História Quem disse que eu te amo? - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Vkook
Exibições 64
Palavras 880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Roda gigante


Fanfic / Fanfiction Quem disse que eu te amo? - Capítulo 5 - Roda gigante

Jimin segurou a minha mão e deu-me um sorriso aberto, me levando para dentro de uma das cápsulas*** da roda gigante.

Meu coração batia rápido, eu estava nervoso e ansioso ao mesmo tempo, pois eu morria de medo de altura, não sei como conseguiria lidar.

-Jimin...- Chamei-o com medo ao dar meu primeiro passo para dentro do brinquedo.

Ele me puxou rindo e sentou, me obrigando indiretamente a fazer o mesmo.

Minhas mãos tremiam e minhas bochechas estavam rubras, mas eu me recusava a admitir meu medo.

-Senta- Disse ele, dando um pequeno tapa do lugar ao lado do seu.

Sentei onde ele queria, e ele me olhou preocupado.

O brinquedo começou a se movimentar, e após eu ver através do vidro o quanto nos afastavamos do chão, comecei a suar frio e morder meu lábio de pura agonia e temor.

Senti um braço apertando a minha cintura de leve, tomando um susto, mas logo me acalmando assim que eu vi que ele pertencia a Jimin.

-Você tá assustado?- Perguntou ele rindo.

-Não- Respondi rápido, na verdade, rápido demais.

Ele me abraçou de lado com um sorriso tímido, e depois deitou a sua cabeça em meu ombro, mesmo precisando levanta-la um pouco.

-Eu posso te proteger- Falou ele com as bochechas rubras.

Por mais clichê que isso pareça, eu me senti mais confortável com suas palavras.

Agora eu entendia: não havia nada a temer com ele ao meu lado.

De repente, percebi que estávamos no ponto alto e dava pra ver toda Busan através do vidro, mas não consegui ficar com medo novamente.

Os cabelos de Jimin, antes castanho canela, agora estavam ruivos devido a luz do por do sol no horizonte, que nos iluminava sobre a roda gigante.

Ele fechou seus olhos com um sorriso, e eu não pude evitar de fazer o mesmo assim que o vi.

Ele me abraçou mais para perto, e não tentei solta-lo, apenas deixei que seu ato me confortasse.

-Agora entendeu por que gosto tanto desse brinquedo?- Indagou abrindo os olhos na mesma hora que eu, me encarando bobo.

Nossos olhares se encontraram, o dele era inocente e meigo, e inevitavelmente não consegui tirar meus olhos dos seus.

Quase sem perceber, foquei meu olhar em seus lábios, que estavam avermelhados e carnudos, como de costume.

Ele pareceu não perceber imediatamente, mas no momento eu não estava me importando muito em deixar isso implícito.

Aproximei meu rosto, mas o afastei assim que ele percebeu.

-Acho que sim...- Respondi virando o meu rosto, corado.

Não quero que ele me veja corado.

Ele fechou novamente seus olhos e suspirou, me fazendo ficar um pouco constrangido.

Eu comecei a pensar que ele perguntaria coisas constrangedores sobre esse meu olhar, mas ele mudou para um assunto completamente distinto.

-Já se sente mais calmo?- Perguntou, com os olhos ainda fechados.

-Eu não fiquei outra coisa se não calmo esse tempo todo- Tentei mentir, mas ele pareceu perceber de primeira.

-Jungkook-ah, você é péssimo em mentir, sabia?

-Quem disse que eu estava mentindo?

Ele soltou uma risada gostosa de se ouvir, praticamente na minha orelha, fazendo os pelos do corpo arrepiarem-se.

Como ele já conhecia o meu jeito de mentir?

Havia apenas 8 dias que ele me conhecia, não era possível que já soubesse isso.

Talvez tenha sido só um chute.

Ah, como eu queria poder acreditar nisso após isso...

Jimin largou a minha cintura ao ver que estávamos chegando perto do chão, e imediatamente senti falta dos seus braços.

Se não fosse por esse irritante orgulho, eu já reclamaria com ele por parar de me abraçar, mas simplesmente não conseguia.

Assim que chegamos ao chão, admito que fiquei um pouco triste, mas omiti do melhor jeito que pude.

Ele percebeu que eu estava almejando algo que não tinha no momento, mas sua dedução foi um pouco diferente da verdade.

-Ei, por que não está segurando a minha mão?- Perguntou Jimin fingindo raiva, erguendo a sua em minha direção, enquanto voltavamos para onde estava a bicicleta.

-Como assim?- Indaguei.

-Era pra você está segurando a minha mão nesse momento- Insistiu, parando em frente ao parque para erguer sua mão.

-Não era não.

Ele deu um soco fraco no meu braço, rindo sem graça, e depois tomou a minha mão com a sua, segurando ela com cuidado.

-Ok, só dessa vez vou te lembrar, esteja ciente na próxima- Disse autoritário, me guiando até a bicicleta.

Ele apenas a largou quando precisava subir em cima da bicicleta, me fazendo um sinal para fazer o mesmo.

Suspirei e sentei na garupa, como sempre, e segurei sua cintura por questão de segurança.

Não entenda errado, era por segurança.

Jimin aparentava estar feliz, cantarolava algumas músicas enquanto sorria, pedalando com calma e alegria.

E, mesmo que eu não deixasse tão explícito quanto ele, também sentia alegria no peito.

Ele me deixou em casa, e mesmo perdendo um pouco da sua felicidade anterior, despediu-se de mim.

Eu quase realmente iria entrar na casa, mas ele me impediu, segurado meu pulso.

-Espera!- Pediu, quase alarmado- Amanhã é sábado, né?

Me virei para ele e concordei com a cabeça.

-Quer Sair pra algum legal?- Convidou, largando o meu pulso.

-Hum...Eu gosto daquela cafeteria onde você trabalha- Sugeri.

Espera um segundo...

Aquilo não era um encontro???

Não, óbvio que não.

-Faça-me o favor, não quero chegar perto de lá nesse final de semana- Reclamou cansado, rejeitando ir para o lugar onde trabalhava- Que tal...uma sorveteira?

-Pode ser- Aceitei, rindo de sua alternância de humor rápida.

-Até amanhã!- Despediu-se, desta vez verdadeiramente, dando pedaladas rápidas.

Soltei um sorriso abrangente e fiquei um pouco observando-o antes de entrar em casa.

-Até amanhã- Sussurei entrando em casa.


Notas Finais


***= eu não sei o termo correto, mas são aquelas cabines, sabe?
Hoje o capítulo foi curtinho, mas foi por falta de tempo devido aos estudos, espero que me perdoem💜


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