo Charlie entrou na sala; ele parecia aliviado em me ver.

— Eu nunca mais te deixo sair sozinha!

— Pai, não exagera. — revirei os olhos.

— Não posso perder você de vista.

— O que aconteceu comigo?

— Bem, você deu muita sorte por não ter sido atingida em cheio pelo carro. Você só teve uma concussão devido a pancada na cabeça, por isso acabou ficando inconsciente.

— Por dois dias?

— Sim.

— Quer falar com sua mãe? Talvez ela consiga um vôo para esta noite...

— NÃO! — eu gritei. — Quero dizer, a mamãe aqui não vai ser uma boa. Depois eu ligo pra ela.

— Tudo bem então, vou avisá-la. Tem uns amigos seus aí fora. Quer vê-los?

— Ahn, quero.

Charlie saiu, e meu quarto foi invadido por Jessica, Angela e Mike.

— Bella, sua maluca! Nunca mais te deixo sair de perto de mim! — Angela disse ao me abraçar.

— Está se sentindo bem, Bella? — Mike foi quem perguntou.

— Estou, obrigada. — respondi.

— Caramba, Bella, você é mesmo demais! Em uma semana agitou mais essa cidade do que nós em toda nossa vida! — bom, deve estar bem claro que quem disse isso foi Jessica. Angela, Mike e eu reviramos os olhos ao mesmo tempo.

— Uau, Jessica... bem, ah, eu devo te dizer obrigada? — perguntei.

— Isso está bom pra mim. — ela riu. — Você é mesmo a sensação, até o Cullen esteve aqui para te ver! Tenho orgulho em dizer que sou sua amiga!

— Edward esteve aqui? — perguntei interessada.

— Sim, ele apareceu aqui mais cedo — Mike respondeu com desgosto. — E pode entrar na sala mesmo com você dormindo, só porque é o filho do médico.

— Como eu sempre digo: ele se acha superior. — Jessica contestou.

— Jess! — Angela a bronqueou.

Charlie entrou no quarto com o dr. Cullen.

— Garotos, será que posso conversar com Isabella e o chefe Swan? — o doutor disse.

— Claro. — Jessica e Mike foram saindo da sala.

— Se cuida, Bella. — Angela me abraçou e saiu com eles.

— Bem, Isabella... — o dr. Cullen começou.

— Bella. — o corrigi.

— Ok, Bella. Você está respondendo muito bem aos medicamentos, e poderá receber alta amanhã pela manhã, se me prometer que fará repouso como os meus comandos.

— Dr. Cullen, eu posso voltar a minha vida normal, sei que estou bem...

— Você quer continuar aqui, dona Isabella? — ok. Quando Charlie me chama de Isabella é porque a coisa é séria. — Ela fará tudo conforme suas recomendações, Carlisle. Não se preocupe. Caso contrário ela pode esquecer a liberdade de ir e vir que ela tem.

Automaticamente cruzei os braços e formei um enorme bico. Às vezes não consigo deixar de agir como uma criança birrenta.

— Você pode assinar os papéis da alta na recepção, Charlie.

— Ok, vou resolver tudo e já volto. — Charlie disse e saiu. O doutor Cullen estava indo junto com ele.

— Doutor Cullen? — o chamei. Ele voltou.

— Sim?

— Edward esteve aqui?

— Esteve. Porque a pergunta?

— Pode chamá-lo aqui?

— Não.

— Mas...

— Isabella, o horário de visitas acabou.

— Você é o doutor mais querido deste hospital, com certeza pode abrir uma pequena exceção! — implorei. Ele pareceu ceder.

— Ok. Mas não garanto que Edward atenda seu pedido.

— Obrigada.

No final da tarde, eu concluí que Edward não iria me ver. A noite, quando estava quase pegando no sono, ele apareceu.

— Pode voltar a dormir. Eu volto depois. — ele disse.

— Não estava dormindo.

