História Quem sou eu? - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Claire Novak, Crowley, Dean Winchester, Gabriel, Lúcifer, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Gabriel, Personagens Originais, Sabriel, Sam, Supernatural
Exibições 15
Palavras 3.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei! Putz, faz mais de vinte dias q n posto capítulo! *desvia de pedras* Eh q juntou um monte de coisas, tive bloqueio em várias partes do capítulo, cheguei a ter q escrever outras coisas nada a ver pra poder passar, eu viajei, fiquei sem cel, e ss, em alguns momentos deu preguiça de continuar.

Mas bom, vambora pro capítulo q tá gigantesco, na boa, devo ter quebrado algum recorde! Tem music, n coloquei completa pq né! Mas se quiserem ouvir vou colocar o link no final. Ah, eu coloquei um "antes", tipo na série, pq pra quem acompanha mais de uma fic ao mesmo tempo as vezes fica difícil de lembrar o que já aconteceu em cada uma. Até lá em baixo!

Atualização: essa imagem eh a do gato q o Ômega vira, eh um pelo curto americano!

Capítulo 3 - Rebeldes


Fanfic / Fanfiction Quem sou eu? - Capítulo 3 - Rebeldes

Antes: 

Sam, Dean e Jessica vão até um orfanato nos arredores de Eden Prairie, Minnesota. É a cidade natal de Jessica, e ela viveu naquele mesmo orfanato até os seis anos. Após conversarem com May, dona do local, Jessica sai sozinha em busca do assassino de seu amigo. Ela encontra Ariel, usando uma das garotas do orfanato como casca. Após ver que não há mais alma na casca e que as memória do anjo foram apagadas, tendo sido deixada apenas uma ordem para matar a nefilim, a metade anjo de Jessica assume e mata o antigo amigo. Abraçada ao morto, a garota causa uma tempestade devido a sua dor. 

POV Dean

-------Alguns minutos antes----------

- Onde ela está? – pergunta May, a dona do orfanato.

- Nós vamos achá-la, senhora May – responde Sam.

- Por favor, me chame de tia May. Eu devo estar exagerando, afinal ela viveu todos esses anos só com o irmão, mas... ela ainda é a garotinha que eu salvei. Eu sei que ela poderia me matar com um toque, mas eu preciso protegê-la... 

- Nós vamos encontrá-la. Confie em mim. – Não faço idéia de como mas vamos.

De repente vejo o uma tempestade se formar do nada, tipo essas tempestades de verão, só que em pleno outono. “Okay, isso é muito esquisito.”

- É ela! – a May, digo, tia May, fala do nada. “Igual a tempestade.” – Ela deve estar sofrendo muito pra causar uma interferência tão grande no clima! – Ah é, os anjos mudam o clima quando estão com dor. “Nefelins também conseguem?”

- Vamos Sam! – Percebo que ele revira os olhos antes de me seguir. 

-----------------------------

Estaciono o Impala em frente à um galpão abandonado, que parece ser o centro da tempestade. Saio e pego óleo santo no porta-malas, já que a tia May descreveu um ataque de anjo. Entro primeiro, a porta estava aberta. Vejo um brilho branco na escuridão, caminho lentamente e percebo que são duas asas. Pela cor são as da Jessica, já que as dos anjos são apenas sombras negras. Logo percebo que ela está sentada em uma poça de sangue, e suas asas estão abaixadas, arrastando no chão. 

- Jessica? – ela se vira para mim, com os olhos azuis cheios de lágrimas. A loira está abraçando uma garota de cabelos castanhos e curtos, com os olhos queimados. – O quê aconteceu? 

- E-eu não quero... falar sobre isso.. n-não agora – ela gagueja. A nefilim encosta sua testa na testa da morta. 

Ela se levanta, e retira a espada dos anjos que estava cravada no peito da morena com sua mão esquerda. Joga a lâmina para cima, de modo que a espada roda várias vezes passando por cima de sua cabeça, e pega-a com a mão direita, fazendo um movimento brusco para baixo, retirando o sangue que cobria a arma e jogando-o no chão, fazendo uma linha vermelha ao lado de seu corpo. A loira se levanta, indo em direção à porta, desvia de Sam que estava lá. Nós a seguimos e vemos ela entrar no Impala e sentar no banco de trás.

