História Quem é você? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Rafael "CellBit" Lange
Personagens Rafael "CellBit" Lange
Tags Nathalia_alves, Rafael¨cellbit¨lange, Rafaellange
Visualizações 21
Palavras 3.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, essa é minha segunda fic, com o Rafa.
Espero que gostem, se gostem, favoritem ai ❤
Boa leitura ❤

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Quem é você? - Capítulo 1 - Capítulo único


Sempre haverá uma caneta para escrever uma nova história, mas  nunca uma borracha para apagar um grande passado... 

 
               Nathalia Alves - São Paulo. 


Naquele dia era mais um dia chuvoso em São Paulo,  eu andava por as ruas sem rumo, estava vestida com um casaco preto, ele era grande e tinha um capuz que protegia meu rosto da chuva. 

Usava também um vestido, ele era também, preto, estava usando um salto, ele era cinza com preto e ficava ótimo em meus pés.
Meu cabelo era mediano, era na altura dos ombros, tinha a cor negra neles. Eu tinha várias tatuagens por meu corpo, eu amava elas e  se me perguntasse algumas semanas atrás se eu gostava de mostrar elas, eu diria que sim, já hoje, nem tanto.
De duas semanas para cá, eu me afastei, de tudo  e de todos.
Não visitava mais meus pais, nem meus irmãos e acho que eu não tinha mais amigos.

A chuva estava fraca, mas já tinha me encharcado toda, eu estava caminhando lentamente por uma das praças movimentadas de São Paulo, que agora, com essa chuva, nas estava tão movimentada assim.

Caminhei  em passos lentos até um dos bancos que tinha ali, como já estava totalmente molhada, não vi problema em meu sentar no banco molhado.

Me sentei nele e fiquei de cabeça baixa olhando para o chão, meus saltos agora estavam todos sujos. Meus pés, de  brancos, agora estavam pretos.

Fiquei olhando para a água que caia de minha cabeça e aí de encontro ao chão. Eu não sabia mais para onde ir, fazia 2 semanas que eu não voltava para casa, eu estava ficando numa casa que meu pai alugava, eu havia me tornado uma verdadeira fantasma. Não via mais ninguém e também não fazia questão de ver.

Eu estava em depressão, eu não queria chegar perto de ninguém ou ao menos comer alguma coisa, já tinha emagrecido uma 4 quilos,  meus cabelos que antes eram macios e sedosos, hoje estavam sujos e sem pentear.
Já tinha pensando várias vezes em suicídio, mas eu não conseguia, eu não queria dar mas esse desgosto para meus pais.
Esperança em voltar a minha vida normal  eu tinha, até por que sempre dizem que esperança é a última que morre, mas eu não sabia como sair. Não sabia como parar de querer ficar longe das pessoas, por que isso já estava se tornando necessário, é  como se fosse um órgão do meu corpo. Era necessário ficar  longe deles.

  - Moça ? - Eu senti uma mão em meu ombro, levantei minha cabeça e fiquei encarando o menino loiro, me olhando.

  - Olá. - Ele tinha os olhos azuis, me olhava com os olhos atentos.

  - Você precisa de ajuda ? - Eu sorri fraco olhando para ele, ele ficou me olhando enquanto sentiamos a chuva cair somos nós.

  - Não, eu estou bem. - Ele sorriu, seu sorriso era lindo, seus dentes eram perfeitamente brancos e alinhados.

  - Você não parece nada bem. - Soltei uma risada baixa, balançando  a cabeça em negação, fazia tempo que uma pessoa não me fazia rir.

  - Mas eu estou, só não quero voltar para casa. - O loiro ficou me olhando, seus olhos estavam super atentos em mim.

  - Aposto que seus pais estam preocupados com você. - Respirei  fundo e encarei o chão  novamente, o loiro não tirou a mão de meu ombro ou ao menos saiu do meu lado.

  - Eles não ligam para mim. - O loiro suspirou ao meu lado, era possível ouvir sua respiração agora mais pesada.

  - Você sabe que isso pode ser só coisa da sua cabeça, não sabe ?

Eu o encarei, o loiro estava calmo, suas feições estavam calmas. Ele me olhava, olhava para meus olhos.

  - Não, isso não é coisa da minha cabeça.

  - Você já tentou ir até lá e saber ? - Suspirei olhando para ele, o mesmo se levantou e me estendeu sua mão direita. - Prazer, Rafael Lange. 

Eu estendi a mão a ele, quando nossas mãos se tocaram parece que havia uma corrente elétrica entre elas. Rafael sorriu me olhando e apertou levemente minha mão, me cumprimentando.

