História Quem disse que precisa ser docete? - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Alexy, Ambre, Amordoce, Armin, Castiel, Lynn, Lysandre, Nathaniel
Exibições 31
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, apenas uma informação básica. Essa fanfic é sobre a Ambre, podendo ocorrer coisas que vão marcar a vida dela, podendo ter pequenos momentos gays entres os paqueras, ou momento heteros envolvendo o Alexy, sendo possível rolar até um pouco de incesto - mas não seria nada sério ou libidinoso.

Espero que gostem.

Capítulo 2 - Capítulo um - Ele não é gay?


A inquietação de uma mente conturbada.

Mais um dia de semana, mas um dia de aula. Assim que cheguei na escola fui de encontro as minhas duas únicas amigas, Li e Charlotte, não que eu seja alguém solitária, mas, as vezes, eu queria ter mais amigos. Porém, sei que é impossível, ninguém iria querer ser amigo de alguém como eu, nem meu irmão quer, e olha que somos gêmeos.

- Então, Ambre, o que você acha? - A voz de Charlotte soou alta, tirando-me de meus transes. Inclinei meu rosto em direção a ela, um pouco confusa. - Não escutou o que eu disse?

- Não, eu não escutei, absolutamente nada. - Falei de forma seca, apoiando meu cotovelo na mesa da cadeira. - Era importante?

- Bem... Não muito, eu só estava falando que deveríamos dar uma lição na Lynn. - Charlotte agitava as mãos agitadas, franzi o cenho, sem entender o porquê disso.

Me admira as pessoas sempre pensarem que sou má, na maioria das vezes a cabeça dos nossos planos é a Charlotte, a Li nem se importa muito, só faz. A única coisa que costumo fazer é tratar as pessoas de forma ruim.

- E por que deveríamos fazer tal coisa? - Indaguei incomodada, sinceramente, para mim basta, porquê pensam que só quero acabar com a vida alheia? Eu em, eu quero apenas uma prova que essas garotas se importam comigo, as vezes penso que elas só querem andar com alguém, uma companhia.

- Como assim porquê? Ela está namorando o seu irmão, Ambre. Você deveria ficar irritada. Ela está o roubando de você. - A garota exclamou, sua expressão era de extrema surpresa.

- Nem quando o Nathaniel morava lá em casa ele era meu, imagina agora, ele mal fala comigo. - Murmurei tentando mostrar indiferencia, porém por dentro eu estava morrendo, a vontade de chorar era muito grande, principalmente depois de falar essa verdade.

Não posso dizer que eu sou próxima do meu irmão, tenho certeza que a única coisa que já fiz a ele foi incomoda-lo. E muito. Não acho que ele se importe comigo.

Talvez seja por isso que quando ele começou a namorar fui a última a saber. Ou talvez isso tenha sido pelo fato de mim já ter brigado com a namorada dele. Algumas vezes apenas.

- Mas... Ambre, nós-

- Eu preciso pegar uma coisa no meu armário. - Falei me levantando, as garotas fizeram um gesto que se levantariam, mas as impedir. - Fiquem aqui, volto logo.

Sai da sala levando minha bolsa, para falar a verdade eu não iria pegar nada em meu armário, só quis ficar sozinha, preciso pensar um pouco.

- Ambre!!! - Escutei alguém me chamar. Virei-me para trás, no mesmo tempo em que uma pessoa passou por mim, derrubando-me no chão.

- Olha por onde anda, garota. - Castiel falou rude, me olhou por um tempo, sua expressão era de ignorância, ele voltou a sair andando, deixando-me sentada no chão, com uma cara irritada e odiosa. Ele não foi assim no sonho de alguns dias atrás, como pude gostar desse ser? Ou melhor, como ainda gosto?

- Você está bem? - Alguém parou em minha frente estendendo a mão para mim, reconheci a voz como sendo a mesma de antes, olhei para a pessoa.

- Alexy? - Perguntei olhando para a pessoa. Ele abriu um largo sorriso quando segurei em sua mão.

- Em carne, osso e charme. - Falou soltando uma risada alta, levantei-me e fiquei o fitando, intrigada.

- O que quer?

Alexy soltou minha mão e ficou me encarando, apoiando suas próprias mãos na cintura.

- Como assim? - Perguntou o azulado, olhando-o confuso, permiti que um sorriso aparecesse em meus lábios.

- Você me chamou. - Relembrei e ele sorriu, notei que ele começara a morder o próprio lábio.

- Ah, sim... - Alexy murmurou animado.

- Então o que quer? - Perguntei tentando parecer indiferente, porém essa é uma missão muito difícil quando se tem o Alexy por perto, acho que continuei sorrindo.

- Lhe chamar para sair. - Respondeu.

- Co-como? - Indaguei meio assustada, o Alexy está me chamando para sair?? Ele não é gay?

- Bem, eu, a Lynn, o Nathaniel, a Rosalya, o namorado dela, o Lysandre e o Armin, marcamos de fazer um piquenique... E nós queríamos que você fosse. - Alexy comentou um pouco eufórico, parecia animado com a ideia. Coisa que não consegui ficar. Além de não ser um encontro é tipo uma reunião, dois casais, um gay, dois garotos e eu, que estranha união.

- Nós quem? - Perguntei, arqueando uma sobrancelha. Cruzei os braços, olhando-o.

- Ouchi. Como assim, nós quem? Todos os envolvidos. Até o Armin queria te chamar. - Alexy falou como se fosse a coisa mais óbvia do universo, senti vontade de rir.

- Sei.

Tá, não nego. Eu não acredito que seja verdade, porque pessoas que, praticamente tratei mal minha vida toda iam querer sair comigo? Eu assumo, até o Lysandre e o Armin eu já tratei mal. E olha que eles mal se expressão com as pessoas.

- É sério, vamos Ambre. Vai ser legal, prometo. - Alexy pegou em minhas mãos e as levantou, apertando de leve. Olhei-o nos olhos e ele me encarou, sorrindo.

- E se não for?

- Ai eu deixo você fazer o que quiser comigo, até fazer algo e colocar a culpa em mim. - Respondeu.

- Ok então. Vou aprontar algo depois disso. - Retruquei sorrindo. Ele por um momento pareceu chocado, porém sorriu. - Quando vai ser?

- Próximo final de semana. - Respondeu soltando minhas mãos. Ele tateou o bolso e me entregou um papel, com um telefone e local. - Vai ser no parque, as 09:30 da matina.

- E o telefone? - Olhei para o papel, tentando entender.

- É meu. - Falou dando de ombros. - Para caso você não saber chegar.

Irônico não? Imagino eu, não conseguindo chegar a um parque pelo qual já passei diversas vezes. Seria meio idiota, mas sorri, isso podia ser considerado preocupado com minha pessoa.

- Posso levar alguém? - Talvez se puder posso levar a Charlotte, ou a Li, acho que eu ficarei meio perdida sem ninguém.

- Não pode, os casais já foram formados. - Falou simplista, logo tampando a boca, parecendo notar o que havia dito.

- Como assim casais? - Franzi o cenho sem entender nada. Não era uma reunião? Já virou encontro? O que mais de deixa curiosa é o fato de não saber mais de dois dos casais.

- Ah, vamos, a aula já vai começar. - Alexy disse mudando completamente de assundo, seguindo em direção a sala B, eu o acompanhei.

O próximo final de semana seria agitado, agora só preciso entender o porquê que te ter sido chamada para sair.



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