- Vamos, por favor – ela pediu, olhando pela janela. 

- Agora nós obedecemos ela? – Sam sussurra quando eu começo a caminhar em direção ao carro. 

- Eu pedi por favor, mas se quiserem eu vou sozinha. – A nefelim se vira na direção de Sam. – Esqueci de falar, tenho super-audição. 

- Não, pode ficar – respondo.

- Obrigada – a loira responde friamente, mas posso ouvi-la fungar, por causa do choro. Lanço um olhar ameaçador para Sam, que só revira os olhos, fazendo aquela cara de indignado dele (N.A.: A famosa bitch face do Sam...).

Comecei a dirigir em direção ao orfanato, quando Jessica disse:

- Eu gostaria de ir à um lugar, se não for pedir demais... – Notei que por baixo das lágrimas seus olhos pareciam meio esverdeados... estranho, mas deixa pra lá. 

- Claro, onde fica? – tentei falar o mais alegre possível, para animá-la. 

- Não tem como eu dar a localização pra vocês, mas posso mostrar o caminho.  Só espero não ter que apagar suas memórias depois! – Vejo pelo retrovisor que a garota começou a rir, e seus olhos ficam verdes como duas esmeraldas. Estranho pensar isso, geralmente as pessoas definem os meus olhos assim!

- Ei, desde quando você tem olhos verdes? – Ela cora um pouco, e seus olhos logo ficam azuis outra vez. – Deixa assim, fica bonito! Olhos verdes são lindos! – falo piscando os meus, e ela ri de novo. 

- Ok então! – Os olhos azuis brilham e vão ficando verdes, são como duas enormes esmeraldas. – Certeza absoluta que o fato dos seus olhos serem verdes não influencia esse fato? 

- Imagina! Claro que não, eu...

- Peraí! – Sam corta a gente do nada. (N.A.: Que cap mais aleatório! Tempestade do nada, falas do nada... Dean: Concordo! Crowley: Cala a boca e continua! Me: Agora um Crowley do nada... Eu desisto de tentar entender, melhor voltar a escrever.) – É sério que você conseguiria apagar nossas memórias? 

-Sim – ela responde. – Telecinésia é o meu poder mais desenvolvido. 

-Hum... – Meu maninho resmunga. 

-Ali, vire pra direita! – ela diz apontando uma estradinha de terra. – Bom, acho melhor contar o que aconteceu. – Ela fica séria imediatamente, e fala sem parar de dar instruções sobre o caminho. Após contar tudo que houve naquele galpão, começa a chorar outra vez. (N.A.: Vcs já sabem o que aconteceu, acho desnecessário colocar tudo dnovo) – Droga, eu o matei... Pega a esquerda de novo. 

- Tá tudo bem, relaxa. Posso fazer só mais uma pergunta? – Eu volto a tentar acalmá-la. 

- Faz. 

- Pra onde a gente tá indo? 

- Um lugar legal. Para relaxar. Fica pra direita. 

Depois de uma curva bem fechada, vejo um grande local aberto às margens da estradinha, que era cercada por mata. Jessie faz sinal para que eu encostasse, desce do carro e caminha até uma árvore. Lá, ela volta a falar alguma coisa mas eu não escuto, só vejo sua boca mexendo. Sam me olha com a cara mais confusa e hilária do mundo, deu até vontade de tirar foto, mas no fundo eu estou tão confuso quanto ele. Percebo que há um pequeno entalhe na árvore com a forma de uma estrela de cinco pontas, lembrando muito um pentagrama sem o círculo externo. A nefilim coloca a mão sobre a figura, e uma densa névoa cobre a área. Após a fumaça se dissipar consigo ver uma construção que lembra uma lanchonete ou um bar, com uma placa dizendo: “Rebeldes”. 

- Olha, vocês não são exatamente o tipo de pessoa que frequenta esse lugar, então tentem não arranjar confusão. A principal regra é: nada de caçadas. Sacaram? Podem confiar, a galera aqui é maneira. Ninguém vai machucar vocês, é só não machucarem ninguém. – “Eu ein, que papo de doido é esse?” Agora sim minha cara deve estar igualzinha a do Sam. - Vamos. 