  - Prazer, Natália Alves.

Nossas mãos se soltaram, Rafael ficou parado na minha frente, suas mãos agora estavam em seus bolsos, seus olhos não desgrudavam dos meus.

  - Vamos dar uma volta, Nathalia ? - Pensei em recusar, já que eu não o conhecia, mas Rafael não parecia um tipo de pessoa que me faria mal.

  - Para onde ? - Levantei - me a fiquei parada na sua frente, Rafael era maior que eu, mesmo eu estando com meus saltos.

  - Para algum lugar por ai. - O loiro estendeu seu braço para mim, me olhou sorrindo, coloquei meu braço no seu, entrelaçando nossos braços.

  - Não vai me matar, vai ? - Rafael começou a caminhar lentamente, ele deixou sua mão em cima da minha, segurando seu braço no meu.

  - Definitivamente, não.

Caminhávamos lentamente por o parque de São Paulo, a todo tempo Rafael sorria ao meu lado, conversávamos sobre meus pais, meus  irmãos e meus amigos, mais quando eu lhe perguntava sobre o seus, eles não queria tocar no assunto, só dizia que não os havia fazia algum tempo.
E assim passamos a tarde juntos.

Rafael era uma cara legal, bonito e sorridente. A todo tempo brincava ou fazia alguma piada, eu cheguei a lhe perguntar o por que dele querer me fazer sorrir tanto. Ele me disse que gostava de fazer as pessoas sorrirem e que também, apesar de me conhecer a pouco tempo, já amava meu sorriso.

Depois de andarmos por o parque, Rafael me levou a sua cafeteira preferida, ele dizia que o café de la era ótimo, do jeito que ele gostava, preto e sem açúcar.
Doideira, quem gostava de café preto sem açúcar.

Ele fez eu tomar um pouco do seu café, não era tão ruim, mais também não tinha um gosto muito agradável.
Rafael riu das minha caretas ao tomar seu café, ele tinha um sorriso contagiante, era do tipo de sorriso que fazia você sorrir  só de olhar para ele.

Conversamos mais um pouco sobre minha vida, ele me perguntou por que eu não queria voltar para casa, eu havia lhe explicado que estava com depressão,  ele havia me falado que já tinha acontecido isso com ele, e que o melhor foi ele ficar com a sua família, que havia lhe ajudado muito a vencer a doença.
Eu lhe perguntei se ele, quando estava doente, pensou em se matar, ele disse que sim, milhões de vezes, mas que não queria ver sua mãe chorando por ele, já que seu pai não estava mais entre nós.

Rafael era um menino que sabia conversar, a todo momento falava de alguma coisa nova, não deixava a conversa parar.

Ele chegou a me perguntar sobre meus namorados, eu ri olhando ele e disse que não era muito boa com namorados. Ele riu da minha cara e perguntou se eu, uma menina linda como era  queria virar lésbica.

Eu fiquei rindo com ele, lhe disse que não, que gostava de menino. Rafael sorriu me olhando, levou sua mão direita até meu rosto e acariciou minha bochecha e um pedaço  de meu lábio.

  - Você é muito linda. Não deveria ficar desse jeito, sem se cuidar. - Lembro até hoje de suas palavras.

Rafael logo após dizer isso, aproximou nossos rostos, ele sorria quando olhava para meus olhos, suas mãos ficaram em meu rosto, seus lábios tocaram os meus, ele primeiramente, só acariciou meus lábios com os seus. Mas segundos depois, ele pediu passagem com sua língua e eu concedi.

Nosso beijo tinha um jeito só nosso, nossas línguas brigavam por espaço em nossas bocas. Rafael terminou nosso beijo com uma leve mordida em meu lábio.

Depois disso, ele voltou a me olhar, nossa conversa continuou, ele a todo o tempo sorria e me fazia sorrir.
Ele me disse que gostaria de me ver mais arrumada, com uma roupa limpa e com o cabelo arrumado. Eu lhe disse que isso seria impossível, ele soltou uma risada me olhando e disse que nada era impossível, não quando ele estava na história.

Rafael se levantou e caminhou até o balcão, eu em todo tempo que ele esteve lá, eu fiquei o olhando, ele pagou a conta e voltou, ele sorria e trazia uma trufa em sua mão, ele me entregou ela e disse que minha vida estava faltando mais doçura. Eu sorri o olhando, ele pegou em minha mão e foi saindo do local, começamos a caminhar e segundos depois eu percebi que estávamos na frente da casa onde eu estava, Rafael disse que não lhe perguntasse como ele sabia onde eu morava, que apenas o escutasse e entrasse com ele em casa. Eu fiz o que ele pediu, Rafael entrou comigo em casa e se sentou em meu sofá, o sofá era azul, combinava com seus olhos, ele sorriu novamente me olhando, disse que não sairia dali até que eu trocasse de roupa e arrumasse o cabelo.

