História Quem é você, Yoongi? - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Quem é você, Alasca?
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Palavras 2.949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura<3

Capítulo 3 - Three


Continuing... 

Eu também odiava ter que ser cuidadoso. Ou pelo menos queria odiar.

 Taehyung me contou tudo isso enquanto esvaziava a sacola e jogava as roupas nas gavetas de qualquer maneira. Ele não acreditava em ter uma gaveta para meias e outra para camisetas, por exemplo, e sim que todas as gavetas tinham sido criadas da mesma forma e deveriam ser preenchidas sem distinção com o que quer que coubesse nelas. Minha mãe teria morrido.

  Assim que terminou de ''arrumar as coisas'', Taehyung me bateu com força no ombro.

- Espero que você seja mais forte do que parece - disse, e saiu, deixando a porta aberta.

  Voltou alguns segundos depois e colocou só a cabeça para dentro. Eu estava em pé, sem me mexer.

- Vamos, Park de mim. Temos coisas pra fazer.

  Fomos até a sala da têve, onde, segundo Taehyung, ficava a única têve a cabo do campus. Durante o verão, o local servia como depósito. Cheia quase até o teto com sofás, geladeiras e tapetes enrolados, a sala estava movimentadíssima com garotos procurando suas coisas, e tentando levá-las dali. Taehyung cumprimentou algumas pessoas, mas não me apresentou . Enquanto ele circulava pelo labirinto entulhado de sofás, fiquei parado perto da entrada da sala fazendo de tudo para não atrapalhar as duplas de colegas de quarto que manobravam os móveis na porta estreita.

  Demorou dez minutos até Taehyung encontrar as coisas dele, e mais uma hora nas quatro viagens de ida e volta que fizemos entre a sala de têve e o Quarto 43. No fim, eu queria entrar no frigobar do Kim e dormir por mil anos, mas ele parecia imune tanto ao cansaço quanto à insolação. Sentei no sofá.

- Encontrei  esse sofá jogado em uma calçada perto de casa há alguns anos - contou ele, enquanto montava o meu Playstation 3 em cima do baú dele ao pé da cama. - Sei que o couro tem umas rachaduras, mas e daí? É um sofá muito legal.

O couro tinha mais que umas rachaduras. Trinta por cento do sofá era de couro falso azul-bebê e setenta por cento, de espuma, mas eu estava bem confortável.

- Tudo certo - disse ele. - Estamos quase terminando. - Taehyung andou até a mesa dele e pegou um rolo de fita adesiva em uma gaveta. - Só precisamos do seu baú.

   Levantei e puxei o baú de baixo da cama. Taehyung  o posicionou entre o sofá e o Playstation 3 e começou a rasgar tiras finas de fita com a boca. Ele as colou no baú formando a palavra MESA DE CENTRO. 

- Pronto - declarou ele. Depois sentou e pôs o pé em cima da, hã, mesa de centro. - Tudo arrumado.

Sentei-me ao lado dele, que olhou pra mim e disse:

- Cara eu não vou ser o seu bilhete de entrada na vida social da Culver Creek.

- Hum, tudo bem - respondi, mas podia ouvir as palavras engasgadas na minha garganta.

Eu tinha acabado de carregar o sofá daquele cara sob um sol escaldante e agora ele não gostava de mim?

- Basicamente, existem dois grupos aqui - explicou ele com uma urgência crescente. - Tem os alunos internos normais, como eu, e tem também os Guerreiros da Segunda à Sexta. Eles ficam no colégio durante a semana, mas são todos riquinhos que moram em Incheon e vão pra casa, para as mansões refrigeradas dos pais, todo fim de semana. Esses são os descolados. Eu não gosto deles e eles não gostam de mim, então se você veio pra cá achando que arrasava na escola pública e que vai arrasar aqui também, é melhor não ser visto comigo. Você estudava em escola pública, não estudava?

- Humm... - murmurei. 

Perdido em meus pensamentos, comecei a mexer nas rachaduras do couro do sofá, enfiando o dedo na espuma branca.

- É, estudou, provavelmente, porque se tivesse estudado em escola particular, a porcaria do seu short ia ser do tamanho certo.

Ele riu. Eu usava o short um pouco abaixo dos quadris, e sempre pensei que fosse maneiro. Por fim, eu disse:

- É, vim de escola pública. Mas não era nem um pouco descolado, Taehyung. Eu era um merdinha normal.

- Ah! Isso é bom. E não me chame de Taehyung. Chame de Coronel.

- Coronel? 

