História Quem são os Winchesters? - Capítulo 95


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Categorias Jared Padalecki, Jensen Ackles, Supernatural
Personagens Abaddon, Ash, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Jo Harvelle, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Dean Winchester
Visualizações 87
Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeeey! Boa leitura <3

Capítulo 95 - Trouble


Fanfic / Fanfiction Quem são os Winchesters? - Capítulo 95 - Trouble

- O que foi? - perguntei ao ver Dean levantar rapidamente da cama, vestindo suas roupas.

- É  a mamãe - ele disse - acho que ela tá com problemas.

Levantei-me rapidamente e vesti minhas roupas enquanto Dean saía pelos corredores, chamando Sam. Nós fomos até onde Mary deveria estar hospedada. Dean havia recebido mensagens dela e, na última, demonstrava que ela estava com problemas.

- Mãe - Dean disse assim que entrou no quarto.

- Parece que ela não vem aqui há um tempo - falei, notando as coisas intactas no quarto.

- É - Sam concordou - não tem nada dela aqui.

- Não - Dean disse - eu já disse o que ela falou. “Dean, me liga. Temos um problema.” Só isso. Não parecia contente.

- Quando ela não está aqui, está com os britânicos, então, talvez… - Sam começou a dizer e Dean o interrompeu.

- Eu liguei pro Mick umas seis vezes. Ele não atende desde que foi pra Londres - Dean pegou o celular e começou a fazer uma ligação - Ketch - ele disse depois de um tempo - liguei pra saber se minha mãe está com você. É o Dean - ele esperou e continuou - porque eu queria falar com ela, é por isso - ele esperou de novo - não, não estou sendo grosso. Se você não a viu, sabe onde ela está? - ele fez uma careta e revirou os olhos - não, também não estou sendo seco. Não tenho tempo para aula de boas maneiras. Se ela está com você, quero saber - ele esperou - está bem - ele desligou - que babaca.

- E aí? - perguntei.

- Não há vê há mais de uma semana - ele disse - mas a mãe ligou há dois dias, disse que estava num caso com ele. Só prova que ele está mentindo. Mas por que ele… - o celular de Sam tocou e ele atendeu.

- Jody. Oi, Jody - ele esperou - não, o quê? - ele nos olhou, surpreso - não, não sabíamos.

- Mãe? - Dean perguntou.

- Quando? - Sam continuou e sua expressão entristeceu - que diabos aconteceu? - ele aguardou - oh, não, não, eu… Sim, obrigado por me avisar. Tchau.

- Quem? - perguntei, mesmo não querendo saber a resposta.

- Eileen - Sam disse e eu me lembrei que era a mulher que matou um dos Homens de Letras britânicos sem querer quando tentou matar Dagon.

- Como? - Dean perguntou e eu fiz uma careta.

- Ela foi… - Sam disse e olhou para o chão - ela foi atacada por um animal selvagem em uma área sem animais selvagens, na Carolina do Sul.

- Mas achei que ela estava na Irlanda - Dean disse e parou - Sam…

- Dean, esta é a segunda morte de caçador de que ficamos sabendo em duas semanas.

- Eu sei - Dean respondeu - mas dois não criam um padrão.

- Mas três sim.

- Como?

- A mãe é caçadora. E ninguém sabe onde ela está.

Eu olhei para Dean e ele me olhou.

Depois disso, nós fomos até o necrotério, ver o corpo de Eileen.

- Poucas vezes vimos ferimentos assim - Dean disse, analisando o corpo dela, que tinha arranhões profundos e diversas marcas estranhas.

- Cão do inferno? - Sam perguntou e eu fiz uma careta.

- Sim - Dean concordou, mas não faz o menor sentido. Por que um demônio mandaria um Cão atrás dela? Por que ela saiu da Irlanda?

- Não sei, Dean.

- Contando com Eileen, já são sete caçadores em três semanas - falei e eles me olharam.

- E esses são os que sabemos - Dean completou, passando a mão pelo rosto.

- Sete mortes por monstros. Todas essas coisas por aí de repente começaram a trabalhar juntas? Não faz nenhum sentido.

- Monstros e demônios não se misturam - Sam falou.

- Sete caçadores mortos, o celular da mãe desligado, Cas com a Kelly Kline sabe Deus onde, Mick desaparecido, Ketch mentindo pra nós - Dean disse e eu cruzei meus braços.

- Eu quero socar alguma coisa - Sam disse e eu olhei-o.

- Ótimo. Continue assim, porque temos um Cão do Inferno para caçar.

Nós fomos até uma espécie de correio e Sam entrou, enquanto eu e Dean esperamos do lado de fora. Dean tentava se comunicar com os outros caçadores e descobrir mais  notícias.

- Estive fazendo ligações sobre os caçadores que morreram - Dean disse e eu me encostei no Impala ao lado dele, observando Sam se aproximando - todos tinham anos de experiência.

- Recebemos uma carta da Eileen - Sam disse e eu e Dean o olhamos.

- Eileen? - perguntei.

- Ela mandou há quatro dias - Sam continuou - mandou por correio pois achou que o telefone e o computador foram hackeados. Ela saiu da Irlanda por medo.

- Medo de quê? - Dean perguntou.

- Depois de acidentalmente matar aquele britânico idiota do Renny, achou que os caras estavam atrás dela - ele continuou, lendo o papel em suas mãos - “sei que estão me seguindo, vigiando. Eles grampearam meu telefone. Achei um microfone no meu quarto. Será que eu posso passar uns dias com vocês até tudo isso se resolver?” - ele suspirou e nos olhou.

- Acha que eles estavam mesmo vigiando? - perguntei e ele me encarou.

- Se ela diz que estavam… talvez eles a tenham matado.

Nós voltamos para o bunker e começamos a procurar em todos os lugares possíveis onde poderiam esconder um microfone. Eu olhava dentro de alguns armários quando vi Dean gesticulando, apontando para baixo da mesa, onde estava escondido o microfone.

- Aí, Sam - Dean disse, disfarçando para que quem escutava atrás do microfone não desconfiasse que nós o encontramos - recebi uma mensagem de Terry Marsh.

- Ah, é? - Sam disse, disfarçando também.

- Ele também acha que não são monstros que estão matando. E disse que tem uma ideia do que está havendo.

- E? - eu disse.

- Disse que não é seguro falar por telefone. Quer nos encontrar. Na velha siderúrgica saindo da rodovia. Amanhã às 21h. Disse pra parar no armazém, saindo da estrada.

- Tudo bem - Sam disse.

Mais tarde naquele dia, eu me deitei na cama e fiquei fitando o teto. Vi Dean entrar no quarto, deitando-se ao meu lado.

- Sabe, eles tinham aquele microfone há sabe Deus quanto tempo lá - falei.

- E? - ele perguntou, chegando mais perto.

- E que a gente já transou em cima daquela mesa.

- Ah, Deus - ele disse e riu, passando a mão pelo rosto.

Eu olhei-o e me virei, ficando sobre o seu peito. Fiquei olhando-o e ele deslizou suas mãos até minha cintura, apertando-me levemente.

- Tá esperando o que pra me beijar? - ele disse e eu sorri, beijando-o.

 


Notas Finais


;)


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