A seguimos até a porta, onde ela bate em uma espécie de padrão. Ela se abre e Jessie entra, continuamos logo atrás dela. Parece um tipo de recepção, e há uma garota de cabelos castanhos longos e lisos atrás do balcão. 

- Você voltou! O Delta tá lá dentro com a Beta e o Ômega. E quem são seus convidados? – A garota tem uma voz fina e doce.

- Os Winchesters. Eles não vieram pra brigar, pode relaxar. Arranja uma mesa mais nos fundos pra eles, sabe como é, melhor evitar a fadiga. Eu vou atrás do Delta, temos um bocado para conversar. 

- Claro! – A morena vem até nós claramente um pouco receosa, mas sorrindo. – Vamos? 

Começamos a segui-la, enquanto Jessica sobe uma escada em outra direção. Entramos no salão, há um grande palco iluminado na frente e um balcão na parede lateral, deve ser o barzinho. Somos guiados até uma mesa onde bate pouca luz, mas ainda assim é um lugar bem confortável e aconchegante. Vemos várias pessoas, principalmente adolescentes, e até algumas crianças. 

- Que lugar é esse? – meu irmão pergunta. – Algum tipo de bar sobrenatural? 

- É o que parece.

De repente, ouvimos uma voz vinda do palco. Lá, um garoto de cabelos negros com um penteado emo fala em um microfone. 

- Agora, com vocês, a dupla de irmãos mais improvável e querida! Alfa e Delta!

As luzes do palco se apagam, deixando-o na mais completa escuridão. Duas asas brancas se acendem lentamente, iluminando um par de olhos completamente vermelhos. “Espera, é a Jessica? Com um demônio da encruzilhada?” Ele começa a cantar, com uma voz calma. 

 

D: Lately, I've been, I've been losing sleep

Dreaming about that things we could be

But, baby, I've been, I've been praying hard

Said, no more counting dollars

We'll be counting stars,

J: Yeah, we'll be counting stars 

 

As luzes se acendem, e posso perceber que o garoto é ruivo. Seus olhos ficam castanhos, e enquanto a música rola, ele vai dançando para o outro lado do palco enquanto ela continua no centro. 

 

J: I see this life like a swinging vine 

Swing my heart across the line 

And my face is flashing signs 

Seek it out and you shall find 

 

 

D: Old, but I'm not that old

J: Young, but I'm not that bold

D: I don't think the world is sold

J: I'm just doing what we're told

 

D: I feel something so right

Doing the wrong thing

J: And I feel something so wrong

Doing the right thing

Ambos: I couldn't lie, couldn't lie, couldn't lie

D: Everything that kills me makes me feel alive

 

Ambos: Lately, I've been, I've been losing sleep

Dreaming about that things we could be

But, baby, I've been, I've been praying hard

Said, no more counting dollars

We'll be counting stars

 

J: Lately, I've been, I've been losing sleep

Dreaming about that things we could be

D: But, baby, I've been, I've been praying hard

Said, no more counting dollars

We'll be,

J: We’ll be counting stars

 

(D: He-ee-ye, yeah)

 

D: I feel the love and I feel it burn

Down this river, every turn

Hope is a four-letter word

Make that money, watch it burn

 

D: Old, but I'm not that old

J: Young, but I'm not that bold

D: I don't think the world is sold

J: I'm just doing what we're told

 

D: I feel something so wrong

Doing the right thing

Ambos: I couldn't lie, couldn't lie, couldn't lie

J: Everything that drowns me makes me wanna fly

 

Ambos: Lately, I've been, I've been losing sleep

Dreaming about that things we could be

But, baby, I've been, I've been praying hard

Said, no more counting dollars

We'll be counting stars

 

J: Lately, I've been, I've been losing sleep

Dreaming about that things we could be

D: But, baby, I've been, I've been praying hard

Said, no more counting dollars

We'll be,

J: We’ll be counting stars

 

(J: Oooo-oou)

 

 

J: Take that money

Watch it burn

Sink in the river

The lessons are learnt

 

D: Take that money

Watch it burn

Sink in the river

The lessons are learnt

 

Ambos: Take that money

Watch it burn

Sink in the river

The lessons are learnt

 

A banda toda, com apoio da platéia: Take that money

Watch it burn

Sink in the river

The lessons are learnt

 

J: Everything that kills me makes feel alive.