-É. Coronel. E vamos chamar você de... hum. Bujão.

- Bujão - disse o Coronel. - Porque você é muito magro. Isso se chama ironia, Bujão. Já ouviu falar? Agora vamos descolar uns cigarros e começar esse ano direito.

  Ele saiu do quarto, de novo supondo que eu o seguiria, e dessa vez segui mesmo. Felizmente, o sol estava descendo no horizonte. Andamos cinco portas e chegamos ao Quarto 48. um quadro branco estava preso com fita adesiva, com as palavras ''Yoongi tem um quarto individual!'' escritas em azul.

 O Coronel me explicou que: 1) aquele era o quarto de Min Yoongi;2) o quarto dele era individual porque o garoto que também deveria ocupá-lo tinha sido expulso no fim do ano anterior; 3) Yoongi tinha cigarros, apesar de o Coronel não ter se dado ao trabalho de perguntar se 4) eu fumava, o que 5) eu não fazia.

 Ele bateu uma vez, firme. Uma voz gritou do outro lado da porta:

- Ah, meu Deus, eu tenho uma história incrível, baixinho.

Nós entramos. eu me virei pra fechar a porta, e o Coronel balançou a cabeça dizendo:

- Depois das sete, você tem que deixar a porta aberta quando está no quarto de alguém. 

Mas eu mal o ouvi, porque o garoto mais gato da história da humanidade (eu não era gay, mas quando eu vi Min Yoongi, acabei por desconfiar minha sexualidade.) à minha frente vestindo uma calça jeans rasgada nos joelhos e uma camisa cor de pêssego. E ele estava conversando com o Coronel, falando alto e rápido.

- Então, no primeiro dia de férias eu estou na minha velha cidade de Daegu com um garoto chamado Mark, e estamos na casa dele vendo têve no sofá, e, eu sei, eu estava namorando o  Yugyeom, na verdade ainda estou, o que é um milagre, mas Mark é meu amigo de infância. Então, estamos vendo tevê e conversando sobre provas e coisas do tipo, e o Mark passa os braços nos meus ombros e penso: ah, legal, somos amigos há muito tempo, isso é completamente normal. E estamos só conversando e de repente estou no meio de uma frase sobre analogias ou algo assim, e como um gavião ele se abaixa e aperta minha bunda. APERTA.Um APERTO bem firme de dois ou três segundos, como se estivesse buzinando. E a primeira coisa em que penso é: Ok, como arranco essa garra da minha bunda antes que ela deixe marcas permanentes? A segunda coisa: caramba, mal posso esperar pra contar para o Namjoon e ao Coronel.

O Coronel riu. Eu fiquei parado atônito, em parte pela força da voz que emanava daquele garoto pequeno e pálido (mas cheio de curvas, e que curvas!), e em parte pelas pilhas gigantes de livros que tomavam as paredes de seu quarto. Enchiam as estantes e se acumulavam em torres enormes apoiadas aleatoriamente nas paredes. Se uma delas caísse, pensei, o efeito dominó poderia engolir nós três em uma massa asfixiante de literatura.

- Quem é esse cara que não está rindo da minha história engraçada? - perguntou Yoongi.

- Ah, é. Yoongi, esse é o Bujão. O Bujão decora as últimas palavras das pessoas. Bujão, esse é o Yoongi. Apertaram a bunda dele no verão.

Yoongi caminhou até mim com a mão estendida, então fez um movimento rápido no último instante e puxou meu short para baixo.

- Esse é o maior short da Coreia do Sul.

- Eu gosto dele largo - disse eu, envergonhado, e o puxei de volta.

Na minha cidade meu short era legal.

- Bujão, mal começamos nosso relacionamento e eu já vi esses cambitos com uma frequência assustadora - disse o Coronel, fingindo seriedade.- Então, Yoongi, vende uns cigarros para a gente.

De algum modo o Coronel me convenceu a pagar cinco Wons por um maço de cigarros da Malboro Light e eu não tinha a menor intenção de fumar. Ele chamou Yoongi para sair conosco, mas ele disse:

- Tenho que achar Namjoon e contar a ele sobre a apertada. - Ele se virou para mim e perguntou: - Por acaso você o viu por aí? 

Eu não tinha a ideia se tinha visto Namjoon, já que não tinha ideia de quem ele era. Só balancei a cabeça. 

- Está bem. Encontro vocês no lago daqui a pouco. - O Coronel assentiu.

Na beira do lago, pouco antes da faixa de areia (que o Coronel disse ser artificial), sentamos em um balanço de madeira. Eu fiz a piada obrigatória.