— O que quer?

— Respostas.

— O que?

— Como você parou o carro? — ele parecia atônito com a pergunta.

— Bella, você bateu a cabeça, deve estar imaginando coisas. Eu não parei carro nenhum.

— Não estou louca, Edward.

— Eu não disse isso.

— Você parou o carro. — afirmei. — Como?

— Bella, isso é coisa da sua cabeça.

— O que estava fazendo em Port Angeles?

— Eu fui a uma loja de discos.

— A pé? — perguntei intrigada. — Quando me salvou não vi seu Volvo estupido ao redor!

— Primeiro: não fale assim do meu Volvo. Segundo: eu a vi e resolvi dar um olá. Terceiro: apenas te empurrei pra longe do carro.

— Você é um idiota se pensa que vou acreditar nisso.

— E porque não acredita?

— Na sexta você diz que não devemos ser amigos, e no sábado resolve me dar uma olá? Você tem problemas de dupla personalidade?

— Não, claro que não.

— Eu acho que tem sim. Primeiro me faz acreditar que você me odeia, depois me salva, e depois me chama de maluca!

— Eu não te chamei de maluca. Eu disse que você bateu a cabeça!

— O que não melhora nada. Se me odeia porque não deixou aquela droga de carro passar por cima de mim? Te pouparia de tanto arrependimento.

— Você acha mesmo que estou arrependido? Ou que te odeio? — ele perguntou horrorizado.

— Eu sei que está, e sei que me odeia também. Só não sei por quê. — digo em voz baixa.

— Por Deus, Bella, você é absurda! Entende tudo errado!

— Se você me explicasse suas ações talvez eu entendesse alguma delas.

— Que ações?

— Como parou o carro? Porque não podemos ser amigos? — digo gesticulando, como se fosse óbvio.

— É complicado.

— Alguém sabe que você estava lá na hora do acidente?

— Não.

— Porque tanto mistério, Edward?

— Você jamais entenderia.

— Posso tentar.

— Sairia correndo pra longe de mim, se tentasse.

— Duvido. — dou de ombros. — Acha mesmo que eu o faria?

— Não com tanta certeza. Você é diferente, tem algo mais. Só não sei o que é.

— Você também.

— Não foi o que disse na sexta. — ele deu um sorriso triste.

— Eu estava com raiva na sexta.

— E?

— Eu faço coisas estúpidas quando estou com raiva. — eu disse e ele riu.

Ficamos um bom tempo apenas nos encarando, até que Edward sentou-se na minha cama e me perguntou:

— No que está pensando?

— Em você. Tentando te entender.

— Está tendo sorte?

— Nem um pouco. — ele riu.

— Também estou pensando em você. — não pude conter o sorriso que se formara em meus lábios.

— Especificamente em o que? — perguntei.

— O quão idiota sou ao seu lado.

— Isso é algo ruim?

— Eu costumava pensar que era, mas se for, é a melhor coisa que posso ser.

— Sabe, seu pai disse que você falou em mim várias vezes.

— Eu fiquei realmente preocupado, Bella.

— Sério? E porque foi embora? Eu o vi se afastar do acidente. — disse magoada.

— Tinha muito sangue dentro do carro. O motorista se machucou bastante.

— Não gosta de ver sangue, então?

— Tecnicamente, não.

Eu bocejei.

— Bom, acho que não devo mais atrapalhar seu sono.

— Você não está atrapalhando.

— Bella, eu devo mesmo ir.

— Promete que vamos ao menos tentar sem amigos? — eu sentia o sono tomar conta da minha consciência. Droga de anestésicos! — Promete que não vai desistir?

— Prometo. — ouvi Edward dizer. — Darcy não desistiu de Lizzie.

Antes de cair no sono, vi Edward sorrir, antes de sair da sala. Eu sorri também. Grandiosamente.


Notas Finais


Nos vemos nos comentários!!


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