 

Tradução:

 

D: Ultimamente, eu tenho, eu tenho perdido o sono

Sonhando com aquelas coisas que poderíamos ser

Mas, baby, eu tenho, eu tenho rezado muito 

Disse, nada de contar dólares

Nós vamos contar estrelas

J: Yeah, nós vamos contar estrelas

 

J: Eu vejo essa vida como uma videira que balança 

Balança meu coração além do limite 

E o meu rosto está dando sinais 

Procure e você encontrará 

 

D: Velho, mas não tão velho

J: Jovem, mas não tão ousada 

D: Eu não acho que o mundo esteja vendido

J: Eu só estou fazendo o que nos disseram

 

D: Eu sinto algo tão certo

Fazendo a coisa errada

J: E eu sinto algo tão errado

Fazendo a coisa certa 

Ambos: Eu não posso mentir, não posso mentir, não posso mentir 

D: Tudo aquilo que me mata faz eu me sentir vivo

 

Ambos: Ultimamente, eu tenho, eu tenho perdido o sono

Sonhando com aquelas coisas que poderíamos ser

Mas, baby, eu tenho, eu tenho rezado muito 

Disse, nada de contar dólares

Nós vamos contar estrelas 

 

J: Ultimamente, eu tenho, eu tenho perdido o sono

Sonhando com aquelas coisas que poderíamos ser

D: Mas, baby, eu tenho, eu tenho rezado muito 

Disse, nada de contar dólares

Nós vamos

J: Nós vamos contar estrelas 

 

(D: He-ee-ie, yeah)

 

D: Eu sinto o amor e eu sinto ele queimar 

Descendo esse rio, em cada curva

Hope (esperança) é uma palavra de quatro letras

Ganhe esse dinheiro, veja ele queimar 

 

D: Velho, mas não tão velho

J: Jovem, mas não tão ousada 

D: Eu não acho que o mundo esteja vendido

J: Eu só estou fazendo o que nos disseram

 

D: Eu sinto algo tão errado

Fazendo a coisa certa 

Ambos: Eu não posso mentir, não posso mentir, não posso mentir 

J: Tudo aquilo que me derruba me faz querer voar

 

Ambos: Ultimamente, eu tenho, eu tenho perdido o sono

Sonhando com aquelas coisas que poderíamos ser

Mas, baby, eu tenho, eu tenho rezado muito 

Disse, nada de contar dólares

Nós vamos contar estrelas 

 

J: Ultimamente, eu tenho, eu tenho perdido o sono

Sonhando com aquelas coisas que poderíamos ser

D: Mas, baby, eu tenho, eu tenho rezado muito 

Disse, nada de contar dólares

Nós vamos

J: Nós vamos contar estrelas 

 

(J: Oooo-oou)

 

J: Pegue esse dinheiro, 

Veja ele queimar

Afunde no rio

As lições que aprendemos 

 

D: Pegue esse dinheiro, 

Veja ele queimar

Afunde no rio

As lições que aprendemos 

 

Ambos: Pegue esse dinheiro, 

Veja ele queimar

Afunde no rio

As lições que aprendemos 

 

A banda toda, com apoio da platéia: Pegue esse dinheiro, 

Veja ele queimar

Afunde no rio

As lições que aprendemos 

 

J: Tudo aquilo que me mata faz eu me sentir viva.

 

A música acabou, e eles receberam vários aplausos. Mereceram, cantaram muito bem. Mas eu ainda a não entendi essa da Jessica com um demônio dos olhos vermelhos. Então aquele é o irmão dela? Vejo-os indo para o balcão, a Jessie entra em algum lugar e o demônio vai atrás dela. Logo os dois estão de volta, vindo em nossa direção. O menino emo que anunciou o show se junta a eles, e percebo que ele é o mais baixo dos três. Quando se aproximam, começo a espirrar. 