- Não vá agarrar a minha bunda.

O coronel deu uma risada obrigatória.

- Quer um cigarro? - perguntou.

Eu nunca tinha fumado, mas já que estava na chuva...

- É seguro aqui?

- Não muito - disse ele, e então acendeu um cigarro e me entregou.

 Eu traguei. Tossi. Ofeguei. Fiquei sem ar. Tossi de novo. Achei que fosse vomitar. Agarrei o banco do balanço, a cabeça girando, joguei o cigarro no chão e pisei nele, convencido de que meu Grande Talvez não envolvia cigarros.

- Tem fumado muito? - Ele riu, depois apontou para um ponto branco do outro lado do lago e disse: - Está vendo aquilo?

- Estou. O que é? Uma ave?

- É o cisne - disse ele.

- Uau. Uma escola que tem um cisne. Uau.

- Esse cisne é o filho do capeta. Isso é o mais perto que podemos ficar.

- Por quê?

- Ele tem problemas com pessoas. Abusaram dele ou algo assim. Ele vai acabar com a sua raça. O Águia o botou aí para impedir que a gente dê a volta no lago para fumar.

- Águia?

- O senhor Dak-Ho. Codinome: Águia. O inspetor do colégio. Vários professores moram no campus, e todos podem pegar você com a boca na botija. Mas só o Águia mora perto dos alojamentos, e ele vê tudo. Sente o cheiro de cigarro a uns dez quilômetros.

- a casa dele é aquela ali atrás? - perguntei, apontando.

Eu vi a casa nitidamente, apesar da escuridão, por isso deduzi que o Águia também pudesse nos ver.

- É, mas ele só entra mesmo em modo de ataque quando começam as aulas - disse Taehyung, despreocupado.

- Se eu me meter em encrenca, meus pais vão me matar. 

- Você está exagerando. Vai se meter em problemas, pode ter certeza. Mas noventa e nove por cento das vezes os seus pais nunca vão saber. A escola não quer que ele achem que você virou um bosta aqui, do mesmo jeito que você não quer que seus pais achem que você é um bosta,

Taehyung soprou com força uma baforada fina de fumaça na direção do lago. Eu tinha que admitir: isso dava a ele um ar descolado. De algum modo, ficava mais alto. Ele prosseguiu:

- Enfim, quando arrumar problema, só não entregue ninguém. Quer dizer, eu odeio com todas as forças os riquinhos metidos daqui, um ódio que normalmente reservo apenas para as idas ao dentista e para o meu pai. Mas nem por isso eu dedudaria algum deles. Basicamente, a única coisa importante é nunca, nunca, nunca entregar ninguém.

- Está bem - disse eu, apesar de ter me perguntado: se alguém me der um soco na cara. devo dizer que sem querer dei de cara com a porta?

Parecia meio idiota. Como lidar com valentões babacas se você não pode fazer nada contra eles? Não perguntei isso a ele, no entanto.

- Tudo bem, Bujão. Chegou ao momento da noite em que me vejo obrigado a ir encontrar a minha namorada. Então me dê uns desses cigarros aí que você nunca vai fumar mesmo e nos vemos mais tarde.

Resolvi ficar ali no balanço, por um tempo, apesar da úmidade pensei que Yoongi talvez aparecesse.  E depois que o Coronel se foi os insetos me rodeavam, então resolvi fumar.

Na hora pensei a fumaça vai afastar os insetos. E até um ponto afastou. Mas eu estaria mentindo se dissesse que me tornei fumante para espantar insetos. Passei a fumar por que;1) estava num balanço de madeira sozinho: 2) tinha cigarros ; e 3) achei que se todo mundo conseguia fumar, eu também tinha que conseguir fumar sem botar os pulmões para fora, droga, eu também tinha que conseguir. Em suma: eu não tinha nenhum motivo lá muito bom, mas vamos dizer que foram os insetos.

 Consegui dar três tragadas antes de sentir enjoo, tontura e algum prazer. Levantei para ir embora, e uma voz atrás de mim disse:

- Então você decora mesmo últimas palavras?

Yoongi correu em minha direção, agarrou o meu ombro e me empurrou de volta para o balanço.

- Isso. - E, hesitante acrescentei: - Quer me testar?

- JFK- ele sugeriu.

- Isso é óbvio - respondi.

- Ah, é? Até parece - ele provocou.

- Não essas foram as últimas palavras dele.  Alguém disse: '' Senhor Presidente, o senhor não pode dizer que Dallas não o ama'', e então ele disse ''Isso é óbvio'', e levou o tiro.

