História Quem eu sou quando eu não estou? - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drabble, Reflexão
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Palavras 366
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


olá
o que é isso? Ah, só mais uma coisa estranha e sem graça que eu escrevi. Nada sério.
Boa leitura e até mais ♡

Capítulo 1 - Eu não sou quem eu sou


Certamente você já se pegou pensando no modo como se comporta perto das pessoas. Se fala de mais ou de menos, se consegue exprimir bem suas opiniões, se consegue ser interessante, ou coisa assim.

Acho que é normal pensar nisso. Sim, deve ser. Gosto de acreditar, também, que ninguém é como realmente é. Vou lhes explicar: existe quem você é (por fora e que mostra às pessoas) e quem você realmente é (por dentro e que apenas você mesmo conhece).

Eu não sou quem eu sou. Cheguei a esta conclusão depois uma pequena reflexão, em um dia particularmente angustiante, cheio de crises adolescentes, e que agora, estranhamente, me aborrece. Veja bem, eu não gosto de parecer falso, mas segundo minhas conclusões, é como eu pareço ser. E aqui está outro ponto importante: nunca somos, sempre parecemos. Conseguem entender? É como se as outras pessoas não vissem nossa real condição, forma, cor; elas veem o que parecemos ser.

Isso tudo é muito deprimente, pra ser sincero.

Vivemos em um mundo de ilusões, onde as coisas apenas parecem ser reais? Somos apenas ideias daquilo que é real? Somos reais ou parecemos ser?

Não gosto muito dessas indagações, mas não consigo me impedir de refleti-las sempre que me sinto inspirado. Mas isso não é a questão; vim aqui por outro motivo...

Ah, sim, o eu que não é eu, mas que contraditoriamente é. Confuso.

A bem verdade, estou decepcionado comigo mesmo. Sei que sou de um jeito, mas por que me comporto de outro? E este outro é uma lado meu que não conheço, e que as atitudes quase sempre me frustram; é um tanto babaca, um pouco sem graça e muito, muito desinteressante. Céus, como posso ser assim?

Chega a ser desesperador a forma como me porto, cheio de superficialidades e futilidades que destroem meu verdadeiro eu. Esse verdadeiro, que lhes fala agora, treme só de repensar nos atos tenebrosos cometidos por mim, sob a custódia  uma outra visão. Inacreditável ou não, esses dois polos coexistem neste corpo – que pede socorro.

E então, para fins de reflexão, contento-me com minha atual situação, mesmo que a vontade da mudança e liberdade do eu verdadeiro seja gritada em minha mente.

 


Notas Finais




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