Eu tentei várias vezes o mandar embora, disse a ele que não iria, então ele me pegou em seu colo, deixei a trufa cair no chão quando ele fez  isso, ele caminhou certinho até o meu banheiro, foi como se ele já estivesse lá, Rafael entrou dentro do meu box e ligou o chuveiro.

Eu tentei de todas as formas o tirar dali, mas ele não queria sair, ele disse que queria me ajudar, foi assim que eu me entreguei a ele. De todas as formas.
Rafael sabia o que fazia,  todo momento me beijava e dizia que só estava me ajudando, que aquilo seria bom daqui para frente.

Se passou uma hora, Rafael estava sentado em minha cama, apenas vestindo uma toalha branca enrolada em sua cintura, ele estava esperando suas roupas secarem, eu estava dentro do meu closet, não sabia que roupa colocar, estava apenas vestindo minha lingerie branca.

Escutei alguns leves passos atrás de mim, logo após  duas mãos estavam  em minha cintura, ele sussurrou em meu ouvido que estava me esperando, eu lhe disse que não sabia o que vestir, ele caminhou até um vestido branco que tinha pendurado ali, me estendeu o mesmo, eu sorri e o agradeci, ele me ajudou a colocar o vestido. Disse que eu estava linda com ele e pegou um par de saltos pretos, me ajudou a colocar em meus pés e se levantou, parando na minha frente, ele disse que iria ver se sua roupa já estava seca, e disse que o resto era comigo.

Então eu fui, fui até o banheiro e comecei a arrumar meus cabelos, eles estavam sedosos e lindos novamente, eu sorri para o espelho a como muito tempo não fazia, peguei um escova de cabelos e comecei a os pentear. Depois de os deixar lisos, eu apenas deixei eles soltos, peguei dentro de uma gaveta da pia, minhas maquiagens e me arrumei.
Lembro que passei meu perfume e tudo, quando voltei ao meu quarto, Rafael estava sentado em minha cama, já totalmente vestido, seu olhar quando me olhou era lindo de se ver, seus olhos brilharam me olhando, ele sorriu como sempre e se levantou, caminhando lentamente em minha direção.

  - Eu disse que você era linda. - Essas suas palavras fizeram meus olhos brilharem o olhando, Rafael aproximou nossos lábios e me beijou novamente.

Ficamos algum tempo assim, até que ele se separou de mim.

  - Precisamos ir em um lugar. - Ele pegou em minha mão e começou a sair do quarto, foi descendo as escadas lentamente e caminhou até a porta. Quando a abriu, a chuva já tinha indo embora.

Rafael ficou todo tempo ao meu lado, eu não sabia onde ele estava me levando, mas assim que viramos uma esquina, eu percebi, ele estava me levando de volta a meus pais, eu parei no caminho e disse que não queria ir, ele ficou me olhando e disse que era o melhor para mim. Caminhamos até o porta da casa, ele parou na minha frente e me entregou um cartão, nele tinha o número e endereço da sua casa.

Nos despedimos com um beijo, eu lhe esperei sair da rua da casa dos meus pais, estava pronta para ir embora, ele não  precisaria saber que eu não entrei, mas quando dei as costas, senti a porta sendo aperta. A voz da minha mãe chegou ao meus ouvido antes de seus braços me abraçarem, ela chorava me abraçando. Disse que estava louca atrás de mim e que não sabia o que fazer para me encontrar.

Ela me levou para dentro de casa, era estranho dizer que lá era a minha casa, já havia se passado tanto tempo que eu não sabia se lá era ainda minha casa. Meus irmãos e meu pai me viram, os 3 vieram até mim e me abraçaram, todos Estavam feliz comigo ali, Rafael tinha razão, eles queriam me ver.

Lembro  muito bem desse dia, eles pediram para mim ficar ali, eu disse que não queria, mas depois de ver minha mãe chorando novamente, eu não consegui sair de la, disse que ficaria, mas só por aquela noite.

Jantamos juntos, como uma família feliz, minha mãe tinha feito macarronada, um dos meus pratos preferidos. Depois eu fui dormir no meu antigo quarto, minha mãe foi comigo, disse estava feliz em me fez e que não queria que eu fosse embora. Eu disse que eu não ficaria, mas iria voltar.