Ele riu.

- Nossa, que horrível. Eu não deveria rir. Mas vou. - E então riu de novo. - Está bem senhor. Garoto das Últimas Palavras Famosas. Tenho outra para você. - Ele mexeu na mochila e tirou um livro. - Gabriel Gárcia Márquez. O general em seu labirinto. É um dos meus livros preferidos. É sobre Simón Bolivar.

Eu não sabia quem era Simóm Bolivar, mas ele não me deu tempo nem pra perguntar.

- É um romance - continuou-, por isso não sei se é verdade, mas, no livro, sabe quais são as últimas palavras dele? Não, não sabe. Mas já vou lhe dizer señor Observações de Despedida.

Então ele acendeu um cigarro e deu uma tragada. Soltou a fumaça e leu para mim:

- Ele..., ou seja Simóm Bolívar, estava abalado pela revelação deslumbrante de que a corrida louca entre os seus sonhos e infortúnios naquele momento estivessem alcançado a linha de chegada. O resto eram as trevas.''Maldição'', suspirou. ''Como vou sair desse labirinto?''

Eu reconhecia últimas palavras grandiosas quando as ouvia, e eu precisava ter um biografia desse tal de Simóm Bolívar. Uma bela fala, mas eu não tinha entendido direito.

- Mas o que é o labirinto? - perguntei.

Aquele parecia o momento mais oportuno quanto dizer que ele era lindo. Do meu lado na escuridão, ele cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e naquela noite de lua minguante eu pouco via de sua silhueta, exceto quando ele fumava, quando a brisa do cigarro iluminava seu rosto, que adquiria um tom vermelho pálido. Com a boca perto de mim que eu podia sentir o seu hálito, mas quente que o ar, ele disse:

- Esse é o mistério, não é? O labirinto é viver ou morrer? De qual deles está tentando escapar?

Esperei que continuasse, mas após um tempo, ficou evidente que queria um resposta.

- Hum, não sei - disse finalmente. - Você leu mesmo todos aqueles livros no seu quarto?

- Não, claro que não. -Ele riu - devo ter lido um terço deles. Mas vou ler todos.Eu os chamo de Biblioteca da Minha Vida. Desde que eu era pequeno, ia todo verão às vendas de garagem e comprava os livros que mais achava interessantes. Assim eu sempre tinha o que ler. Mas tem muita coisa para aproveitar a vida: cigarros pra fumar, sexo para fazer, balanços para balançar. Vou ter mais tempo de ler quando ficar velho e chato.

Ele disse que eu fazia lembrar do Coronel quando ele chegou a Culver Creek. Eles entraram na mesma época: dois bolsistas com, nas palavras dele, '' um interesse comum por bebidas e trotes''. A expressão ''bebidas e trotes'' me deixou com medo de ter caído justamente no meio que minha mãe chamava de ''pessoas erradas'', mas para pessoas erradas os dois pareciam bem inteligentes.

-Eu resolvi esse problema rapidinho. - Ele sorriu. - No fim do ano eu já tinha arrumado uma namorada para ele, uma garota muito legal chamada Rosé. Ela nem era Guerreira da Segunda à Sexta nem nada, mas Taehyung a largou um mês depois, porque ela era rica demais para ele, embriagado em pobreza. Mas isso não vem ao caso. Nosso primeiro trote daquele ano foi encher o chão da sala 4 de bolas de gude. Nós fizemos progresso depois disso, é claro. - Ele riu.

Então Taehyung virou o Coronel, planejando os trotes como um militar, e Yoongi é sempre Yoongi, a majestosa mente por trás deles.

- Você é inteligente como ele - ele disse. - Só que mais calado. E fofo, mas eu não falei isso porque amo meu namorado.

- Você também é bonitinho -respondi, atordoado com o elogio. - Mas eu nem falei isso, porque amo minha namorada. Ah, espere aí. Que bobagem. Eu não tenho namorada.

- Você é hétero? - perguntou.

- Acho que pansexual. - respondi envergonhado.

- Ok, eu posso te arrumar uma namorada ou namorado? 

- Tanto faz, tente me surpreender. - Não sei de onde tirei coragem pra dizer isso.

- Vamos fazer um acordo: você descobre o que é o labirinto e como sair dele, e eu vou dar um jeito de você transar.

- Fechado.

Trocamos um aperto de mão para selar o contrato.

 

 

E talvez tenha começado a descobrir algo sobre o Grande Talvez...

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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