- Deixa eu adivinhar: alergia à gatos? – ele diz pra mim.

- Eh... Atchim!

- Deixa comigo! – Finalmente a loira parece estar mais alegre. Ela encosta dois dedos na minha testa e eu recuo instintivamente. – Ei, confia! Eu preciso da mão toda pra te fuzilar, dois dedinhos não machucam! – A nefilim insiste em eu deixo. Logo o incômodo para. – Deve durar umas duas horas. Agora, as apresentações! Cadê aquela bruxa? Não importa. Esse é o meu maninho Delta! – ele acena na nossa direção, e ela se joga nele com um abraço que faz ele se teleportar para o outro lado.

- Ué, a alada dando abraços? Acho que alguém exagerou... – fala o menor.

- E esse chato, digo, familiar, é o Ômega. 

- Oi e miau! – O menino responde. Ah, agora eu entendi. Ele é o gato que tava causando a minha alergia. 

- Qual a necessidade do miau? – O Delta fala do seu canto.

- Orgulho de ser gato nos dois sentidos! – Ômega ri e se transforma em um gato de pelos curtos, cinza com manchas negras. Seus olhos são castanhos com pupilas circulares, levemente ovaladas. Ele se deita nas mesa, e fica balançando a cauda de um lado para o outro. 

- Meu permita discordar. Você só é gato desse jeito.  E mesmo assim é um gato feio. – O ruivo tem cabelos bagunçados, e é bem clarinho.

- Delta e suas respostas! Desiste queridinho, demônios são sarcásticos por natureza. – Uma garota de cabelos negros, longos e um pouco ondulados, chega e começa a fazer carinho no Ômega, que ronrona. 

- Até que enfim! Eu já tava sentindo o ciúmes do Delta daqui! – a loira fala para a morena.

- Eu vou te prender em um círculo de fogo se você não parar, aberração. – Os olhos do demônio ficam repletos de fumaça vermelha. 

- Delicado como sempre, né demônio? – Jessie responde, e seus olhos ficam azuis. Eles estão um pouco mais claros do que antes, no Impala. Eles estavam azuis escuro, agora estão quase da cor dos de um anjo.

- Dá pros dois pararem? Ainda não é o Apocalipse para vocês se matarem. – Jessica bufa quando a outra garota entra na discussão. 

- Okay... Mas eu ainda sou a Alfa por aqui! Rapazes, essa é Britanny, ou Beta. Feiticeira. O Ômega ali é o familiar dela. 

- Você não está em condições de mandar nem na sua gata de estimação, muito menos de nos liderar.  Com você bêbada, sou eu quem mando! – Britanny fala, rindo e apontando para si mesma.

- Eu gostei. – Delta já tem os olhos castanhos outra vez. “Eles tá cantando a feiticeira. Essa cara não engana.”

- Vão pro quarto, please! – É impressão minha ou a voz da nefilim tá meio embargada, como se ela estivesse bêbada? – Ué , cadê o gato?

- Então você me acha gato? – Ômega fala, surgindo do nada atrás dela. (Ômega: Portas de Nárnia, bitch!)

- Nem vou falar nada. E vocês dois aí, não vão falar nada não? – Okay , ela tá com voz de chapada. 

- Espera, ninguém ofereceu nada pra vocês beberem? Caramba! Querem uma cerveja? Deve ter algumas lá nos fundos. – Beta corta Jessie. 

- Uma pra mim, por favor. 

- Pra mim pode trazer duas. – Sam me olha assustado. – Por favor.

- É assim que se fala, loirão! – De onde caralhos a Jessie tirou esse apelido? – Deixa que eu busco!

- Vai com ela, Ômega. – O ruivo fala pro familiar. – E vigia essa doida.

- Affs. Vambora, baixinho! 

- O que deu nela? Ela é sempre assim? – Sam pergunta quando os dois vão embora. 

- Ela tá bêbada. Exagerou na graça de anjo. – Quem responde é Beta, sentando-se de frente para nós, na cadeira de Ômega. 

- O quê? – pergunto sem entender nada.