Naquela noite eu sonhei com ele, sonhei que estávamos juntos numa praia, de mãos dadas caminhado na areia descalços.
Quando eu me acordei naquela manhã, não chovia, mas não havia sol, o  tempo estava coberto de nuvens.

Eu resolvi procurar por ele, era cedo, eram apenas 8 da manhã, desci as escadas de minha casa, minha casa, era minha casa ainda.
Eu ainda estava vestida com a mesma roupa, os menos saltos, fui até a geladeira e peguei um bloco de notas, deixei uma carta dizendo que voltaria logo.

Sai de casa, peguei o cartão e li o endereço, não era muito longe dali, então eu fui, caminhei lentamente até la, quando  cheguei, a casa era totalmente branca, tinha flores no Jardim da frente, eu caminhei lentamente até a porta e toquei a campainha esperando ele abrir.

Mas não foi bem assim, quando a porta se abriu, uma mulher loira a abriu, ela sorria, me perguntou se eu precisava de algo e lhe disse que sim, que precisava ver o Rafael.

  - Por favor. - Sua voz era baixa, eu lembro até hoje. - Entre, precisamos conversar.

Eu achei completamente estranho, achei que ela apenas o chamaria e ele voltaria para mim, ela  caminhou comigo até a sala de sua casa, sua casa era pequena, mas aconchegante, nos sentamos no sofá, uma de frente a outra.

  - Como você sabe o endereço daqui ? - Suas palavras eram baixas, era como se ela não quisesse chamar a atenção de  alguém.

  - Foi o Rafael, ele disse que procurasse por ele aqui.

Ela olhou para baixo, respirou fundo, medindo suas palavras e quando me olhou, seus olhos estavam cheios de lágrimas. 

  - Moça... - Sua voz ficou entrecortada. - Meu... meu filho morreu a 2 anos, não tem como ele ter visto você.

Ai meu mundo parou, minha respiração ficou acelerada, eu fiquei olhando a  mulher a minha frente, não acreditando em suas palavras. Ela me garantiu que ele havia morrido, eu me levantei disposta  a sair dali o mais rápido possível, passei por a porta correndo, sai para rua, quando olhei para frente, la estava ele, vestido totalmente de preto, me olhando enquanto sorria. Ele gritou alguma coisa para mim, mais eu não ouvi mais nada, senti um impacto muito forte, como se algo tivesse me atingindo, Rafael correu até mim, eu não consiga respirar direito, não consiga o ver direito por causa de alguma coisa vermelha em meus olhos. Segundos depois, eu acabei fechando os olhos e eles não abriram mais.

Agora eu estou aqui, no meu próprio velório, meus pais  estão vestidos de preto, assim como meus irmãos  e alguns de meus amigos, o padre falava algumas coisas que eu não prestava atenção, depois daquele dia eu não tinha visto mais o Rafael.
Eu não queria ficar mais ali, comecei então, a caminhar por o cemitério, lentamente olhando algumas das lápides. Mas uma me chamou a atenção, olhei para ela e  lá estava ele.

  - Rafael Lange, falecido no dia 12 de agosto de 2015. - Eu li em voz alta, então era verdade, ele havia morrido, assim como eu. - O que você fez comigo, Rafael ?

Eu sussurrei essas palavras para mim, me virei e lá estava ele, vestido totalmente de preto, com uma rosa vermelha em mãos, caminhou  lentamente até mim, sorrindo.

  - Me perdoa. - Essas palavras sussurradas por ele me fizeram sorrir, ele me entregou a rosa vermelha. - Eu não queria que você tivesse morrido.

  - Eu te perdoo. - Peguei a rosa vermelha de sua mão e levei até próximo ao meu nariz, senti seu aroma e olhei para ele, ele sorria.

  - Eu achei melhor te entregar aqui do que colocar ela lá no seu caixão. - Eu sorri o olhando, Rafael fazia eu sorrir até mesmo quando o assunto era meu velório.

  - Obrigada. - Ele sorriu, seus braços foram para minha cintura, ele me abraçou forte.

  - De nada meu amor. - Ele sussurrou  em  ouvido, beijou minha bochecha e olhou. - Vamos dar uma volta, Nathalia ?

  - Onde vamos ? - Ele entrelaçou o seu braço no meu e começou a caminhar em direção ao longe do seu túmulo.

  - Pra algum lugar por ai...

E foi assim que eu encontrei o amor da minha vida.
Rafael Lange, o loiro que apareceu no meio daquela bagunça e me trouxe a vida, se é que isso é uma vida de verdade. 


Notas Finais


Hello ❤
Gostaram ?
Comentem para mim saber o que acharam 😊
Obrigada por lerem ❤
Beijos e até uma próxima fanfic ❤


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