- Ela faz isso pra relaxar. Basicamente, inibe a alma da Jessie, o que faz com que ela quase não tenha sentimentos. Mas também não tem vergonha e nem pensa duas vezes antes de falar.

-Saquei. 

-Voltamos! – a nefilim diz. – Uma pro gigante e duas pro de olhos verdes. – Ela vira e se senta em seu lugar.

- Ué, e eu? – pergunta o baixinho, quando vê que não há mais lugares. 

- A Jessie senta no seu colo! – responde Delta, que sorri maliciosamente. 

- Melhor a Britanny sentar no seu! Foi ela quem pegou o meu lugar! 

- Eu acho melhor você virar gato. Aí pode ficar onde quiser, em cima da mesa ou no colo de alguém. – Beta tenta resolver o problema. 

- E ficar mudo? Não. 

- Eu falo pra você, seu chato. Você vem pro meu colo e eu leio seus pensamentos. É só controlar o que quer me mostrar, okay? – a nefilim sugere.

- Okay. – Ômega se transforma novamente em gato e senta no colo de Jessica. 

- Ele mandou perguntar se o gato comeu sua língua, Dean. Eu também quero saber! – diz a nefilim. 

- Hahaha, não. – “Eu só estou boiando no assunto e tentando entender como seu irmão é um demônio.”

- Ele é meu irmão adotivo, idiota. 

- Hein? – “Como caralhos ela sabe o que eu tava pensando?”

- Se eu fosse você faria perguntas mentais mais baixas. Principalmente com ela entupida de graça desse jeito. – Delta responde. – E é sério que você achou que um demônio ruivo com olhos castanhos seria irmão biológico de uma nefelim loira de olhos verdes? 

- É verdade. Eu ouvi. E o Ômega disse que isso foi uma idiotice. Ai! – O gato arranha Jessie depois que ela fala. – Ué, eu falei pra controlar o que ia me mostrar. Quer saber? Fui. – A loira se levanta da mesa.

- Ômega, vai...

- Ômega vírgula, Delta. Eu vou sozi... – A nefilim desmaia, e Delta se teleporta a tempo de segurá-la antes que ela caia no chão. 

- Caraca maninha, você engordou ein!

- O que aconteceu com a loira louca? – pergunta Sammy. 

- A alma dela depende da graça, e vice-e-versa. Se uma parte fica “desligada” por muito tempo, a outra desliga também. – Delta faz aspas com os dedos na parte do “desligada”. – Daqui a algumas horas ela acorda. Provavelmente amanhã cedo.

- Vamos levar ela pro bunker. – sugiro.

- Posso ir também? É que eu fico meio preocupado com a Jessie, afinal é meio perigoso isso que ela faz. 

- Tá, pode vir. – “Ué, desde quando você pode decidir por mim Samuel?”

- Obrigado. – O demônio se levanta com a irmã no colo. Ele vacila um pouco, mas seus olhos ficam vermelhos e ele passa a carregá-la com facilidade. Após nos despedirmos, vamos até o Impala e ele coloca Jessie no banco de trás, sentando-se ao seu lado. Delta passa a viagem inteira acariciando os cabelos da loira. 

-----------No bunker-----------

- Tem quartos sobrando lá nos fundos. Pode colocar ela lá – aviso.

- Valeu mesmo. – “Um demônio agradecendo? Essa é nova.” Ele leva Jessie no colo até um dos quartos, onde vejo ele colocá-la na cama e se sentar ao seu lado. – Boa noite, maninha. – Eu saio de fininho da porta do quarto. – Ah, e eu sei que você está aí, Dean. Só pra avisar mesmo. – Ótimo, esquece o “de fininho”. – Boa noite. 

- Boa noite! – Digo e vou para o meu quarto.


Notas Finais


Então, eh isso! Pior final, eu sei, mas n consegui bolar nada melhor. A música é Counting Stars, da banda One Republic.
Link: https://m.youtube.com/watch?v=hT_nvWreIhg
Ah, e em breve coloco capas pros capítulos.
Um tchauzinho tão bugado como o meu teclado nesse momento (na boa ele tá bugado pá carai)


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